concursos, exposições, curiosidades... sobre arte
escolhidos por MARIA PINTO
(Maria Regina Pinto Pereira)

http://maregina-arte.blogspot.com/

sexta-feira, 3 de agosto de 2018

Exposição “Onde os arquivos despertam” - Museu da Energia de São Paulo - SP

MUSEU DA ENERGIA DE SÃO PAULO
Exposição “Onde os arquivos despertam” revela
curiosidades e bastidores de um acervo histórico
Mostra apresenta seleção do vasto acervo da Fundação Energia e Saneamento, instituição que preserva mais de 260 mil documentos iconográficos a respeito da história da energia no Estado; entrada é gratuita
No dia 14 de agosto (terça-feira), o Museu da Energia de São Paulo, mantido pela Fundação Energia e Saneamento, inaugura a sua nova exposição temporária, “Onde os arquivos despertam”. A mostra apresenta uma pequena fração do vasto acervo da Fundação Energia e Saneamento, composto por mais de 260 mil materiais iconográficos, 1.600 metros lineares de documentos textuais, entre outros, e que apresentam a história da energia, da industrialização e da urbanização na cidade e no Estado de São Paulo. Além de reunir fotografias, mapas e outros documentos curiosos, a exposição revela os bastidores do dia a dia em um acervo histórico, convidando o público a conhecer o ambiente de trabalho de um arquivo, seus profissionais e as práticas de tratamento e cuidado com os documentos.
Dentre os itens de acervo expostos, destacam-se desenhos arquitetônicos do Solar da Marquesa, último exemplar remanescente da arquitetura residencial urbana setecentista na Capital, e que, no início do século 20, pertenceu à The San Paulo Gas Company, empresa inglesa responsável pela implantação da iluminação pública a gás em São Paulo a partir de 1872; a exposição ainda apresenta fichas de funcionários da antiga companhia Light, que introduziu os bondes elétricos na cidade a partir de 1900 - os documentos registram a crescente presença de imigrantes na Capital neste período; e fotografias e documentos pessoais do engenheiro Catullo Branco, pioneironos estudos sobre energia eólica no país, nos anos 1930, deputado federal nos anos 1940 e responsável pelo projeto da Hidrovia Tietê-Paraná, umas das mais importantes do país. A mostra temporária permanece no museu até 13 de outubro.
A Fundação Energia e Saneamento salvaguarda, por meio de seu Núcleo de Documentação e Pesquisa (NDP), uma rica diversidade de documentos, como mapas, fotografias, arquivos textuais e audiovisuais e objetos museológicos, e que foram produzidos desde o final do século XIX e doados à instituição pelas empresas do setor de energia. Tais documentos permitem a compreensão das mudanças ocorridas na economia e na sociedade brasileiras ao longo do século XX, em parte pela influência da eletrificação no país e sua relação com os processos de urbanização e industrialização. A equipe do NDP, em conjunto com o Setor Educativo do museu, foi a responsável pela curadoria da exposição.
CICLO DE PALESTRAS “ARQUIVOS, MUSEUS E BIBLIOTECAS”
