
Setor Principal da ArPa, em 2025. Foto: Pérola Dutra
ArPa chega à 5ª edição reconhecida por modelo único que inova o conceito de feiras de arte na América Latina
Feira curada e com formato de miniexposições acontece de 27 a 31 de maio na Mercado Livre Arena Pacaembu, em São Paulo, e reúne mais de 60 galerias convidadas e cerca de 100 artistas de 10 países; modelo por setores afirma identidade própria no circuito latino-americano;
São Paulo, maio de 2026 - Em 2022, quando a ArPa abriu suas portas pela primeira vez na Mercado Livre Arena Pacaembu, em São Paulo, o que se via era uma aposta: uma feira concebida para propor uma vitrine do mercado latino-americano, sobretudo do Brasil, e que fosse verdadeiramente curada, organizada em setores, com um número de artistas por estande deliberadamente limitado, mais próxima de uma série de miniexposições. Ainda antes do previsto, e celebrando sua quinta edição de 27 a 31 de maio no mesmo local, o que se vê é que a aposta vingou.
A ArPa mantém o foco em qualidade de expositores, apresentando artistas representados por cerca de 60 galerias do Brasil e de outros 9 países. Galerias que estrearam na primeira edição continuam voltando. Outras chegaram mais tarde e ficaram. Algumas vieram de fora do Brasil pela primeira vez e relatam o plano de retornar.
“Chegamos à quinta edição com um amadurecimento rápido e muito importante”, afirma Camilla Barella, fundadora e diretora da ArPa. “Somos percebidos como uma plataforma estratégica para o diálogo entre a América Latina e o restante do circuito internacional”, explica. “A abordagem curatorial cria um ambiente mais atento ao diálogo entre as obras, pesquisas, artistas e diferentes públicos, entregando uma proposta que privilegia a experiência dos visitantes e promove uma dinâmica qualificada de fruição da arte", completa a executiva.
Esse posicionamento não nasce do acaso. Desde o início, todas as galerias participantes são convidadas pela diretoria da ArPa com apoio do comitê curatorial da organização. Para a edição de 2026, o processo de seleção do Setor Principal contou com um novo comitê de conteúdo formado por Fabiola Ceni (Galeria Nara Roesler), Ana Paula Pacianotto (Fortes D'Aloia & Gabriel), Rodrigo Mitre (Mitre Galeria) e Max Perlingeiro (Pinakotheke), profissionais com atuação nacional e internacional no mercado de arte contemporânea.
A ArPa 2026 acontece em um momento de expansão consistente do mercado. O Art Basel & UBS Art Market Report 2026, principal relatório global do setor, registrou crescimento de 21% nas vendas de galeristas brasileiros em 2025, um dos índices mais expressivos entre os países analisados. O Brasil aparece como um dos mercados mais dinâmicos do mundo, com 83% das galerias projetando crescimento, o maior índice global.

A ArPa ocupa diferentes espaços da Mercado Livre Arena Pacaembu. Foto: Pérola Dutra
No plano doméstico, a ArPa já olhava para esse otimismo com dados próprios. Em 2025, a feira realizou um levantamento inédito sobre o mercado de arte contemporânea na América Latina elaborado em parceria com a Agência Galo e baseado em respostas de 295 agentes do setor, entre artistas, galeristas, colecionadores, curadores e consultores de arte. À época, o estudo apontou que 88% dos respondentes percebiam aumento no interesse internacional por artistas latino-americanos, que 62% consideram as feiras de arte espaços essenciais para visibilidade e vendas, e que 43% projetavam leve crescimento para o mercado, com outros 16% apostando em expansão significativa.
Uma nova edição da pesquisa está em curso e será apresentada durante a coletiva online que a ArPa realiza em 20 de maio, às 11h.
