concursos, exposições, curiosidades... sobre arte
escolhidos por MARIA PINTO
(Maria Regina Pinto Pereira)

http://maregina-arte.blogspot.com/

quarta-feira, 24 de maio de 2017

festival Subtropikal - Curitiba - PR




Segundo Subtropikal acontece em julho
Festival de criatividade urbana levará uma programação intensa a diversos pontos de Curitiba durante uma semana

CURITIBA, 19/05/2017 – Após grande sucesso em sua estreia no ano de 2016, o festival Subtropikal ganhará uma nova edição no próximo mês de julho, entre os dias 15 e 22, na cidade de Curitiba. O evento de criatividade urbana, que no ano passado movimentou milhares de pessoas, vai envolver mais de 15 espaços em diversos bairros da capital paranaense em sua programação oficial, oferecendo atividades gratuitas e pagas distribuídas ao longo de uma semana.

Assim como no ano passado, o Subtropikal se divide em três plataformas: Reflita, Explore e Curta. A primeira delas corresponde ao fórum de discussões, que nos dias 19 e 20 de julho vai levar à Capela Santa Maria debates a respeito de diversos temas como assimilação cultural, a nova política, tecnologia e ressignificação de espaços urbanos. O empresário Facundo Guerra, um dos grandes responsáveis pela nova cara da noite paulistana, e as sergipanas Rita Romão e Rouseanny Bonfim, do coletivo Por Mais Turbantes Nas Ruas, são alguns dos convidados que estarão em Curitiba para os painéis de discussão. O arquiteto Manoel Coelhoe a pesquisadora de tendências Andrea Greca integram o time de destaques locais, que recebe ainda mais de 50 convidados para um total de 10 debates nos 2 dias.

O Explore compreende um circuito com aproximadamente 30 oficinas e workshops dispostos em espaços criativos, que abordam temas diversos como técnicas de design e graffiti, moda, música e o cultivo de PANCs (Plantas Alimentícias Não Convencionais). Uma novidade no Explore de 2017 é a ocupação do espaço Naquela Casa: o casarão Bittar (Av. Benjamin Lins, 935), marco arquitetônico do ciclo da erva-mate paranaense e hoje pertencente ao grupo Centro Europeu, receberá intervenções artísticas, workshops, palestras, uma residência criativa e muita música durante a semana do festival. No dia 21 de julho, a Rua da Cidadania do Cajuru também terá atividades gratuitas apresentadas pelo festival.

Por fim, o Curta, festa de encerramento do Subtropikal, trará pela primeira vez a Curitiba o aguardado show do BaianaSystem. A banda é um dos nomes mais elogiados na música contemporânea brasileira, vencedora em duas categorias no Prêmio Multishow de 2016, incluindo Melhor Hit com “Playssom” e Melhor Disco pela obra “Duas Cidades”, de 2016. O destacado coletivo de músicas curitibanas Mulamba, formado pelas autoras do sucesso “P.U.T.A.”e o DJ Caê Traven também integram o line-up da festa, que terá início às 16h com formato inédito na Ópera de Arame, celebrando os 25 anos do icônico espaço curitibano.

Sobre o Festival Subtropikal

Celebrar a criatividade como um traço da identidade curitibana explorando o que a cidade proporciona hoje, refletindo sobre seu presente e futuro e curtindo suas possibilidades é o mote do Subtropikal, Festival de Criatividade Urbana. O evento teve sua primeira edição em agosto de 2016, quando ocupou espaços como o Teatro do Paiol e a Ópera de Arame e deixou como legado para a cidade um mural de 400 metros quadrados pintado no edifício do Moinho Rebouças.

O Subtropikal conta com o apoio da Red Bull, Sucos Do Bem e da Cabify e o patrocínio do Centro Europeu e da Heineken, que é a cerveja oficial do festival. O evento é construído com colaboração de oito co-criadores - que fornecem visões distintas sobre diferentes áreas culturais e da economia criativa. Na edição de 2017, são eles: Beth Caponi (produtora cultural), Cleverson Café Paes (artista urbano), Eduardo Rebola (publicitário), Fernanda Pompermayer (designer), Gus Benke (fotógrafo), Karka Keiko (produtora cultural), Mariah Salomão (empresária) e Paula Berman (ativista política).

