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escolhidos por MARIA PINTO
(Maria Regina Pinto Pereira)

http://maregina-arte.blogspot.com/

quinta-feira, 2 de outubro de 2025

Exposição Nos Braços do Violeiro - Cantos do Jaguari Festival - Bragança Paulista/SP

 

Exposição Nos Braços do Violeiro tem visitação gratuita neste sábado (04/10)  no Cantos do Jaguari Festival

Além da mostra de Yuri Garfunkel, evento terá exibição de documentário e homenagem à Professora Neide Rodrigues Gomes

A Exposição “Nos Braços do Violeiro”, do artista visual e músico Yuri Garfunkel, tem visitação gratuita neste sábado (04/10), a partir das 17h, durante a realização do Cantos do Jaguari Festival, no Centro Cultural Francisco Assis Pimenta (Rua Artur Bernardes, 268), em Bragança Paulista. Outro destaque da programação é a exibição do curta-documentário “Vem Com o Tempo - Tradição e Fé da Região Bragantina” com direção Mário de Almeida, da Maravilha Filmes, e homenagem à Professora Neide Rodrigues Gomes. A entrada é gratuita. 

O Cantos do Jaguari Festival, idealizado pela Orquestra Violeiros do Rio Jaguari, começou dia 06 de outubro e está promovendo eventos quinzenais com apresentações musicais, bate-papo e exibição de filmes. Neste sábado, além da visitação à exposição Nos Braços do Violeiro, o público terá oportunidade de assistir o curta-metragem inédito, produzido em 2020, que é uma homenagem póstuma à Neide, professora, pesquisadora, articuladora, incentivadora e servidora da área cultural que se destacou por sua atuação na cultura popular, especialmente na região de Bragança Paulista. Ela faleceu em 2019. 

O diretor do curta-documentário, Mário de Almeida, da Maravilha Filmes,  conheceu a professora Neide inicialmente em suas leituras sobre cultura popular e teve a oportunidade de aproximar dela a partir do momento em que ela assistiu seu documentário ‘Reis-os violeiros de Palmital’. “Ficamos meses conversando por e-mail. Depois nos encontramos várias vezes, ela me ajudou muito  nas pesquisas sobre cultura popular. Tivemos muitas conversas, filmamos com ela em 2016 e 2017, enquanto eu produzia o longa “Viola Perpétua” e abordamos o projeto que ela era responsável chamado ‘Canto da Terra’, sobre a formação de orquestras na região Bragantina. Sou muito grato a ela que me indicou vários caminhos, especialmente na pesquisa com viola”, detalha Almeida. 

“Vem Com o Tempo - Tradição e Fé da Região Bragantina” tem 26 minutos de duração e trilha sonora original composta pelo violeiro e produtor Ricardo Vignini. A produção retrata além das serras e águas da Região Bragantina, no interior do estado de São Paulo, mostrando o cenário vivido por mestres e mestras da tradição popular de herança caipira do lugar. Das paisagens do mundo real até o infinito sobrenatural, a conexão é estabelecida por meio de rituais e formas de expressão culturais e religiosas que atravessam as gerações. “No Festival faremos uma  homenagem à professora junto aos amigos da folia e da orquestra de violas. É uma celebração da vida e do legado da professora, destacando sua dedicação à cultura e educação”, conta Almeida.  

A exposição

A mostra ‘Nos Braços do Violeiro’, em cartaz até 25/10, reúne as páginas originais da HQ "A Viola Encarnada: Moda de Viola em Quadrinhos", um romance gráfico inspirado em mais de 80 canções do repertório caipira, com roteiro e artes visuais de Garfunkel. O público terá acesso às pastas de rascunho e dos originais do livro e quadros. A curadoria é do art advisor João Carlos Villela. 