A conquista do seu espaço
A ArPa surgiu de uma demanda concreta do setor: associações de galerias buscavam novas opções de feira relevantes em São Paulo, num circuito que por mais de duas décadas se mantinha condicionado a um único evento. A feira nasceu com uma proposta clara e distinta, mais próxima da curadoria institucional do que do varejo. A Mercado Livre Arena Pacaembu entrou nessa história desde o início: em 2020, reformada, recebeu a primeira ação de arte em sua nova concessão, uma espécie de anúncio do uso que viria a seguir.
Em cinco edições, a feira formou novos colecionadores, trouxe ao Brasil galerias que nunca haviam atuado no país, contribuiu para que artistas fossem vistos por curadores de museus internacionais e consolidou um modelo em que o galerista funciona como curador de sua própria proposta expositiva. O número de artistas por estande é limitado justamente para preservar esse caráter institucional.
"Todo ano a ArPa é única por primar por projetos inéditos", reforça Barella. “É uma característica nossa muito específica", afirma. “Nunca buscamos uma identidade de feira de varejo, desde o início a ArPa reúne colecionadores, representantes de acervos institucionais do Brasil e do exterior, curadores, artistas, galeristas, art advisors, estudantes e público interessado em geral, numa expografia acolhedora que favorece a integração entre visitantes e galerias", completa.
De acordo com a diretora de relacionamento institucional da ArPa, Cristina Candeloro, essa construção descrita por Camilla não acontece apenas durante os dias de feira. “Ao longo do ano, a ArPa mantém uma agenda de ações de comunicação, formação de público e relacionamento com agentes do setor, pois temos clareza de que o circuito se fortalece no tempo e nas relações, e não apenas nos cinco dias de evento”.
Os setores da edição 2026
O Setor Principal reúne o maior número de expositores e é onde se concentra tanto a presença de galerias com longa trajetória no circuito internacional quanto a estreia de novos participantes. É uma combinação consciente: a ArPa não é uma feira voltada exclusivamente ao consagrado nem ao emergente, mas um espaço em que esses dois eixos coexistem com naturalidade.
Entre alguns destaques da edição, a Fortes D'Aloia & Gabriel apresenta projeto solo site-specific de Rodrigo Matheus, com instalação que tensiona os limites entre natureza e cultura. A Pinakotheke exibe obras históricas de Farnese de Andrade, provenientes de coleção formada entre as décadas de 1970 e 1980. A Almeida & Dale promove o encontro entre Alex Červený e Joseca Yanomami, articulando cosmologias distintas e diferentes modos de representar a memória e a natureza. A Nara Roesler traz obras inéditas de André Griffo, que investiga as relações entre arquitetura, história e violência estrutural.

Setor Principal da ArPa em 2025. Foto: Pérola Dutra
A edição também se destaca pela entrada de novas galerias, como a Athena e a Carmen Araujo Arte, ao lado de nomes já consolidados como Mendes Wood DM, Luisa Strina e Casa Triângulo. No recorte internacional estão presentes Coral Gallery (Estados Unidos), Isla Flotante + Calvaresi (Argentina), COTT (Argentina), Nora Fisch (Argentina), Hache (Argentina), Carmen Araujo Arte (Venezuela) e PérezPuig (Porto Rico).
"O Setor Principal reúne projetos coletivos e individuais que evidenciam a diversidade da produção artística contemporânea", observa Cristina Candeloro, diretora de relacionamento institucional da ArPa. "Nos últimos anos, temos observado interesse crescente de galerias de diferentes regiões, consolidando o Brasil como um mercado em expansão com enorme potencial para o cenário artístico local."
Setor UNI: exposições individuais sob o olhar de Ana Sokoloff
O Setor UNI segue como um dos eixos mais comentados da feira. Dedicado exclusivamente a mostras solo, o setor apresenta exposições individuais de artistas contemporâneos. A curadoria é assinada por Ana Sokoloff, curadora colombiana radicada em Nova York, referência internacional em arte latino-americana.
Sokoloff foi vice-presidente do Departamento de Arte Latino-Americana da Christie's, trabalhou na Sotheby's e na Americas Society, e integra conselhos do Museo de Arte Moderno de Bogotá (MAMBO). O UNI já expôs nomes como Ventura Profana, Laercio Redondo, Ad Minoliti e Camila Rodríguez Triana, atraindo colecionadores da América Latina, dos Estados Unidos e da Europa.