Os ingressos e passaportes, além de inscrições para oficinas, já estão disponíveis e podem ser adquiridos no site www.sympla.com.br/subtropikal.

Subtropikal – Festival de Criatividade Urbana
15 a 22 de julho de 2017
Curitiba – Paraná

PROGRAMAÇÃO:

Explore:
- Naquela Casa
Onde: Casarão Bittar (Av. Benjamin Lins, 935)
Quando: de 15 a 21 de julho (15 e 16 das 15:00 às 00:00, e de 17 a 21 das 18:00 às 00:00)
Atrações: oficina de drinks, oficina de arte urbana, bazar de marcas locais e apresentação de coletivos musicais.

- Circuito de oficinas

Em breve programação completa com datas, locais e horários! Confira as já lançadas no sympla.com.br/subtropikal

Reflita:
Onde: Capela Santa Maria.
Quando: 19 e 20 de julho, das 16:00 até as 22:00
Principais Atrações: Facundo Guerra, Manoel Coelho e Por Mais Turbantes nas Ruas.
Programação disponível em www.subtropikal.com.br

Curta:
Festa de encerramento Subtropikal
Onde: Ópera de Arame
Quando: 22 de julho, das 16:00 às 00:00
Atrações: Baiana System, Mulamba e Caê Traven.

exposição RECANTO = Felipe Góes - Uberlândia - MG

O Museu Universitário de Arte da Universidade Federal Uberlândia recebe entre os dias 23/06 e 19/08/17 a exposição individual “Recanto” do artista paulistano Felipe Góes (1983). A exposição conta com aproximadamente 20 pinturas realizadas com tinta guache e acrílica sobre tela e teve curadoria do jornalista e crítico de arte Celso Filho (1988) do Jornal O Estado de São Paulo - Estadão.
ENTRADA GRATUITA
Abertura: 23/6/2017 – 19:00
Visitação: 23/06/17 - 19/08/17
Horário: 2ª/5ª – 8:30 as 18:30  /  6ª – 8:30 as 21:00  /  sábado – 10:00 as 17:00
Informações: (34)32319121 / (34)32317708


Recanto de Felipe Góes
Texto de Celso Filho

Felipe Góes faz parte de um grupo de jovens artistas brasileiros que se propôs a repensar a pintura de paisagem, consolidada como gênero pela tradição holandesa no século 16. Entretanto, longe de ser uma catalogação de espaços reais, o que está em jogo na mostra Recanto são sugestões de paisagens, representações imaginárias a partir de memórias visuais do artista.
Carregadas de uma mistura de tintas guache e acrílica, suas pinceladas constroem montanhas, estradas e campos alagados sob a luz do crepúsculo, que por vezes parecem referenciar o olhar dos românticos alemães no fim do século 18. Como nas formas dissolvidas de Guignard, esses elementos da natureza surgem e se confundem, recuperando paisagens que um dia Felipe presenciou.
As formações rochosas podem ser resquícios de sua residência artística no Arizona. Da vizinhança de seu ateliê na Barra Funda, em São Paulo, telhados que sugerem um ambiente industrial. Já vegetações robustas são reminiscência de sua passagem por Itaparica na Bahia.
Porém, Felipe não possui pretensões de mostrar o real. Sem títulos, suas telas apontam para um lugar íntimo, próprio de cada visitante. Como em recantos, esconderijos particulares, esses horizontes podem lembrar, por exemplo, a nostalgia de um fim de tarde no interior. Ou paisagens que remetem ao litoral brasileiro. O que há, propriamente, é um convite para interpretações de cada olhar.