Sobre a realização do Cantos do Jaguari Festival, Yuri Garfunkel destaca a importância de reunir integrantes de grupos de cultura popular de cidades da Região como Atibaia, Joanópolis, Piracaia, Bom Jesus dos Perdões, Socorro e Jundiaí. “O  evento está promovendo um grande encontro de cultura caipira da Região com várias manifestações de relevância nesse cenário, permitindo uma verdadeira imersão sobre a temática, unindo gerações e proporcionando grandes momentos”, afirma Garfunkel. 

Da HQ para Circulação

Publicada originalmente em 2019 pela extinta editora Red Clown, com apoio do ProAC, a HQ A Viola Encarnada é inspirada nas narrativas de mais de 80 clássicos da música caipira, a partir do enredo de Chico Mineiro, tentando desvendar o mistério do assassinato desse vaqueiro e violeiro a partir das letras de outras canções do repertório de viola. A introdução foi escrita pelo violeiro, professor e pesquisador Ivan Vilela e a obra foi indicada ao prêmio HQ MIX na categoria Melhor Adaptação em 2020.

Em 2024, o livro foi aprimorado e reeditado para entrar no catálogo da Z Edições, ao lado de mestres dos quadrinhos nacionais como Laerte, Adão, Sieber, Fí e Ricardo Coimbra. Nesta edição, o leitor também terá acesso aos QR Codes para ouvir as músicas abordadas no livro. A venda é feita pelo site: https://zstores.shop/collections/yuri-garfunkel

Entre fevereiro e setembro de 2024, a exposição dos originais do livro “A Viola Encarnada” circulou pelo Programa de Ação Cultural (ProAC Circulação) por 6 cidades do Estado de São Paulo: Casa Lebre (Bragança Paulista); Museu do Folclore (São José dos Campos), Centro Cultural Casarão - Festival Viola da Terra (Campinas), Museu Magma (Botucatu) e Centro Max Feffer - Museu Tião Carreiro (Pardinho) e Instituto Elpídio dos Santos (São Luiz do Paraitinga). Entre 07/02/2025 até 22/03, a mostra esteve no Espaço Cultural Rudolf Steiner, em São Paulo. A exposição concorre atualmente ao Pêmio HQ MIX 2025 na categoria Melhor Exposição.

Integrando a exposição da HQ, Garfunkel conta que haverá um espaço especial reservado para homenagear a inesquecível Inezita Barroso, cantora, instrumentista e pesquisadora que neste ano celebra seu centenário. “Há duas obras que fiz na residência artística com Camilo Solano e Bárbara Ipê e que estavam expostas no Museu do Tião Carreiro, em Pardinho, juntamente com parte do acervo da família da Inezita”, explica.  

Recursos de acessibilidade  

Para propiciar uma imersão na ‘HQ A Viola Encarnada’ como um todo, a exposição disponibiliza áudios das mais de 80 músicas do repertório caipira. O material possui recursos de acessibilidade como audiodescrição, textos em braile. Por ser uma exposição multidisciplinar sobre um instrumento singular que marca a nossa história musical, um dos objetivos dos idealizadores é compartilhar o conteúdo com um público diverso, inclusive estudantes, universitários e grupos de idosos e outros interessados. 

“Essa é uma exposição que mescla Arte Contemporânea, História em Quadrinhos e Música Caipira, por isso a intenção em cada uma das cidades por onde passamos é dialogar, trocar e aprender com os agentes locais de cada um desses campos”, explica João Carlos Villela.

