concursos, exposições, curiosidades... sobre arte
escolhidos por MARIA PINTO
(Maria Regina Pinto Pereira)
http://maregina-arte.blogspot.com/
escolhidos por MARIA PINTO
(Maria Regina Pinto Pereira)
http://maregina-arte.blogspot.com/
terça-feira, 1 de novembro de 2011
SESC Belenzinho promove Seminário Internacional de Cultura
O SESC Belenzinho promove em 22 e 23/11/11 o Seminário Internacional de Cultura e Transformação Urbana, a partir das 10h. O seminário oferecerá aos participantes a oportunidade de conhecer, analisar e debater sobre a inserção dos festivais e equipamentos culturais nas cidades em que operam. O evento vai discutir que processos de parceria, envolvimento comunitário e governança mais contribuem para reforçar essa relação. Também estarão em pauta as estratégias, as ações, os indicadores e os levantamentos dos impactos, realizados por alguns dos mais referenciais projetos culturais do mundo. E, finalmente, debater sobre as formas de utilizá-los para engendrar um processo de transformação urbana, evitando que levitem sobre a cidade, sem se vincular a ela. Participam: Roberto Gómez de la Iglesia (Diretor da c2+i), o canadense Stéphane Lavoie (Diretor Geral do TOHU), a escocesa Faith Liddell (Diretora dos Festivais de Edimburgo), o colombiano Jorge Melguizo (Ex-Secretário de Desenvolvimento Social de Medellin), o inglês Donald Hyslop (Chefe de Parcerias e Relações com a Comunidade da Tate Modern), o francês Olivier Caro (Chefe de Projetos da Secretaria de Cultura de Nantes), Danilo Santos de Miranda (Diretor Regional do SESC SP) e Mauro Munhoz (Diretor da FLIP). Como mediadores dos debates estarão peritos em cultura e em cidades, como Antônio Carlos Sartini (Diretor do Museu da Língua Portuguesa), Teixeira Coelho (Curador do MASP), Luiz Dias Guimarães (Presidente do Santos Convention Bureau), Carlos Augusto Calil (Secretário Municipal de Cultura de São Paulo), Jorge Wilheim (Presidente da Jorge Wilheim Consultoria), Caio Luiz de Carvalho (Presidente da SP Turis). -Mais informações: seminario@belenzinho.sescsp.org.br
Fonte: Mapa Das Artes
Oficina Caderno de Notas Práticas nº4 com Marcio Harum no CFAV, Recife
As circunstâncias da vida profissional nos dias de hoje envolvem o que vimos chamar aqui de ‘mobilidade’. Pensando o sistema de arte em primeiro plano, diante de condições favoráveis, “o dever é ir aonde o trabalho nos chama”. Esta afirmação, sobretudo, lida com reações que surgem da junção de desejos: a rapidez de adaptação e a atitude de descobrir um novo entorno, de olhar o mundo com curiosidade, de produzir diferentes coisas reais ou imaginárias. Com base em coletânea de apontamentos pessoais voltada a reflexão sobre a arte e o seu contexto, esta oficina busca estabelecer contato dialógico entre temas comuns ao campo da produção artística e o da experiência curatorial-crítica: pesquisas de campo, visitas a ateliês e exposições em viagem, programas de formação não convencional e bolsas de residência. O que torna essencial a esta dinâmica coletiva é que o grupo de participantes possa contribuir com os debates a partir da organização de suas próprias anotações trazidas em todos os encontros.
Inscrições até 02 de novembro de 2011
Segunda a Sexta-feira, 14-17h (carga horária 15h/a)
R$ 20,00
Público Alvo- Interessados em artes visuais, curadores, críticos, artistas e pesquisadores.
CFAV – Centro de Formação em Artes Visuais
Pátio de São Pedro, casa 11, São José - Recife-PE
cfav.recife@gmail.com
81-3355.3153/3152
Enviar currículo resumido e carta de intenção: cfavrecife.org/agenda
O resultado da seleção (20 vagas) será enviado por e-mail no dia 04 de novembro de 2011
Sobre o curador:
Marcio Harum integra a equipe de críticos da Temporada de Projetos do Paço das Artes e do programa de exposições do Centro Cultural São Paulo (CCSP).
Coordenou até 2010 os programas de oficinas ‘Experiências Dialógicas’ voltado às práticas curatoriais no Centro Cultural da Espanha (www.ccebrasil.org.br/talleres) e o Cada 2, orientado aos artistas em formação no SESC Pompéia, ambos em São Paulo. Participou do comitê curatorial do Rumos Artes Visuais 2008/ 2009 do Itaú Cultural e foi assistente curatorial da 27a Bienal de São Paulo em 2006. Em 2011 é júri da comissão e concebeu os seminários internacionais do 17o Videobrasil. Vive e trabalha em São Paulo.
Fonte: Canal Contemporâneo
4a. Trienal Internacional de la Acuarela – Santa Marta – Colombia
Prezado(a) Aquarelista,
Cumprimentando-o(a) cordialmente, sirvo-me da presente para convidá-lo(a) a participar da equipe de 05 (cinco) artistas associados aquarelistas do SINAP-ESP que enviarão 01(uma) obra cada para a 4a. Trienal Internacional de la Acuarela que se realizará no Museo Bolivariano de Arte Contempóraneo de Santa Marta - Colombia.
Solicitamos aos participantes o envio de 03 (três) fotos de suas aquarelas (não serão aceitas obras com técnicas mistas ou qualquer outra intervenção) realizadas a partir de 2010, que obedecem a proporção limite 50 X 70 cm (sem moldura) até o dia 07 de novembro de 2011 que serão submetidas a seletiva por um júri.
Os 05 (cinco) artistas participantes deverão efetuar a entrega das obras sem “passpartout” na sede do SINAP-ESP até o dia 05 de dezembro de 2011, mediante pagamento de R$ 600,00 (seiscentos reais) para associados e/ou R$ 500,00 (quinhentos reais) para membros da Diretoria referentes as despesas de embalagem e envio/retorno da obra.
