concursos, exposições, curiosidades... sobre arte
escolhidos por MARIA PINTO
(Maria Regina Pinto Pereira)

http://maregina-arte.blogspot.com/

sábado, 18 de maio de 2019

ARTE NAÏF – Nenhum museu a menos - Parque Lage - RJ

Governo do Rio de Janeiro
Secretaria de Cultura e Economia Criativa
Escola de Artes Visuais do Parque Lage


11 MAI – 07 JUL . ABERTO AO PÚBLICO . GRATUITO

ARTE NAÏF – Nenhum museu a menos

VISITAS AGENDADAS
Visitas para grupos escolares, universitários, ONGs e instituições diversas, de todas as idades. Serão realizadas pela equipe do serviço educativo com agendamento antecipado.
Preencha o formulário e agende sua visita.

SEG A SEX
Manhã: 10:30 – 11h30 | Tarde: 14:30 – 15h30

VISITAS MEDIADAS
Visitas para o público espontâneo, oferecidas aos interessados em conhecer a exposição através de diferentes olhares. Nos horários pré-estabelecidos, serão formados grupos mistos e diversos para diálogos coletivos sobre a exposição, mediados pelas educadoras.

SEG A DOM . 11:40 – 12:40
SÁB E DOM (sessões extras) . 14:30 – 15:30

ARTE NAÏF – Nenhum museu a menos
11 maio – 7 julho 2019
Curadoria: Ulisses Carrilho
Cavalariças, entrada e subsolo do Palacete da EAV Parque Lage
Segunda a domingo e feriados . 11:00 – 17:00
Quinta (horário estendido) . 11:00 – 20:00

exposição COLETIVO BRASIL - LAB Franca - SP


Lab das Artes de Franca traz exposição do "Coletivo Brasil"

Caixa de entrada
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LABORATÓRIO DAS ARTES TRAZ EXPOSIÇÃO DO “COLETIVO BRASIL”
 Será inaugurada no Laboratório das Artes, no próximo dia 18 de maio (sábado), a partir das 20 horas a exposição Coletivo Brasil, que reúne 22 obras de doze artistas de cidades como São Paulo, Araraquara, Curitiba e Ribeirão Preto dentre outras, com a curadoria de Lauro Monteiro. A mostra das reproduções permite acesso aos trabalhos dos artistas que foram expostos na Europa, mais precisamente na cidade de Torres Vedras em Portugal, no ano passado.
A diversidade das obras e das técnicas é grande, incluem desde bordados de Pedro João Cury, gravuras em linóleo e metal de Semiramis Paterno, e Ivo Indiano, fotografias de Marilda Suzhá e Adriana Amaral, pinturas e desenhos de Maria Soler, Fabiano Vianna, Décio Soncini, Claudio Westphalen, Thiago Ribeiro e Cláudia Colagrande. Wisley Luiz apresenta um documentário intitulado “Cidade das cores”.

A exposição permanecerá em cartaz até o dia 18 de junho.
Serviço
Exposição: Coletivo Brasil – curadoria de Lauro Monteiro
Abertura: dia 18 de maio, sábado, às 20h
Visitação: 18 de maio a 18 de junho de 2019
Horário: segunda a sexta-feira, das 10 às 12h e das 14 às 17h
Local: Laboratório das Artes de Franca
Endereço: Rua Cuba, 1099 - Jardim Consolação, Franca (SP)
Entrada Franca
Informações: (16) 3722-5004
Visitas monitoradas ou em horários especiais devem ser previamente agendadas





V SAP - Salão de Aquarela - Piracicaba - SP

Convite V SAP rFinal.jpg
  



  

Pinacoteca Municipal "Miguel Dutra"
Rua Moraes Barros, nº 233 - Centro
CEP 13400-350 - Piracicaba/SP
(19) 3433-4930 / 3402-9601

fonte:
Pinacoteca Municipal "Miguel Dutra"
Rua Moraes Barros, nº 233 - Centro
CEP 13400-350 - Piracicaba/SP
(19) 3433-4930 / 3402-9601

exposição ENCONTRO COM LIUBA - Claudia Jaguaribe - SP

“ENCONTRO COM LIUBA”
Livro de artista produzido por Claudia Jaguaribe, com fotos e serigrafias cria uma narrativa visual e um diálogo a partir das obras da artista plástica búlgara LIUBA. O projeto integra o segundo volume da trilogia sobre o trabalho de mulheres modernistas radicadas no Brasil após a Segunda Guerra.
                                                                                         
