concursos, exposições, curiosidades... sobre arte
escolhidos por MARIA PINTO
(Maria Regina Pinto Pereira)

http://maregina-arte.blogspot.com/

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

CURSO DE AQUARELA NA BELAS-ARTES - com Luís Castañón


AQUARELA
NOÇÕES BÁSICAS

com
Luís Castañón


  • Carga horária: 30 horas

  • Dias da semana: segunda a sexta

  • Período: de 30 de janeiro a 10 de fevereiro de 2012

  • Horário: das 14 às 17 horas





  • objetivo
    Promover o desenvolvimento do aluno na linguagem da Aquarela através da aprendizagem datécnica e seus procedimentos, tais como: expressão e representação de ideias, reconhecimentoe diferenciação da técnica, estímulo à pesquisa, experimentação e representação de ideias pormeio da variedade de materiais naturais e manufaturados, produzindo trabalhos individuais egrupais. Incentivar o ensino desta técnica propondo uma sequência de estudos e atividadesreferentes às dimensões imaginativas, expressivas, representacionais e comunicacionais,sugerindo futuros encaminhamentos, inclusive de cursos escolares para crianças, onde se possapensar e praticar a formação artística e estética dos jovens.

    público alvo
    O curso será aberto à participação de pessoas que tenham gosto ou aptidão para o desenho oupintura, artistas plásticos, estudantes de artes e interessados de um modo geral. O curso não éaconselhável para menores de 16 anos.

    conteúdo programático
    A importância do esboço, noções de composição e equilíbrio do plano pictórico; principaismétodos de pintura em aquarela, conhecidos por “SECO” e “ÚMIDO”; estudo das cores, coresprimárias, secundárias e complementares, sombras, claro-escuro, preparo das tintas,compatibilidade de pigmentos; formas de aplicação em lavados planos, lavados graduais esobreposição de cores; o papel como suporte, tipos de papel, conservação, apresentação;introdução à História da Arte, a presença da aquarela nos diferentes períodos, estilos emovimentos.

    professorLuís Castañón
    Luís Castañón expõe no Brasil e no exterior desde 1981. Em seus trabalhos, o artista utiliza a geometria informal como linguagem, em composições que remetem a arquétipos universais. Suas obras estão incluídas em várias publicações nacionais e estrangeiras, tais como: Art Trade International, editado em Portugal; Livro de História da 5ª série do Ensino Fundamental editado pela CISBRASIL; Dicionário de Artes Plásticas Brasil de Júlio Louzada; Anuário de Artes Plásticas Consulte Vol III, entre outros. É artista plástico e arte-educador, com vários cursos de especialização. Foi professor da Faculdade Montessori de Educação e Cultura no curso de licenciatura em artes visuais, e do Curso de extensão do Centro Universitário Belas Artes de São Paulo ministrando aulas sobre técnica de pintura em aquarela. Em seu currículo consta a participação em palestras e mesas redondas, além de cursos e workshops em instituições públicas e privadas. O artista também participou de dezenas de exposições por todo o Brasil.


    R$ 336,00 à vista, com desconto de 10% ou em 2 vezes sem desconto confira a política de descontos




    http://www.belasartes.br/cursoslivres/?pagina=curso&curso=aquarela-nocoes-basicas

    Arte na paisagem e o lúdico na natureza* Grátis nos Parques: Nabuco,Severo Gomes,Aclimação,Jd da Luz

    Oficinas: Arte na paisagem e o lúdico na natureza* Grátis nos Parques: Nabuco,Severo Gomes,Aclimação,Jd da Luz
    Atividades da UMAPAZ em Parques -Facilitadora Ana André

    Parque Nabuco - Rua Frederico Albuquerque, 120 – Jabaquara – Tel.: (11) 5678-8493              
    Datas e Horário: 14, 21, 28/01/2012 e 04, 11, 25/02, aos sábados, das 14h às 16h. 

    Parque Aclimação - Rua Muniz de Sousa, 1119 – Liberdade – Tel.:  (11) 3208-4042             
    Datas e Horário: 15, 22, 29/01/2012 e 05, 12, 26/02, aos domingos, das 10h30 às 12h30. 