Currículo do artista Felipe Góes

Felipe Góes (São Paulo, 1983) é formado em arquitetura na Universidade Mackenzie. Estudou pintura com Paulo Pasta, história da arte com Rodrigo Naves e filosofia da arte com Rubens Espírito Santo.
Realizou exposições individuais na Galeria Virgílio (São Paulo, 2016), Central Galeria de Arte (São Paulo, 2014), Phoenix Institute of Contemporary Art (Arizona, EUA, 2014), Galeria Transversal (São Paulo, 2013), Museu de Arte de Goiânia (Goiânia, 2012) e Usina do Gasômetro (Porto Alegre, 2012).
Participou das exposições coletivas “Mapping Spaces” (Kentler International Drawing Space, New York, EUA, 2016), “Projecto Múltiplo” (Havana, Cuba, 2015), “Coletivo Terça ou Quarta + Acervo Municipal” (Araraquara, 2014 - patrocínio: PROAC-ICMS), “Arte Praia 2013” (Natal, 2013 - patrocínio: Funarte) e “20 e poucos anos - portfólio” (Galeria Baró, São Paulo, 2011). Participou de residências artísticas no Phoenix Institute of Contemporary Art (Arizona, EUA, 2014) e Instituto Sacatar (Itaparica, BA, 2012).
Site do artista: www.f-goes.com


Currículo do curador Celso Filho

Celso Filho (1988) é jornalista, com graduação em Jornalismo e em Relações Internacionais pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas). Desde 2014, é repórter de artes visuais do jornal O Estado de São Paulo (Estadão). Em 2016, foi aluno no curso de história da arte do crítico e curador Rodrigo Naves.


Apoio

Galeria Murilo Castro – Belo Horizonte/MG
 Galeria Virgílio – São Paulo/SP
 Galeria Tina Zappoli – Porto Alegre/RS
 Galeria Roberto Alban – Salvador/BA




segunda-feira, 22 de maio de 2017

grafite brasileiro na Síria - Rimon Guimarães e Zéh Palito





Artistas brasileiros completam a maior pintura já feita na Síria
Com quase 270m², a obra dos grafiteiros Rimon Guimarães e Zéh Palito leva arte e esperança para uma população que tem sofrido muito com a guerra

CURITIBA, 22/05/2017 - No final do mês de abril, os grafiteiros curitibanos Rimon Guimarães e Zéh Palito desembarcaram na Síria para levar arte e esperança para a população. Desde 2011, a Guerra na Síria já tirou a vida de mais de 400 mil pessoas, além de tirar de casa mais de 11 milhões de pessoas e gerar o número alarmante de 5 milhões de refugiados. Após semanas de muitas atividades, a dupla acaba de finalizar a maior pintura feita na Síria: um painel urbano com quase 270m², em Damascus.

A ação artística faz parte do CONEXUS, projeto coletivo de arte contemporânea nômade, com curadoria da gaúcha Sheila Zago, que viaja pelo mundo promovendo artistas e desenvolvendo programas educacionais com parceiros locais. Ao desembarcarem na Síria, com o apoio da Embaixada Brasileira em Damascus, os grafiteiros e a curadora fizeram parte de uma residência artística na galeria Mustafa Ali. Dentro da proposta, juntos fizeram pinturas, colaboraram com artistas locais e ministraram oficinas para crianças e adolescentes.

Inspirada na liberdade, esperança, paz e amor, a pintura em Damascus, com quase 270m², é um marco para o país, onde a arte pública, grafite ou expressões artísticas culturais não são frequentes. “É muito gratificante fazer parte dessa história. Em meio à guerra conseguimos finalizar o maior mural de pintura da Síria com muita cor e alegria. Quando chegamos, vimos que quase não existiam artes públicas. O que se via na cidade eram apenas pinturas da bandeira do país, pichações políticas e religiosas, nomes de pessoas, imagens do presidente e todo tipo de propaganda. Toda a história que isso carrega e a liberdade que tivemos para pintar no centro da capital deu ainda mais importância para este mural. Por incrível que pareça o ato que deu início a guerra foi uma pichação feita por adolescentes em 2011. Hoje, durante a guerra, viemos pintar um mural com adolescentes e crianças com intuito de espalhar o amor e a esperança de um futuro melhor para o povo sírio”, comenta o artista Rimon Guimarães.

De acordo com a curadora do CONEXUS, Sheila Zago, após a passagem pela Síria o projeto segue seu caminho pelo mundo. “Em um momento de forte fluxo de imigração devido a conflitos internacionais, as pessoas procuram oportunidades para sobreviver, lugares para viver - esperar ou começar uma nova vida. Muitos acabam vivendo em condições não ideais entre campos de refugiados e assentamentos, onde a educação não é facilmente acessada e as crianças e adolescentes muitas vezes deixam de estudar. Nesse contexto, o Projeto CONEXUS está desenvolvendo programas educativos para atender jovens, tendo a arte como conector central dos projetos”, completa Sheila Zago.

