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(Maria Regina Pinto Pereira)

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sexta-feira, 31 de julho de 2026

Inscrições abertas para os cursos de agosto do MAM São Paulo

 

quarta-feira, 13 de maio de 2026

exposição Reverberações do Gesto - Moffat Takadiwa - SP

 

Moffat Takadiwa, detalhe da obra Selfie, 2026. Foto: Estúdio em Obra

Moffat Takadiwa estreia sua primeira exposição individual no Brasil na galeria Almeida & Dale

Após a 36ª Bienal de São Paulo, o artista retorna à cidade com um conjunto de obras inéditas que aprofundam sua investigação sobre consumo, história e meio ambiente a partir de materiais descartados

São Paulo, SP — A Almeida & Dale tem o prazer de apresentar Reverberações do Gesto, a primeira individual de Moffat Takadiwa (1983, Hurungwe, Zimbábue) no Brasil. Com abertura no dia 16 de Maio, a exposição reúne um conjunto de obras inéditas que abordam a cultura de consumo, suas origens coloniais e suas consequências ambientais. Tratam-se de trabalhos em grandes dimensões que se assemelham a mosaicos ou tapeçarias e que evidenciam sua materialidade oriunda dos rejeitos plásticos e eletrônicos.


Conhecido do público brasileiro desde sua participação na 36ª Bienal de São Paulo (2025), onde apresentou a instalação imersiva Portals to Submerged Worlds, Takadiwa também representou o Zimbábue na 60ª Bienal de Veneza (2024). Seus trabalhos são constituídos por meio da seleção, organização e composição de resíduos plásticos de objetos cotidianos — como teclas de computador, tampas e pincéis de esmalte, escovas de dentes, pentes e outros refugos cotidianos das sociedades ocidentais —, materiais que evidenciam os padrões de consumo e descarte em um mundo conectado pelo capitalismo global.

Moffat Takadiwa, detalhe da obra Survival Mode, 2026. Foto: Estúdio em Obra

Takadiwa produz sua obra colaborativamente, com uma rede que se formou em torno do Mbare Art Space, ateliê fundado pelo artista em 2019 que promove a criação de uma rede de artistas, a qualificação do trabalho e a renovação urbana de Mbare, uma das regiões mais antigas e densamente povoadas na cidade de Harare, a capital zimbabueana. O ateliê ocupa um antigo beer hall, tipo de cervejaria que era estabelecida e controlada pelas autoridades coloniais britânicas como parte de uma estratégia de segregação, regulação do lazer e restrição da organização política. O legado colonial do espaço, portanto, é ressignificado. Em torno do Mbare Art Space, o trabalho em aterros, comum às comunidades locais torna-se uma etapa fundamental na produção de Moffat Takadiwa e de outros artistas da região passa a ser qualificado simbólica e monetariamente. 


Nas obras em exposição, o olhar crítico para a realidade histórica soma-se ao convite para a imaginação e construção de uma realidade pautada pela coletividade, cooperação e interdependência.

Moffat Takadiwa, Silver Line, 2026. Foto: Estúdio em Obra 

Sobre Moffat Takadiwa

1983, Hurungwe, Zimbábue

Vive e trabalha em Harare, Zimbábue


Em sua prática, Moffat Takadiwa aborda a cultura de consumo contemporânea e o pós-colonialismo por meio da apropriação de objetos cotidianos descartados. O artista recupera itens como teclados de computador, tubos de pasta de dente, tampas de garrafa e outros resíduos plásticos de centros de reciclagem e aterros para transformá-los em esculturas e peças de parede. Combinando objetos industriais com técnicas manuais de costura, suas obras resultam em ricas composições de cores, formas e texturas cuidadosamente elaboradas que evocam a tapeçaria.


O trabalho de Takadiwa aponta para um mundo interconectado pelo consumo, em que o capitalismo global impõe uma certa homogeneidade aos modos de vida — perceptível na onipresença de certas marcas e formas padronizadas —, enquanto contesta o colonialismo, suas persistências contemporâneas e suas consequências climáticas. De alcance global, sua obra realiza um movimento de recuperação e valorização das tradições do Zimbábue. Fundador do Mbare Art Space, Takadiwa fortalece comunidades locais por meio de práticas coletivas de trabalho, propondo novas organizações formais e de linguagem.