    Parque Jardim da Luz - Rua Ribeiro de Lima, 99 / Praça da Luz, s/n – Tel.:  (11) -3227-3545             
    Datas e Horário: 15, 22, 29/01 e 05, 12, 26/02, aos domingos, das 14h às 16h. 

    Parque Severo Gomes - Rua Pires de Oliveira, 356 - Santo Amaro – Tel.:  (11) 5687-4994             
    Datas e Horário: 28/01; 04,11/02; 31/03 e 07,14/04, das 10h30 às 12h30.

    *Oficinas: Arte na paisagem e o lúdico na natureza*
    Oficinas livres e abertas , que tem como objetivo produzir Arte e ampliar a consciência referente à interdependência de todos os seres, referenciando os Princípios da Carta da Terra.
    Promover a interação de diversos públicos,sensibilizar o olhar e o respeito pela Natureza.
    Aprimorar a percepção e o OLHAR sobre o Meio onde estamos inseridos.
    Explorar materiais naturais - terra, areia, folhas, sementes, pétalas, fibras, texturas, sons - reutilizando, ressignificando diversos materiais que descartamos no cotidiano.

    Metodologia
    Apresentação: Percepção do olhar e vivência.
    Os encontros terão 2 momentos:
    apresentação de abordagens temáticas e técnicas contextualizadas a partir de produções diversas: objetos/ Imagens produzidas por artistas que traduzem a percepção de meio ambiente das origens até hoje.

    Programação:
    1º Oficina
     - Construções espaciais tridimensionais -
    Após a observação do espaço do Parque, proposta de criações tridimensionais utilizando galhos, folhas de plantas, coletados no local, folhas de papel, papelão e fios.
    2º Oficina - Pesquisa lúdica descobrindo formas e texturas da natureza: Monotipias e frotage com suporte sacolas de papel, tinta guache, pincéis e rolinhos. 
    3º Oficina - Poesia e Natureza: Leitura de poemas sobre os quatro elementos: terra água ar fogo. Desenhe suas impressões, recorte e cole. Técnica: Assemblage (Colagem dentro de caixas - trabalho tridimensional). Colabore traga sua caixa de sapatos para realizar um trabalho divertido, criando palavras explorando a plasticidade de materiais naturais (terra, areia, folhas, sementes, pétalas, fibras).
    4º Oficina - Produção de tintas com matérias orgânicas: Reutilização de papéis, explorando diversos pigmentos (terra, areia, pó de café, pó de chá, tinta de beterraba entre outros) e cola natural. 
    5º Oficina - Oficina de percepção de sons e produção de instrumentos: Exercício de silêncio e sensibilização, percepção de sons do ambiente, exploração de sons de materiais naturais - Produzindo chocalhos e outros. 
    6º Oficina - Recriando nossa Natureza: Explorando a plasticidade de materiais naturais: Terra, areia, folhas, sementes, pétalas, fibras Colagem em caixas diversas. Colabore traga caixa de sapatos ou de frutas. 
    Oficinas abertas , não necessitam de inscrições prévias.

    Contato: 8092-6295/ 9216-8464

    Publico alvo: Pessoas da comunidade, crianças/famílias.

    Ana André
    Artista Orientadora
    80926295/ 92168464

    OFICINAS DE FÉRIAS EM JANEIRO NO INSTITUTO MOREIRA SALLES DE SÃO PAULO


    Mirabolando formas, cores e sentidos: Para crianças (no mínimo 3 anos) e seus familiares. A oficina se relaciona com a exposição Mira Schendell - Pintora em cartaz até dia 11 de março no IMS-SP.

    Conversando sobre Pintura: Para estudantes, professores e interessados em geral. A oficina traz um panorama sobre o desenvolvimento histórico da linguagem pictórica e contextualiza as mudanças apresentadas nas pinturas de Mira Schendel, IMS-SP.

    ENTRADA GRATUITA
    Para saber mais sobre horários e programação, clique em: http://educativoims.wordpress.com/category/programacao/ 


    Equipe EducAtivo IMS
    Tel.(11) 3825.2560 – 3826.3793
    INSTITUTO MOREIRA SALLES
    Visite o site do IMS: www.ims.com.br

    A gaze at the watchman's post: A selection of prints by Walid Abu Shakra at the Tel Aviv Museum of Art



    The title of the exhibition refers to a guard's post (Mintara).