Como é realizado de forma voluntária, o CONEXUS depende de doações para cobrir despesas com transporte, alojamento, alimentação e materiais para o desenvolvimento das ações. Mais informações pelo e-mail conexusprojectinfo@gmail.com 
ou na página oficial do Conexus no Facebook (www.facebook.com/conexusproject).

exposição As paralelas se encontram no infinito - Pina Bastos - SP


“As paralelas se encontram no infinito” é tema de exposição no Humanar
Pela primeira vez em São Paulo, artista Pina Bastos traz 65 obras com poliedros

A partir do dia 2 de junho, o espaço Humanar recebe a exposição “ As paralelas se encontram no infinito”, da artista Pina Bastos, que vem pela primeira vez à São Paulo.
A mostra conta com 65 obras e tem curadoria de Jose Ricardo Barbosa dos Santos.

“Numa viagem à Hong Kong, percebi que a arte chinesa é repleta de traços soltos. Foi aí que tive a ideia de juntar esses traços de forma mais nítida e geométrica. E, que resultou nas três formas que compõem a natureza humana:  esferas, triângulos e cubos”, destaca a artista.
A exposição fica em cartaz até o dia 2 de julho e tem entrada gratuita.



Sobre a artista Pina Bastos
Artista visual carioca, formada em jornalismo, estudou desenho e pintura em ateliês livres e na Escola de Artes Visuais. Tem uma escultura no acervo no Museu Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro, exposta na Galeria de Arte Brasileira Moderna e Contemporânea. Além disso, tem pinturas e uma escultura no acervo do Centro Cultural Candido Mendes onde recentemente expôs obras na Mostra Individual Perspectivas.
Com um trabalho gráfico, de tendência construtivista, realizou uma instalação no Projeto Arqueos da Fundição Progresso em 1990, em que a espiral Vira Láctea projetava sua sombra de um andar para outro.
Passou por uma fase naturalista, captando sombras da vegetação, quando se mudou para uma casa no Cosme Velho, perto do Corcovado, retornando à geometria em 2015. Depois de uma viagem a Hong Kong, realizou pinturas abstratas de pinceladas soltas, reestruturando o trabalho com poliedros em perspectivas a partir de 2016.
  



Serviço:
Exposição As Paralelas se Encontram no Infinito
Local: Humanar - Rua Brigadeiro Galvão, 996 - Barra Funda
Telefone: (11) 3047.3047
Data: 02/06 a 02/07​
Aberto todas às quintas e sextas (14h às 20h) e aos sábados e domingos (11h às 18h)
Preço: Grátis
Classificação: Livre

domingo, 21 de maio de 2017

curso Cápsulas de Colagem – a contundência de uma linguagem - Sônia Magalhães - SP


Cápsulas de Colagem  – a contundência de uma linguagem
nos dias 06/13/20 e 27 de Junho (terças)
Das 19 às 21:30h
Valor  R$ 160,00 ( pelas 4 aulas)
na Casa da Cultura Carlos e Diva Pinho
Rua Almirante Pereira Guimarães, 314 – Pacaembu
Conceitos, experimentações e descobertas da abrangência e potência desta linguagem que no início do século XX causou um grande impacto na arte ocidental e continua “causando” até hoje.
O curso é prático e teórico = um laboratório. 
Para TODOS os interessados, com ou sem experiência.
....
Desde que comecei a fazer colagem em 1984, além do aspecto prático, tenho estudado, visto exposições  e descoberto ininterruptamente elementos e artistas que fazem parte o universo —colagem.  Percebo o quanto é importante trocar estas experiências com pessoas interessadas em arte. Mesmo porque  quando iniciei meu processo quase ninguém fazia colagem e hoje é uma linguagem dominante. Dei aulas de arte em escolas publicas e particulares e trabalhei em monitoria de Bienais e exposições, onde  desenvolvi experiências quanto às propostas artístico- experimentais com propósito de estimular a criação, a descoberta, a invenção através de pontos de partida e materiais inusitados.
Essa junção de teoria e prática está no cerne das minha oficinas.   Sônia 

sábado, 20 de maio de 2017

exposição Marola, Mariola e Marilola - Beatriz Milhazes - RJ

Beatriz Milhazes | Carpintaria
Apoio [Support]