Os idealizadores 

Yuri Garfunkel: Artista visual, músico e educador, autor dos romances gráficos A Viola Encarnada: modas de viola em quadrinhos, indicado ao prêmio HQMIX 2020 na categoria Melhor Adaptação, e A Outra Anita, sobre a trajetória da pintora Anita Malfatti, lançada em 2022 para o centenário da Semana de Arte Moderna de 1922.  Criador do Sopa Art Br, estúdio de artes visuais, ilustração e design, com mais de 10 anos de experiência em comunicação visual ligada à cultura. Desenvolve seu trabalho a partir de pesquisas na união de linguagens artísticas, relacionando HQs com arte urbana, música e educação. Com quatro exposições criadas nesse conceito, circulou por galerias como Coletivo, Matilha Cultural e A7MA, parques e estações do Metrô de São Paulo, e expôs na Argentina, Itália e Espanha. Como músico, Yuri integra desde 2008 o grupo instrumental Kaoll, com o qual gravou 3 álbuns, realizou mais de 300 apresentações pelo Brasil e uma turnê europeia em 2014. Em 2015 Yuri passou a integrar o grupo Pequeno Sertão de música caipira autoral, com quem lançou dois álbuns, em 2016 e 2021. Como educador, Yuri cria e ministra cursos e oficinas de desenho e criação artística com propostas adequadas para diferentes públicos, de crianças e terceira idade à profissionalização, com circulação no Estado de São Paulo pela rede do Sistema S e centros culturais. 

João Carlos Villela: Art advisor, ex-aluno Waldorf, cursou História na USP (Universidade de São Paulo), e aprofundou-se em História da Arte com o crítico e curador Rodrigo Naves. Paulistano, residente em Hamburgo, Alemanha, atua há 14 anos no mercado de arte contemporânea, junto a galerias, artistas, colecionadores privados e instituições como o Sesc-SP, o Centro Universitário Maria Antônia e o Instituto Tomie Ohtake. Entre as mais de 30 exposições que produziu estão as de artistas visuais como, Ana Prata, Claudio Mubarac, Elisa Bracher, Fabio Miguez, Oswaldo Goeldi, Paulo Monteiro e Sergio Lucena. Trabalhou como diretor de vendas na Galeria Mezanino, no projeto de reposicionamento de mercado e reestruturação do time de artistas, atraindo novos colecionadores, através de ações que desenvolveu, como por exemplo a Mostra de Performance Movimenta#1. Fundou em 2016 seu escritório Ponte Advisory com atuação no Brasil, EUA e Alemanha. Em 2018 concebeu e curou a exposição coletiva Campo para o Exercício da Liberdade na FUNARTE-SP. Curou também exposições no Sesc-Rio Preto, Espaço Itaú de Cinema – Frei Caneca, Matilha Cultural e A7MA Galeria, entre outros espaços. Através da consultoria preparou clientes para serem aprovados em seleções, prêmios, editais e residências, como o palco do Instrumental Sesc Brasil, ProAC, Lei Aldir Blanc, Dumbo Improvement District NY, Brooklyn Bridge Park, Art Gaysel Provincetown, e Black Mountain School Residency.

Serviço:
- Exposição Nos Braços do Violeiro no Cantos do Jaguari Festival
Horários de visitação: Aos sábados, às 17h. Em cartaz até 25/10   
- Exibição do curta-documentário “Vem Com o Tempo - Tradição e Fé da Região Bragantina”
Local: Centro Cultural Francisco Assis Pimenta
Endereço: Rua Artur Bernardes, 268 – Vila Municipal – Bragança Paulista/SP

MAM - SP - agenda outubro

Caixa Cultural Belém recebe exposição inédita do coletivo MAHKU

 

Caixa Cultural Belém recebe exposição inédita do coletivo MAHKU

Mostra, que coincide com circuito da COP30 e com a semana do Círio de Nazaré, reúne um conjunto de aproximadamente 30 obras, em sua maioria inéditas, do coletivo MAHKU, que direciona a venda de suas telas para a aquisição de terras ao redor das aldeias Huni Kuin

A força espiritual e a política da arte do MAHKU (Movimento dos Artistas Huni Kuin) - coletivo de artistas indígenas originários da Terra Kaxinawá do Rio Jordão, no Acre - é tema da mostra “Espíritos da Floresta: MAHKU”, que acontece entre os dias 09 de outubro e 25 de janeiro de 2026, na CAIXA Cultural Belém. Com curadoria e expografia de Aline Ambrósio, a exposição reúne um conjunto de aproximadamente 30 obras, em sua maioria inéditas.