No próximo dia 23 de maioquinta-feira, às 19h, na Galeria Marcelo Guarnieri, em SP, a artista visual Claudia Jaguaribe lança “Encontro com LIUBA”, livro de fotos e serigrafias que cria uma narrativa visual e um diálogo a partir das obras de LIUBA, artista plástica búlgara radicada brasileira. O projeto, produzido especialmente para a trilogia de Jaguaribe sobre mulheres modernistas nas artes no contexto histórico do pós-guerra, é uma extensão autoral da instalação formada por fotografias feitas por Claudia Jaguaribe nos ateliês de LIUBA em Paris e em São Paulo.
Nascida na década de 50, período de consagração do modernismo brasileiro, Claudia Jaguaribe propõe em “Encontro com LIUBA”, a construção de uma narrativa visual das obras da artista búlgara, que privilegia a imagem como linguagem expressiva dos aspectos da modernidade presentes nas esculturas de LIUBA, num diálogo com as questões do mundo contemporâneo. O que permite o encontro dessas duas mulheres artistas, de gerações e linguagens aparentemente diferentes, é o interesse, em ambas, pela tridimensionalidade das obras, a necessidades de ocupar o espaço, sair do plano, e o destaque da abstração do bidimensional. 
“As fotografias resultantes desse encontro mostram seres híbridos, mutantes, que retratam a nossa condição de migrantes de diferentes nações, de estados de ser e apoio de sexualidades. A carga dramática dessas formas escultóricas sobrepostas a imagens de hoje acentuam a universalidade das tensões presentes e a dimensão política da nossa condição humana”, analisa Claudia Jaguaribe, que destaca que a tensão, e certo humor, resultantes do trabalho de LIUBA figuram desde a fase da figuração plástica ao refinamento abstracionista, e evocam, de maneira muito particular, as vanguardas européias, como o surrealismo e o expressionismo.
Como pontua a autora do projeto no texto de apresentação do livro, trata-se de buscar pelo diálogo das formas, linguagens e conteúdos de duas mulheres artistas - ela e LIUBA - a condição político-social do nosso presente histórico; a partir das obras de uma artista imigrante do pós-guerra, o projeto expõe a “equivalências que ressoam no nosso cotidiano ao carregar o passado e o futuro de modo incerto”.
Com apenas 300 exemplares, que serão vendidos exclusivamente na Galeria Marcelo Guarnieri e com a própria artista (R$ 200,00), o projeto integra a trilogia de livros de artistas sobre mulheres estrangeiras, que compuseram o cenário modernista a partir da década de 50 no Brasil. O primeiro volume “No jardim de Lina”, dedicado a arquiteta modernista de origem italiana Lina Bo Bardi, foi lançado em setembro de 2018, com uma exposição na Casa de Vidro, no bairro do Morumbi, em SP. Para o ano de 2020, concluindo a trilogia, Claudia Jaguaribe prepara a edição consagrada à escritora ucraniana, naturalizada brasileira, Clarice Lispector; após o lançamento do último livro, os três volumes serão vendidos numa caixa com edição limitada.   
                                                                                                                      
Sobre LIUBA (1923 - 2005)
LIUBA desenvolveu em seu trabalho uma pesquisa atenciosa sobre o repertório formal dos mundos animal e vegetal e de culturas ancestrais, especialmente as sul-americanas. De 1944 a 1949 estudou com a escultora francesa Germaine Richier, primeiro na Suíça e depois em Paris, onde passou a viver e trabalhar. Em 1949 estabeleceu seu ateliê em São Paulo, mas foi só a partir de 1958 que decidiu viver entre São Paulo e Paris. Participou ativamente do circuito de arte brasileiro, sendo premiada na VII Bienal de São Paulo, em 1963 e integrando também as VIII, IX e XIII edições. Entre as décadas de 1970 e 1980 fez parte de seis edições do Panorama da Arte Brasileira realizado pelo Museu de Arte Moderna de São Paulo. Suas peças evidenciam uma lógica construtiva por meio da articulação entre cheios e vazios, contornos e ritmos, linhas e forças, explorando formas angulosas e enérgicas. O bestiário que construiu ao longo de sua produção carrega um sentido não somente mágico, como também trágico. O grande interesse que tinha a artista pela aproximação de suas esculturas à arquitetura pôde ser reconhecido em 1965, com sua individual no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Seus "animais" foram dispostos nos jardins do museu, de modo que pudessem dialogar tanto com o prédio, quanto com a área verde, "retornando", enfim àquele que parecia ser o seu habitat natural.
Suas obras integram importantes coleções públicas internacionais como a do Fond National d’Art Contemporain de Paris, do Museu de Saint-Paul de Vence na França, do Kunsthalle de Nuremberg na Alemanha, do Hakone Open Air Museum no Japão e do Musée de La Sculpture en Plein Air de La Ville de Paris; e integram também importantes coleções públicas nacionais como a do Museu de Arte Moderna de São Paulo, Pinacoteca do Estado de São Paulo, Museu de Arte Contemporânea de São Paulo, Coleção da Bienal de São Paulo e do Museu do Artista Brasileiro em Brasília, DF.