Exposição Pomarium - Paulo von Poser, Silvestre Silva e reproduções da Coleção Brasiliana - Cotia - SP



AstraZeneca deu vida à Exposição Pomarium, projeto com objetivo de levar arte, educação ambiental, hábitos mais saudáveis, oficinas e entretenimento para toda a população.

A exposição tem seu espaço criado para possibilitar as mais diversas relações sensoriais. Já a entrada conduz a uma estrutura climatizada com sons, cheiros, texturas e “surpresas”, onde o público vivencia experiências sinestésicas, em ambiente com representação de espécimes da flora brasileira, por meio de suas centenas de frutas nativas distribuídas pelos biomas nacionais. Depois podem passar por uma floresta em tamanho natural que ativa os sentidos do visitante, repleta de obras de arte, onde celebra-se a esperança de que ações semelhantes ocorram, afim de conscientizar as pessoas para mudanças em seus hábitos de consumo e comportamentos frente à natureza. Os visitantes ainda podem ver a realidade da devastação da natureza pelo ser humano, o mal-uso dos recursos naturais, agrotóxicos, aquecimento global e outras maledicências.

O projeto Pomarium é uma realização da AstraZeneca Brasil, via Lei de Incentivo Fiscal, que busca agregar ainda mais valor para a cidade de Cotia, onde está a sede da empresa. “Temos diversos projetos de responsabilidade social com as comunidades locais e o Pomarium vai além de proporcionar uma sensação de proximidade com a natureza valorizando o que ela nos proporciona. Ele sugere um olhar para a qualidade de vida e saúde, através do resgate dos biomas brasileiros e contribui para educação da população sobre o tema”, diz Vanessa Cordaro, Diretora Executiva de Recursos Humanos e Comunicação da AstraZeneca.

A Exposição Pomarium conta com desenhos de Paulo von Poser, fotografias de Silvestre Silva, reproduções do acervo da Coleção Brasiliana do Banco Itaú e cenografia de Fabio Delduque.

Intervenções artísticas e culturais como músicas, workshops, palestras, compõem a agenda do Pomarium, sempre com o tema principal da exposição como linha guia. Cada uma das espécies será devidamente identificada com as características que a formam e contam mais sobre sua história.

Após a conclusão do projeto, os pomares serão doados para a cidade de Cotia, por meio de uma parceria com a Secretaria Municipal do Meio Ambiente, caracterizando uma ação de preservação ambiental efetiva, objetivo principal da mostra que quer trazer o sentimento de pertencimento a natureza ás pessoas que a vistam e que, em função das interferências urbanas de um país como o Brasil, se afastaram de tais características.

Serviço - Exposição AstraZeneca apresenta Pomarium
Local: Praça da Matriz (Rua Senador Feijó, 12 – Centro, Cotia, SP)
Período para visitação do público: 20 de abril a 21 de maio de 2017
Horário: das 10h às 18h, todos os dias, inclusive feriados
Ingresso: gratuito
Informações: Tel.: (11) – 2638-9431 (Allegro)

Curadoria: Ivor Carvalho
Artistas: Paulo von Poser, Silvestre Silva e reproduções da Coleção Brasiliana 
Expografia: Fabio Delduque

exposição UGT 10 anos: 17 Objetivos para Transformar o Mundo - SP


PREMIADO FOTÓGRAFO LALO DE ALMEIDA PARTICIPA DE MEGAEXPOISÇÃO NA AVENIDA PAULISTA

Profissional está com duas fotografias na mostra fotográfica UGT 10 anos: 17 Objetivos para Transformar o Mundo, em parceria da entidade sindical com a ONU e OIT

Lalo de Almeida é um dos mais brilhantes fotógrafos brasileiros da atualidade. Seus cliques já foram destaques no Brasil e no mundo e já ganharam vários prêmios, como o XII Prêmio Marc Ferrez da Fundação Nacional das Artes para realizar um projeto sobre os impactos sociais causados pela construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no rio Xingu. Seu mais recente reconhecimento foi o segundo lugar na categoria Questões Contemporâneas – Histórias no World Press Photo, um dos prêmios de fotojornalismo mais celebrados do mundo. Agora, duas fotografias de Lalo de Almeida podem ser vistas pelo público na Avenida Paulista na exposição UGT 10 anos: 17 Objetivos para Transformar o Mundo. A mostra fotográfica é uma parceria da entidade sindical com a Organização da Nações Unidas (ONU) e a Organização Internacional do Trabalho (OIT).