A exposição - que também é uma realização de Aline Ambrósio, conta com patrocínio da CAIXA Econômica Federal e do Governo Federal - nasce da escuta da floresta como sujeito vivo e de seus espíritos como mestres e parentes. Segundo a curadora, "Não estamos fora da Terra: somos a própria Terra. Em sua travessia entre tempos e mundos, a exposição convida o público à florestania - o direito de pertencer à floresta - e a floresticidade - a condição de viver em comunhão profunda com ela. Ao apresentar pinturas inéditas, que traduzem em imagens os cantos sagrados huni meka, o coletivo MAHKU reafirma não só a dimensão espiritual de sua produção, mas principalmente, a luta concreta pela reconquista de territórios ao redor das aldeias Huni Kuin, garantindo a preservação da floresta e de seus saberes ancestrais."

A produção do MAHKU é inseparável da luta pela preservação da floresta e dos territórios indígenas. Suas obras revivem narrativas míticas, ao mesmo tempo em que denunciam as ameaças do desmatamento, as disputas territoriais e a perda da biodiversidade. O lema “vende tela, compra tela” traduz a força dessa prática: as pinturas são ato político, instrumento de resistência cultural e reconquista territorial. O coletivo direciona a venda de suas telas para a aquisição de terras ao redor das aldeias Huni Kuin, assegurando a proteção da floresta e de seu povo. 

O núcleo principal da mostra é formado por pinturas sobre tela em grandes e médios formatos, mas a exposição se expande para além das paredes da galeria com a realização de um mural em grande formato - 30m x 4m - que será pintado pelos artistas integrantes do coletivo MAHKU na fachada da CAIXA Cultural Belém. A obra pública que será concebida integra à mostra como gesto de ampliação e diálogo, dissolvendo fronteiras entre arte e cidade; tradição e contemporaneidade; espiritualidade e ação política, ao mesmo tempo em que convida o público a experimentar a força e a presença da floresta no cotidiano urbano.

A expografia, também assinada por Aline Ambrósio, valoriza a dimensão imersiva das obras, concebendo a galeria como um espaço de atravessamento espiritual, onde pintura, canto, medicinas e a presença da floresta se entrelaçam. O painel central, sinuoso e em formato de jiboia, remete ao povo Huni Kuin, conhecido como povo-jiboia. “A narrativa curatorial e a expografia se entrelaçam e são conduzidas por Yube, a jiboia mítica do povo Huni Kuin. Guardiã do nixi pae (ayahuasca), mestra dos grafismos (kene) e a mais importante xamã, Yube atravessa terra e água; corpo e espírito; tempo e sonho. É dela que emanam os padrões visuais que sustentam a vida e a arte do povo jiboia (povo huni kuin), inspirando pinturas corporais, cerâmicas, tecelagem, jóias, arquiteturas e as telas do MAHKU. A exposição convida a colocar corpo e espírito em escuta ativa, a ver com os olhos da jiboia e a sentir a Terra como parte de si, pois nós não estamos na floresta: nós somos a floresta”, explica Ambrósio. 

A exposição coincide com a COP30 e com a semana do Círio de Nazaré, maior evento religioso da Amazônia, que mobiliza fé, espiritualidade e multidões em Belém. Nesse contexto, a mostra estabelece um diálogo profundo entre tradições espirituais: “as obras do MAHKU são mais do que pinturas - são presenças vivas, manifestações da própria fala dos espíritos da floresta. Não por acaso, MAHKU significa espírito. Enquanto a COP30 transforma Belém em palco de debates globais sobre clima, território e futuro da Terra, o Círio mobiliza a fé e a espiritualidade de milhões de devotos em celebração. O MAHKU se insere nesse contexto como uma voz direta da floresta: suas obras transmitem os cantos que evocam equilíbrio, cura e preservação, reforçando a urgência de ouvir os povos originários na construção de soluções para a crise climática”, pontua Aline Ambrósio.