    By: Irith Hadar

    TEL AVIV.- Mintarat Al-Batten is the name of a place in Umm el-Fahem, denoting the watchman's post at Al-Batten (Arabic for the belly)—the potbelly-like summit whose slopes are now covered with the city's new residential neighborhoods. These quarters, which surround the city's old center in gradually expanding concentric circles, replace the age-old olive trees and sabra hedges, the landscapes of Walid Abu Shakra's childhood and youth, which he repeatedly revisits in his prints.

    In its metaphorical use in the title of the exhibition, the name "Mintarat Al-Batten" deviates from its function of indicating a specific place, reflecting a process in Abu Shakra's life and art. While returning to the views of the place and retracing them—a repetition which is bound up with the memory of the time in which the watchman's post was hidden within the thicket of trees and sabra hedges—the artist himself seems to transform into a watchman on alert at the gate.

    Abu Shakra guards things from afar. He began documenting the area in photographs before he ever left for studies in London (in 1974). Since then he has been continually photographing his childhood realms during his visits to Umm el-Fahem. The printing plates are prepared after these photographs in his London home. The photographic sights are processed into new images which are charged with earlier memories, with yearnings for the home and time of his early life, as well as with baggage loaded on them by the immediate reality. Between one visit and another, however, these places are affected by the power of life and routine needs, and the landscapes he has just observed are transformed beyond recognition. Abu Shakra, who clings to the views of the age-old olive trees, grants them eternity in print. His watchful gaze is well aware that the reality of the views engraved in the copper plates is an unreachable destination.

    The tension between the native (the sense of home) and the inevitably metaphorical (the watchman's post) has been encapsulated in the title, "Mintarat Al-Batten," which turned out to be non-translatable. The corresponding Hebrew words (noter or shomer) dragged into the title all the watchmen and guards of the Zionist ethos, and even an inkling of hostility and grudge (as denoted by the expression noter tina). The transition to Hebrew not only eliminated the poetical unity of sound, meaning, name, and place; the newly-gained air of defiance distorted the relationship between object and meaning, conjuring up a reality where everything leads to the political.

    The early prints attest to the young Abu Shakra's fascination with the medium of print, and the expertise he gained and honed in a wide range of etching and aquatint techniques during his studies in London, whereas from the early 1980s he has concentrated on dryprint. After isolating the objects of print from the photograph as a study in pencil on paper, Abu Shakra renders the image on the plate like a draftsman, etching directly on the metal. The printed images, with their wealth of hues, are, in fact, linear drawings spanning a broad range of lines. The drawing gestures charge every detail in the printed image with Abu Shakra's presence, like an embodiment of his hold onto/clinging to things in the material. In the act of drawing-engraving he revives the memory of the photographed view, bringing the distant closer. That which in the early prints was experienced as a romantic representation of nature with its threatening forces, is modeled in the 1980s prints as a type of naturalism in relatively tranquil scenes, in which the planted and the wild are represented in fine detail in a coexistence devoid of threat. The subordination of naturalism to the expressive-linear language of drypoint bespeaks the watchman's involved-radicalized and emotional position.

    The oscillation typical of Abu Shakra's prints between distant and close views exposes their photographic origin. Similarly, the sense of things frozen in mid-movement—such as the swift movement of leaves in the wind—originates in the photographic gaze. The affinity with photography is essential and fundamental: thereby Abu Shakra attests: I was there, and such were the things when I observed them. While guided by the awareness of the looming threat to the continued existence of things, the lines carved in the plate reinforce the details, infusing the mundane views with drama.

    The continuity of Abu Shakra's oeuvre was interrupted for many years when, from the mid-1980s until approximately three years ago, he devoted himself to Sufism. For 25 years, religious studies filled his world, pushing art aside, and only in the seventh decade of his life did he resume working with print, and returned to the landscape patterns and work modes typical of the beginning of his career. In his current works, however, the printed photograph, or the one which is lab- or digitally manipulated, is not only a documentation which functions as an origin for outlining the print objects as in the past, but has become, in itself, the object of formalization, charging it with symbolism. The prints created in the past two years are bathed with a type of airy-ethereal light softness and with expanses of white which assimilate contour-breached forms therein. By the same token, the tangle of scratches which generated the deep black in the 1980s prints, seems to have been unraveled, gaping light slits onto the omnipresent white, onto the light. Remaining in the watchman's post, Abu Shakra now observes the flickers of light and the landscapes, introducing the visible as a path towards belonging. ~
     


    Two Paintings by Pablo Picasso and Piet Mondrian stolen from Greece's National Gallery



    Greek police investigators collect evidence outside the National Gallery of Athens, Greece on 09 January 2012. Burglars broke into the National Gallery in the pre-dawn hours and took unknown number of paintings including Picasso's 1939 'Woman's Head'. EPA/ORESTIS PANAGIOTOU.

