concursos, exposições, curiosidades... sobre arte
escolhidos por MARIA PINTO
(Maria Regina Pinto Pereira)

http://maregina-arte.blogspot.com/

quarta-feira, 31 de maio de 2023

3ª edição da Galeria Consigaz - MIS - SP

Galeria Consigaz

 Galeria Consigaz


 Galeria Consigaz


 MIS recebe exposição de arte urbana no dia 4

Aberta ao público, a 3ª edição da Galeria Consigaz busca novos talentos artísticos, que aplicarão suas técnicas em botijão de gás durante evento ao vivo, com direito a palestra de Eduardo Kobra

Para os amantes da arte de rua, uma boa notícia! No próximo domingo (04/06), o MIS (Museu da Imagem e do Som) - instituição vinculada à Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo - receberá a 3ª edição da Galeria Consigaz. Trata-se de um evento gratuito e aberto ao público, que promoverá uma competição entre 10 artistas brasileiros especialistas em street art, que mostrarão seus talentos ao vivo, com a aplicação de técnicas como grafite, muralismo, intervenção urbana, stencil, entre outras relacionadas à arte urbana, de forma inusitada: em botijões de gás. A programação também contará com uma palestra do Eduardo Kobra, um dos mais reconhecidos muralistas da atualidade, que assina obras espalhadas em países pelos cinco continentes. 

“Estamos na terceira edição da Galeria Consigaz, desta vez em parceria com o MIS. Trata-se de um evento grandioso para valorizar a arte em todas as suas formas e enaltecer os responsáveis por elas, que são os talentos brasileiros. Para o público a oportunidade é de vivenciar ao vivo um show de criatividade e arte urbana da melhor qualidade”, afirma Carla Tunkel, gerente de Marketing da Consigaz.

Além de acontecer em um dos museus mais conceituados de São Paulo, a Galeria Consigaz será transmitida pelo canal da Consigaz no Youtube. Os 10 artistas presentes na exposição, entre grafiteiros, designers, artistas plásticos e pintores, passaram recentemente por uma seletiva que ocorreu em diversas regiões do país. 

Os selecionados concorrem a um prêmio de R$10 mil. Durante o evento, um júri avaliará a criatividade, originalidade e técnica de cada obra de arte, sendo que os três melhores artistas vão à votação popular, que ficará aberta até 25 de junho no site: https://galeriaconsigaz.com.br/. 


SERVIÇO

Evento: 3ª edição da Galeria Consigaz

Data: 04/06 (domingo), das 13h às 18h

Endereço: Av. Europa, 158 - Jardim Europa, São Paulo/SP

Valor: Gratuito.

*Palestra com capacidade para 170 pessoas (chegar até 15h para a retirada de ingressos)




70 Anos do Monumento às Bandeiras - Victor Brecheret - Galeria A Hebraica SP

 

Exposição vai celebrar os 70 Anos do Monumento às Bandeiras apresentando obras do escultor Victor Brecheret


Foto: Maquete do Monumento às Bandeiras

Crédito Lana Machado Leilões



A Galeria A Hebraica SP (localizada no Clube A Hebraica, Rua Hungria, 1000) será  palco, da  Exposição Victor Brecheret em Comemoração aos 70 anos do Monumento às Bandeiras,  que ficará em cartaz de 07 a 26 de junho,  

A exposição reunirá dez obras do escultor, todas com certificado de originalidade,  destacando-se a maquete em terracota do próprio “Monumento às Bandeiras” e a escultura “Bailarina” em bronze polido,  que faz parte de um múltiplo de sete esculturas. Uma delas, foi danificada durante os ataques ao Palácio do Planalto, STF e Congresso Nacional em 08 de janeiro, porém já foi restaurada e recolocada no saguão da Câmara dos Deputados.  Também estará exposta a escultura em bronze patinado “Vitória”, que integrou a  Semana de Arte Moderna de 22. 

Todas as peças estarão disponíveis para venda, e parte da arrecadação será destinada ao Ten Yad,  instituição beneficente que há 30 anos tem como missão fornecer alimentação para pessoas em situação de vulnerabilidade em São Paulo.

Victor Brecheret

Victor Brecheret, foi um escultor ítalo-brasileiro, considerado um dos mais importantes do Brasil. Foi o responsável pela introdução do modernismo na cultura e escultura brasileira. Apesar de ser um dos principais artistas da vanguarda, Brecheret nunca abandonou sua formação artística clássica, ligada à arte greco-romana e renascentista. 

O Monumento às Bandeiras

Inaugurado em 1953 para fazer parte das comemorações do IV Centenário da Cidade, o Monumento às Bandeiras ocupa em lugar de destaque em frente ao Parque do Ibirapuera  e   é considerado um  marco da Cidade de São Paulo,  que homenageia os Bandeirantes que partiam de São Paulo  em direção ao sertão. 

A Exposição Victor Brecheret em Comemoração aos 70 anos do Monumento às Bandeiras é organizada por Raquel Machado,  da Lana Machado Leilões, com curadoria de Olívio Guedes e co-curadoria de Iso Weinfeld e ficará em cartaz de 07 a 26 de junho, na Galeria A Hebraica.   (de segunda à sexta, das 6 às 23h,  sábados e domingos, das 7 às 22h e nos Feriados, das 7 às 20h ) .  


fonte: 

Liane Gotlib Zaidler


terça-feira, 30 de maio de 2023

Instituto Tomie Ohtake realiza o curso presencial "Arte e Cosmos", com o filósofo e professor David Lapoujade

 Instituto Tomie Ohtake realiza o curso presencial "Arte e Cosmos", com o filósofo e professor David Lapoujade

David Lapoujade é um dos filósofos mais sutis da nova geração de pensadores franceses. O Instituto Tomie Ohtake recebe o pensador para um curso voltado à aproximação entre arte e cosmos a partir da etimologia da palavra e seus desdobramentos

Para os gregos, kosmos designa tanto ornamentos e adornos (roupas, jóias) quanto a ordem do mundo. Do primeiro sentido saiu a palavra cosmética. Do segundo, cosmologia. Essas duas palavras conheceram um destino separado. Será possível reuni-los? Não se trata de voltar aos gregos, mas de conceber as artes do visível ao mesmo tempo como uma cosmética e uma cosmologia, inseparavelmente. É o desafio posto por David Lapoujade.