Integrando a programação da exposição, haverá a realização de um ciclo de palestras com o tema “Arquivos, Museus e Bibliotecas”. A primeira roda de conversa acontece no dia 25 de agosto. Às 11 horas, Marcia Pazin, Doutora e Mestre em História Social pela USP e docente do curso de Arquivologia da UNESP (Campus Marília), realiza uma palestra sobre memória institucional a partir da sua experiência no acervo da Fundação Energia e Saneamento. No mesmo dia, às 15 horas, Marilúcia Bottallo, museóloga especializada em Gestão de Informações e em Gestão institucional e diretora técnica do Instituto de Arte Contemporânea (IAC), compartilha sua vivência na área de documentação, conservação e extroversão de arquivos no setor das artes.
A exposição “Onde os arquivos despertam” conta com o apoio do Instituto de Arte Contemporânea – IAC e da Casa do Restaurador. O ciclo de palestras tem a colaboração das instituições IAC, Fundação Bunge, Museu da Imigração, Biblioteca Parque Villa-Lobos, Memorial da Resistência e Museu da Obra Salesiana.
OFICINA “DOCUMENTO DE FAMÍLIA”
Outra atividade paralela à exposição é a oficina "Documento de Família". Gratuita, a ação será realizada no dia 1º de setembro (sábado), às 10 horas, e oferecerá orientações da área de arquivística e conservação para o público que deseja saber como preservar, da forma mais adequada, fotos e documentos antigos de família. As vagas são limitadas e é necessário inscrever-se pelo e-mailsaopaulo@museudaenergia.org.br.
Ministrada pela profissional arquivista Maria Fernanda Mendes e Freitas, coordenadora de documentação da Fundação Energia e Saneamento, a oficina abordará a importância de se ter um acervo pessoal organizado e como tratar as documentações geradas ao longo da vida, sejam elas fotográficas ou textuais. O workshop ainda dará dicas para quem tem o hábito de acumular documentos físicos e digitais (o que guardar e o que descartar?), ensinando a melhor forma de acondicionamento e os tipos de materiais mais adequados (pastas, envelopes etc), além de orientações sobre o que fazer com documentos já danificados.
SOBRE A FUNDAÇÃO ENERGIA E SANEAMENTO
Criada em 1998, a Fundação Energia e Saneamento pesquisa, preserva e divulga o patrimônio histórico e cultural dos setores de energia e de saneamento ambiental. Atuando em várias regiões do Estado de São Paulo por meio da Rede Museu da Energia (São Paulo, Itu e Salesópolis) e do Núcleo de Documentação e Pesquisa, realiza ações culturais e educativas que reforçam conceitos de cidadania e incentivam o uso responsável de recursos naturais, trabalhando nos eixos de história, ciência, tecnologia e meio ambiente.
EMPRESAS MANTENEDORAS DA FUNDAÇÃO ENERGIA E SANEAMENTO
Cesp, Sabesp e Emae
PATROCINADOR DO MUSEU DA ENERGIA DE SÃO PAULO
CTG Brasil
SOBRE A CTG BRASIL
Criada em 2013, a CTG Brasil é uma subsidiária 100% controlada pela China Three Gorges Corporation. Com investimentos em 17 usinas hidrelétricas e 11 parques eólicos, o portfólio da CTG Brasil hoje tem uma capacidade total instalada de 8,27 GW.  Segunda maior geradora privada de energia do país, a CTG Brasil conta com a dedicação de seus talentos locais e está comprometida em contribuir com matriz energética brasileira, pautada pela responsabilidade social e respeito ao meio ambiente.
SERVIÇO – EXPOSIÇÃO “ONDE OS ARQUIVOS DESPERTAM” NO MUSEU DA ENERGIA DE SP
Datas: 14 de agosto a 13 de outubro de 2018.
Onde? Museu da Energia - Alameda Nothmann, 184, Campos Elíseos, São Paulo – SP
Funcionamento: terça a sábado, das 10 às 17 horas.
Informações: 11 3224 1489 ou saopaulo@museudaenergia.org.br
ENTRADA GRATUITA
www.museudaenergia.org.br