As obras serão devolvidas aos artistas após o retorno da Colômbia, quando representantes do SINAP-ESP entrarão em contato.
Para os artistas residentes fora de São Paulo, o envio e devolução das obras serão feitos via correio.
Os artistas brasileiros selecionados concorrerão a 9 (nove) prêmios de excelência para as melhores obras e um grando prêmio Alfredo Guati Rojo. Todos os artistas receberão certificado de participação.
Para quaisquer esclarecimentos, entre em contato com nossa sede através do fone/fax: 011-3884-1727 ou por e-mail: sinapesp.aiap@uol.com.br.
Atenciosamente,
Antonietta Tordino
Presidente
SINAP-ESP/AIAP-UNESCO
Primeiro Encontro Internacional ACAV – Asociación Costarricense de Artistas Visuales
A Costa Rica Associação de Artistas Visuais (ACAV) convidou associações latino-americanas pertencentes à Associação Internacional de Artistas Plásticos (AIAP) a selecionar três membros artistas visuais, como representantes para participar do Primeiro Encontro Internacional ACAV, exposição coletiva cujo tema é intitulado "Redes”.
O evento terá lugar no XIII Festival Internacional de Artes (FIA), a ser realizado em San Jose, Costa Rica, de 15 de abril a 25 de março de 2012.
A exposição será realizada no Centro de Artes e Tecnologia "Costumes antigos" de 06 a 25 de março de 2012. A abertura está agendada para 16 de março de 2012.
Como atividade complementar da exposição será realizada uma palestra sob o mesmo assunto.
O SINAP-ESP selecionará 03 (três) artistas associados que enviarão 01 (uma) obra cada para o Primeiro Encontro Internacional ACAV – Asociación Costarricense de Artistas Visuales realizado em co-produção com o XIII FESTIVAL INTERNACIONAL DE LAS ARTES, FIA 2012 - Costa Rica.
Os artistas interessados devem enviar 03 (três) fotos de suas obras realizadas nos últimos 02 anos para o e-mail: sinapesp.aiap@uol.com.br, que obedeçam a proporção limite 50 X 70 cm (painel sem moldura, manter a tela no painel original) - acrílica ou óleo sobre tela - até o dia 15 de novembro de 2011 as quais serão submetidas a seletiva por um júri.
É necessário também o envio juntamente com as 03 fotos das seguintes informações:
Nome do Artista:
Nacionalidade:
Resumo do currículo (200 palavras ou menos):
Nome da obra:
Técnica:
Dimensões:
Ano de conclusão (dois anos):
Abordagem conceitual (não mais de 10 linhas):
Valor real de mercado (dólares dos EUA):
Fotografia da obra (300 dpi mínimo e 8,5 x 11” de formato):
Nacionalidade:
Resumo do currículo (200 palavras ou menos):
Nome da obra:
Técnica:
Dimensões:
Ano de conclusão (dois anos):
Abordagem conceitual (não mais de 10 linhas):
Valor real de mercado (dólares dos EUA):
Fotografia da obra (300 dpi mínimo e 8,5 x 11” de formato):
Os 03 (três) artistas participantes deverão efetuar a entrega das obras na sede do SINAP-ESP até o dia 12 de dezembro de 2011, mediante pagamento de R$ 600,00 (seiscentos reais) para associados e/ou R$ 500,00 (quinhentos reais) para membros da Diretoria referentes as despesas de embalagem e envio/retorno da obra.
As obras serão devolvidas aos artistas após o retorno da Costa Rica, quando representantes do SINAP-ESP entrarão em contato.
Para os artistas residentes fora de São Paulo, o envio e devolução das obras serão feitos via correio.
Para quaisquer esclarecimentos, entre em contato com nossa sede através do fone/fax: 011-3884-1727 ou por e-mail: sinapesp.aiap@uol.com.br.
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
SIGMAR POLKE - REALISMO CAPITALISTA E OUTRAS HISTÓRIAS ILUSTRADAS
REALISMO CAPITALISTA E OUTRAS HISTÓRIAS ILUSTRADAS - SIGMAR POLKE - A partir de 28/10 (Imagens: Coleção Dr. Axel Ciesielski; Coleção privada, Alemanha; Cortesia Galeria Christian Lethert)
SIGMAR POLKE
REALISMO CAPITALISTA E OUTRAS HISTÓRIAS ILUSTRADAS
REALISMO CAPITALISTA E OUTRAS HISTÓRIAS ILUSTRADAS
Período:
28 de outubro de 2011 a 29 de janeiro de 2012
28 de outubro de 2011 a 29 de janeiro de 2012
Na primeira exposição internacional de SIGMAR POLKE após sua morte em junho de 2010, aos 69 anos, o MASP apresenta, com o apoio do Deutsche Bank e da Mercedes-Benz, a série completa das obras gráficas do artista, produzidas entre 1963 e 2009. Ao todo, mais de 220 estampas e objetos cedidos pelo colecionador Axel Ciesielski fazem parte da mostra, além das 25 obras em técnica mista (gravura, desenho, colagem) da série Day by Day, concebida por Polke para a Bienal Internacional de Arte de São Paulo em 1975 e cedidas à mostra por uma coleção privada. Na época apresentada em cadernos, o MASP trará agora os originais, inéditos no Brasil.
Assim como a mostra coletiva Pintura Alemã Contemporânea - Se não neste tempo e Lugares, Estranhos e Quietos, de Wim Wenders, ambas trazidas a São Paulo no ano passado, a mostra SIGMAR POLKE - Realismo Capitalista e outras histórias ilustradas projeta o MASP no cenário internacional da produção contemporânea. Com curadoria de Tereza Arruda e colaboração de Teixeira Coelho, a mostra estará em cartaz de 28 de outubro a 29 de janeiro de 2012, no 1º andar.