Os cursos do Instituto Tomie Ohtake se estruturam a partir do binômio freiriano ação-reflexão, compreendendo os processos educativos vinculados à arte e à cultura como potentes ferramentas para a autotransformação dos seres humanos. Partindo desse pressuposto, configuram-se não somente como situações de aprendizagem e experimentação, mas também como espaços de diálogo e convivência comprometidos com a formação de públicos e a transformação da sociedade.

Todo semestre são oferecidos aos públicos cursos focados em práticas artísticas, teoria e diálogo, de forma presencial ou on-line.

David Lapoujade é um dos filósofos mais sutis da nova geração de pensadores franceses. Na linhagem de Deleuze, de quem foi amigo pessoal, escreveu seis livros, todos traduzidos pela N-1 edições. Não à toa são tão utilizados por artistas, ativistas, filósofos - deslocam inteiramente nossa percepção e pensamento. É professor de estética na Sorbonne-  Paris I e organizador das coletâneas de Deleuze Ilha deserta, Dois regimes de loucos   e Cartas e outros textos .

 

Presencial, no Instituto Tomie Ohtake

02 de junho a 03 de junho | sexta-feira e sábado |  19h às 21h (sexta-feira) e das 10h às 12h (sábado)

2 encontros

60 vagas

Valor: R$460

Link para inscrição do curso: https://nucleodeculturaeparticipacao.byinti.com/#/event/curso-1-semestre-2023-arte-e-cosmos

 

Dúvidas

Escreva para escolatomie@institutotomieohtake.org.br

Exposição gratuita no CEU Casablanca faz o visitante viajar pelos mais diversos museus do mundo

 


Exposição gratuita no CEU Casablanca faz o visitante viajar pelos mais diversos museus do mundo 

Batizado de CulturAR, projeto viabilizado por meio do Pro-Mac utiliza realidades aumentada e virtual para levar adultos e crianças a conhecer quadros, obras de arte e monumentos famosos sem sair do lugar

 

O Ceu Casablanca recebe a CulturAR, exposição gratuita que permite a adultos e crianças estarem frente a frente com quadros, monumentos e objetos de arte do mundo todo sem sair do lugar.

Com a utilização de realidade aumentada, é possível em questão de minutos estar frente a frente de telas famosas como O Nascimento de Vênus (Sandro Boticelli), Operários (Tarsila do Amaral), Moça com Brinco de Pérola (Johannes Vermeer), O Lavrador de Café (Cândido Portinari), The Great Wave of Kanagawa (Katsushika Hokusai), Abaporu (Tarsila do Amaral), Mona Lisa (Leonardo da Vinci), Starry Night (Vincent Van Gogh); além ir até a Pirâmide de Giza, Arco do Triunfo e Coliseu e ainda se deparar com objetos famosos, tais como o Busto Nefertiti, Vasos Gregos e Pedra de Roseta.

Além dessas obras, a realidade virtual também levará os visitantes para a pré-História a partir de um vídeo super realístico sobre o dinossauro aquático Rhomaleosaurus, que tem como intuito a conscientização sobre a preservação da vida marinha, tal qual é possível ser conferido no British Museum, em Londres.

Segundo Alexandre Calil, artista 3D que foi responsável pelo conceito e layout do projeto, o local foi selecionado com o intuito de universalizar a cultura e priorizar paulistanos que vivem em bairros mais afastados do centro expandido.

O horário de visitação do CulturAR é de terça-feira a sábado, das 9h às 16h.

 

Serviço: 

CulturAR no CEU Casablanca

Horário: Terça-feira a Sábado, das 9h às 16h

Endereço: R. João Damasceno, 85 - Vila das Belezas, São Paulo – SP – CEP: 05841-160

Telefone: (11) 5519-5201

Art Tech, exposição no CEU Campo Limpo projeta como é uma casa totalmente conectada

 

 

Art Tech, exposição no CEU Campo Limpo projeta como é uma casa totalmente conectada 

Ao entrar em uma cabine, com lotação de 10 pessoas, experiência faz com que as crianças conheçam como pode ser um lar totalmente conectado com a utilização da Internet das Coisas (IoT) 

O CEU Campo Limpo recebe a Art Tech, exposição cujo foco é a Internet das Coisas (IoT). Nela, crianças e adultos são convidados a ingressarem em uma cabine de projeção para conhecer todas as funcionalidades de uma casa inteligente, tais como comandos por voz, eletrodomésticos conectados, ajustes automáticos de ambientes e tantas outras possibilidades existentes que promovem conforto, segurança e eficiência.

Com capacidade de comportar até 10 pessoas por vez num espaço que tem 3,50m de diâmetro, é possível conferir, por meio de uma planta baixa que permite a visualização em qualquer ângulo que você esteja. Tudo isso apresentado por um personagem virtual.

Conforme conta Alexandre Calil, artista 3D que foi responsável pelo conceito e layout do projeto, não se trata só cultura e tecnologia, mas também responsabilidade social e universalização: “afinal, são totalmente gratuitos e abertos a toda população interessada, independentemente da idade, mas principalmente às crianças que cada vez mais estão inseridas no universo tecnológico”.

O horário de visitação da Art Tech é de terça-feira a sábado, das 9h às 16h.

 

Serviço:

Art Tech no CEU Campo Limpo

Horário: Terça-feira a Sábado, das 9h às 16h

Endereço: Avenida Carlos Lacerda, 678 – Pirajussara, São Paulo -SP - CEP: 05789000

Telefone: (11) 5843-4800

ArPA - feira de galerias - Pavilhão Pacaembu - SP

 

Galeria Luciana Brito | Artista: Fernando Zarif. Crédito: Edouard Fraipont


Gustavo Rebello Arte | Artista: Ivan Serpa. Crédito: Divulgação


Feira de arte ArPa realiza nova edição no Pavilhão Pacaembu a partir de quarta-feira, 31 de maio

Aproximação com o mercado global de arte, olhares plurais de curadores experientes e reforço positivo de relacionamento entre colecionadores e galeristas são as diretrizes da nova edição da feira de arte ArPa, que acontece entre 31 de maio e 4 de junho


Após estreia bem-sucedida, com reconhecimento expresso pelo mercado, pelas dezenas de expositores e pelo público estimado em mais de 10.500 pessoas, a feira de arte ArPa faz sua segunda edição em 2023, de 31 de maio a 4 de junho, com a participação de mais galerias, um time renomado de curadoria e um reforço de sua missão de propor uma experiência aprofundada e próxima com o público em geral e com colecionadores de arte. A feira ocorre no Pavilhão Pacaembu, espaço localizado no Complexo Pacaembu, com entrada pela Praça Charles Miller.