Sobre o coletivo

O MAHKU - Movimento dos Artistas Huni Kuin é um coletivo de artistas indígenas originários da Terra Indígena Kaxinawá do Rio Jordão, no Acre. Suas obras traduzem visualmente os cantos sagrados huni meka, transformando a oralidade em pintura e estabelecendo diálogos entre mundos. O coletivo já realizou exposições em instituições como MASP, Pinacoteca de São Paulo, Fondation Cartier (Paris), além de ter participado da 60ª Bienal de Veneza, consolidando-se como uma das vozes mais potentes da arte indígena contemporânea no cenário global.

Sobre a curadora

Aline Ambrósio é curadora, expógrafa, pesquisadora e produtora cultural. Indígena Tupi-Guarani e mestranda pela FAU-USP, possui sólida formação em Arquitetura, Urbanismo e Design, além de especializações em Produção de Exposições e Sustentabilidade. Com nove anos de experiência em pesquisa apoiada por instituições como USP, CAPES e CNPq, dedica-se à curadoria, expografia e à crítica de arte, com ênfase em arte contemporânea, natureza, ancestralidade e decolonialidade. É professora de pós-graduação em Museologia, Expografia e Cenografia (PUC Minas) e atua como curadora independente, com projetos realizados em instituições como Pinacoteca de São Paulo, CCBB, IMS, Museu Oscar Niemeyer, SESC-SP e Museu Nacional da República. Entre suas exposições recentes estão “Despertar à Terra” (Salão de Abril, 2025), “Kapewe Pukêní: Huni Kuin Atravessando Mundos” (Manaus, 2024), “Interespécies: Cruzando Mundos” (13ª Mostra 3M de Arte, 2024) e “Botanica Tirannica", de Giselle Beiguelman  (SESC SP, 2023).

Serviço
“Espíritos da Floresta: MAHKU”

Curadoria e Expografia: Aline Ambrósio

Período de visitação: 09 de outubro de 2025 a 25 de janeiro de 2026

Local: Caixa Cultural Belém | Av. Mal. Hermes, S/N – Armazém 6 – Umarizal, Belém/PA

Horário de funcionamento: terça a sábado, das 11h às 22h; domingo e feriado, das 12h às 22h

Entrada gratuita

Realização: Aline Ambrósio Produção LTDA

Patrocínio: CAIXA Econômica Federal e Governo Federal

terça-feira, 24 de junho de 2025

Exposição, Bordado de Bolso: agulhas, livros e memórias Exposição coletiva - Casa Contemporânea - SP

 



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A Casa Contemporânea convida todes para a abertura da exposição "BORDADO DE BOLSO: agulhas, livros e memórias", no dia 21 de junho de 2025, sábado, das 11h às 17h.

A exposição reúne trabalhos das pessoas artistas participantes do Grupo Entre Pontos, grupo contínuo de pesquisa e produção em bordado e arte têxtil coordenado pelo artista visual Julian Campos desde 2019 dentro da programação da Casa Contemporânea.

As obras foram desenvolvidas a partir de duas propostas compartilhadas com o grupo que propuseram investigações poéticas a partir de objetos têxteis de natureza portátil, íntima e afetiva. "Lenço do Futuro" convidou cada artista a criar um autorretrato bordado em forma de lenço, em diálogo com sua infância interior. "Livro de Agulhas", por sua vez, propõe a criação de livros de artista inspirados nos agulheiros tradicionais, objetos portáteis carregados de memória e afeto. Essas propostas estimularam uma investigação poética e manual que revela diferentes gestos e linguagens dentro do bordado.

Reunindo diferentes materialidades do tecido, variações técnicas do bordado e abordagens que vão da figuração à abstração, os trabalhos, em formatos reduzidos, exploram o bordado como linguagem, gesto e forma de memória — pequenas criações que, embora caibam no bolso, contêm a potência de múltiplos mundos.
 