Sobre Sigmar Polke
Considerado uma das mais significativas forças criativas da Europa no pós-Guerra, Polke nasce em 1941 na Silésia – região incorporada à Alemanha Oriental em 1949 e hoje compartilhada pela Polônia, República Tcheca e Alemanha. Aos doze anos muda-se com a família para a então Alemanha Ocidental e aos 20 é aceito na Academia de Artes de Düsseldorf. Em 1963 ganha visibilidade ao organizar, junto dos colegas de classe Gerhard Ritcher e Konrad Fischer (então Konrad Lueg), a performance e depois movimento Realismo Capitalista, assim batizado para satirizar o Realismo Socialista, doutrina estética e artística oficial da União Soviética, bem como criticar a doutrina da arte guiada pelo consumo no capitalismo ocidental.
Nos anos 70 sua obra concentra-se principalmente na produção e manipulação fotográfica, em meio a suas inúmeras viagens pelo mundo. Em 75 torna-se a grande estrela da 13ª Bienal de Arte de São Paulo ao vencer o grande prêmio de pintura e apresentar a série Day by Day, que será exibida pela primeira agora no MASP vez em seu formato original. Nos 80, experimenta diferentes tipos de tintas, compostos químicos e solventes e em 86 leva o Leão de Ouro na Bienal de Veneza pela instalação Athanor, com uma tinta por ele desenvolvida à base de pigmentos que reagiam à luz e umidade do local, mudando de cor. O prêmio consolidou seu nome como um dos mais importantes da arte alemã, ao lado de Richter, Joseph Beuys, Georg Baselitz e Anselm Kiefer.
Sigmar Polke era, sobretudo, um iconoclasta de espírito livre. Sua não categorização em escola ou estilo específico é,per se, a melhor definição de sua obra.
Sigmar Polke, a liberdade de querer, de Teixeira Coelho, curador do MASP. Trechos*:
(...)
Quando faltam as palavras para captar alguma coisa, para explicar alguma coisa mesmo que seja apenas para si mesmo, quando na verdade está ausente uma capacidade de entendimento, recorre-se aos termos vagos: Polke foi chamado de artista pop, da versão do pop que veio do outro lado da Cortina de Ferro ou do Muro de Berlim. Dizer isso é dizer muito pouco, nada. Há expressões melhores para Polke. Em 2004 ainda a Tate, agora a Modern, de Londres, apresentou uma exposição compreensiva de sua obra. Essa mostra vinha sob um título que dizia bem aquilo que nela se ia ver: História de tudo. O título da exposição era bem esse: Sigmar Polke: History of Everything. E é bem isso que Polke fez, uma história de tudo. Sua arte é uma arte da história de tudo. A história é, a história ainda é o personagem central e um de seus motores centrais da obra de muitos artistas alemães, Gerhard Richter, Anselm Keefer e Neo Rauch, para ficar apenas com alguns dos mais destacados (com alguns dos que foram assombrados pela História). E o é também em e para Polke. Mas Polke, ainda mais que os outros, fez de fato com sua obra variada, feita de pinturas, guaches, gravuras, fotografias e filmes, uma história de tudo.
Uma história do futebol à política, passando pelas Olimpíadas e pelas cenas da vida contemporânea. Da Alemanha e do mundo.
(...)
Um artista, se diz, precisa ter o que dizer sobre o mundo, para que aquilo que ele diz se agregue ao mundo. O que Polke tem a dizer sobre o mundo é muita coisa. É tudo, quase tudo, todo o possível. Mas o que ele diz de central sobre o mundo, ao dizê-lo sobre a arte tem a ver com o modo da liberdade, o modo da liberdade de querer. E é isso que se identifica em Polke quando se pode vê-lo entre outros: a vontade da liberdade de querer, dificílima de praticar, dificílima até de imaginar, uma liberdade que em arte é divina. Como em outros campos da vida.
Realismo capitalista e outras histórias ilustradas,
de Tereza Arruda, curadora. Trecho*:
Assim como a mostra coletiva Pintura Alemã Contemporânea - Se não neste tempo e Lugares, Estranhos e Quietos, de Wim Wenders, ambas trazidas a São Paulo no ano passado, a mostra SIGMAR POLKE - Realismo Capitalista e outras histórias ilustradas projeta o MASP no cenário internacional da produção contemporânea. Com curadoria de Tereza Arruda e colaboração de Teixeira Coelho, a mostra estará em cartaz de 28 de outubro a 29 de janeiro de 2012, no 1º andar.
Sobre Sigmar Polke
Considerado uma das mais significativas forças criativas da Europa no pós-Guerra, Polke nasce em 1941 na Silésia – região incorporada à Alemanha Oriental em 1949 e hoje compartilhada pela Polônia, República Tcheca e Alemanha. Aos doze anos muda-se com a família para a então Alemanha Ocidental e aos 20 é aceito na Academia de Artes de Düsseldorf. Em 1963 ganha visibilidade ao organizar, junto dos colegas de classe Gerhard Ritcher e Konrad Fischer (então Konrad Lueg), a performance e depois movimento Realismo Capitalista, assim batizado para satirizar o Realismo Socialista, doutrina estética e artística oficial da União Soviética, bem como criticar a doutrina da arte guiada pelo consumo no capitalismo ocidental.
Nos anos 70 sua obra concentra-se principalmente na produção e manipulação fotográfica, em meio a suas inúmeras viagens pelo mundo. Em 75 torna-se a grande estrela da 13ª Bienal de Arte de São Paulo ao vencer o grande prêmio de pintura e apresentar a série Day by Day, que será exibida pela primeira agora no MASP vez em seu formato original. Nos 80, experimenta diferentes tipos de tintas, compostos químicos e solventes e em 86 leva o Leão de Ouro na Bienal de Veneza pela instalação Athanor, com uma tinta por ele desenvolvida à base de pigmentos que reagiam à luz e umidade do local, mudando de cor. O prêmio consolidou seu nome como um dos mais importantes da arte alemã, ao lado de Richter, Joseph Beuys, Georg Baselitz e Anselm Kiefer.