exposição FEMME DE FER - Cecília Ribas - SP


FESTA DE 80 ANOS DA ASSOCIAÇÃO CHICO LISBOA





E dia 8 de agosto, quarta-feira da semana que vem, a Festa dos 80 anos, será uma oportunidade maravilhosa para nos reunirmos, brindarmos esse momento e também para juntos tirarmos uma bela fotografia que certamente ficará para a posteridade, ou seja: entrarás para a história da Chico Lisboa!

Faremos várias homenagens, além de um desfile de arte singular; tudo isso com boa música para dançarmos até meia noite!!

Retomando, então: a Festa acontecerá dia 08, com início às 19h, no Ocidente (Osvaldo Aranha / POA).
Serão oferecidos salgadinhos e não haverá couvert.
As bebidas ficarão por conta de cada um.

Vamos participar, ajustando nossas agendas, e entrar para história da Chico Lisboa!

Compra o quanto antes os convites, para você, sua família e amigos, no valor de 50 reais cada um, antes que acabem.

Contata a secretaria da Chico Lisboa (3224.6678), de segunda a sexta das 14h às 18h, os representantes da diretoria, ou ainda, retorne a este email.

Vamos lá, compartilhar alegria!

#chicolisboa80anos
#associacaochicolisboa
#festa
#comemoraccao
#80anos

 


Macunaíma é tema de exposição que destaca a imagem e a palavra

Macunaíma é tema de exposição que destaca a imagem e a palavra
A mostra gratuita reúne 39 artistas plásticos, entre novos e consolidados, que traduzem para as telas a obra de Mário de Andrade
Traduzir a obra do escritor Mário de Andrade para as artes plásticas foi a motivação principal da exposição Macunaíma, que será realizada na Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin, a partir de 3 de agosto, com a co-organização da artista plástica Altina Felício. A mostra reúne várias técnicas e segue até 4 de setembro.

Com desenhos, aquarelas, pinturas, fotografias, gravuras, instalações e uma pequena escultura a exposição pretende trazer em outra linguagem um pouco da complexidade que o autor modernista criou em sua obra.

“O projeto surgiu  da vontade de escolher um escritor e convidar artistas visuais para traduzir a sua linguagem. Escolhi Macunaíma, de Mário de Andrade, leitura breve e instigante, por ser muito provocativa ao artista visual. Inicialmente seriam 15 artistas, mas o projeto cresceu e convidei mais, pois com tantas técnicas a exposição fica mais próxima do que Mário de Andrade escreveu: inúmeros mitos, lendas, Macunaíma na Amazônia e de repente no Sul do Brasil”, relata Altina.
 
A exposição Macunaíma traz para a contemporaneidade um pouco do herói ou anti-herói brasileiro.

“É interessante notar a sutileza como ele cria Macunaíma, na figura do cidadão brasileiro, se colocando como herói ou anti-herói diante da nossa realidade e das responsabilidades de  nossas escolhas. É um livro pequeno, uma rapsódia, que ao mesmo tempo é tão grande pela complexidade e em nossa exposição, com tantos participantes e técnicas, conseguir ser ao mesmo tempo tão objetiva”, destaca a co-organizadora.
 
Com mais de trinta anos de carreira Altina Felício não faz distinção entre artistas novos e consolidados no meio quando faz os seus convites para as exposições. Segundo ela é exatamente essa alternância que traz uma motivação especial.

“Organizo exposições desde 2011 e a minha intenção sempre foi abrir espaço para quem nunca expôs e para as estrelas, artistas com carreira consolidada, pois vemos a humildade destes expondo o trabalho com quem está começando”, valoriza.

Responsável pela criação do projeto, a artista não se considera curadora da exposição já que, segundo ela, não há uma seleção de obras, mas sim uma provocação ao artista sem uma indicação do que vai ser exposto.

A exposição trará em sua abertura um show do conjunto musical Mosaico, composto por pacientes psiquiátricos do Centro de Convivência e Cooperativa Eduardo Leite - CECCO Bacuri - unidade municipal de saúde que visa a promoção, a prevenção, a manutenção e a recuperação da saúde global das pessoas, de crianças até idosos -, local onde Altina ministra aulas de desenho. A direção do musical é do psiquiatra e músico Hélio Cherubini e da coordenadora Mara Quintanilha.

Texto | Elcio Silva
Imagens | Xilogravuras de Angela Leite

Serviço
Exposição Macunaíma
Abertura | 3 de agosto de 2018, 14h, com apresentação do conjunto musical Mosaico.
Visitação | De 6 de agosto a 04 de setembro - das 9h às 18h (segunda a sexta-feira)
Onde| Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin (BBM) - Sala BNDES - entrada pela editora EDUSP
Rua da Biblioteca, S/N, Cidade Universitária, Butantã, São Paulo - SP.
Quanto | Gratuito
Agendamento de Monitoria | educativo@bbm.usp.br

A Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária (PRCEU) é o órgão que desenvolve as políticas culturais e de extensão da Universidade de São Paulo, funcionando como um canal aberto de diálogo da USP com a sociedade. A PRCEU tem ampla atuação, trabalhando na gestão de programas de fomento às iniciativas acadêmicas em cultura e extensão e no apoio às ações da comunidade universitária junto à sociedade. Fazem parte dessa estrutura: Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin, TUSP – Teatro da USP, Cinusp Paulo Emílio – Cinema da USP, OSUSP – Orquestra Sinfônica da USP, CoralUSP – Coral da USP, Centro Universitário Maria Antonia, CienTec - Parque de Ciência e Tecnologia da USP, Museu de Ciências, Centro de Preservação Cultural - Casa de D. Yayá e Engenho São Jorge dos Erasmos. Promove, ainda, ações próprias no âmbito da cultura e da extensão universitária, como os programas "Nascente USP", "USP e as Profissões”, “Giro Cultural USP” e "+Arte+Cultura". Já no relacionamento com a comunidade, são desenvolvidos os programas "USP Aberta à Terceira Idade", "USP Diversidade", "USP Legal", "Incubadora USP de Cooperativas Populares" e "USP Aproxima-Ação".