Das 34 imagens que fazem parte da exposição, duas são de Lalo de Almeida: a de uma árvore solitária em meio a uma queimada e de uma criança indígena em situação de pobreza. “A foto da árvore queimada foi feita na Floresta Nacional do Jamanxim, na região de Novo Progresso, próximo à BR-163, no Pará, uma das regiões com maior índice de desmatamento do país. E agora o governo Temer quer diminuir as áreas de preservação nessa região por pressão dos ruralistas. A outra foi feita em uma reserva indígena Guarani Kaiowá, em Dourados (MS), e mostra a situação miserável a que esses indígenas foram submetidos devido à falta de território para o modo de vida tradicional. Alcoolismo e subnutrição infantil são alguns dos problemas enfrentados pelos indígenas nessa comunidade”, explica. Essas fotografias foram escolhidas para retratar dois dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) que visam acabar com a pobreza, promover a prosperidade e o bem-estar para todos, proteger o meio ambiente e enfrentar as mudanças do clima.

Mostrando o primeiro objetivo da ONU – erradicação da pobreza – e o 15º, Vida Terrestre, para o fotógrafo, as imagens retratam uma realidade que é pouco vista pela população e despertam para vários problemas que, muitas vezes, passam despercebidos. “Acredito que o tipo de fotografia que eu faço não foi feito para ser mostrado em uma galeria, um espaço fechado entre quatro paredes, com um público restrito e elitizado. É um imenso prazer expor o trabalho em um lugar democrático, onde qualquer pessoa tem acesso. Acho sensacional qualquer atividade a céu aberto e democrática, que aproxime as pessoas de outras realidades e as faça pensar”, revela o fotógrafo que já passou por grandes publicações como Veja, jornal O Estado de São Paulo e atualmente colabora com a Folha de São Paulo e fotografa para o The New York Times.

Exposição
Como parte das comemorações de 1º de maio, a UGT realiza a megaexposição fotográfica UGT 10 anos: 17 Objetivos para Transformar o Mundo, que está em cartaz na Avenida Paulista, cartão postal de São Paulo. A mostra conta com 34 mega painéis de 4m x 3m, que retratam os 17 objetivos que podem mudar a cara do Brasil. As fotografias, de renomados profissionais, mostram o país de norte a sul, sob vários aspectos, desde a crise dos últimos 10 anos até o que se espera até 2030. Os Objetivos que são retratados são Erradicação da pobreza; Fome Zero e Agricultura Sustentável; Saúde e Bem-Estar; Educação de Qualidade; Igualdade de Gênero; Água potável e Saneamento; Energia limpa e acessível; Trabalho decente e Crescimento Econômico; Indústria, Inovação e Infraestrutura; Redução das Desigualdades; Cidades e Comunidades Sustentáveis; Vida na Água; Ação contra a mudança global do clima; Consumo e Produção Sustentáveis;  Vida Terrestre; Paz, Justiça e Instituições Eficazes; e Parcerias e Meios de Implementação. A produção da exposição é da Maná Produções e Eventos e a pesquisa fotográfica e seleção da DOC Galeria.

sexta-feira, 19 de maio de 2017

chamada para Prêmio Brasil Fotografia

Inscrições para o Prêmio Brasil Fotografia estão abertas

Ministério da Cultura e Porto Seguro apresentam o Prêmio Brasil Fotografia 2017. O edital já está disponível no sitewww.premiobrasilfotografia.com.br. As inscrições são gratuitas e ficam abertas até o dia 15 de junho

Sob curadoria geral do artista visual Cildo Oliveira, o Prêmio Brasil Fotografia que está em sua 16ª edição é dividido em cinco categorias e a premiação este ano chegará a R$ 180 mil. Mais de 200 fotógrafos já foram agraciados.