Sobre Claudia Jaguaribe (1955)
Formada em história da arte, artes plásticas e fotografia pela Boston University (EUA), participa de exposições nos principais museus e galerias do Brasil e no exterior desde 1990. Claudia Jaguaribe desenvolve uma pesquisa que explora a ideia de perspectiva e ponto de vista não só no assunto escolhido ou na maneira de fazer – em Entrevistas, por exemplo, série de fotografias produzidas a partir de conversas e visitas a casas de moradores de diversos bairros e classes sociais da cidade de São Paulo, onde são retratados junto às vistas de suas janelas –, mas também na maneira de exibir – em No Jardim de Lina, sua mais recente exposição na Casa de Vidro, em que dispõe as fotografias que fez do jardim, impressas em superfícies translúcidas, à frente dos grandes vidros que separam o interior da casa ao seu exterior, compondo uma cena de imagens sobrepostas.
Seus trabalhos estão em diversos museus e coleções brasileiras e internacionais tais como Museu de Arte Moderna, São Paulo; Inhotim, Brumadinho; Itaú Cultural, São Paulo; Instituto Moreira Salles, Rio de Janeiro; Victoria and Albert Museum, Londres; Maison Européene de la Photographie, Paris; Instituto Ítalo Latino Americano, Roma entre outros. Tem treze livros publicados e reconhecidos pela singularidade da integração fotográfica e projeto gráfico. Em parceria com Iatã Cannabrava e Claudi Carreras fundou, em 2013, a editora de fotolivros Editora Madalena, especializada em fotolivros.
SERVIÇO
Galeria Marcelo Guarnieri
Lançamento do livro de artista “Encontro com LIUBA” de Claudia Jaguaribe.
Data: 23 de maio de 2019, quinta-feira.
Horário: das 19h às 22h.
Valor do livro: R$ 200,00 (apenas 300 exemplares).
Venda na Galeria Marcelo Guarnieri e com a artista visual Claudia Jaguaribe.
Entrada gratuita
Alameda Lorena, 1835 – Jardins
São Paulo – SP – Brasil / 01424 002
tel +55 (11) 3063 5410 / 3083 4873 | contato@galeriamarceloguarnieri.com.br
seg – sex: 10h às 19h / sábado 10h às 17h
Mais informações, acessar a página www.galeriamarceloguarnieri.com.br
Assessoria de Comunicação
Hussein Rimi 

sexta-feira, 17 de maio de 2019

curioso sobre convocatória? Museu Florestal


Convocatória para exposição Museu Florestal, uma Inspiração
Nesse sábado teremos uma visita ao museu. Venha se inspirar!
Regulamento no site: www.clubedegravadores.com.br
#museuflorestal #clubedegravadores #gravura #exposicao #convocatoria #xilogravura #gravuraemmetal #linoleogravura #litogravura #serigrafia #fotogravura #monotipia #gumprint

segunda-feira, 13 de maio de 2019

Convocatória Portfólio em Foco . Paraty em Foco 2019

Promovido pela Galeria Zoom, o edital tem como objetivo dar visibilidade a novos trabalhos fotográficos e tendências, selecionando e convidando os ganhadores para participar do festival Paraty em Foco com uma exposição no espaço da Praça da Matriz e na série de Encontros e Entrevistas, na Casa da Cultura, principal atividade do festival.
A Convocatória Portfólio em Foco é um dos principais eixos do Paraty em Foco, festival cuja essência está em propiciar encontros em torno da fotografia no cenário luxuriante e intimista de Paraty. A proposta da Convocatória é dar visibilidade a novos trabalhos e tendências, convidando os ganhadores para participar do festival com uma exposição de grandes proporções no espaço da Praça da Matriz e na série de Encontros e Entrevistas, na Casa da Cultura, principal atividade do festival.
A exposição a ser realizada no Paraty em Foco reunirá os dez finalistas nas categorias Ensaio e Foto Única. Os três primeiros colocados em cada uma das categorias serão convidados ao festival com todas as despesas de estadia e alimentação em Paraty cobertas, além de apresentação do trabalho ao público na série de Encontros e Entrevistas. Os ganhadores também terão direito a uma vaga em Workshop à escolha. Os escolhidos como Menção Honrosa também serão expostos.
CRONOGRAMA
– Inscrições: até 31 de julho/2019, via online
– Taxa de inscrição: R$ 100, com desconto de 10% para as inscrições feitas até 31 de maio
– Premiação: exposição coletiva.
– Regulamento + Inscrição: http://bit.ly/2vC76E1