quarta-feira, 1 de agosto de 2018

.EXPOSIÇÃO “6 + 1” É APRESENTADA NO LAB DAS ARTES - Franca - SP

O Laboratório das Artes apresenta a partir de sábado, 04 de agosto (até o dia 25 de setembro) a mostra “6 + 1”, que reúne 24 trabalhos de um grupo de artistas de Piracicaba e Águas de São Pedro. A mostra procura trazer ao público local uma diversidade de técnicas e estilos que passam da gravura à aquarela e ao desenho. São artistas que vivem e trabalham no interior, produzindo sua arte sem grandes preocupações com os modismos do mercado, mas que revelam abordagens distintas de problemas antigos para a produção artística.
A gravura de Marilu Trevisan, artista experiente com um vasto currículo que tira sua expressividade do preto e branco proporcionado pela xilogravura, as delicadas pinturas em aquarela de plantas e flores que visitam os jardins e as paisagens brasileiras de Zelinda Jordão e Lilian Menegalli, as impressionantes fotografias que exploram e revelam a geometria e a cor na arquitetura de Antonio Pires, as pinturas expressionistas de Renata Ghirotto em acrílica sobre papel, as gravuras digitais de Luisa Libardi e as gravuras em metal de Alzira Ballestero, com seu livro artesanal que explora as transparências do papel vegetal. A maioria destas artistas possui obras no acervo permanente do Laboratório das Artes.
Tudo isso certamente vai atrair o público que se interessa por artes visuais e quer aprender mais sobre cada uma das técnicas apresentadas pelo grupo. O evento se insere na proposta do Lab de apresentar ao público local novidades do mundo das artes visuais, incentivar a produção local e ampliar a visibilidade das artes na vida da cidade. A exposição ficará em cartaz até o dia 25 de setembro e pode ser visitada gratuitamente. Grupos e escolas podem agendar visitas monitoradas em horários especiais pelo telefone do Lab.

Abertura: 04 de agosto, sábado, 20h
A exposição irá até o dia 25 de setembro
Laboratório das Artes: Rua Cuba, 1099 – Jardim Consolação - telefone (16) 3722-5004
www.facebook/lab das artes

Horário de visitas: segunda a sexta, das 10h às 12h e das 14 às 17h.
Acesso gratuito
Visitas monitoradas devem ser previamente agendadas

terça-feira, 3 de julho de 2018

exposição “A Ilustração Como Porta Para o Mundo - 50 anos da Mostra de Ilustradores da Feira do Livro Infantil e Juvenil de Bolonha - SESC Bom Retiro - SP

Sesc Bom Retiro Apresenta a Exposição “A Ilustração Como Porta Para o Mundo - 50 anos da Mostra de Ilustradores da Feira do Livro Infantil e Juvenil de Bolonha”

Exposição comemora 50 anos da Mostra de Ilustradores da Feira em Bolonha (Itália)

O Sesc Bom Retiro recebe pela primeira vez no Brasil uma exposição em parceria com a Feira de Bolonha, organizada pelo Instituto Emília e realizada pelo Sesc São Paulo. Esta parceria, em torno da Mostra realizada em 2016 em Bolonha (Itália), por ocasião dos 50 anos da Mostra de Ilustradores da Feira, ficará em cartaz de 09 de julho a 14 de outubro de 2018.

A Ilustração como porta para o mundo é a versão brasileira da mostra realizada em Bolonha em 2016, que traz além dos 50 artistas escolhidos pela curadoria de Paola Vassalli, um complemento com cinco artistas brasileiros escolhidos sob a curadoria de Dolores Prades. A Mostra internacional está dividida em cinco décadas: 1967 – 1976, 1977 – 1986, 1987 – 1996, 1997 – 2006, 2007 – 2016, cada uma representada por 10 ilustradores que marcaram sua época.