Sigmar Polke era, sobretudo, um iconoclasta de espírito livre. Sua não categorização em escola ou estilo específico é,per se, a melhor definição de sua obra.
Sigmar Polke, a liberdade de querer, de Teixeira Coelho, curador do MASP. Trechos*:
(...)
Quando faltam as palavras para captar alguma coisa, para explicar alguma coisa mesmo que seja apenas para si mesmo, quando na verdade está ausente uma capacidade de entendimento, recorre-se aos termos vagos: Polke foi chamado de artista pop, da versão do pop que veio do outro lado da Cortina de Ferro ou do Muro de Berlim. Dizer isso é dizer muito pouco, nada. Há expressões melhores para Polke. Em 2004 ainda a Tate, agora a Modern, de Londres, apresentou uma exposição compreensiva de sua obra. Essa mostra vinha sob um título que dizia bem aquilo que nela se ia ver: História de tudo. O título da exposição era bem esse: Sigmar Polke: History of Everything. E é bem isso que Polke fez, uma história de tudo. Sua arte é uma arte da história de tudo. A história é, a história ainda é o personagem central e um de seus motores centrais da obra de muitos artistas alemães, Gerhard Richter, Anselm Keefer e Neo Rauch, para ficar apenas com alguns dos mais destacados (com alguns dos que foram assombrados pela História). E o é também em e para Polke. Mas Polke, ainda mais que os outros, fez de fato com sua obra variada, feita de pinturas, guaches, gravuras, fotografias e filmes, uma história de tudo.
Uma história do futebol à política, passando pelas Olimpíadas e pelas cenas da vida contemporânea. Da Alemanha e do mundo.
(...)
Um artista, se diz, precisa ter o que dizer sobre o mundo, para que aquilo que ele diz se agregue ao mundo. O que Polke tem a dizer sobre o mundo é muita coisa. É tudo, quase tudo, todo o possível. Mas o que ele diz de central sobre o mundo, ao dizê-lo sobre a arte tem a ver com o modo da liberdade, o modo da liberdade de querer. E é isso que se identifica em Polke quando se pode vê-lo entre outros: a vontade da liberdade de querer, dificílima de praticar, dificílima até de imaginar, uma liberdade que em arte é divina. Como em outros campos da vida.
* Texto na íntegra: http://dl.dropbox.com/u/34085212/Sigmar%20Polke%20-%20Teixeira%20Coelho.doc
Realismo capitalista e outras histórias ilustradas,
de Tereza Arruda, curadora. Trecho*:
(...)
A alquimia de Polke era composta de intuição, planejamento e casualidade, além é claro, de todo tipo de materialidade que atravessasse seu caminho. A curiosidade experimental sempre fez parte de sua prática de vida. Graças a este desprendimento e incansável atitude laboratorial é que temos obras tão ricas em sua diversidade na mostra que aqui apresentamos. O percurso passa por técnicas distintas de impressão, colagem, montagem, desenho, fotografia, pintura sobre papel, jornal, folhas plásticas, material metálico entre outros. Vale aqui acentuar que para Sigmar Polke sua produção de obras sobre papel se encontra no mesmo patamar que sua pintura, sem ser uma produção secundária ou ainda esporádica. O artista se dedicou continuadamente a esta técnica, aberto à pesquisa de novos materiais que surgiam no mercado no decorrer do tempo.
* Texto na íntegra: http://dl.dropbox.com/u/34085212/Sigmar%20Polke%20-%20Tereza%20de%20Arruda.doc
Informações Gerais
- SIGMAR POLKE - Realismo Capitalista e outras histórias ilustradas
Mostra com 220 obras gráficas e objetos da Coleção Dr. Axel Ciesielski + 25 originais em técnica mista da série Day by Day, de coleção privada.
De 28 de outubro de 2011, sexta-feira, a 29 de janeiro de 2012, domingo, no MASP.
MASP - Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand
Av. Paulista, 1578. Acesso a deficientes.
Horários: De 3ªs a domingos e feriados, das 11h às 18h. Às 5ªs: das 11h às 20h. A bilheteria fecha meia hora antes.
Ingresso: R$ 15,00. Estudante: R$ 7,00. Até 10 anos e acima de 60 anos. Às 3ªs feiras: acesso gratuito.