Takadiwa teve exposições individuais em instituições ao redor do mundo, como Recoded Memories, Washington & Lee University, Lexington, EUA (2025); Tales of the Big River, Centre d’art contemporain, Gennevilliers, França (2024); Vestiges of Colonialism, National Gallery of Zimbabwe, Harare, Zimbábue (2023); e Witch Craft: Rethinking Power, Craft Contemporary, Los Angeles, EUA (2021). Sua obra também foi incluída em exposições coletivas de destaque, entre elas a 36a Bienal de São Paulo, Nem todo viandante anda estradas – Da humanidade como prática (2025); Tukku Magi: Rhythm’s, Latvian Museum of Art, Riga, Letônia (2025); Avantgarde & Liberation, Mumok, Viena, Áustria (2024); Pavilhão da República do Zimbábue na 60ª Bienal de Veneza, Stranieri Ovunque, Itália (2024); Color is the First Revelation of the World, Orange County Museum of Art, Costa Mesa, EUA (2024); signifying the impossible song, Southern Guild, Los Angeles, EUA (2024); Africa Supernova, Kunsthal KAdE, Amersfoort, Holanda (2023); Nous sommes tous des lichens, Musée d’art contemporain de la Haute-Vienne – château de Rochechouart, França (2022); This is Not Africa: Unlearn What You Have Learned, ARoS Museum, Arhus, Dinamarca (2021); Thread., Long Beach Museum of Art, Long Beach, EUA (2019); Stormy Weather, Museum Arnhem, Holanda (2019); Second Hand: Selected Works from the Jameel Art Collection, Jameel Arts Centre, Dubai, Emirados Árabes Unidos (2019); Material Insanity, Museum of African Contemporary Art Al Maaden, Marrakech, Marrocos (2019); e Chinafrika. under construction, GfZK Leipzig, Alemanha (2017).


Suas obras integram coleções como Arsenal Contemporary Art, Canadá; Art Jameel Centre, Emirados Árabes Unidos; CC Foundation, China; CNAP, França; Fondation Villa Datris, França; Fondazione Golinelli, Itália; Fonds d’art contemporain, França; Institute Museum of Ghana, Gana; Institute of Contemporary Art, EUA; King Abdulaziz Center for World Culture, Arábia Saudita; Mumok, Áustria; MACAAL, Marrocos; Roc Nation Collection, EUA.


Sobre Almeida & Dale


Fundada em São Paulo, em 1998, a Almeida & Dale promove o legado de artistas emblemáticos e emergentes, ao impulsionar a produção contemporânea nos cenários nacional e internacional. Com três endereços em São Paulo, a galeria realiza um programa expositivo e editorial de excelência, estabelece parcerias com instituições e coleções de renome e está presente nas principais feiras de arte mundiais, o que a posiciona como uma das mais influentes galerias brasileiras.   


Representando mais de 50 artistas e espólios, reúne nomes fundamentais dos modernismos brasileiros, figuras-chave para a formação da arte contemporânea e a sua projeção internacional, além de artistas em plena atuação que continuam a redefinir o horizonte artístico. Em 2025, ao finalizar sua fusão com a prestigiada galeria Millan, estabelecida em 1986, também em São Paulo, a Almeida & Dale abraça um histórico de comprometimento profundo com o experimentalismo artístico, de colaboração estreita com artistas para os posicionar nas principais exposições e instituições do mundo e de impulsionamento internacional de carreiras.   


De maneira ativa, a galeria assume o desafio de difundir múltiplas perspectivas e novas aproximações, centrada em ser uma plataforma para os artistas em projetos potentes. Ao unir expertise artística e um olhar estratégico para as dinâmicas globais do setor, a galeria fomenta a expansão e a capilarização da arte latino-americana por meio de uma atuação que segue amplificando e impulsionando o mercado globalmente. A Almeida & Dale é liderada pelos sócios-executivos Antonio Almeida, Carlos Dale, Hena Lee e João Marcelo de Andrade Lima.