2ª Residência Artística Soy Loco Por Ti Juquery


A Residência Artística Soy Loco Por Ti Juquery nasceu junto com o festival reforçando o desejo de ocupar o Juquery com arte. Trata-se de um convite a artistas de qualquer modalidade que tenham interesse em explorar o diálogo e a ressignificação do espaço e do tempo que marcam a história do Juquery, assumindo essa condição como um ponto de partida para um processo de descobertas poéticas.
Os projetos podem ativar livremente diferentes camadas de visualidade, sejam elas narrativas pessoais, impessoais, ficcionais, políticas, poéticas, formas silenciosas, gestos, geografias, sonhos, vozes, marcas, sobre as relações entre centro e periferia ou extratos do imaginário relacionados à loucura, às noções de vida e à humanidade, problematizando e poetizando os próprios limites do que se entende por arte.
De forma geral, a residência é aberta a propostas criativas, que de alguma forma dialoguem com o Juquery.
A inscrição só poderá ser realizada por artista individual, não serão aceitos grupos ou coletivos, sendo permitido uma inscrição por proponente.
Os artistas devem ter mais de dezoito anos.
Serão selecionados oito artistas, que ficarão no Juquery por doze dias, entre 17 e 28 de julho de 2019.
Os artistas serão acompanhados e coordenados por um profissional da área escolhido pela equipe do festival Soy Loco Por Ti Juquery.a
CRONOGRAMA
– Inscrições: até 22 de maio/2019, via online
– Taxa de inscrição: não
– Premiação: R$ 1.000 + hospedagem e alimentação. 
– Regulamento + Inscrição:
http://bit.ly/2H3J6gM
fonte: Editais e Afins 

exposição “Como falar com as árvores” - RJ


Foto: Instalação Irreversíveis, de Renata Padovan

Rio recebe a exposição “Como falar com as árvores”, coletânea de trabalhos realizados em residência artística na Floresta Amazônica

A partir de 9 de maio, até 28 de junho, a galeria Z42 Arte, localizada no Cosme Velho, Rio de Janeiro, recebe a exposição “Como falar com as árvores”, resultado do projeto de residência artística realizado pelo LABVERDE no coração da Floresta Amazônica com artistas de todo o mundo interessados em explorar a relação entre arte, natureza e ciência. O projeto, que completa cinco anos em 2019, já recebeu mais de cem artistas de 30 países, e chega ao Rio de Janeiro pela primeira vez, depois de passar por Londres, Oslo, Nova York e São Paulo, em iniciativas individuais. 
No Rio, serão exibidas as obras de 20 artistas - Bia Monteiro, Bianca Lee Vasquez, Claudia Tavares, Fabian Albertini, Guto Nóbrega, Laura Gorski, Lisa Schonberg, Liana Nigri, Lorenzo Moya, Luisa Puterman, Luzia Simons, Nathalia Favaro, Patricia Gouvêa, Renata Cruz, Pedro Vaz, Renata Padovan, Rodrigo Braga, Sergio Helle, Simone Fontana Reis e Turenko Beça - entre pintura, fotografia, música, instalação, escultura, performance e arte multimídia. “A proposta da residência consiste na compreensão da coexistência como uma prática importante do processo poético. A natureza é vista como sujeito da paisagem e da construção do mundo, que influencia o nosso modo de vida”, explicou a curadora do LabVerde, Lilian Fraiji.
De acordo com Lilian, trazer a exposição para o Rio tem um significado que vai além de uma mostra convencional. “Desejamos que, por meio da arte, as pessoas compreendam como qualquer mudança no ecossistema da Amazônia influencia diretamente no comportamento climático de todo o Hemisfério Sul”, explicou.
Além da exposição, que ocupa o primeiro andar da Z42, galeria dedicada à arte contemporânea próxima à Estrada de Ferro do Corcovado, no Cosme Velho, o LABVERDE reúne artistas do mundo inteiro no Espaço Vazio, casa de residência também localizada no Cosme Velho, com a promoção de roda de conversas, shows e performances.
Na sexta-feira, às 14h, será realizada um debate entre os expositores, visando à troca de processos artísticos, com participação do público. No sábado, haverá uma sessão especial do projeto Sonora, que promove uma imersão pelos sons da Floresta. 
Abertura
A abertura, no dia 9, às 19 horas, terá show da americana Lisa Schonberg e seu grupo de percussão Secret Drum Band. Musicista, formada em ecologia e entomologia, concentrou suas pesquisas nas formigas da Amazônia, e descobriu que elas também se comunicam por meio do som, que utilizou como base para suas composições. Lisa, que toca bateria desde criança, viaja por todo mundo fazendo a documentação criativa de paisagens sonoras, insetos e habitats.
O projeto
Criado pela Manifesta Arte e Cultura em cooperação com o Instituto Nacional de Pesquisa da Amazônia (INPA), o LABVERDE promove uma vivência intensiva na floresta mediada por uma equipe de especialistas nas áreas de arte, filosofia, biologia, ecologia e ciências naturais. O objetivo principal do programa é a criação de conteúdos culturais sobre o meio ambiente, gerados pelo conhecimento teórico e pela experiência prática na Floresta Amazônica.
Duas vezes por ano, são promovidas imersões de 10 dias que atraem artistas de todo o mudo em parceria com o Instituto Nacional de Pesquisa da Amazônia (INPA). 
Serviço
Como falar com as árvores
Quando: De 9 de maio a 28 de junho
Horário da abertura: 19 horas
Horário de visitação: segunda a sexta, de 13h às 18h - sábados, dependendo da programação da exposição
Local: Z42 Arte e Espaço Vazio
Endereço: Endereço: Rua Filinto de Almeida, 42 – Cosme Velho
Entrada gratuita
Programação 
 