Informações ao público: www.masp.art.br Twitter: http://twitter.com/maspmuseuTel.: (11) 3251.5644
For the first time outside Germany: Sigmar Polke's complete graphic works in Sao Paulo
![]() A view of the exhibition 'Capitalist realism and another ilustrated stories' by German artist Sigmar Polke at Art Museum of Sao Paulo, Brazil. EPA/SEBASTIAO MOREIRA. | |
SAO PAULO.- After organizing the special and prized exhibition German Contemporary Painting and inaugurating the international tour of Places, Strange and Quiet, a photo show by Wim Wenders, MASP creates and produces Sigmar Polke – Capitalist Realism and other illustrated histories, an exhibition with the complete series of graphic works (edition prints, 1963-2009) and other objects by the German visual artist, plus the series Day by Day (mixed media) which was a thrill in the 13th Art Biennial of São Paulo in 1975, when Polke received the first prize for painting. In the first international exhibition of the German artist Sigmar Polke after his death in June, 2010, at the age of 69, MASP presents the complete series of graphic works (edition prints) created by this visual artist between 1963 and 2009. On the whole, more than 220 pieces lent by the collectionist Axel Ciesielski plus 25 works in mixed media of the series Day by Day, created by Polke for the International Art Biennial of São Paulo in 1975, which were lent for this exhibition by another private collection. After the show German Contemporary Painting and Places, Strange and Quiet, photos by Wim Wenders, both brought to São Paulo last year, the exhibition SIGMAR POLKE – Capitalist Realism and other illustrated histories makes MASP stand out in the international scene of the contemporary production. Curated by Tereza Arruda with the collaboration of Teixeira Coelho, this show may be seen from October 28 to January 29, 2012. Considered one of the most significant creative forces of post-War Europe, Polke was born in 1941 in Silesia – a region incorporated by Eastern Germany in 1949 and today shared by Poland, Czech Republic and Germany. When 12 years old he moves, along with his family, to the then Western Germany and at 20 years-old he is accepted by the Art Academy of Düsseldorf. In 1963, he becomes known when organizing, with his classmates Gerhard Richter and Konrad Fischer (then Konrad Lueg), the performance and later the movement called Capitalist Realism, so named in order to make a satire of the Socialist Realism, the official aesthetic and artistic doctrine of the Soviet Union, and also to criticize the market-driven art world in Western capitalism. In the 70s his work focuses mainly on photographic production and manipulation, amid his many world travels. In 1975, he becomes the great star of the 13th Art Biennial of São Paulo by winning the grand prize of painting and presenting the series Day by Day (mixed media), which MASP now presents in its original format for the first time. In the 80s, he experiments with different kinds of paint, chemicals and solvents and in 1986 he receives the Golden Lion at the Venice Biennial for his installation Athanor, with a paint developed by him based on pigments that reacted to the local light and dampness by changing color. The prize reinforced his name as one of the most important of German art, besides Richter, Joseph Beuys, Georg Baselitz and Anselm Kiefer. Above all, Sigmar Polke was a free iconoclast spirit. The fact that his work cannot be included in any specific school or style is, per se, the best definition of his work. Sigmar Polke, the freedom to want by Teixeira Coelho, curator of MASP. Extracts: (...) When words lack to seize something, to explain something even if only to oneself, when one is not able to really understand, vague terms come to the rescue: Polke was called a pop artist, of the pop version that came from beyond the Iron Curtain or the Berlin Wall. To say this is too little, nothing actually. There are more fitting expressions for Polke. In 2004, again the Tate, now the Modern, from London, presented a comprehensive exhibition of his work. This exhibition came under a title that expressed well whatever would be seen: History of Everything. The title of the exhibition was: Sigmar Polke: History of Everything. And Polke made precisely that, a history of everything. His art is an art of the history of everything. History is, history still is the main character and one of the central drives of the work of many German artists, Gerhard Richter, Anselm Keefer and Neo Rauch, to name just a few among the most relevant (with some who were caught unawares by History). And it is also in and for Polke. But in fact Polke, even more than the others, really composed, with his varied work in painting, gouache, print, photos and films, a history of everything. A history from soccer to politics, passing by the Olimpic Games and contemporary everyday scenes. Of Germany and the world. (...)People say that an artist should have a say about the world so that whatever he or she says will add to the world. What Polke has to say about the world is a lot. It is everything, almost everything, everything possible. But whatever he says of relevant about the world, when he says it about art it is about the mode of liberty, the mode of liberty to wish. That is what can be identified in Polke when one can see him among others: the wish of freedom to want, very hard to practice, very hard even to imagine, a freedom that in art is divine. Such as in fields of life. Capitalist realism and other illustrated histories, by Tereza Arruda, curator. Extract: (...)Polke’s alchemy was made up by intuition, planning and chance, besides, of course, by every kind of materiality that crossed his path. Experimental curiosity was always a part of his life practice. It is due to this detachment and indefatigable laboratorial disposition that we have works so rich in diversity in the show we present. The path goes through diferent techniques of printing, collage, assemblage, drawing, photography, painting on paper, newspaper, plastic sheets, metallic material, among others. It is worth stressing that for Sigmar Polke his production of works on paper stands at the same level with his painting, not being a secondary or occasional production. The artist dedicated himself continuously to this technique, open to the research of new materials that appeared in the market along time. |
University of Richmond Museums celebrates 10th anniversary of print study center with exhibition
![]() William Blake, When the Morning Stars Sang Together...., 1825. Line engraving on India applique mounted on white wove paper. Museum purchase, funds from the Louis S. Booth Arts Fund. | |