 

A ArPa é uma iniciativa da Allegra Pacaembu - concessionária que assumiu a gestão do Pacaembu em 2020, e conta com a direção geral de Camilla Barella, gestora cultural fundadora da VIVA Projects e colaboradora da Frieze desde 2017. Nesta edição, a realização da ArPa também será simultânea à MADE - Mercado, Arte, Design; feira de design que chega a sua décima primeira edição. A parceria é iniciativa do curador de design Waldick Jatobá.

 

A ArPa conta também com direção de Cristina Candeloro e recebe cerca de 50 expositores que comercializam suas obras no espaço de 4 mil m². A infraestrutura, organização e vendas realizadas durante a feira em 2022 fez com que a ArPa, em sua primeira edição, conquistasse uma boa reputação entre associados da Associação Brasileira de Arte Contemporânea (ABACT), em pesquisa realizada em parceria com a Associação de Galerias de Arte (AGAB) em setembro de 2022.

 

Nesta segunda edição, Camilla reforça o caráter mais íntimo e acolhedor proposto de forma bem-sucedida na edição passada. "Nós criamos uma atmosfera que possibilita ao público ter mais tempo para conversar com os expositores e também digerirem visualmente o conteúdo da feira. Apontada como uma característica positiva da ArPa, orientamos os galeristas a pensar seus estandes como projetos especiais, muitas vezes até com curadorias próprias", conta Camilla.

 

Entre os destaques de projetos especiais já anunciados, está a galeria Gustavo Rebello Arte com estande do artista Ivan Serpa, que em 2023 completa 100 anos de nascimento e 50 de morte; a galeria Mendes Wood DM propõe um diálogo entre as obras do artista sueco Runo Lagomarsino e da artista capixaba Castiel Vitorino Brasileiro; e a galeria argentina Isla Flotante, em sua segunda participação na feira, apresenta o artista Valentin Demarco. A ArPa terá ainda um aumento de 50% de galerias internacionais no Setor Principal, com representantes da Argentina, México e Uruguai, reforçando o intercâmbio com a cena artística latinoamericana.

 

Assim como em sua primeira edição, a ArPa terá estandes destinados a jovens galerias e também a espaços consolidados no circuito das artes, reunindo expositores do mercado primário e secundário. A ArPa e a MADE contam com os seguintes patrocinadores: Comgás, Mitsubishi, MOS. Hotel oficial: Tivoli Mofarrej.

 

Curadoria e setores

 

A ArPa organizou um time de curadoria com um perfil de bastante experiência no campo das artes, privilegiando diferentes abordagens e perspectivas descentralizadas na arte e reforçando o caráter plural da feira. Neste ano, os curadores são Carla Zaccagnini, argentina que reside atualmente em São Paulo e Malmö (Suécia), curadora da 34ª Bienal de São Paulo; Diego Matos, pesquisador, professor e curador formado em arquitetura, ex curador-chefe do Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia (MuBE); e o mexicano José Esparza Chong Cuy, curador, escritor e arquiteto, que atua como Diretor Executivo e Curador Chefe do Storefront for Art and Architecture, em Nova York.

 

Como no ano passado, cada curador assumirá um setor. A divisão foi pensada de modo a facilitar a fruição do público e possibilitar a criação de recortes mais detalhados para cada segmento contemplado no contexto da Feira. O Setor Principal tem curadoria da própria feira, enquanto o Setor UNI é curado por José Esparza Chong Cuy, o setor Satélite tem assinatura de Diego Matos e a Sala MOS tem curadoria de Carla Zaccagnini. José, o único curador que não é estreante na ArPa, foi responsável pela curadoria do Setor Satélite em 2022.

 

Seguem abaixo as descrições dos setores e das galerias participantes. A expectativa é de que mais galerias sejam confirmadas nas próximas semanas.

 

Setor Principal

 

Participam desse setor galerias brasileiras com perfis diversos e de diferentes regiões do Brasil. Cada expositor vai apresentar dois ou três artistas, com estandes entre 30 e 50 m², com o intuito de priorizar a experiência contemplativa da arte e criar uma atmosfera mais íntima com o público colecionador.

 

Galerias confirmadas: Almeida & Dale Galeria de Arte, Andrea Rehder Arte Contemporânea, casa triângulo, Casanova Arte, Cassia Bomeny Galeria, Galeria Cavalo, Galleria Continua, Dan Galeria, Galeria Estação, Fólio, Gomide & Co, Gustavo Rebello Arte, Galeria Inox, Isla Flotante, Galeria Karla Osorio, Kubik Gallery, Galeria Leme, Lima Galeria, Luciana Brito Galeria, Galeria Lume, Galeria MaPa, Galeria Marília Razuk, Mendes Wood DM, Galeria Mercedes Viegas, Millan, Mitre Galeria, Galeria Murilo Castro, OÁ Galeria, OMA Galeria, Piero Atchugarry, Pinakotheke Cultural, Quadra, Galeria Raquel Arnaud, Ricardo Von Brusky, Rodrigo Ratton Galeria, Simões de Assis, Galeria Ybakatu e Zipper Galeria.

 

Setor UNI

 

Para esse setor, o curador José Esparza Chong Cuy selecionou um recorte de galerias denominado Mensagens, que leva à ArPa projetos de um único artista representado por elas em exposição solo. Sobre a concepção de sua curadoria, José conta: "Traços e marcas repetidas se convertem em espirais, linhas curvas e formas que criam formatos inesperados apontando para futuros orgânicos. Mensagens aproxima um grupo de artistas cujas práticas crescem de dentro para fora como sinais de vida dos tempos que se avizinham".