UAU Show, dia 9 de maio às 20h30
 
Troca de processos Artísticos, 10 de maio, às 14 horas
 
Projeto Sonora, dia 11 de maio, às 16 horas
 


PRÊMIO EDP NAS ARTES


Visa contribuir para a formação de jovens artistas, de até 29 anos, e para o fortalecimento da produção artística contemporânea no Brasil. Os artistas selecionados, além de receberem acompanhamento crítico por meio de visitas do júri em seus ateliês, ganham exposição coletiva no Instituto Tomie Ohtake e os premiados são contemplados com residências internacionais. O Prêmio também realiza oficinas, simpósios, residências, publicações e outras atividades de formação. Conheça os mais de 80 artistas já selecionados pelo Prêmio desde 2009 e a potência de suas pesquisas e trabalhos aqui.

INSCRIÇÕES PARA A 7ª EDIÇÃO EM 2020
http://premioedpnasartes.institutotomieohtake.org.br/

Patrocínio: EDP e Instituto EDP

exposição ARTE NAÏF – Nenhum museu a menos - RJ

SÁB. 11 MAI . 11:00 – 21:00 . GRATUITO . ABERTO AO PÚBLICO

Abertura exposição ARTE NAÏF – Nenhum museu a menos

O Ministério da Cidadania e a EAV Parque Lage apresentam “Arte Naïf – Nenhum museu a menos”, uma exposição-manifesto que reúne um acervo com cerca de 300 obras do Museu Internacional de Arte Naïf do Brasil, em diálogo com mais 30 artistas de fora da coleção, marcando uma posição da Escola de Artes Visuais do Parque Lage em favor das instituições culturais brasileiras e sua liberdade de expressão.

Os artistas autodidatas trabalham geralmente a matriz popular da cultura brasileira com investidas plurais. Em 2019, faz sentido atualizar essa noção, aliando-se às pautas feministas, antirracistas e às narrativas decoloniais, que revisam as histórias ligadas à formação do país e denunciam o racismo estrutural, causa fundante da desigualdade social que assola o país. Resta o compromisso com o arrojo daqueles artistas que se formaram por uma prática livre. Tais medidas singularizam esta mostra inspirada na EAV Parque Lage, criada em 1975 para ser uma escola de vanguarda, atenta às questões brasileiras e antropológicas, sensíveis às demandas da sua comunidade e de seu tempo.

ABERTURA 
sáb. 11 maio 2019
11:00 - 19:00

PROGRAMAÇÃO MUSICAL
16:00 Studio 69
18:00 DJ MAM
19:00 Duo Aline Paes e Pedro Franco
20:00 DJ MAM

O evento de abertura irá ocorrer nas Cavalariças, Palacete e Jardins da EAV Parque Lage.