SERVIÇO


Exposição: Bordado de Bolso: agulhas, livros e memórias


Horário de visitação: 25 de junho a 19 de julho de 2025
De terça a sexta-feira, das 14h às 18h
Sábado, das 11h às 17h

Entrada gratuita

Classificação etária: Livre

Local: Casa Contemporânea
Rua Capitão Macedo, 370
Vila Mariana, São Paulo (SP) – 04021-020
 
 
CRÉDITOS

Realização: Casa Contemporânea

Artistas: Alzira Ballestero @alzira.ballestero
Betty Zajdenwerg @bettzaj
Carol Pachioni @caroline.pachioni
Clarissa M. Zelada @ceemize
Cris Cardelli @_criscardelli
Cris Raposo @crisraposo_art
Cristina Martinez @c_rismartinez
Gaby Alves @gabyalves
Leila Brito @leilabrito
Mariana Moura @mariana.vmoura
Viga Gordilho @viga_gordilho_art

Curadoria: Julian Campos @juliancampos
 
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Rua Capitão Macedo 370, Vila Mariana
São Paulo, SP
© Casa Contemporânea

quarta-feira, 28 de maio de 2025

mostra “Gravuras e Processos Gráficos” - Campus Professor Edison Villela (Itajaí)


 

Artistas gravadores expõem obras na Univali

Mostra pode ser conferida a partir de terça, 3

 

A Universidade do Vale do Itajaí (Univali) recebe a mostra “Gravuras e Processos Gráficos”, uma exposição de gravadores da Oficina de Gravura da Fundação Catarinense de Cultura – FCC, a partir da próxima terça, 3. O público pode prestigiar as obras até 26 de junho, gratuitamente, no Campus Professor Edison Villela (Itajaí).

 

A exposição é composta por artistas que frequentam o Ateliê de Gravura, localizada no Centro Integrado de Cultura (CIC), em Florianópolis, liderados por Bebeto Gravador. Os autores utilizam em suas obras diferentes suportes como matriz (madeira, compensado, linóleo, tetra pak, latão, cobre, alumínio, pano) criando trabalhos com diferentes possibilidades de leitura.

 

A iniciativa convida a comunidade acadêmica à apreciação das obras e para reflexões despertadas a partir delas. A visitação ocorre de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 12h e das 13h30 às 21h30, na Galeria de Arte Univali. Na terça, 3, haverá uma solenidade de abertura com a presença dos autores das obras. Eles receberão o público das 18h30 até às 21h30.

 

Quem prestigiar a mostra vai encontrar trabalhos de Abdel Cuauhtli, Andy Rodrigues, Antonio C. Silva, Bebeto, Bia Antunes, Cátia Flebbe, Daniel Johnstone, Elaine Maritsa, Gavina, Helena Werner, Jandira Lorenz , Julia Iguti, Laïs Krücken, Lena Peixer, Luís Fernandes, Maria Inês Panceri, Milton Cazelatto, Roger, Santana, Sonia Brida, Virgínia Alves e Yohana Núnez. Todos estes artistas residem em Florianópolis e encontram-se, semanalmente, para produzir seus trabalhos nas oficinas de gravura da FCC – CIC.

 

A mostra na Univali é organizada pela Oficina de Gravura da Fundação Catarinense de Cultura – FCC e pela Pró-Reitoria de Pesquisa, Pós-Graduação, Extensão e Inovação - por meio da Diretoria de Extensão, Cultura e Responsabilidade Social e Galeria de Arte Univali.

 

Mais informações: com a curadora das exposições das Galerias de Arte Univali, professora Ane Fernandes, pelo telefone (47) 3341-7869 ou no perfil @galeriadearteunivali no Instagram.

quinta-feira, 15 de maio de 2025

coletiva Prata, papel, tesoura - Janaina Torres Galeria - SP

 



No sábado, 24 de maio, a galeria inaugura a coletiva Prata, papel, tesoura: com 16 artistas entre brasileiros, um austríaco e uma portuguesa

Evidenciando a necessidade do tempo dilatado para a percepção do sutil, a exposição propõe a fruição dialógica entre as obras, que refletem aspectos como afeto, memória e preciosidade