“Para 2026, o UNI amplia sua atuação no circuito da arte latino-americana e incentiva o colecionismo aberto a múltiplas perspectivas”, afirma Barella. "O UNI reafirma o valor que a ArPa confere aos processos ao pensamento crítico."
Em 2026, Sokoloff também assume a coordenação do Programa Prisma na semana da feira, plataforma voltada a colecionadores convidados do exterior e de diversas cidades brasileiras. O Prisma promove encontros e experiências exclusivas no sistema da arte brasileira. Ao longo do ano, são organizadas visitas guiadas a ateliês, coleções privadas e exposições institucionais, aproximando colecionadores, curadores, artistas e demais profissionais do circuito de artes visuais, afirmando uma atuação da ArPa que não começa e não termina nos cinco dias de feira.
Setor Base: arte como pedagogia e construção de comunidade
Situado dentro do lindíssimo Ginásio Poliesportivo da Mercado Livre Arena Pacaembu, inaugurado em 2025, o Setor Base propõe uma intersecção entre projetos expositivos e conversas ao vivo. O foco são artistas que têm um comprometimento com a pedagogia e com a construção de comunidade, figuras que, paralelamente ou conjuntamente às suas práticas individuais, colaboram para formar e incentivar novas gerações.

Setor Principal da ArPa em 2025. Foto: Pérola Dutra
A edição também se destaca pela entrada de novas galerias, como a Athena e a Carmen Araujo Arte, ao lado de nomes já consolidados como Mendes Wood DM, Luisa Strina e Casa Triângulo. No recorte internacional estão presentes Coral Gallery (Estados Unidos), Isla Flotante + Calvaresi (Argentina), COTT (Argentina), Nora Fisch (Argentina), Hache (Argentina), Carmen Araujo Arte (Venezuela) e PérezPuig (Porto Rico).
"O Setor Principal reúne projetos coletivos e individuais que evidenciam a diversidade da produção artística contemporânea", observa Cristina Candeloro, diretora de relacionamento institucional da ArPa. "Nos últimos anos, temos observado interesse crescente de galerias de diferentes regiões, consolidando o Brasil como um mercado em expansão com enorme potencial para o cenário artístico local."
Setor UNI: exposições individuais sob o olhar de Ana Sokoloff
O Setor UNI segue como um dos eixos mais comentados da feira. Dedicado exclusivamente a mostras solo, o setor apresenta exposições individuais de artistas contemporâneos. A curadoria é assinada por Ana Sokoloff, curadora colombiana radicada em Nova York, referência internacional em arte latino-americana.
Sokoloff foi vice-presidente do Departamento de Arte Latino-Americana da Christie's, trabalhou na Sotheby's e na Americas Society, e integra conselhos do Museo de Arte Moderno de Bogotá (MAMBO). O UNI já expôs nomes como Ventura Profana, Laercio Redondo, Ad Minoliti e Camila Rodríguez Triana, atraindo colecionadores da América Latina, dos Estados Unidos e da Europa.
“Para 2026, o UNI amplia sua atuação no circuito da arte latino-americana e incentiva o colecionismo aberto a múltiplas perspectivas”, afirma Barella. "O UNI reafirma o valor que a ArPa confere aos processos ao pensamento crítico."
Em 2026, Sokoloff também assume a coordenação do Programa Prisma na semana da feira, plataforma voltada a colecionadores convidados do exterior e de diversas cidades brasileiras. O Prisma promove encontros e experiências exclusivas no sistema da arte brasileira. Ao longo do ano, são organizadas visitas guiadas a ateliês, coleções privadas e exposições institucionais, aproximando colecionadores, curadores, artistas e demais profissionais do circuito de artes visuais, afirmando uma atuação da ArPa que não começa e não termina nos cinco dias de feira.