ARTE NAÏF - Nenhum museu a menos
11 maio - 7 julho 2019
Curadoria: Ulisses Carrilho
Cavalariças, entrada e subsolo do Palacete da EAV Parque Lage
Segunda a domingo e feriados . 11:00 - 17:00
Quinta (horário estendido) . 11:00 - 20:00

exposição DIREITO DO AVESSO | AVESSO DO DIREITO - Angeli e Laerte - SP

                                 
EXPOSIÇÃO DE MAIO NA PAULISTA, MAIOR EXPOSIÇÃO AO AR LIVRE DA AMÉRICA LATINA, CHEGA À SUA QUINTA EDIÇÃO TRATANDO DE DIREITOS
Grandiosa como a cidade de São Paulo, exposição de charges de Angeli e Laerte na Avenida Paulista é uma realização da UGT e traz reflexões sobre o dia e o mês dos trabalhadores

Um presente da UGT – União Geral dos Trabalhadores para São Paulo e seus cidadãos, através de seu presidente Ricardo Patah e o Secretário de Organização e Políticas Sindicais, Francisco Pereira de Sousa Filho, o Chiquinho, a Exposição de Maio na Paulista, que celebra o 1º de Maio, chega em 2019 à sua quinta edição com trabalhos de dois dos maiores ilustradores brasileiros, Angeli e Laerte:  DIREITO DO AVESSO | AVESSO DO DIREITO.
As charges saltam das páginas de publicações impressas e online para invadir a principal avenida brasileira, o maior centro empresarial do país, palco de importantes manifestações, com trabalhos que abordam os direitos humanos através de temas como eleições, saúde pública, igualdade de raças e gêneros, educação, desigualdade social, a questão do uso de agrotóxicos, assuntos cada vez mais presentes na pauta do País e ausentes no dia-a-dia da população.

DIREITO DO AVESSO | AVESSO DO DIREITO traz um crítico retrato da situação brasileira atual na maior exposição ao ar livre da América Latina, e entre as maiores do planeta, que ocupa, de 13 a 31 de maio, um quilômetro da ciclovia da principal via da cidade, a Paulista, e deve ser vista por 5 milhões de pessoas diferentes. Desde a esquina da Rua Augusta, estendendo-se imponente até a Alameda Campinas, a mostra traz 30 charges de Angeli e Laerte, parceiros desde os anos 1980, quando Angeli lançou a revista "Chiclete com Banana", uma das mais importantes publicações de quadrinhos adultos do Brasil. A ilustração volta em 2019 após três edições apresentando fotografias, como em 2018, quando os curadores Monica Maia e Fernando Costa Netto, da DOC Galeria, inovaram ocupando a Paulista com obras de Carla Caffé e Guto Lacaz.
“Laerte e Angeli nos alegram com suas charges modernas e inovadoras. Ao mesmo tempo, nos fazem refletir sobre a sociedade em que vivemos, com seus problemas, como o desemprego, a desigualdade e as novas tecnologias”, diz o presidente da UGT, Ricardo Patah. “Laerte e Angeli nos fazem rir das nossas desgraças, dos problemas que nos atormentam, cada um com seu humor inquieto e criativo”, completa Chiquinho.
A primeira grande Exposição de Maio na Paulista, série criada pela Maná Produções, Comunicações e Eventos, aconteceu em 2015 e teve como tema os “30 Anos de Redemocratização do Brasil”; a segunda, em 2016, celebrou os “100 Anos do Samba”; a terceira, realizada em parceria com o PNUD - Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento e a OIT – Organização Internacional do Trabalho, representou os “17 Objetivos para Transformar o Mundo”;  quarta, em 2018, teve como tema “A Quarta Revolução Industrial” com ilustrações de Carla Caffé e Guto Lacaz. Estas edições foram visitadas por 20 milhões de pessoas entre 2015 e 2018 e aguarda-se um público de cerca de 5 milhões de visitantes únicos para 2018.
A edição de 2019 traz uma boa novidade: a itinerância. Pela primeira vez a exposição amplia seu alcance e ultrapassa os limites da Av. Paulista, chegando a bairros da cidade em mostras na Casa de Cultura do Butantã, na Casa de Cultura da Vila Guilherme, o Casarão, no Centro de Convívio de Cultura da Vila Mariana e na Galeria Prestes Maia, em datas a serem confirmadas.
 “A cultura quando atacada reage. E quando espalhada cresce. A Exposição de Maio na Paulista é uma resposta cosmopolita da Cidade de São Paulo”, afirma André Guimarães, realizador do evento. “Busco um humor ácido, que nos traga desconforto. Uma crítica dura como um soco no estômago. Seco e certeiro. E que nos leve a refletir sobre os rumos e o comportamento da sociedade em que vivemos”, diz Angeli. Laerte completa: “Sinto que, com o nosso trabalho, a gente conecta coisas muito modernas a coisas muito antigas; e que isso é algo que precisa ser feito.”
Direitos humanos de uma forma ampla são o tema central desta discussão que a União Geral dos Trabalhadores traz para a Avenida Paulista em Maio de 2018. Não é um evento que propriamente comemora o Dia do Trabalho, mas que coloca na pauta do 1º de Maio este assunto da maior importância e urgência para a sociedade.