Muitos deles são pouco conhecidos pelos leitores brasileiros, mas foram decisivos na história da ilustração:

1967 – 1976:
1.      Francesco Tullio-Altan (Itália)
2.      Eric Carle (USA)
3.      Patrick Couratin (Franca)
4.      Helme Heine (Alemanha)
5.      Emanuelle Luzzatti (Itália)
6.      David Macauly (USA)
7.      Iela Mari (Itália)
8.      Bruno Munari (Itália)
9.      Ralph Steadman (Inglaterra)
10.  Stepan Zavrel (República Tcheca)

1977 – 1986:
1.      Jean-Louis Besson (França)
2.      Quentin Blake (Inglaterra)
3.      Stasys Eidrigevicius (Lituânia)
4.      Monique Felix (Suíça)
5.      Robert Ingpen (Austrália)
6.      Roberto Innocenti (Itália)
7.      Dusan Kallay (Bratislava)
8.      David Mckee (Inglaterra)
9.      Tony Ross (Inglaterra)
10.  Lisbeth Zwerger (Viena)

1987 – 1996:
1.      Jean Claverie (França)
2.      Klaus Ensikat (Alemanha)
3.      Georges Lemoine (França)
4.      Yan Nascmbene (Franca)
5.      Kveta Pacovská (Polônia)
6.      Cris Raschka (USA)
7.      Alfonso Ruano (Espanha)
8.      J. Otto Seibold (USA)
9.      Max Velthuijs (Países Baixos)
10.  Piero Ventura (Itália)

1997 – 2006:
1.      Beatrice Alemanha (Itália)
2.      Arnal Ballester (Espanha)
3.      Eric Battut (França)
4.      Chiara Carrer (Itália)
5.      Svjetlan Junakovic (Zagrev)
6.      Taro Miura (Japão)
7.      Fabian Negrin (Argentina)
8.      Bente Olesen Nyström (Dinamarca)
9.      Vladimir Radunsky (Rússia)
10.  Shaun Tan (Austrália)



2007 – 2016:
1.      Ofra Amit (Israel)
2.      Bernardo Carvalho (Portugal)
3.      Maja Celija (Eslovênia)
4.      Mara Cerri (Itália)
5.      Philip Giordano (Japão)
6.      Anne Herbauts (Bruxelas)
7.      Suzy Lee (Coréia)
8.      Nooshin Safakoo (Irã)
9.      Alessandro Sanna (Itália)
10.  Klaas Verplancke (Suíça)


A mostra paralela não é apenas um “adendo” à exposição internacional, trata-se de uma pequena, mas significativa seleção do panorama da ilustração brasileira das últimas décadas. É difícil retratar a riqueza da nossa produção através de cinco representantes, mas neste contexto, optamos por enfatizar a diversidade de estilos e de narrativas visuais que marcaram as principais tendências da ilustração brasileira nacional e internacionalmente. Os ilustradores que participam são:

1.    Daniel Bueno
2.    Fernando Vilela
3.    Mariana Zanetti
4.    Marilda Castanha
5.    Odilon Moraes

            A Feira do Livro Infantil e Juvenil de Bolonha (Bologna Children’s Book Fair) é o principal ponto de referência mundial do livro para crianças e jovens. Criada em 1964, a Feira é considerada um dos eventos culturais e centros de crítica de maior prestígio, credibilidade e ressonância mundiais do livro para a infância.
            Ponto de referência para todos os agentes que trabalham em torno do livro infantil e juvenil (autores, ilustradores, editores, agentes, mediadores), a Feira é responsável, ano após ano, pelo panorama da produção mundial a partir do qual se estabelecem as tendências e os grandes nomes no mercado internacional.
            Dentre as diversas ações promovidas pela Feira, a Mostra dos Ilustradores, criada em 1967, é uma das mais importantes. Para os ilustradores, a Mostra se converteu no espaço privilegiado para veiculação dos seus trabalhos e de seu nome no plano internacional. Os catálogos produzidos a cada Feira a partir de 1971 se tornaram instrumentos de pesquisa para todos os agentes do mercado. Depois de 50 anos, à luz da Mostra que festejou este aniversario, é possível afirmar que é, sem dúvida, a responsável pela formação de gerações de ilustradores e das principais tendências a partir das quais se desenvolveu o livro ilustrado.
Meio século de história não é pouco. A Mostra dos 50 anos representa esta rica trajetória escolhendo um ilustrador a cada ano, de modo a dar um amplo panorama do que foram os 50 anos da Mostra. Para além deste panorama, a importância da Mostra é histórica, pois a partir dela é possível reconstruir e conhecer os principais momentos, as rupturas e inflexões da ilustração nas últimas décadas.
            Daí a importância desta exposição, que percorre e indica trajetórias marcantes, que definiram as principais tendências e pontos altos do desenvolvimento do livro infantil e juvenil. Trata-se de uma Mostra histórica que amplia referencias, possibilitando assim uma educação estética do olhar. O contato com este panorama de excelência do mundo da ilustração só enriquece a formação de leitores e o trabalho de todos os envolvidos com a promoção e produção do livro para crianças e jovens.
            Praticamente todos os grandes autores/ilustradores que marcaram as principais tendências do livro ilustrado nas últimas décadas passaram e foram selecionados pela Mostra dos Ilustradores.

Serviço
A Ilustração Como Porta Para o Mundo - 50 anos da Mostra de Ilustradores da Feira do Livro Infantil e Juvenil de Bolonha
Abertura, 9/7. 11h.
Visitação de 11/7 a 14/10. Terça a Sexta, 9h às 21h. Sábado, 10h às 21h. Domingos, 10h às 18h.
Grátis. Livre.
Agendamento para grupos: agendamento@bomretiro.sescsp.org.br

Sesc Bom Retiro
Al. Nothmann, 185 – Campos Elíseos.
Acessibilidade: Entrada com acesso para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida.
Estacionamento próprio. Valores: Com apresentação de Credencial Plena - R$ 4,50 até uma hora; R$ 1,50 adicional por hora. Não credenciados - R$ 10,00 até uma hora; R$ 2,50 adicional por hora.
Tel: 3332 3600.

Horário de funcionamento: de terça a sexta, das 9h às 20h30; sábados das 10h às 18h30; domingos e feriados, das 10h às17h30.

Oficina Aberta Ateliê de Gravura - Eduardo Haesbaert - Fundação Iberê Camargo - PoA - RS

Eduardo Haesbaert no Ateliê de Gravura - foto Lucas Pierozan (b)
Eduardo Haesbaert no Ateliê de Gravura da Fundação Iberê Camargo. Foto: Lucas Pierozan
Para releases, imagens e outras informações das atividades da Fundação Iberê Camargo, acesse o presskit aqui:https://goo.gl/aw3Gi3

Fundação Iberê Camargo lança Oficina Aberta do Ateliê de Gravura

Ministrada pelo artista Eduardo Haesbaert, de 3 a 28 de julho, a oficina tem o objetivo de promover a experimentação da Gravura em Metal. As inscrições para três turmas em diferentes horários estão abertas até o dia 29 de junho


A Fundação Iberê Camargo está lançando a primeira oficina do ano no Ateliê de Gravura, com o objetivo de difundir as técnicas e a experimentação da Gravura em Metal. As inscrições estão abertas até a próxima sexta-feira, 29 de junho (veja o serviço abaixo). 
A Oficina Aberta Ateliê de Gravura – experimentações com a gravura em metal será oferecida de 3 a 28 de julho, em três turmas, para adultos com ou sem experiência no ofício que desejem conhecer e experimentar as diferentes etapas de preparação, gravação e impressão de gravura em metal. A relação da gravura com o desenho e a experimentação de técnicas e ferramentas como ponta seca, buril e água-forte, serão temas da prática, onde cada aluno desenvolverá a sua própria gravura e obterá uma edição de 3 cópias.
O ministrante é o artista e gravurista Eduardo Haesbaert – coordenador do Ateliê de Gravura da Fundação, que trabalhou como como técnico e impressor das gravuras de Iberê Camargo. A Oficina também é uma oportunidade para os participantes utilizarem a prensa de cilindro que pertenceu ao artista.
Para Haesbaert, o principal objetivo da Oficina é “promover a aproximação do público com a técnica da Gravura em metal e manter vivo o legado de Iberê Camargo, reconhecido como um dos principais gravuristas brasileiros”.