 

As galerias / artistas confirmados para esse setor são: Campeche (Jou Morales), Fortes D'Aloia & Gabriel (Cristiano Lenhardt), Galatea (Beatrice Arraes), Galeria Sendrós (Andrés Piña), GDA (Maíra Dietrich), HOA (Marian Rocha), Marli Matsumoto Arte Contemporânea (Juan Casemiro) e Sé Galeria (Michel Zózimo).

 

José, que reside em NY, é curador, escritor e arquiteto. Atualmente, é Diretor Executivo e Curador Chefe do Storefront for Art and Architecture, em Nova York. Já trabalhou como Curador Associado do Museum of Contemporary Art Chicago e do Museo Jumex, na Cidade do México.

 

Setor Satélite

 

O Setor Satélite, curado por Diego Matos, exibe na fachada do Pavilhão um telão com vídeos de galerias internacionais, propondo uma imersão em arte ao público desde a chegada no Complexo Pacaembu.

 

Nomeada como Pontos de Luz, em referência objetiva à canção homônima interpretada por Gal Costa, com música e letra de Jards Macalé e Waly Salomão, as produções insinuam e evocam a ideia de presença e atuação política do corpo em contextos de responsabilidade ambiental, social e ética. Os filmes selecionados foram distribuídos em três subprogramas e um apêndice que são apresentados diariamente nos dias da feira. É importante acentuar que a manifestação do corpo é a força expressiva sublinhada em som e imagem no programa de Pontos de Luz.

 

"A importância do humano é inerente à sobrevivência estética e política da arte. A arte, por princípio ético, não extrai o humano, convoca permanentemente sua presença e ousa cantar: 'me arrisco a falar, me sinto feliz, me sinto muito feliz, me sinto completamente feliz'", diz o curador.

 

Neste setor, haverá projeção de vídeos criados pelos artistas Anna Bella Geiger, da Galeria Murilo Castro; Carlos Nader, da Galeria Lume; Maya Watanabe, da Tegenboschvanvreden; Rosa Luz, da Central Galeria, Salomé Lamas, da Galeria Miguel Nabinho; Teresa Margolles, da Mor Charpentier; e Mario García Torres, da Galeria Luisa Strina / Jan Mot; Ana Vaz, Frederico Morais e Janaína Wagner.

 

Diego Matos (Fortaleza, 1979) tem mais de 15 anos de experiência em pesquisa e curadoria

de arte. Foi curador-chefe do Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia (MuBE). Entre seus trabalhos recentes estão a antologia Liuba - Corpo Indomável (prêmio APCA 2023) e a exposição permanente do Centro Universitário Maria Antonia - USP. Foi também curador do 20° festival SESC videobrasil (2017-18). Em sua primeira participação na ArPa, Matos irá curar o Setor Satélite, dedicado à produção audiovisual contemporânea.

 

Sala MOS

 

Inédita na feira, a Sala MOS, curada por Carla Zaccagnini, é uma seção dedicada a conversas e debates abertos ao público da Feira, patrocinada pela Mos Incorporadora. Sob o título de Re-instaurar, a curadoria reúne uma série de conversas com artistas, curadores, restauradores e profissionais de outros campos. A agenda de conversas será disponibilizada em breve. "Cada fala tem o intuito de desdobrar conteúdos específicos, manifestos ou latentes que nos parece necessário discutir no momento atual", conta a curadora da Sala MOS.

 

Carla Zaccagnini é artista visual, curadora e escritora argentina que reside atualmente em São Paulo e Malmö (Suécia). Carla foi curadora da 34ª Bienal de São Paulo. Formou-se em artes plásticas pela Fundação Armando Álvares Penteado (Faap) e fez mestrado em poéticas visuais na Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP).

 

Relação de todas as galerias participantes

 

Setor Principal

Almeida & Dale Galeria de Arte

Andrea Rehder Arte Contemporânea

casa triângulo

Casanova Arte

Cassia Bomeny Galeria

Galeria Cavalo

Galleria Continua

Dan Galeria

Galeria Estação

Fólio

Gomide&Co

Gustavo Rebello Arte

Galeria Inox

Isla Flotante

Galeria Karla Osorio

Kubik Gallery

Galeria Leme

Lima Galeria

Luciana Brito Galeria

Galeria Lume

Galeria MaPa

Galeria Marília Razuk

Mendes Wood DM

Galeria Mercedes Viegas

Millan

Mitre Galeria

Galeria Murilo Castro

OÁ Galeria

OMA Galeria

Piero Atchugarry

Pinakotheke Cultural

Quadra

Galeria Raquel Arnaud

Ricardo Von Brusky

Rodrigo Ratton Galeria

Simões de Assis

Galeria Ybakatu

Zipper Galeria

 

Setor UNI

Campeche

Fortes D'Aloia & Gabriel

Galatea

Galería Sendros

GDA

HOA

Marli Matsumoto Arte Contemporânea

Sé

 

Setor Satélite

Central Galeria

Galeria Luisa Strina

Jan Mot

Galeria Lume*

Galeria Miguel Nabinho

Galeria Murilo Castro*

Mor Charpentier

Tegenboschvanvreden

 

Geral - ordem alfabética

Almeida & Dale Galeria de Arte

Andrea Rehder Arte Contemporânea

Campeche

Casa Triângulo

Casanova Arte

Cassia Bomeny Galeria

Central Galeria

Dan Galeria

Fólio

Fortes D'Aloia & Gabriel

Galatea

Galeria Cavalo

Galeria Estação

Galeria Inox

Galeria Karla Osorio

Galeria Leme

Galeria Luisa Strina

Galeria Lume

Galeria MaPa

Galeria Marília Razuk

Galeria Miguel Nabinho

Galeria Murilo Castro

Galeria Raquel Arnaud

Galería Sendros

Galleria Continua

GDA

Gomide&Co

Gustavo Rebello Arte

HOA Galeria

Isla Flotante

Kubik Gallery

Lima Galeria

Luciana Brito Galeria

Marli Matsumoto Arte Contemporânea

Mendes Wood DM

Mercedes Viegas Arte Contemporânea

Michel Rein

Millan

Mitre Galeria

Mor Charpentier

OÁ Galeria Arte Contemporânea

OMA Galeria

Petzel Gallery

Piero Atchugarry Gallery

Pinakotheke

Proyectos Ultravioleta

Quadra

Ricardo Von Brusky

Rodrigo Ratton Galeria

Sé

Simões de Assis

Tegenboschvanvreden

Ybakatu

Zipper Galeria

 