Serviço


Moffat Takadiwa: Reverberações do Gesto

16 de maio a 20 de junho de 2026

Rua Fradique Coutinho, 1360

Segunda a sexta-feira: 10h às 19h

Sábado: 11h às 16h 


Entrada gratuita


R. Fradique Coutinho 1430, 1360

R. Caconde 152 · SP, Brasil

@almeidaedale

www.almeidaedale.com.br




-mostra Atlântico Sertão - Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo (CCBB SP)


 

S/ Título, da série Travessia de retorno, 2022. Márvila Araújo. Foto divulgação



ATLÂNTICO SERTÃO

Com participação de mais de 70 artistas, mostra no CCBB São Paulo propõe releitura do sertão como espaço ampliado de resistência em defesa dos direitos humanos por meio da arte contemporânea

São Paulo, maio de 2026 - O Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo (CCBB SP) apresenta a exposição Atlântico Sertão. São mais de 70 artistas, de diferentes regiões, para apresentar o sertão como um território ampliado de resistência. O projeto ocupa todos os andares do edifício com pinturas, esculturas, fotografias e instalações que, sob uma perspectiva decolonial, transforma a arte em memória e afirmação. A mostra articula os conceitos simbólicos de “Atlântico” e “Sertão” em uma narrativa crítica sobre espaços historicamente marcados por violência e exclusão, reconfigurando-os como um campo de criação e defesa de direitos humanos.

“O sertão é um território simbólico no qual diferentes experiências históricas se cruzam e onde a arte pode revelar diferentes narrativas sobre o país”, explica Ariana Nuala, que assina a curadoria ao lado de Marcelo Campos, Amanda Rezende, Jean Carlos Azuos, Rita Vênus e Thayná Trindade. “Sertão é uma palavra construída, inventada para lugares distantes", destaca Marcelo Campos. “Na exposição, atualizado pelos artistas, apresentamos o sertão da tecnologia, do couro, aquele que reflete sobre ecologia e preservação ambiental”, completa o curador.

Atlântico Sertão se baseia nas pesquisas acadêmicas de Marina Maciel, responsável pela direção geral e concepção do projeto. “Adotamos o sentido metafórico de Guimarães Rosa: ‘O sertão está em toda parte’. Esse espaço irrestrito é ressignificado como lugar de resistência e (re)existência de grupos historicamente minorizados que, pelas veredas artísticas, rompem as cadeias da opressão colonial em defesa dos direitos humanos”, pontua Marina Maciel.

O projeto expográfico é assinado por Gisele de Paula, primeira mulher negra a assinar a expografia da 36ª Bienal de São Paulo. Sua proposta cria um percurso imersivo pelos pavimentos do CCBB, utilizando cores intensas inspiradas na paisagem cromática da região: “Refletimos sobre um sertão vivo. A intenção é transformar o espaço expositivo em uma experiência sensorial que conecta as diversas narrativas presentes nas obras”, comenta a arquiteta.

O impacto durante a visita ocorre tanto pela presença das obras de arte quanto pela transição simbólica das cores das paisagens sertanejas. O percurso inicia-se com o verde profundo das vegetações que resistem e brotam nas veredas sertanejas, representando a força da vida que teima em florescer. Em seguida, o olhar é conduzido pela imensidão do azul absoluto do céu, que reflete a liberdade e a espiritualidade contida nos horizontes abertos. A jornada culmina no calor do laranja, vermelho e amarelo vibrantes do pôr do sol, tonalidades que banham o sertão ao fim do dia e simbolizam o fogo das lutas e a esperança que se renova em cada entardecer.

 

Os seis núcleos curatoriais

Estruturada em seis eixos, a mostra reúne diferentes perspectivas curatoriais que, juntas, constroem uma leitura múltipla e contemporânea do sertão como território vivo, colorido, atravessado por dimensões históricas, espirituais, políticas e ambientais.

No núcleo Sertão Atlântico, com curadoria de Marcelo Campos, a mostra parte da relação entre terra e mar para abordar heranças indígenas, africanas e populares. Em Cosmologias em Movimento, da curadora Rita Vênus, os destaques são as práticas espirituais como formas de organização da vida e leitura do mundo. Em Ecologias Ancestrais e Futuros da Terra, de Thayná Trindade, está o sertão como um campo de conhecimento ancestral que resiste a lógicas externas e projeta possibilidades de continuidade.