No dia 24 de maio, das 11h às 15h, a Janaina Torres Galeria realiza, em seu espaço, a vernissage da coletiva Prata, papel, tesoura. A exposição reúne trabalhos de 16 artistas ,de diferentes nacionalidades - brasileiros, austríaco e portuguesa -, entre representados pela galeria (Caio Pacela, Feco Hamburger, Kika Levy) e convidados (Alex Červený, Anônimo, Athos Bulcão, Bárbara Paz, João Zocchio, Julio Villani, Leda Catunda, Lourdes Castro, Luciana Maia Rosa, Marina Sheetikoff, Paola Junqueira, Peter Handke e Renata Siqueira Bueno).

Inspirada na lógica circular presente na brincadeira infantil, a exposição Prata, papel, tesoura propõe um novo jogo — sem vencedores, nem regras fixas. Aqui, a prata ocupa o lugar da pedra, e o rigor das disputas cede espaço ao fluxo livre da imaginação, do afeto, do diálogo e do fascínio pelo encontro.

Saiba mais

Serviço
Exposição coletiva Prata, Papel, Tesoura
Artistas: Alex Červený, Anônimo, Athos Bulcão, Bárbara Paz, Caio Pacela, Feco Hamburger, João Zocchio, Julio Villani, Kika Levy, Leda Catunda, Lourdes Castro, Luciana Maia Rosa, Marina Sheetikoff, Paola Junqueira, Peter Handke e Renata Siqueira Bueno.
Vernissage: 24 de maio, das 11 às 15h
Período de visitação: De 24 de maio a 19 de julho
Dias e horários de visitação: Terça a sexta, das 10h às 18h e sábados, das 10h às 16h.
Local: Janaina Torres Galeria
Endereço: R. Vitorino Carmilo, 427 - Barra Funda, São Paulo - SP, 01153-000
Grátis
Faixa etária: livre
Possui acessibilidade para cadeirantes

[English] On May 24, from 11 a.m. to 3 p.m., Janaina Torres Galeria will hold the vernissage of the group show Silver, Paper, Scissors. The exhibition brings together works by 16 artists of different nationalities – Brazilian, Austrian and Portuguese – represented by the gallery (Caio Pacela, Feco Hamburger, Kika Levy) and guests (Alex Červený, Anonymous, Athos Bulcão, Bárbara Paz, João Zocchio, Julio Villani, Leda Catunda, Lourdes Castro, Luciana Maia Rosa, Marina Sheetikoff, Paola Junqueira, Peter Handke and Renata Siqueira Bueno).

Inspired by the circular logic present in children’s games, the exhibition Silver, Paper, Scissors proposes a new game – without winners or fixed rules. Here, silver takes the place of stone, and the rigor of disputes gives way to the free flow of imagination, affection, dialogue and the fascination of meeting.

Learn more.

Service
Group exhibition Silver, Paper, Scissors
Artists: Alex Červený, Anonymous, Athos Bulcão, Bárbara Paz, Caio Pacela, Feco Hamburger, João Zocchio, Julio Villani, Kika Levy, Leda Catunda, Lourdes Castro, Luciana Maia Rosa, Marina Sheetikoff, Paola Junqueira, Peter Handke and Renata Siqueira Bueno.
Vernissage: May 24th, from 11am to 3pm
Visiting period: From May 24 to July 19
Visiting days and times: Tuesday to Friday, from 10 a.m. to 6 p.m. and Saturdays, from 10 a.m. to 4 p.m.
Venue: Janaina Torres Gallery
Address: R. Vitorino Carmilo, 427 - Barra Funda, São Paulo - SP, 01153-000
Free of charge
Age group: free
Accessible to wheelchair users

 


www.janainatorres.com.br
rua vitorino carmilo, 427 - barra funda, são paulo - sp
+55 11 4240 2298 
| 11 93312-6253 (WhatsApp)
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