Setor Base: arte como pedagogia e construção de comunidade
Situado dentro do lindíssimo Ginásio Poliesportivo da Mercado Livre Arena Pacaembu, inaugurado em 2025, o Setor Base propõe uma intersecção entre projetos expositivos e conversas ao vivo. O foco são artistas que têm um comprometimento com a pedagogia e com a construção de comunidade, figuras que, paralelamente ou conjuntamente às suas práticas individuais, colaboram para formar e incentivar novas gerações.

Espaço para conversas do Setor Base da ArPa em 2025. Foto: Pérola Dutra
A dinâmica é, por si só, colaborativa: cada artista convidado pela ArPa desdobra o convite para outro artista com quem tenha esse tipo de relação pedagógica. As duplas apresentam projetos expositivos conjuntos e participam de conversas mediadas ao vivo durante a feira.
Setores Editorial e Institucional
A edição de 2026 também conta com o Setor Editorial, dedicado à produção gráfica e ao pensamento crítico em arte para ampliar o diálogo entre exposições e publicações. O espaço reunirá editoras independentes e especializadas, como Lovely House, Ubu, Família, Cobogó, Banca Tatuí e Celeste, fortalecendo a presença do livro como plataforma essencial de circulação e reflexão no circuito artístico contemporâneo.
Para completar, há o Setor Institucional, voltado a organizações que buscam promover pesquisa, memória, formação e acesso à arte. Na edição de 2026, estarão presentes Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM), Instituto de Arte Contemporânea (IAC), Comadre, Casa do Povo e 55SP.
Premiações
A ArPa mantém uma política de fomento à produção contemporânea por meio de premiações e iniciativas de aquisição que fortalecem o circuito artístico nacional. Entre os destaques está a doação realizada em parceria com o ICCo, Instituto de Cultura Contemporânea, para a Pinacoteca do Estado de São Paulo, que incorpora ao acervo do museu obras de artistas ainda não representados na coleção.
A feira também concede o prêmio de Melhor Estande, escolhido por curadores convidados. Há ainda o Selo Mandacaru, promovido pelo Instituto Mandacaru, que contempla artistas de fora do eixo Rio–São Paulo e de periferias urbanas, reforçando o compromisso da ArPa com a descentralização e a ampliação da visibilidade da arte contemporânea produzida em diferentes territórios do país.
Conheça as galerias participantes da ArPa
(Sujeito a novas inserções/alterações até a realização da ArPa)
Setor Principal
- Almeida & Dale: Alex Cerveny e Joseca Yanomami
- Athena + Verve: Antonio Dias, Felippe Moraes e Gustavo Prado
- Bolsa de Arte: Bruno Novelli
- Carmen Araujo Arte: Augusto Villalba e Juan Iribarren
- Casa Triângulo: Ascânio MMM, Assume Vivid Astro Focus, Eduardo Berliner, Lyz Parayzo, Lucas Simões, Sandra Cinto e Vânia Mignone
- Cerrado Galeria: Alice Lara, Rafael de Almeida e Nilson Pimenta
- Coral Gallery: Chiara Baccanelli e Lucas Pertile
- COTT + Nora Fisch: Andrés Paredes Paredes e Miguel Harte
- DAN Galeria: Dionísio del Santo
- Danielian: Frans Krajcberg e Ottavia Delfanti
- Fortes D'Aloia & Gabriel: Rodrigo Matheus
- Galeria 18: Karen de Picciotto
- Galeria Karla Osorio: Luiz Gallina Neto, Matheus Marques Abu e Renan Aguena
- Galeria Luis Maluf: João do Nascimento e Raphael Oboé
- Galeria Lume: Julio Bittencourt e Rodrigo Sassi
- Galeria Raquel Arnaud: Felipe Pantone, Julio Villani e Wolfram Ullrich
- Isla Flotante + Calvaresi: Dignora Pastorello e Mariela Scafati