Sobre Angeli
Arnaldo Angeli Filho nasceu em 31 de agosto de 1956, na cidade de São Paulo, e aos 14 anos publicou seu primeiro desenho na extinta revista Senhor. Em 1973, foi convidado a desenhar para o jornal Folha de S. Paulo, no qual criou a tira diária “Chiclete com Banana”, publicada na seção de quadrinhos, lançando personagens como Rê Bordosa, Bob Cuspe, Wood & Stock e os Skrotinhos, entre outros. Em 1985, “Chiclete com Banana" transformou-se em uma revista de quadrinhos independente de mesmo nome, com inquestionável influência no mercado editorial.
Angeli é autor de vários livros e participou de diversos festivais de comics na Europa. Teve seus trabalhos publicados pelas revistas Linus, de Milão; El Vibora, de Barcelona; Humor, de Buenos Aires, e no jornal Diário de Notícias, de Lisboa.
Por mais de 40 anos, trabalhou com exclusividade como chargista político para a Folha de S. Paulo e para o Universo OnLine (UOL). Desenvolveu alguns quadrinhos animados para a internet e para o Cartoon Network. Foi um dos 100 artistas mundiais homenageados pelo Google para ter alguns de seus trabalhos expostos nas interfaces do Google para a Internet. É um dos idealizadores e editores do projeto Baiacu.

Sobre Laerte
Laerte é autora de quadrinhos, cartuns e charges. Nasceu em São Paulo, em 1951 - fez alguns cursos livres de pintura, desenho e teatro; entrou na USP, em Comunicações, pra fazer Música e depois Jornalismo - não se graduou.
Foi uma das criadoras da revista Balão (quadrinhos) e da empresa Oboré (assessoria de comunicação para sindicatos). Publicou seu trabalho n’O Pasquim, n’O Bicho, no Estado de São Paulo, na Folha de São Paulo, em várias revistas. Foi autora da revista Piratas do Tietê - também o nome da tira diária que produz.
Participou da redação de programas de tevê da Rede Globo: “TV Pirata”, “TV Colosso”, “Sai de Baixo”.
Apresentou o programa “Transando com Laerte”, no Canal Brasil. No cinema, participou do curta “Vestido de Laerte”, de Claudia Priscila e Pedro Marques; e do longa “Laerte-se”, de Lygia Barbosa e Eliane Brum.

Ficha Técnica
Realização: UGT – União Geral dos Trabalhadores
Presidente: Ricardo Patah
Secretário de Organização e Políticas Sindicais: Francisco Pereira de Sousa
Criação, planejamento e produção: André Guimarães - Maná Produções, Comunicação e Eventos
Curadoria: Mônica Maia e Fernando Costa Netto - DOC Galeria

Serviço:
Exposição de Maio na Paulista - DIREITO DO AVESSO | AVESSO DO DIREITO
Charges de Angeli e Laerte
Ciclovia da Av. Paulista, entre Rua Augusta e Al. Campinas
De 13 a 31 de maio

Exposição com 160 artistas estimula reflexão sobre o Nordeste e o "estar a nordeste"


 
        
                                       Tessi Sodokpa - Cotonou, de Marcio Vasconcelos
 
Exposição com 160 artistas estimula reflexão
sobre o Nordeste e o "estar a nordeste"
Com mais de 250 obras, grande exposição do Sesc 24 de Maio propõe
um mergulho em torno do imaginário que se tem da região Nordeste.
 
“A Nordeste de que?”, a provocação do artista cearense Yuri Firmeza foi o que motivou a exposição À Nordeste, que o Sesc 24 de Maio, em São Paulo, recebe entre 15 de maio e 25 de agosto. Com curadoria de Bitu CassundéClarissa Diniz e Marcelo Campos, À Nordeste reúne um conjunto de 275 trabalhos, de diversas linguagens e suportes, do barro aos memes, criações singulares de 160 artistas, quase todos nordestinos, mas não exclusivamente. Artistas de contextos e linguagens diversas, mas com um ponto em comum: uma produção pulsante, que problematiza os imaginários que se tem acerca do Nordeste. A crase em À Nordeste surge como elemento desafiador do estereótipo regionalista, pois evita o artigo definido — e, com ele, uma identidade unívoca — de “o Nordeste”.
 