RICHMOND, VA.- The University of Richmond Museums presents the First Decade Celebration: Tenth Anniversary of the Joel and Lila Harnett Print Study Center, on view from October 28 to December 9, 2011, in the Joel and Lila Harnett Museum of Art. The Joel and Lila Harnett Print Study Center was inaugurated in September 2001 through generous funding from Joel (RC’45) and Lila Harnett of Phoenix, Arizona. The museum houses the permanent collection of prints, drawings, and photographs of the University Museums and includes an exhibition space, a secure print storage area, a seminar room, and a viewing area for works on paper being researched by students, faculty, and visiting scholars. The exhibition celebrates the Harnett Print Study Center during its first decade by featuring exceptional works from its outstanding collection, from the fifteenth to the twenty-first century. It highlights ten artists that are represented in depth in the collection: Margaret May Dashiell (American, 1869-1958), Pierre Daura (American, born Spain, 1896-1976), Stefano della Bella (Italian, 1610-1664), Andreas Feininger (American, born France, 1906-1999), Francisco Goya (Spanish, 1746-1828), Hans Friedrich Grohs (German, 1892-1981), Julius J. Lankes (American, 1884-1960), Reginald Marsh (American, born France, 1898-1954), Andy Warhol (American, 1928-1987), and Jean-Antoine Watteau (French, 1684-1721). In addition, it presents works from the I. Webb Surratt Jr. Print Collection, from prints by Albrecht Dürer (German, 1471-1528), to Roy Lichtenstein (American, 1923-1997), to Robert Motherwell (American, 1915-1991); includes a selection of recent contemporary works from the Center Street Studio Archives being acquired by the museum, ranging from works by Nell Blaine (American, 1922-1992), to John Walker (American, born England 1939), to John Wilson (American, born 1922); and features selected gifts and acquisitions of prints, drawings, and photographs by artists such as John Taylor Arms (American, 1887-1953), Philip Evergood (American, 1901-1973), Käthe Kollwitz (German, 1867-1945), Jean-Émile Laboureur (French, 1877-1943), Pierre-Auguste Renoir (French, 1841-1919), and James Abbott McNeill Whistler (American, 1834-1903), to name just a few. As part of the celebration of the Harnett Center’s tenth anniversary, the University of Richmond Museums is presenting three related exhibitions of works on paper from the permanent collection of the Joel and Lila Harnett Print Study Center: • Idea to Image: Process, States, and Proofs from the Collection Through April 1, 2012, Joel and Lila Harnett Museum of Art • Avel de Knight: Drawings for Army Life in a Black Regiment Through April 4, 2012, Joel and Lila Harnett Print Study Center • Start to Finish: The Seven Stages of “Apex” by Gerry Bergstein Through July 1, 2012, Joel and Lila Harnett Museum of Art Joel Harnett (1926-2006), a University of Richmond graduate (RC ’45), was a former vice president of Look magazine and founder of Media Horizons, a public radio broadcasting and magazine company. Harnett served on the board and executive committee of the Heard Museum in Phoenix. Lila Harnett is one of the founders of ArtTable, a national organization of professional women leaders in the visual arts, a former critic with CUE magazine, a member of the New York State Council on the Arts for eight years, and is currently serving on the board of the Phoenix Art Museum. In 2001 the Harnetts gave a major contribution to establish the Joel and Lila Harnett Print Study Center and an endowment for print acquisitions and programs. They have also given significant artwork to the museum’s permanent collection and funding for the Harnett Summer Research Fellow, which allows a University of Richmond undergraduate to work full time with museum staff to research the collections and curate exhibitions. The Joel and Lila Harnett Print Study Center has brought a decade of outstanding art to the University of Richmond’s students, faculty, and staff and to the greater Richmond community and beyond. The museum has shown work by national and international artists from old master prints from the Italian Renaissance to modern American folk art to contemporary mixed-media work. Several of the exhibitions organized by the museum have circulated throughout Virginia and traveled nationally. For the past ten years, the museum has endeavored to present compelling and captivating exhibitions and programs that not only engage visitors but inspire them as well. With approximately 1,200 square feet of space, the Harnett Print Study Center houses the permanent collection of prints, drawings, and photographs of the University Museums and includes an exhibition space, a secure print storage area, a seminar room for University courses, and a viewing area for prints being researched by students, faculty, and visiting scholars. The Harnett Center features changing exhibitions each school year, in addition to lectures, openings, gallery talks, workshops, concerts, symposia, and other programs. The Harnett Center extends the University Museums’ mission to be a forum for the visual arts and a catalyst for widely varied issues of visual expression, art research, and scholarship within the University, throughout the greater Richmond community and region, and nationally and internationally. Organized by the University of Richmond Museums the exhibition was curated by Richard Waller, Executive Director, University Museums, with Jacqueline Clary, ’12, art history major, University of Richmond, and 2011 Harnett Summer Research Fellow, University Museums. |
NÔMADE - Rodrigo Machado
exposição de arte “NÔMADE”
mostra individual: Rodrigo Machado
Local: QAZ Galeria de Arte / São Paulo
bertura: 03 de novembro de 2011 das 14h às 21h
Visitação: 04 a 30 de novembro ter a sex: 12h às 18h / sábado: 10h às 14h / seg: visita com hora marcada (11 8537-5665)
NÔMADE, nome desta exposição, é uma característica do artista plástico Rodrigo Machado que o diferencia da maioria dos artistas. Seu espaço de trabalho está dentro de sua cabeça e qualquer lugar pode ser usado para materializar suas criações. Seja em seu próprio ateliê ou na rua, Rodrigo Machado está sempre pronto a usar o que está ao alcance da mão para criar seus trabalhos vigorosos e ao mesmo tempo cativantes.
Nesta exposição na Galeria QAZ, Rodrigo traz seu ateliê para dentro do espaço expositivo e a mostra vai sendo construída enquanto o período pré-determinado para seu término se esgota. Assim, o visitante poderá frequentar a exposição várias vezes e a cada visita vai topar com um ambiente diferente do anterior. Vai se deparar com uma harmonia instável de obras em projeto, semi-acabadas e finalizadas que, mesmo assim, poderão estar diferentes na próxima visita.
O artista vai receber os visitantes e trocar ideias e experiências, mostrando como é seu processo criativo.
Confira no website e facebook da QAZ os horários em que o artista vai estar presente.
http://www.qazstreetart.com
http://www.facebook.com/qazstreetart
Rodrigo Machado é artista plástico Formado pela FAAP e desenvolve projetos em várias linguagens artísticas. Sua pesquisa visa a mixagem entre tecnologia e sustentabilidade.
apoio cultural: AME Estúdio Design: www.ameestudio.com.br
Serviço: QAZ Street Art / Galeria de Arte e produção cultural
Rua Mato Grosso, 306 - loja 09/térreo (prédio do Fleury)
Higienópolis/São Paulo - cep 01239-040
tel galeria: +55 11 2114-6697 cel: +55 11 8537-5665
Aceitamos VISA, Mastercard e ELO
estacionamento pago no edifício
Visitação: ter a sex: 12h às 18h / sábado: 10h às 14h
às segundas visitas com hora marcada (11) 8537-5665
curador e proprietário: Jordons Francisco / qaz@qazstreetart.com
domingo, 30 de outubro de 2011
em direto - 18 artistas
exposição Em Direto, 18 artistas, com curadoria de Paulo Miyada.
Dia 05 de novembro, 13h, na Oficina Cultural Oswald de Andrade.