Destinado a brasileiros ou estrangeiros, residentes no Brasil, tem como proposta não apenas a fotografia, mas a apresentação de ensaios, séries fotográficas e projetos que elaborem uma reflexão, na qual a imagem explore a diversidade como um espelho da história social e estética sob o olhar contemporâneo.

Prêmio está dividido em cinco categorias: Especial, Ensaio Impresso, Ensaio Multimeios, Bolsa para Desenvolvimento de Projeto e Revelação.

Especial: uma comissão curatorial indicará fotógrafos que tenham ensaios relevantes em seu percurso criativo;
Ensaio Impresso: ensaios sobre o mesmo tema, caracterizando uma linguagem fotográfica de cunho autoral. Não há restrições quanto à forma de captação de imagem ou aos métodos de pós-produção;
Ensaio Multimeios: dedicado a produções que usem diferentes linguagens e narrativas como: vídeos, projeções, instalações, intervenções urbanas;
Bolsa para Desenvolvimento de Projeto: dedicado a projetos de pesquisas experimentais, ainda não viabilizados, que partam da ação/reflexão fotográfica como impulso para o desenvolvimento de narrativas contemporâneas, em um território transdisciplinar;

Revelação: destinado a um fotógrafo inédito no circuito institucionalizado de arte.

Comissão curatorial: coordenada por Cildo Oliveira, neste ano participam: Angélica de Moraes (curadora), Fabio Magalhães (curador), Evandro Teixeira (fotógrafo) e Rubens Rewald (cineasta). "O diferencial do Prêmio Brasil Fotografia é o fato de dar liberdade de se expressar, de colocar propostas e projetos pois, nada mais importante que preservarmos o direito de expressão individual, o direito de criar, o direito de, por meio de trabalhos fotográficos, nos colocarmos diante da nossa sociedade", afirma Cildo.

quarta-feira, 17 de maio de 2017

Rob Swainston


Please join us for an Artist Talk
this Saturday, May 20, 6:30 pm

Rob Swainston
Rob Swainston mixes printmaking, installation, sculpture, drawing and video in an exploration of social and historical processes. Because Swainston works large and in multiples he can cut up, overprint, combine, repeat and reassemble work in multiple ways. He is constantly rebuilding and reassembling work while adding new components and destroying old. For him, this process is analogous to how our social world is constructed.
from: PS1 Studio Visit page:
http://momaps1.org

Swainston is Assistant Professor in Printmaking at SUNY Purchase College and Master Printer for the collaborative printshop, Prints of Darkness. He received a BA from Hampshire College, an MFA from Columbia University, and attended Skowhegan, Marie Walsh Sharpe, and the Fine Arts Work Center. His work sits at the intersection of printmaking, painting, installation and sculpture.  Exhibitions include Marginal Utility, David Krut Projects, Bravin Lee Programs, Socrates, Smack Mellon, Queens Museum, and Bronx Museum.





*...For the printmaker, the press bed is not a window of illusion,
it is the space of social tinkering. The artist is a hacker.
...The viewer participates in an "archeology of uncovering", discerning numerous processes and images containing multiplicities of narratives culminating in an uncovering of the "significant image" and the
realization "I see myself seeing myself."
(*from artist statement, 2015)
**I am interested in the meaning of the image; image use, the icon, propaganda, mass media, the artistic field, the politics of representation, the ubiquity of the image, the spectacle perfected as image, and ultimately the fragmentation and disappearance of the image. Print media is a deep reservoir, a wellspring for intellectually rooted practice, with easily forged links to active material/process-based practices. I am using this dual approach to ask the question:  'what is the significant image?'
(**2014)

Images: Top: "Plexus"  
woodblock print on paper with mirrors (2011) 
Middle: "printstallation"
Lower: "Recombinant Histories" drawing on paper with steel, lights, fans and wires; a moving installation piece (2008)

MANHATTAN GRAPHICS CENTER
  250 WEST 40 STREET, FIFTH FLOOR | NYC 10018 | 212-219-8783
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