Sobre o ministrante

Eduardo Haesbaert (Faxinal do Soturno, RS, 1968) iniciou os estudos em artes plásticas na Escola ASPES, Santana do Livramento, em 1980.  Em Porto Alegre, especializou-se na gravura em metal no Atelier Livre da Prefeitura, entre os anos de 1986 e 1989. Foi assistente de Iberê Camargo, trabalhando como técnico e impressor de suas gravuras entre 1990 e 1994. Atualmente é coordenador do ateliê de gravura da Fundação Iberê Camargo, onde desenvolve o Programa Artista Convidado, que acontece desde a criação da Fundação, em 1995. Mais de cem artistas brasileiros e estrangeiros – entre profissionais com trajetórias consolidadas e jovens expoentes da arte contemporânea – já passaram pelo Programa.
Nas exposições individuais do artista, destacam-se: Desumano (Galeria Bolsa de Arte Porto Alegre, 2017), Remove (Paço Municipal de Porto Alegre, 2017), Unanimous Night (Contemporary Art Centre, Vilnius, 2017), Corte Seco | Pó (Espaço Cultura ESPM Sul, 2016), Negro de Fumo (Galeria Bolsa de Arte de São Paulo, 2015), Anotações de uma obra depois das cinco (Fundação Ecarta, Porto Alegre, 2014), Última Cena (Bolsa de Arte de Porto Alegre, 2011), Próximo Plano (Pinacoteca da Feevale, Novo Hamburgo, 2011) e Trabalhos Recentes (Bolsa de Arte de Porto Alegre, 2007). Participou de diversas mostras coletivas, entre elas: Unânime Noite(Bolsa de Arte de São Paulo, 2016), 10ª Bienal do Mercosul (2015), Do Ateliê ao Cubo Branco (MARGS, 2011) e O Triunfo do Contemporâneo (Santander Cultural, 2012). Suas obras fazem parte do acervo do Museu de Arte do Rio Grande do Sul Ado Malagoli (MARGS) e do Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul (MAC/RS).
Durante sua trajetória de artista recebeu os seguintes prêmios: VI Prêmio Açorianos de Artes Plásticas - Secretaria Municipal da Cultura de Porto Alegre – Melhor Exposição Individual 2011 (Última Cena), menção honrosa no VI Salão de Pintura da Cidade de Porto Alegre (1995), Prêmio Especial do Júri pelo Conjunto da Obra no II Salão Victor Meirelles de Florianópolis (1994), Primeiro Prêmio no 16º Salão de Artes Plásticas da Associação Chico Lisboa (1993), Prêmio Secretaria da Cultura do Paraná no 49º Salão Paranaense e Prêmio Brasília de Artes Plásticas no 12º Salão Nacional de Artes Plásticas (1992).
A Fundação Iberê Camargo tem o patrocínio de  Itaú, Grupo GPS, IBM, Oleoplan, Agibank, BTG Pactual, Banrisul e apoio SLC Agrícola, Sulgás e DLL Group, com realização e financiamento do Ministério da Cultura / Governo Federal. A Traduzca e a Alves Tegam apoiam a exposição As Durações do Rastro.

Serviço

Oficina Aberta Ateliê de Gravura

Período: de 3 a 28 de julho de 2018
Turma 1: terças e quintas das 9h às 12h
Turma 2: terças e quintas das 14h às 17h
Turma 3: sábados das 9h às 12h e das 14h às 17h
Número de Participantes: máximo de 5 alunos por grupo
Valor: R$ 600,00 por aluno. Inscrições até 29 de junho pelo link: https://goo.gl/forms/4NCQBqL0PDwsg5jm2. Material básico incluso na inscrição.
Informações: agendamento@iberecamargo.org.br ou [51] 3247.8000
Endereço: Fundação Iberê Camargo - Avenida Padre Cacique, 2000
Como chegar:
A Fundação Iberê dispõe de estacionamento pago, operado pela Safe Park.
As linhas regulares de lotação que vão até a Zona Sul de Porto Alegre param em frente ao prédio, assim como as linhas de ônibus Serraria 179 e Serraria 179.5. É possível tomá-las a partir do centro da cidade ou em frente ao shopping Praia de Belas. O retorno pode ser feito a partir do Barra Shopping Sul, por onde passam diversas linhas de ônibus com destino a outros pontos da cidade.
Pedestres e Ciclistas: existe uma passagem para que pedestres e ciclistas possam atravessar a via em segurança. A passarela é acessada pelo portão de entrada do estacionamento. A Fundação também dispõe de um bicicletário, localizado nos fundos do prédio.
Instagram: @ f_iberecamargo
Visita virtual Google Artes & Culture - https://goo.gl/wYr75v