Durante o período da exposição acontece também um ciclo de palestras.
Vejam detalhes no link abaixo.
florestas - grupo OKA - Franca SP
sábado, 5 de novembro, 20 horas, na sede do Lab.
Rua Cyba, 1099 - Jardim Consolação - Franca - SP
XiloBoletim - Boletim do Museu Casa da Xilogravura
XiloBoletim
Boletim do Museu Casa da Xilogravura
Responsável: Antonio F. Costella
Nesta edição: Ampliações concluídas - Acessibilidade para cadeirantes - Nova mostra temporária - Novas mostras permanentes - Sorteio de gravura
Ampliações concluídas
Foram terminadas as obras de ampliação da Casa da Xilogravura. Os visitantes encontrarão muitas novidades para ver. Em cinco novas salas, há mais mostras permanentes e ampliaram-se as opções para as temporárias. Um novo e grande ateliê permitirá a retomada de cursos, a serem oferecidos ainda neste ano.

O prédio anexo, integrado ao antigo, é em si mesmo um atrativo por força de suas características inovadoras e também pelo fato de inserir-se em um parque, paisagisticamente preparado para receber os visitantes em suas alamedas que vão coleando em meio a jardins.

Doravante, os três mil metros quadrados do terreno do Museu oferecem-se para as visitas do público.
Acessibilidade a cadeirantes
A Casa da Xilogravura cumpre agora uma antiga proposta. As reformas incluíram a construção de várias rampas, tanto no prédio novo, quanto no antigo, e na interligação dos dois, e igualmente nos jardins, de tal modo que a Casa da Xilogravura tornou-se, enfim, acessível a cadeirantes.
De suas trinta salas/pontos de interesse, só um deles continua sem acesso aos cadeirantes. Afinal, nem sempre é fácil introduzir adaptações em um prédio de mais de oitenta anos. Mas, logo, será garantido também esse trigésimo acesso.
Nova mostra temporária
¨A Viagem de Tripitaca - Xilogravuras Chinesas¨ - De julho até 30 de novembro de 2011, a Casa da Xilogravura apresenta uma mostra singularíssima.
Peter Hiller, colecionador brasileiro apaixonado pela cultura chinesa, em uma de suas 20 viagens à China, encontrou, na segunda metade do século XX, antigas matrizes xilográficas à venda em uma feira popular de Pequim. Indagado, o vendedor informou tê-las trazido de uma velha gráfica interiorana desativada, acrescentando possuir mais um grande número delas em casa. O brasileiro acompanhou-o à moradia e comprou-as todas: caixas e caixas cheias de pranchas de madeira entalhadas. Trouxe-as para o Brasil. Recentemente convidou o artista brasileiro George R. Gutlich a imprimir cópias das matrizes em papel. Uma coleção completa dessas cópias foi doada pelo colecionador à Casa da Xilogravura.
De uma parte dessas cópias originou-se a mostra que o Museu apresenta ao público. São trinta e duas xilogravuras que relatam as peripécias do monge budista Tripitaca em sua viagem da China à Índia, na companhia de três companheiros de viagem: um cavalo branco, um porco (que em encarnação anterior havia sido um general) e um habilidoso macaco. Esses três personagens, enviados por um deus, auxiliam o monge a escapar das ameaças da viagem, relatadas nos capítulos de um clássico literário chinês do fim do século XV escrito por Wu Chan Na. Traduzida por Walley, a obra ficou conhecida no Ocidente como ¨Going West¨.
A mostra agora exibida na Casa da Xilogravura é uma versão em imagens dessa obra clássica, apresentada ao modo de história em quadrinhos. Vendido em feiras no interior da China, era um tipo de impresso xilográfico de caráter popular, à semelhança de nossa literatura de cordel. A autoria e a data das matrizes são desconhecidas, mas devem ser criação de mais de um autor e provavelmente do início do século vinte.
É a primeira vez que essas xilogravuras são exibidas no Brasil.
Novas mostras permanentes
Além das mostras atuais, que continuarão abertas, as novas salas e salões permitiram a instalação de outras mostras permanentes.
Duas delas oferecem informações complementares aos visitantes. História da Xilogravura no Mundo informa, por meio de imagens, como evoluiu a arte xilográfica ao longo dos séculos e História da Xilogravura no Brasil cumpre a mesma função a propósito da xilogravura no Brasil.
Duas salas, reorganizadas, exibem uma tipografia completa, nos moldes daquela inventada por Gutenberg.
Mais duas mostras permanentes ainda estão sendo montadas e, depois de inauguradas, deverão ser noticiadas no próximo XiloBoletim.
Sorteio da gravura
Desde há alguns meses, todos os visitantes, que preencheram a ficha numerada que acompanha o bilhete de ingresso, passaram a ter o direito de concorrer ao sorteio de uma xilogravura, no final do semestre.
O sorteio (foto abaixo), realizado em primeiro de julho de 2011, premiou a ficha de número 950, de Ana Laura P.R.B., que receberá uma xilogravura (foto abaixo) do artista Sussumo Harada, cuja obra possui, no dizer do crítico Olney Kruse, ¨a força da delicadeza¨.
Até breve
Aguardamos sua próxima visita!
O horário de funcionamento da Casa da Xilogravura continua o mesmo:
das 9 às 12 e das 14 às 17 horas de 5ª. a 2ª. feira
(só fecha nas terças e quartas feiras),
Av. Eduardo Moreira da Cruz, 295, Bairro Jaguaribe, Campos do Jordão.
Entrada = R$ 4,00 Mais de 60 anos = R$ 2,00 Menos de 12 anos = Grátis
Grupos de alunos de escolas gratuitas previamente agendados = Grátis
Mais informações sobre os eventos e outras imagens, favor contatar:
(12) 3662-1832
contato@casadaxilogravura.com.br
museu de impressoras - Briar Press
sábado, 29 de outubro de 2011
resultado do edital Programa de Ocupação dos Espaços da CAIXA Cultura
VI Seminário Arte, Cultura e Fotografia: espelho do outro/espelho de si
VI Seminário Arte, Cultura e Fotografia: espelho do outro/espelho de si,
de 7 a 11 de novembro no MAC.