A dimensão coletiva ganha centralidade em Comunidade, Retomada e Sertões Negros, com curadoria de Amanda Rezende, que evidencia modos de vida baseados na partilha, na oralidade e na memória. Em Arquivos Vivos, Grafias e Inscrições da Terra, a curadora Ariana Nuala propõe o sertão como um sistema ativo de registro, onde inscrições ancestrais dialogam com tecnologias contemporâneas e novas formas de arquivo.

Encerrando o percurso, Sertão Atlântico, Travessias e Poeiras que Vêm do Saara, de Jean Carlos Azuos, amplia a perspectiva ao conectar Brasil e África por meio de relações geológicas, históricas e culturais. O núcleo evidencia fluxos de pessoas e saberes que atravessam o Atlântico, reforçando a ideia de que o sertão é também um território de circulação e permanência, onde diferentes tempos e geografias seguem em diálogo.

Os trabalhos apresentados em Atlântico Sertão são majoritariamente originários das regiões Norte e Nordeste, comunidades afrodescendentes e indígenas. Entre os participantes estão os artistas Antonio Obá, Ayrson Heráclito, Aline Motta, Dalton Paula, Denilson Baniwa, Jaime Lauriano, Lidia Lisboa, Maria Macedo, Nádia Taquary, Rafael Bqueer, Rosana Paulino, Tunga, Ziel Karapotó e muitos outros (confira a lista completa no final deste texto).

A mostra apresenta trabalhos inéditos comissionados especialmente para a exposição, com destaque para a instalação da premiada artista multimídia biarritzzz. Projetada para o térreo do CCBB São Paulo, a obra reúne múltiplas telas digitais em uma estrutura triangular que dialoga com o imaginário do sertão, em referência ao triângulo, instrumento icônico dos trios de forró.

Concebida especialmente para o circuito CCBB, Atlântico Sertão permite uma experiência ampliada por meio de uma programação paralela que inclui visitas guiadas, debates com artistas e atividades educativas focadas no direito ao sonho, na reparação histórica e no papel da arte na defesa dos direitos humanos. Para Cláudio Mattos, Gerente Geral do CCBB São Paulo, “a mostra promove reflexões sobre identidade, inclusão e diversidade, por apresentar o sertão como espaço de invenção, resistência e multiplicidade cultural de forma potente e plural, demonstrando que a arte é instrumento de pensamento crítico e construção de novas narrativas sobre o Brasil’. Após a temporada paulista, a exposição segue para o CCBB Salvador, em setembro, e para o CCBB Brasília, no início de 2027.

 

Pedra Latente, 2023. Rodrigo Braga. Foto: divulgação

 

Coletivo Atlântico navega pela arte decolonial para avançar na defesa dos direitos humanos

Atlântico Vermelho, 2017. Rosana Paulino. Foto: divulgação

 

A reflexão sobre a defesa dos direitos humanos pela arte tem origem na pesquisa de Marina Maciel, iniciada no mestrado e aprofundada em seu doutorado na Faculdade de Direito da Universidade de Brasília (UnB), sob o tema “Direitos Humanos Achados na Arte” (MACIEL, 2024).

Essa investigação ultrapassou o campo teórico ao focar em ações concretas de transformação por intervenções artísticas. Em 2023 iniciaram-se as articulações do Coletivo Atlântico, como um movimento social, artístico, jurídico, político e filosófico.

Sob essa construção coletiva, a escolha da nomenclatura “Atlântico” se deu em virtude de o oceano representar morte e sofrimento por empreitadas coloniais. Agora, pela arte decolonial, ele é ressignificado como um mar de vida e resistência.