exposição - A Biblioteca que Eu Vi - Biblioteca Mário de Andradee - SP

Cyra Moreira, "Sem Título", 2018
A Biblioteca que Eu Vi, coletiva na Biblioteca Mário de Andrade, até 12/08
Reúne trabalhos do grupo Pigmento, formado há sete anos por doze artistas visuais que priorizam a linguagem da pintura, como Adriana Pupo, Céci Pastore, Cyra de Araújo Moreira, Elisa Bueno, Fábio Hanna, Helena Carvalhosa, Lilian Camelli, Mariana Mattos, Marina de Falco, Renata Pelegrini, Rosana Pagura e Vera Toledo. Inclui ainda obras, livros, objetos e documentos do acervo da própria biblioteca. Curadoria de Marcelo Salles

fonte: ARTE!Brasileiros

3ª Feira SUB 2018 - inscrições até 13 de julho

A Feira SUB é uma feira anual de arte impressa e publicações independentes com foco na produção que circula fora do meio editorial tradicional, com conceito artesanal, baixa tiragem e alto valor artístico e inclui: livros de artista, ilustrações, xilogravuras, pôsteres, fotografias, livros, zines, revistas e uma infinidade de produtos impressos. A feira é gratuita para público e expositores.
A Feira SUB traz uma experiência cultural que proporciona o conhecimento de técnicas variadas de produção impressa e outras linguagens artísticas e tem como objetivo:
- apresentar os mais variados formatos de produção independente trazendo diversidade, em termos de formato, linguagem artística e design;
- apresentar trabalhos autorais que são feitos de forma artesanal, com edição limitada e a preços acessíveis;
- fomentar a produção independente e dar visibilidade a artistas e editoras que estão fora do circuito convencional;
- promover uma experiência cultural enriquecedora através do contato entre público e artista/expositor;
- promover palestras e workshops gratuitos para ampliar a discussão sobre produção independente e arte impressa.
Qualquer artista, editora independente ou coletivo, do Brasil ou do exterior, pode participar da Feira, sem taxa para os que forem selecionados.
CRONOGRAMA
– Inscrições:
 até 13 de julho/2018, via online
– Taxa de inscrição: não
– Inscrição: http://bit.ly/2KmiwOV

RESTAURAÇÃO DE ARQUITETURA-PÓS-GRADUAÇÃO - SP


POLICROMIA EM ARTE SACRA -CURSO PRÁTICO - SP


Sábado tem Cinema! - São Paulo em Cartaz - por Lívia Gabbai - projeto Ó: Caminho, Estrada, Avenida



Como um fanzine, que apresenta uma grande colagem de filmes sobre a cidade de São Paulo, por Lívia Gabbai, tendo como um ponto de partida cenas de “São Paulo, Sinfonia da Metrópole” (Adalberto Kemeny, Rudolf Rex Lustig, 1929). Integram essa experiência “Paulicéia” ( Flávio Del Carlo, 1978), “Nove Visões de uma Cidade” (Tv Cultura,1979), “Praça da Sé” (Nilce Tranjan, 1976), “Sangue Corsário” (Carlos Reichenbach,1988), "Olhar e Sensação" ( Carlos Reichenbach, 1994), “Uma rua chamada Triumpho” (Ozualdo Candeias, 1971), e também “Linhas e Passagens”, filme de Lívia Gabbai , realizado a partir das Caminhadas Gráficas pela Água Branca e Freguesia do Ó, dentro do projeto “Ó: Caminho, Estrada, Avenida” de Gilberto Tomé. 


Para saber mais sobre a história do projeto "Ó: Caminho, Estrada , Avenida", acesse: https://graficafabrica.com.br