“Com esse conjunto riquíssimo, diverso e heterogêneo de obras e artistas, não temos qualquer pretensão em apresentar ao público o que é o Nordeste hoje, mas, sim, o que é estar à Nordeste. Sob essa perspectiva, lançamos luz sobre jogos políticos e estéticos, marcados por contraposições em relações às hegemonias, centralidades e, inclusive, outras periferias”, afirma Clarissa Diniz. Os curadores revisitaram as nove capitais nordestinas e várias cidades do interior. “Iniciamos essas viagens e visitas a campo no segundo semestre do último ano, em pleno processo eleitoral. Neste período, o Nordeste vivenciou um momento um tanto quanto singular, revigorante, de contraposição a uma ideia de Brasil que acabou prevalecendo naquele contexto”, pontua Diniz. “Pudemos ver um Brasil em transformação, a partir de um Nordeste de muitas lutas, mobilizações e reivindicações em torno de suas questões”, completa Bitu Cassundé.
 
Para se ter uma ideia da diversidade de artistas que integram a exposição, nomes como Abraham Palatinik, Almandrade, Antônio Bandeira, Ayrson Heráclito, Bárbara Wagner e Benjamin de Burca, Bispo do Rosário, Cristiano Lenhardt, Gilberto Freyre, Glauber Rocha, Jean-Pierre Chabloz, Jonathas de Andrade, Juliana Notari, Leonilson, Marepe, Mestre Vitalino, Romero Britto, o coletivo Saquinho de Lixo, Pêdra Costa, Tadeu dos Bonecos, Véio, Zahy Guajajara e muitos outros. “Temos justapostos artistas renomados e criadores culturais que sequer estão inseridos no circuito que hoje entende-se como o circuito da arte contemporânea. Nãohierarquizamos aqui as diversas formas de produção de cultura, como outrora se fez entre ‘cultura erudita’ e ‘cultura de massa. Esse conjunto cumpre um desejo que é dizer o que é a região hoje e quais são as questões ali em voga”, afirma Marcelo Campos.
 
Para facilitar a navegação do público em meio à exposição, que pelo volume de artistas e obras assemelha-se a uma Bienal, os trabalhos foram divididos em oito núcleos distintos, que se ramificam e contaminam uns aos outros: Futuro, Insurgência, (De)colonialidade, Trabalho, Natureza, Cidade, Desejo e Linguagem. Neles, obras já existentes se articulam a 12 criações inéditas, especialmente comissionadas pelo Sesc 24 de Maio para esta exposição, dos seguintes artistas: Daniel Santiago (PE), Arhur Doomer (PI), Gê Vianna e Márcia Ribeiro (MA), Ton Bezerra (MA), Isabela Stampanoni (PE), Pêdra Costa (RN), Jota Mombaça (RN), Ayrson Heráclito e Iure Passos (BA), SaraElton Panamby e Nayra Albuquerque (MA), Marie Carangi (PE) e Alcione Alves (PE).
 
Sob estas oito chaves de leitura diversas, a exposição À Nordeste propõe um mergulho em questões e perspectivas não-hegemônicasem torno do imaginário que se tem dessa região. O Nordeste emerge então não como um lugar, mas como uma posição, uma situação em meio a um pensamento pautado por centralidades impositivas, colonialistas, extrativistas, que posicionam o centro-sul do País como caixa de ressonância e instância normativa para comportamentos estético-formais.
 
Algumas obras serão expostas em salas especiais, com visitação apenas para maiores de 18 anos. A exposição contará, também, com uma série de recursos acessíveis, como videolibras, audiodescrição, maquetes e reproduções táteis de alguns trabalhos.
 
Exposição À Nordeste
Curadoria: Bitu CassundéClarissa Diniz e Marcelo Campos
Abertura: 15 de maio de 2019, às 20h
Período expositivo: de 16 de maio a 25 de agosto
Local: Sesc 24 de Maio
Endereço: Rua 24 de Maio, 109, República, São Paulo
Horário de funcionamento:  de terça a sábado, das 9h às 21h, domingos e feriados, das 9h às 18h
Classificação indicativa: + 14 (algumas salas são +18)
Agendamento de grupos: agendamento@24demaio.sescsp.org.br