Serviço

Feira de arte ArPa

 

Patrocínio | Beck's, Comgás, Mitsubishi, MOS

Hotel oficial | Tivoli Mofarrej

Apoio | C6 Bank, Handred, Le Lis Casa

Apoio de mídia | Arte que acontece, Eletromidia, Elle Decor

Parceiro Institucional | Inhotim

 

Quando: De 31 de maio a 4 de junho

Abertura exclusiva para convidados: 31 de maio, quarta-feira

Aberta ao público: de 01 a 04 de junho, quinta-feira a domingo

Horário: Quarta-feira a sábado, das 13h às 20h30 | Domingo, das 11h às 18h

Local: Pavilhão Pacaembu, no Complexo Pacaembu

Endereço: Praça Charles Miller, s/n

Ingressos (com acesso às duas feiras): R$60 (inteira) e R$30 (meia). Ingressos à venda pelo site https://arpa.art/

Classificação: Livre

Site | Instagram | E-mail

 

Sobre a ArPa:

 

ArPa nasce como uma feira de arte focada em expandir a comunidade da arte contemporânea nacional e internacional. A Feira reúne diferentes abordagens e perspectivas em busca de um olhar descentralizado a fim de fomentar profícuos intercâmbios comerciais e criativos. Nesta segunda edição, realizada no Complexo Pacaembu, em São Paulo, cerca de 50 galerias de diversas regiões do Brasil e do mundo apresentam seus artistas nos setores Principal, Satélite e UNI; além destes, será inaugurada a Sala MOS, seção inédita dedicada a conversas e debates abertos ao público da Feira. ArPa 2023 conta com a colaboração de 3 curadores: Carla Zaccagnini, Diego Matos e José Esparza Chong Cuy.

 

Sobre a MADE – Mercado.Arte.Design:

 

MADE – Mercado. Arte. Design – é uma feira internacional de design colecionável. Uma plataforma para discutir, apreciar e comprar o melhor do design, do vintage ao contemporâneo, com foco no colecionável. A proposta do evento é reunir, a cada edição, conteúdo de qualidade por meio de exposições e instalações em um espaço coletivo que apresenta e dá destaque a designers e estúdios nacionais e internacionais, revelando novos talentos, incentivando novas produções e, consequentemente, a ampliação da cultura do design a milhares de pessoas. A plataforma MADE tem como objetivo disseminar a educação e a cultura no setor, por intermédio de uma programação de conteúdo sobre design. A feira conta com um Conselho Consultivo com o intuito de debater o design contemporâneo produzido aqui e no exterior e propor ações específicas para o projeto, ampliando o campo de discussão e agregando repertórios distintos ao universo debatido. Os membros deste conselho são figuras destacadas nos campos do design, arte contemporânea e arquitetura, formado por Cláudia Moreira Salles, Marcio Kogan, Jorn Konijn, Mauricio Eugenio e Corinna Sagesser. A MADE é realizada pela W/Design, de Waldick Jatobá, idealizador e diretor geral do evento, e por seus sócios Bruno Simões, curador do evento, e Elcio Gozzo, diretor financeiro.

 

fonte: Assessoria de Imprensa - ArPA






exposipão PAISAGEM INTERIOR - Ivo Indiano - Franca - SP



 IVO INDIANO APRESENTA ‘PAISAGEM INTERIOR” NO LABORATÓRIO DAS ARTES DE FRANCA

Pinturas de grandes dimensões em têmpera sobre tela mostram imaginário do artista

          A partir de 02 de junho, o artista plástico Ivo Indiano vai apresentar seus novos trabalho em pintura numa exposição intitulada “Paisagem Interior”, exposição de doze obras de grandes dimensões pintadas a têmpera sobre tela suavemente coloridas, em composições que trazem imagens poéticas de caráter onírico, simbólico e figurativo. . 

          Ivo nasceu em Uberaba (MG) em 1960, mas vive em Franca desde a infância. Estudou Artes em São Paulo e posteriormente cursou Arquitetura em Franca, onde atua com escritório de projetos desde os anos 80. É um artista com múltiplos talentos, traduzidos em enorme gama de atividades artísticas que vão do desenho à gravura, da arquitetura à edição de livros psicografados, das histórias em quadrinhos à pintura, passando pela música - durante a pandemia, lançou com parceiros um CD com músicas autorais – Projeto Pã, que pode ser ouvido em streaming. Seu ateliê Sanatorivm abriga pupilos aprendizes e artistas feitos, que se desdobram em projetos coletivos, alguns já apresentados no Laboratório das Artes.

De modo geral, Ivo pinta ou desenha investindo na sua peculiar visão de mundo perpassada pela crença no espiritismo, na redenção humana pela fé e na representação dos detalhes do cotidiano da vida, da casa e da cidade que estão em seu entorno imediato, para compor obras que traduzem seu imaginário interior, também repletas de referências a suas leituras pessoais.

A mostra no Laboratório das Artes acontece de 02 de junho a 11 de agosto de 2023, com entrada gratuita, com abertura prevista para 02 de junho às 20 horas, com a presença do artista.

Serviço

Evento: Exposição de Pinturas “Paisagem Interior”, de Ivo Indiano.

Data de Abertura: 02 de junho/2023, 20 horas.

Visitação: de 02 de junho a 11 agosto, de segunda a sexta-feira das 10 às 12h e das 14 às 17h.

Local: Laboratório das Artes de Franca -  Rua Cuba, 1099 - Jardim Consolação, Franca – SP.

Valor de ingresso: Gratuito

Mais informações: https://ww.laboratoriodasartes.com.br

sábado, 29 de abril de 2023

Artistas do Papel: Obras colecionadas por Ruth Tarasantchi para o acervo do MUJ

 

Museu Judaico de São Paulo apresenta "Artistas do Papel: Obras colecionadas por Ruth Tarasantchi para o acervo do MUJ"

Mostra reúne obras que utilizam o papel como suporte para diversas técnicas e destacam o protagonismo feminino no núcleo artístico


 

O Museu Judaico apresenta, a partir do dia 6 de maio, a exposição “Artistas do Papel: Obras colecionadas por Ruth Tarasantchi para o acervo do MUJ”, que reúne 32 obras de artistas mulheres judias feitas em papel em variadas técnicas, visando destacar a importância da presença de mulheres no núcleo artístico.