    ATHENS.- Thieves carried out a well-organized, pre-dawn heist at Greece's biggest state art museum on Monday, taking two oil paintings by 20th century masters Pablo Picasso and Piet Mondrian, police said.

    A police statement said the burglars who entered through a balcony door also took a pen and ink drawing of a religious scene by Italian 16th century painter Guglielmo Caccia. It said a fourth work by Mondrian also was removed from the National Art Gallery in one of the best-guarded areas of central Athens, but the thieves abandoned it as they fled.

    Museum officials were unable to immediately estimate how much the stolen works were worth.

    Police said the heist took about seven minutes. The thieves had intentionally set off alarms on several occasions since Sunday evening without actually entering the building, prompting guards to disable at least one.

    The burglars still triggered a sensor in the exhibition area, but a guard only got there in time to see a man running off.

    Among the stolen works was a cubist female bust by Pablo Picasso, which the Spanish painter had donated to Greece in 1949 with a dedication "in homage to the Greek people" for their resistance to Nazi occupiers during World War II.

    The thieves also took a 1905 representational oil painting of a riverside windmill by Mondrian, famous for his later abstract linear works, and a drawing of St. Diego de Alcala by Caccia. All three works were stripped from their frames.

    The art gallery contains mostly 19th and 20th century Greek painting, but had just wound up a display of its western European collections that include prints and etchings by German master Albrecht Duerer and Rembrandt van Rijn. It had been due to close Monday for a long period of extension and refurbishment.


    Copyright 2012 The Associated Press.

    segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

    Direitos Humanos - exposição na UNESP

    vista geral da exposição
    foto de Maria Pinto

    vista geral da exposição
    foto de Maria Pinto

    vista geral da exposição
    foto de Maria Pinto

    vista geral da exposição
    foto de Maria Pinto

     vista geral da exposição
    foto de Maria Pinto

    vista geral da exposição
    foto de Maria Pinto

    vista geral da exposição
    foto de Maria Pinto

     
    vista geral da exposição
    foto de Maria Pinto

     vista geral da exposição
    foto de Maria Pinto

     vista geral da exposição 
     foto de Maura de Andrade

      vista geral da exposição
    foto de Maura de Andrade

    as artistas Fernanda Cobra, Isabel Pochini, Maria Pinto (eu) e Maura de Andrade
    foto UNESP

    as artistas e o curador:
    Maria Pinto (eu), Isabel Pochini, Oscar D'Ambrosio, Fernanda Cobra 
    e Maura de Andrade
    foto de Roberto Grün

    Conheça mais sobre o projeto:

    Vote no seu trabalho preferido no link:
    é simples, faça seu cadastro e vote :)