As intervenções do Coletivo consolidam-se como um projeto contínuo de mobilização. O percurso teve início com a edição “Atlântico Vermelho”, título inspirado na obra da artista Rosana Paulino, que utiliza a cor para denunciar o massacre e a escravização da população negra em um espaço não apenas geográfico, mas histórico. Nessa ocasião, pela primeira vez na história, o prédio principal da ONU em Genebra recebeu uma exposição com 22 artistas afro-brasileiros e uma delegação de 50 pessoas que realizaram palestras, performances e apresentações musicais. Ao final, os integrantes do Projeto Atlântico Vermelho construíram coletivamente uma sugestão de recomendação internacional que foi entregue na ONU.

A repercussão internacional levou à idealização da segunda edição: “Atlântico Floresta”. Inaugurada em novembro de 2024 no Museu de Arte do Rio (MAR), durante a cúpula do G20, a mostra reuniu cerca de 50 expoentes da arte contemporânea para denunciar o genocídio e o servilismo impostos aos povos originários. As ações serviram como plataforma de mobilização em defesa das demarcações de terras e do meio ambiente equilibrado, manifestando oposição às práticas exploratórias do agronegócio.

Como desdobramento prático, o Coletivo articulou também a minuta do Projeto de Lei nº 1.928/2024, que visa regulamentar a profissão de artista visual no Brasil e tramita no Congresso Nacional desde maio de 2024.

A exposição Atlântico Sertão foi selecionada no Edital CCBB 2026-2027 e viabilizada por meio da Lei Rouanet. O projeto conta com o apoio da Organização dos Estados Ibero-americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OEI), do Instituto Guimarães Rosa, Ministério das Relações Exteriores (IGR/MRE) e Museu de Arte do Rio (MAR).

 

CCBB SÃO PAULO

O Centro Cultural Banco do Brasil, em São Paulo, iniciou suas atividades há mais de 20 anos e foi criado para formar novas plateias, democratizar o acesso e contribuir para a promoção, divulgação e incentivo da cultura. A instalação e manutenção de nosso espaço, em pleno centro da capital paulista, reflete também a preocupação com a revitalização da área, que abriga um inestimável patrimônio histórico e arquitetônico, fundamental para a preservação da memória da cidade. Temos como premissa ampliar a conexão dos brasileiros com a cultura, em suas diferentes formas. Essa conexão se estabelece mais genuinamente quando há desejo de conhecer, compreender, pertencer, interagir e compartilhar. Temos consciência de que o apoio à cultura contribui para consolidar sua relevância para a sociedade e seu poder de transformação das pessoas. Acreditamos que a arte dialoga com a sustentabilidade, uma vez que toca o indivíduo e impacta o coletivo, olha para o passado e faz pensar o futuro. Com uma programação regular e acessível a todos os públicos, que contempla as mais diversas manifestações artísticas e um prédio, que por si só já é uma viagem na história e arquitetura, o CCBB SP é uma referência cultural para os paulistanos e turistas da maior cidade do Brasil.

 

SERVIÇO
Exposição: Atlântico Sertão

Local: CCBB São Paulo   

Endereço: Rua Álvares Penteado, 112 - Centro   

Data: Até 3 de agosto de 2026

Horário: das 9h às 20h, exceto às terças

Gratuito

 

Informações CCBB São Paulo

Funcionamento: Aberto todos os dias, das 9h às 20h, exceto às terças

Contato: (11) 4297-0600 | E-mail: ccbbsp@bb.com.br

Estacionamento: O CCBB possui estacionamento conveniado na Rua da Consolação, 228 (R$ 14 pelo período de 6 horas - necessário validar o ticket na bilheteria do CCBB). O traslado é gratuito para o trajeto de ida e volta ao estacionamento e funciona das 12h às 21h.

Van: Ida e volta gratuita, saindo da Rua da Consolação, 228. No trajeto de volta, há também uma parada no metrô República. Das 12h às 21h.

Transporte público: O CCBB fica a 5 minutos da estação São Bento do Metrô. Pesquise linhas de ônibus com embarque e desembarque nas Ruas Líbero Badaró e Boa Vista.

Táxi ou aplicativo: Desembarque na Praça do Patriarca e siga a pé pela Rua da Quitanda até o CCBB (200 m).

Entrada acessível CCBB SP: pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida e outras pessoas que necessitem da rampa de acesso podem utilizar a porta lateral localizada à esquerda da entrada principal.  

 

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Contato Coletivo Atlântico

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