É a primeira mostra composta exclusivamente por obras do acervo do Museu. As peças foram coletadas por Ruth Sprung Tarasantchi, curadora e uma das fundadoras do Museu Judáico de São Paulo, que as recebeu como doações das próprias artistas ou de seus familiares, e trazidas à exposição em curadoria conjunta de Felipe Chaimovich.

Os conjuntos das obras tiveram sua organização pensada a partir de categorias de arte acadêmica, tais como retratos, cidades e paisagens, passando ainda por abstrações e também por um conjunto sobre temas da judeidade.

Felipe Chaimovich conclui: "A relevância das mulheres na formação deste acervo inaugural de arte indica a atenção do Museu para com uma história da arte plural e inclusiva, e que aproxime artistas menos conhecidas de autoras consagradas”.

Uma das artistas homenageadas no painel de abertura da exposição é a imigrante francesa Bertha Worms, cuja trajetória artística como primeira mulher a ser professora profissional de pintura em São Paulo no século XX foi estudada por Ruth. Além de Bertha, a exposição traz obras de Fayga Ostrower (doadas por sua filha, Noni), de Hannah Brandt, Clara Pechansky, Miriam Tolpolar, Nara Sirotsky, Paulina Eizirik, Gisela Leirner, Gerda Brentani, Renina Katz, Agi Strauss e várias outras.

Ruth, além de curadora e uma das fundadoras do MUJ, é também pioneira no tratamento de lacunas em exposições quanto a questões de gênero. Na mostra “Mulheres Pintoras”, em 2004 na Pinacoteca, evidenciou - no papel de curadora, a sub-representação de artistas mulheres nas coleções museológicas brasileiras.

 

Sobre o Museu Judaico de São Paulo (MUJ) 

Inaugurado após vinte anos de planejamento, o Museu Judaico de São Paulo é fruto de uma mobilização da sociedade civil. Além de quatro andares expositivos, os visitantes também têm acesso a uma biblioteca com mais de mil livros para consulta e a um café que serve comidas judaicas. Para os projetos de 2023, o MUJ conta com o Banco Alfa e Itaú como patrocinadores e a CSN, Leal Equipamentos de Proteção, Banco Daycoval, Porto Seguro, Deutsche Bank, Cescon Barrieu, Drogasil, BMA Advogados, Credit Suisse e Verde Asset Management como apoiadores.

 

Serviço:

Museu Judaico de São Paulo (MUJ)

Período expositivo: de 6 de maio a 13 de agosto

Local: Rua Martinho Prado, 128 - São Paulo, SP

Funcionamento: Terça a domingo, das 10 horas às 19 horas (última entrada às 18h30)
Ingresso: R$ 20 inteira; R$10 meia - sábados gratuitos
Classificação indicativa: Livre 

Acesso para pessoas com mobilidade reduzida

 

fonte:

a4&holofote comunicação


quinta-feira, 13 de abril de 2023

Itinerância da exposição Rios DesCobertos - Dos Jerivás aos Pinheiros chega ao Sesc Interlagos - SP


Rios DesCobertos - Dos Jerivás aos Pinheiros, Sesc Santo Amaro. Foto: Matheus Jose Maria

A mostra, que apresenta o Rio Pinheiros, estará em cartaz de 15 de abril a 10 de dezembro na unidade que ocupa uma área de 500 mil m² às margens da Represa Billings

Dos Jerivás aos Pinheiros é a oitava edição do projeto de sensibilização socioambiental Rios DesCobertos, proposto pelo Estúdio Laborg e realizado pelo Sesc São Paulo. A iniciativa, criada em 2016 e presente desde então em diversas unidades do Sesc, pesquisa e apresenta ao público a extensa bacia hidrográfica da cidade de São Paulo, em quase sua totalidade já escondida e coberta por ruas e avenidas. Nesta exposição, o Rio Pinheiros é navegado de forma provocadora e interativa, recriando as trilhas que levaram a história de um dos mais importantes cursos d'água da cidade ao desconhecimento.

Rios DesCobertos – Dos Jerivás aos Pinheiros remonta a história do Rio Pinheiros e as mudanças nas bacias hidrográficas dos rios desde a chegada dos portugueses em nosso território. A exposição discorre sobre o passado pré-colonial e a forma como os povos indígenas se relacionavam com o rio. Muito diferente do rio que conhecemos hoje, o Pinheiros dos tempos coloniais era chamado de Jurubatuba, que significa “terra dos Jerivás” – o rio era, de fato, cercado por muitas palmeiras Jerivás. O atual nome foi dado pelos jesuítas que criaram um aldeamento indígena e o batizaram de Pinheiros – desta vez, por conta da grande quantidade de araucárias que havia na região. Foi a partir da presença dos colonizadores que o curso do rio sofreu alterações para favorecer os processos de urbanização. Os impactos que a mudança do rio gerou são, também, discutidos na exposição.

Na mostra, artistas, pesquisadores, professores e designers se utilizam de recursos artísticos e tecnológicos para uma viagem no tempo pela história deste que é um dos principais rios de São Paulo. A proposta é provocar um olhar cuidadoso para a relação do processo de urbanização da cidade com o rio, a partir de uma abordagem territorial, desde suas nascentes até a sua foz, considerando os aspectos físicos, biológicos, geográficos e geomorfológicos, antropológicos e ambientais. Por meio de recursos lúdicos em arte multimídia, a exposição sugere resgatar relações afetivas e reconexão com o rio, traçando uma topografia ampla que revela a vitalidade dessas águas e as interferências humanas que a ladeiam. Através de um trabalho de sensibilização do público para os cursos d’água que desapareceram, o projeto busca resgatar a memória afetiva e a empatia da população para os nossos rios. “É um trabalho de resgate”, afirma Charlie de Oliveira, diretor e fundador do Estúdio Laborg. “Ao explorarmos a história do Rio Pinheiros nos deparamos com uma diversidade de identidades e culturas que atravessaram o rio ao longo do tempo. Primeiro foram os povos originários, depois os colonizadores, a mão de obra escrava africana, os imigrantes. Resgatar essa trajetória nos dá a dimensão da importância dessa história na formação de identidade do paulistano”, complementa.