    arte sobre Direitos Humanos




    Sobre  ::  Cadastro  ::  Obras
    Unesp organiza exposição de arte sobre Direitos Humanos
    Internautas podem votar no trabalho que mais gostarem
    A versão popular da Declaração Universal dos Direitos Humanos do Frei Betto é o ponto de partida para que 25 artistas plásticos realizem obras sobre diversas questões sociais e políticas que envolvem a cidadania e seus desafios. Os trabalhos formam a exposição A Arte dos Direitos Humanos, que fica no Hall da Reitoria da Unesp, em São Paulo, de 9 a 23 de janeiro. As imagens dos trabalhos também estarão disponíveis, neste site, a partir do dia 9.
    As 25 obras foram realizadas na mais variadas técnicas, como óleo, acrílica, intervenção sobre fotografia, colagem e lã de ovelha. O público pode, pela internet, votar na sua obra preferida. O criador do trabalho escolhido receberá um livro de arte, e, entre todos os votantes, haverá um sorteio de um outro exemplar na área de artes plásticas. Cada voto de cada e-mail será computado apenas uma vez para a escolha do artista e para o sorteio. Para votar é necessário fazer um rápido cadastro.
    “O objetivo da exposição é levar o público a refletir sobre os direitos humanos. Para isso, cada artista trabalhou com um deles das maneiras mais variadas possíveis. Temos desde ilustrações mais literais das frases concebidas pelo Frei Betto a interpretações mais complexas e abstratas”, diz Oscar D’Ambrosio, curador da exposição.
    Os trabalhos foram doados pelos artistas à Unesp com o objetivo de que a exposição realize uma itinerância não apenas pelas 33 unidades da Universidade, mas também por cidades onde a instituição não tem Câmpus ou locais que desejem promover a cidadania por meio do diálogo entre diversas facetas do mundo contemporâneo e as artes visuais.
    Exposição
    "A Arte dos Direitos Humanos”
    Curadoria
    Oscar D’Ambrosio
    ArtistasAltina Felício, Ângela Barbour, Antonio Carlos Goper, Diana Martire, Eduardo Schamó, Eiji Yajima, Eliane Consol, Elza Carvalho, Fátima Lourenço, Fernanda Cobra, Hélio Schonmann, Isabel Pochini, Lúcia Neto, M. Clarice Sarraf, Maria Pinto, Marina de Falco, Marília Martin, Marli Takeda, Matiko Sakai, Maura de Andrade, Ruth Kelson, San Bertini, Suzana Azevedo, Sheila Oliveira e Zilamar Takeda
    LocalReitoria da Unesp, na rua Quirino de Andrade, 215, no Centro, em São Paulo. Telefone (11) 5627-0235
    Data
    9 a 23 de janeiro
    Horário de visitação
    De de segunda à sexta-feira, das 8h às 17h
    Entrada Gratuita

    domingo, 8 de janeiro de 2012

    2012 Preview Art Show - Creative Framing & Gallery






    Creative Framing & Gallery
    5015  Woodminster Lane
    Oakland, CA 94602
    (510) 482-1200


    nós-moçada #1

    EXPOSIÇÃO: nós-moçada #1

    Primeira mostra do Coletivo formado durante o Projeto Experiência 2011-2012 realizado pelo Instituto Itaú Cultural

    nós-moçadaArtistas: Alessandra Falbo, Bárbara Hoffman, Daniel Lie, Denise Alves Rodrigues, Felipe Meres, Gabi Vanzetta, Janaina Wagner, Joana Barros, Julia Cury, Leonardo Akio, Márcia Beatriz, Nei Franclin, Paula Zacaro, Viviane Tabach

    Eles se chamam de nós. E chegam com aquela confiança feérica no coletivo que marca os anos da mocidade. É o momento da vida em que ser um só parece pouco, em que o bando é mais importante do que o indivíduo para enfrentar e resistir. Então chegam já prontos para suavizar os egos e virar célula de algo maior. Ou grão de um punhado. A diferença de sabor quem faz não é o grão isolado, mas a pitada, a dose incontável, aquela que em inglês exige o some. Em português, a individualidade some mesmo, e o que se vê é um todo, no qual as singularidades existem, e integram-se perfeitamente ao sabor geral. Um curry, feito de videos, performances, desenhos, fotografias e objetos. A primeira exposição do nós-moçada, grupo que tenho o prazer de acompanhar desde que nasceu, abre dia 13 de janeiro na Casa Contemporânea. Os 14 artistas estavam ainda na faculdade (Belas Artes, PUC-SP, FAAP, UNESP) quando se conheceram em agosto de 2011. Lemos juntos, discutimos trabalhos, falamos incessantemente sobre o sistema das artes, e sobre brechas e alternativas para essa época que instrumentaliza o novo não pelo valor de ruptura e tremor que possa ter, mas para corroborar o hábito de consumir a novidade. O nós-moçada apresenta-se então muito mais pelo valor do coletivo do que pelo já gasto enaltecimento da arte jovem. Frescor é como vento, não se pode aprisionar.
    Texto: Paula Braga
    Abertura: 13 de janeiro de 2012, às 19h
    Visitação: de 14 de janeiro de 2012 a 18 de fevereiro de 2012
    Horário: Segunda a sexta, das 14h às 19h; Sábado das 11 às 17h