- Leonardo Leal: Arrudas e Júlia Aragão
- Lima Galeria: Pablo Mufarrej e Bárbara Savannah
- Luciana Brito Galeria + Galeria Estação: Estúdio Campana e Gabriela Machado, Santidio Pereira e André Barion
- Luisa Strina: Ana Prata, Bruno Baptistelli e Pablo Accinelli
- Marco Zero: Artur Bombonato, Gustavo Diógenes e Nicholas Steinmetz
- Matias Brotas: Adriana Vignoli, Arthur Arnold, José Bechara e Raphael Bianco
- Mazzucchelli Cardoso: Heloísa Franco e Noara Quintana
- Mendes Wood DM: Kansai Noguchi e Varda Caivano
- Mitre Galeria: Benedikt Wiertz e Marcos Siqueira
- Movimento: Viviane Teixeira
- Nara Roesler: André Griffo
- OMA Galeria: Eduardo Freitas e Luiz Pasqualini
- Pinakotheke: Farnese de Andrade
- Quadra: Arorá e Manuela Costa Lima
- Sardenberg: Luciana Maas e Yan Copelli
- SteinART Contemporânea: Rivas & Wloch e Yutaka Toyota
- Yehudi-Hollander-Pappi: Gustavo Silvamaral e Natalia Ivanov
- Zipper Galeria: Ian Salamente e Willian Santos
Setor UNI
- Cave: Gi Monteiro
- Central: Raphael Tepedino
- Hache: Santiago García Sáenz
- Luciana Caravello: Gabriel Pessoto
- MaPa: Gisela Eichbaum
- Marcelo Guarnieri: Ana Sario
- Ora: Diana Motta
- Pena Cal: Juliana Bernabó
- Pilar: Rodolfo Pitarello
- PerezPuig: Kiván Quiñones Beltrán
- Refresco: Bernardo Liu
- RV Cultura e Arte: Milena Ferreira
- Vermelho: Estevan Davi
- WG: Antonio Kuschnir
Setor Editorial
- Lovely House
- Ubu
- Família
- Cobogó
- Banca Tatuí
- Celeste
Setor Institucional
- Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM)
- Instituto de Arte Contemporânea (IAC)
- Comadre
- Casa do Povo
- 55SP
Sobre a ArPa
A ArPa chega à sua 5ª edição consolidada como uma das principais referências do circuito de arte contemporânea da América Latina. Fundada em 2022 por Camilla Barella, a feira opera com um modelo curado por setores, galerias selecionadas por convite e projetos inéditos como critério de participação. Sua direção acompanha de perto cada projeto que será apresentado, o que garante uma identidade consistente ao longo das edições. A ArPa reúne colecionadores, representantes de acervos institucionais do Brasil e do exterior, curadores, artistas, galeristas, art advisors, estudantes e público em geral, numa expografia acolhedora que favorece a integração entre visitantes e galerias. Um comitê curatorial acompanha o setor e orienta as escolhas a cada edição. Ao longo do ano, o Programa Prisma amplia essa atuação com visitas a ateliês, coleções privadas e exposições, promovendo encontros entre público especializado e agentes da produção artística contemporânea. Organizada em cinco setores — Principal, UNI, Base, Editorial e Institucional —, a feira realiza ainda três premiações anuais: o Selo Mandacaru, o Melhor Estande e a Doação para a Pinacoteca do Estado de São Paulo.
A 5ª edição acontece entre 27 e 31 de maio de 2026 na Mercado Livre Arena Pacaembu, São Paulo. Mais informações em: https://arpa.art/
ArPa - 5ª edição
Quando: 27 a 31 de maio de 2026
Horário: quarta a sábado, das 13h às 20h30 | domingo, das 11h às 18h
Local: Mercado Livre Arena Pacaembu, São Paulo
Endereço: Rua Capivari (Portão 23)
Ingressos: disponíveis no site oficial da ArPa | https://arpa.art/ingressos/
Classificação: livre para todas as idades
A ArPa conta com recursos de acessibilidade para pessoas com deficiência
Site: https://arpa.art/
Instagram: @arpa__art
Coletiva online com a imprensa
20 de maio, às 11h
fonte:
Agência Galo
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