Rios DesCobertos – Dos Jerivás aos Pinheiros procura dar conta da contextualização histórica do rio, que extravasa o curso d’água que atravessa a cidade de São Paulo: ele começa na Serra do Mar e chega até a capital paulista. Um dos propósitos da mostra é reavivar a memória do que já foi o rio e sua importância para as comunidades ribeirinhas que dele se nutriam. E um dos eixos é a acessibilização dos conteúdos para que o povo Guarani visite a exposição se reconhecendo nessa narrativa. Rios DesCobertos – Dos Jerivás aos Pinheiros disponibiliza áudios em tupi-guarani de todas as obras, preservando a tradição oral dessa etnia.

Originalmente montada no Sesc Santo Amaro, entre agosto de 2022 e janeiro deste ano, a exposição Rios DesCobertos – Dos Jerivás aos Pinheiros chega ao Sesc Interlagos ampliando a reflexão sobre o território da represa, em um espaço que possibilita ver, compreender e discutir o processo de urbanização e de relacionamento da cidade com o rio. Trazer a mostra como parte da programação do Sesc Interlagos reforça o compromisso do Sesc São Paulo com a conservação e a recuperação ambiental, com a formação de valores e atitudes para a cidadania norteada pelas ações de educação para a sustentabilidade. Privilegiada pela diversidade ambiental, a unidade de Interlagos reúne remanescentes de Mata Atlântica, mata ciliar, lagos, área de várzea, nascentes, bosque de Araucária, várias outras espécies de árvores nativas, formando um rico abrigo de fauna e importante prestador de serviços ecossistêmicos.

HISTÓRIAS ENTRE LAGOS

Assim como a região onde está inserida, esta unidade do Sesc recebe o nome Interlagos em referência à sua localização: entre dois lagos artificiais, formados a partir das represas Guarapiranga, implantada em 1908, e Billings, implantada em 1927. Importantes mananciais responsáveis pelo abastecimento de água e de energia elétrica de parte da Região Metropolitana de São Paulo. Ao longo dos últimos anos, o Sesc Interlagos desenvolve a recomposição das suas áreas verdes e matas ciliares aliado a um programa de educação socioambiental. Como parte relevante dessa ação, o Viveiro de Plantas, formado por espaços verdes educadores, convida o visitante a interagir com a natureza, sensibilizando-o para a importância das áreas verdes urbanas e para seu papel como agente transformador da cidade. O que permite enriquecer ainda mais a temática da exposição que oportuniza uma viagem no tempo pela história de um dos principais rios da capital paulista.

O QUE ENCONTRAR NA EXPOSIÇÃO

Por meio de instalações, mapa, maquete, projeções, depoimentos e muita história, a mostra utiliza-se de recursos de acessibilidade com audiodescrição, libras, recursos táteis e tradução na língua tupi, instigando o público a percorrer por um vasto conteúdo distribuído por todo o espaço expositivo. As curiosidades, fatos e informações são apresentadas com possibilidade de construção de narrativas diversas pelo próprio visitante proporcionando experiência direta com os conteúdos. Uma maquete topográfica e interativa, marca registrada do projeto, é cuidadosamente iluminada por projeções, apresentando todo o curso do rio Pinheiros e de seus afluentes, desde as nascentes na Serra do Mar até sua foz no rio Tietê.

Por fim, a exposição apresenta a instalação Rio, que mostra as diferentes intervenções de engenharia na bacia hidrográfica do rio Pinheiros, em particular o “Projeto Serra” que alterou definitivamente a forma do rio e a ocupação de suas margens. Obras que foram decisivas para que a cidade chegasse à sua forma atual.

A mostra conta com uma equipe de educação multidisciplinar que conduzirá as visitas mediadas em grupo, cujo principal objetivo promover a educação para sustentabilidade e interação com as escolas.


PROGRAMAÇÃO COMPLEMENTAR

Instalação Água Viva (instalação permanente)

https://www.sescsp.org.br/programacao/agua-viva/

Trilha Billings (para grupos agendados)

https://www.sescsp.org.br/projetos/viva-o-verde/

ESTÚDIO LABORG

Atua no contexto das produções artísticas presentes em museus e exposições, em centros culturais e instituições de ensino. Com 12 anos de experiência na produção de conteúdo expositivo, o Laborg apresenta narrativas envolventes que proporcionam uma melhor compreensão daquilo que se quer transmitir. https://www.estudiolaborg.com.br/lab/rios_descobertos/

CURADORES

Alexandre Gonçalves é Bacharel em Comunicação, com especialização em documentário, produz conteúdo educativo e obras para museus e exposições desde 2007, responsável pela direção de pesquisa e conteúdo do Estúdio Laborg.

Charlie de Oliveira é Diretor e fundador do Estúdio Laborg é especialista em Cultura & Educação pela Faculdade Latino Americana de Ciências Sociais (FLACSO Brasil) é graduado em Publicidade & Propaganda pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, é artista visual, VJ, diretor de arte e produtor cultural. Foi ilustrador e diretor de arte de programas educativos na televisão como o Telecurso 2000 veiculado pela Rede Globo e Oficinas Culturais na TV, veiculada pela TV Cultura.

SOBRE O SESC

Com 76 anos de atuação, o Sesc – Serviço Social do Comércio conta com uma rede de 45 unidades operacionais no estado de São Paulo e desenvolve ações com o objetivo de promover bem-estar e qualidade de vida aos trabalhadores do comércio, serviços, turismo e para toda a sociedade. Mantido pelos empresários do setor, o Sesc é uma entidade privada que atua nas dimensões físico-esportiva, meio ambiente, saúde, odontologia, turismo social, artes, alimentação e segurança alimentar, inclusão, diversidade e cidadania. As iniciativas da instituição partem das perspectivas cultural e educativa voltadas para todas as faixas etárias, com o objetivo de contribuir para experiências mais duradouras e significativas. São atendidas nas unidades do estado de São Paulo cerca de 30 milhões de pessoas por ano. Hoje, aproximadamente 50 organizações nacionais e internacionais do campo das artes, esportes, cultura, saúde, meio ambiente, turismo, serviço social e direitos humanos contam com representantes do Sesc São Paulo em suas instâncias consultivas e deliberativas. Mais informações, clique aqui.