A programação e a ficha de Pré-inscrição podem ser acessadas em www.grupodeestudosartefotografia.blogspot.com
Inscrevam-se e divulguem.
Grupo de Estudos Arte&Fotografia
Departamento de Artes Plásticas ECA/USP
(11) 3091-4430
Real/Surreal - Whitney Museum

George Tooker (1920–2011), The Subway, 1950. Egg tempera on composition board, 18 1/8 × 36 1/8 in. (46 x 91.8 cm). Whitney Museum of American Art, New York; purchase, with funds from the Juliana Force Purchase Award 50.23 © Estate of George Tooker; courtesy DC Moore Gallery, NY. Photography by Sheldan Collins
This exhibition, drawn entirely from the deep holdings of the Whitney Museum’s permanent collection, will focus on the tension and overlap between two strong currents in twentieth century art. Although the term “realism” has many facets, a basic connection to the observable world underlies all of them; the subversion of reality through the imagination and the subconscious lies at the heart of Surrealism. Yet there are convergences in these different and even oppositional approaches to experience, and they encourage new ways of looking at the art of the twenties, thirties, and forties in America. For example, Edward Hopper, famous for chronicling New York urban life, is also a painter whose own subjectivity and imagination are integral to his work. Many artists who developed imagery based on new and very specific, concrete conditions of industrial American, such as Charles Sheeler, were essentially interested in artificial worlds and presented these as distillations of reality. Even totally abstract painters such as Yves Tanguy depended on techniques developed from traditional, realist art to render bizarre worlds. By willfully distorting such techniques, Helen Lundeberg and Mabel Dwight could quietly undercut our sense of stability even while showing us recognizable and even mundane objects and settings. Understanding surrealism as above and beyond the real necessarily ties it to representation and reality, just as realist painting can be imaginative and bizarre without breaking with rational observation. The exhibition will feature sixty-five works in painting, drawing, photography, and printmaking juxtaposed in ways that elucidate how artists developed qualified degrees of reality where the imagination held more or less sway, depending on intention and influence.
Real/Surreal is organized by Whitney curator Carter Foster.
Clareada - Atelier Piratininga
Olá amigos!
Convidamos para a abertura da exposição Clareada, que abre neste sábado, dia 29/10, das 11h às 16h, no Atelier Piratininga.
Venham ver a história dos irmãos Bernaldo, dois exploradores que se mudaram para uma nuvem. Além de conhecer e pesquisar os curiosos seres que habitam Clareada, eles se encantam com as maravilhas que a nuvem preparou para seus últimos momentos antes de chover.
Conheça a história completa em clareada.blogspot.com (para ler desde o início, clique em "anotações antigas" na barra lateral e escolha "setembro 2011". Leia as postagens de baixo para cima. Siga depois para o mês de outubro para acompanhar a continuação da história).
A nuvem fica no atelier de 29/10 a 20/12. Mais informações sobre a exposição em http://atelierpiratininga.blogspot.com/p/venha-ver.html. Acompanhe as últimas notícias dos Bernaldos no facebook: facebook.com/diariodeclareada.
Esperamos vê-los na nuvem!
Um forte abraço e até lá!
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fragmentos.bz
fragmentos.bz
Luciano Bortoletto - apropriações indébitas

Luciano Bortoletto
No período de 05/11 a 17/12/2011, na sala do acervo da Graphias, Luciano Bortoletto apresenta um conjunto de gravuras em metal, “Apropriações Indébitas”, manipuladas mecanicamente, de forma experimental. Imagens multiplicadas e alteradas com o uso de recursos como pintura, recorte e colagem dão origem a novos trabalhos, como uma gravura com quatro metros de extensão. Outros trabalhos refletem o resultado de alterações realizadas em uma mesma matriz. Além das impressões sobre papel, uma lona apresenta a estampa de uma gravura ampliada para a dimensão de 1,50 m de largura por 3,50 m de largura.Natural de Igarapava, SP, vive e trabalha em São Paulo. É formado em Artes Plásticas, com especialização em gravura em metal. Lecionou na ESPM e criou a Oficina de Outdoor, núcleo de pesquisa de criação de imagens. Suas exposições mais recentes de gravura incluem a participação na V Bienal Nacional Olho Latino, em Atibaia, SP (2011); III Bienal de Gravura de Santo André (prêmio aquisição em 2010); e X Biennale Internazionale per L’Incisione, em Acqui Terme, Itália (2009). Trabalha também com outros suportes, que expôs em individuais recentes na Galeria Concreta (São Paulo, 2011), Espaço Cultural Cristal (São Paulo, 2010), Casa de Cultura de Igarapava (Igarapava, SP, 2010) e Casa do Salgot (Piracicaba, SP, 2010).
Apropriações indébitas
Abertura: 05 de novembro das 14 às 18 h.
Período da exposição: 08 de novembro a 17 de dezembro de 2011.
Entrada gratuitaVisitação: 3a feira a 6a feira das 11 às 18:00 h.
Sábado das 11 às 15 h.
Graphias
Rua Joaquim Távora, 1605 - Vila Mariana - São Paulo/SP
CEP 04015-003 | Fone (11) 5539-1358 | contato@graphias.com.br
CEP 04015-003 | Fone (11) 5539-1358 | contato@graphias.com.br
http://www.graphias.com.br/
Pontos de Referencias: Próximo ao Instituto Biológico/Ibirapuera | Apenas 900m do Metro Ana Rosa
Pontos de Referencias: Próximo ao Instituto Biológico/Ibirapuera | Apenas 900m do Metro Ana Rosa
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