SERVIÇO
Exposição: Rios DesCobertos – Dos Jerivás aos Pinheiros
Quando: de 15 de abril a 10 de dezembro de 2023
Horário: quarta a domingo e feriados, das 10h às 16h30.
Local: Hall de Exposições
Acessibilidade: Audiodescrição. Libras. Recursos táteis.
Classificação: Livre
Agendamento de grupos: https://www.sescsp.org.br/agendamentointerlagos

Mais sobre o projeto Rios DesCobertos: https://www.sescsp.org.br/riosdescobertos

SESC INTERLAGOS
Endereço: Av. Manoel Alves Soares, 1100
Horário de funcionamento: Quarta a domingos e feriados, das 09h às 17h.
Acessibilidade: Parcial

fonte:

a4&holofote comunicação

sábado, 1 de abril de 2023

Exposição Paulo Monteiro: Linha do Corpo - Instituto Ling - PoA - RS

 


Obra de Paulo Monteiro - Crédito Bruno Leão -7
Obra sem título, de guache sobre papel, feita em 2022 pelo artista
Crédito da foto: Bruno Leão


Instituto Ling recebe exposição com 67 obras de Paulo Monteiro

Com curadoria de Virginia H. A. Aita, a mostra reúne pinturas, esculturas e desenhos do artista paulista. A exibição pode ser visitada com entrada franca de 4 de abril a 17 de junho

O Instituto Ling recebe a partir da próxima terça-feira, dia 4 de abril, a exposição Paulo Monteiro: Linha do Corpo. Com curadoria de Virginia H. A. Aita, a mostra reúne 67 obras criadas entre 1990 e 2022 pelo artista paulista. A exibição pode ser conferida até o dia 17 de junho, de segunda a sábado, das 10h30 às 20h, sempre com entrada franca. Há também a possibilidade de agendar uma visita guiada pela equipe educativa do centro cultural, sem custo, pelo site www.institutoling.org.br.

A exposição traça um panorama da carreira de Monteiro, trazendo trabalhos importantes da sua vasta produção, iniciada na década de 1990 e voltada à arte minimalista e ao neoconcretismo. Reúne desenhos em grafite sobre papel, guaches, peças de parede e esculturas criadas com materiais como chumbo fundido, bronze e ferro.

Além das obras, o público pode conferir uma linha do tempo com detalhes sobre a trajetória de Monteiro. A cronologia inicia ainda na adolescência do artista, com o interesse por histórias em quadrinhos, resgata suas principais influências, experimentos artísticos e exibições no Brasil e no exterior, e ainda relembra momentos importantes, como a criação do grupo Casa 7 ao lado de Carlito Carvalhosa, Rodrigo Andrade, Nuno Ramos, Fabio Miguez e Antônio Malta.

A mostra tem realização do Instituto Ling e Ministério do Turismo, com patrocínio da Crown Embalagens.

Sobre o artista
Paulo Monteiro (1961, São Paulo) é um dos expoentes da geração surgida nos anos 80 no Brasil. Suas obras foram destaque em mostras nacionais e internacionais como: Colors without a place, Tomio Koyoma, Tokyo (2022); Paulo Monteiro: The Two Sides of An Empty Line, Lévy Gorvy, New York (2021); The Empty Side, Zeno X, Antuérpia (2018); Building Material: Process And Form In Brazilian Art, Hauser & Wirth, Los Angeles (2017); The inside of distance, Office Baroque, Bruxelas (2016); Casa 7, Pivô, São Paulo (2015); Empty House Casa Vazia, Luhring Augustine, Nova York (2015), Paintings on Paper, David Zwirner, Nova York (2014); Where Were You, Lisson Gallery, Londres (2014); 22ª Bienal de São Paulo (1994) e 18ª Bienal de São Paulo (1985). Seu trabalho integra inúmeras coleções permanentes, incluindo MoMA (Museu de Arte Moderna de Nova York), MAM-SP (Museu de Arte Moderna de São Paulo), Pinacoteca do Estado de São Paulo, MAC-SP (Museu de Arte Contemporânea de São Paulo), MAM-RJ (Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro) e Museu de Arte Contemporânea de Niterói.



SERVIÇO - PROGRAMAÇÃO PRESENCIAL - ARTE
Exposição Paulo Monteiro: Linha do Corpo
Artista: Paulo Monteiro
Curadoria: Virginia H. A. Aita
Período de visitação: de 4 de abril a 17 de junho, de segunda a sábado, das 10h30 às 20h
Instituto Ling (Rua João Caetano, 440 – Três Figueiras – Porto Alegre/RS)
Entrada franca

Há também a possibilidade de agendar uma visita guiada pela equipe educativa do centro cultural, sem custo, pelo site www.institutoling.org.br

Informações úteis

institutoling.org.br
www.facebook.com/InstitutoLing
www.instagram.com/Instituto.Ling
twitter.com/@InstitutoLing
www.youtube.com/c/InstitutoLingCultural
Fone: 51 3533-5700
Email: instituto.ling@institutoling.org.br

Estacionamento: o Instituto Ling possui estacionamento pago com 40 vagas. 
Bicicletários: há bicicletários gratuitos em dois pontos: um localizado dentro do estacionamento e outro na parte externa do prédio, com 32 vagas.
Acessibilidade: o prédio do Instituto Ling foi projetado para propiciar comodidade e autonomia aos portadores de deficiência, além de oferecer excelente conforto térmico e acústico. O Instituto Ling possui o Selo de Acessibilidade da Prefeitura de Porto Alegre, conforme o Decreto nº 15.752 de 5 de dezembro de 2007, que atesta o atendimento da instituição às pessoas com diferentes características antropométricas e sensoriais, de forma autônoma, segura e confortável. O centro cultural oferece também a possibilidade de contratação de um intérprete de Libras, além do acesso à audiodescrição do acervo de artes visuais, dos espaços do prédio e paisagismo. Todo material de audiodescrição se encontra disponível em tablets fornecidos pelo Instituto Ling.


fonte:
Jéssica Barcellos Comunicação