concursos, exposições, curiosidades... sobre arte
escolhidos por MARIA PINTO
(Maria Regina Pinto Pereira)

http://maregina-arte.blogspot.com/

segunda-feira, 27 de maio de 2019

EXPOSIÇÃO “COREIA DO NORTE- FOTOGRAFIAS SOB CONTROLE” - SP

GALERIA DOXX INAUGURA EXPOSIÇÃO EXCLUSIVA “COREIA DO NORTE- FOTOGRAFIAS SOB CONTROLE
No sábado, dia 08 de junho, a DOXX Art Gallery, inaugura a exposição inédita do publicitário Marcelo Reis “Coreia do Norte - Fotografias sob controle”, com curadoria e direção artística de Renato De Cara. A mostra reúne 18 obras, entre imagens, revistas, jornais e objetos, que retratam o cotidiano da Coreia do Norte.
A exposição apresentada com exclusividade pela DOXX leva o visitante a uma viagem pela cultura peculiar norte coreana, sob a ótica inquieta de Marcelo Reis, registrada durante sua visita ao país em 2016. Na mostra são reveladas pelas frestas, gestos e atitudes de uma população controlada por um regime totalitário.
A questão de fotografar sem ser repreendido, notado pela vigilância, capturando momentos do país que nem sempre são divulgados oficialmente, a oportunidade de registrar as surpresas e diferenças são imperdíveis e um privilégio para a posteridade. Saber que essas imagens possam ter sido "não autorizadas" por conta de regimes autoritários torna o álbum mais interessante e exclusivo ainda”, antecipa Renato DeCara que estreia com a exposição a direção artística da Doxx Art Galery.
A exposição “Coreia do Norte – Fotografias Sob Controle” fica em cartaz de 8 a 29 de junho, na Doxx Art Galery em São Paulo.

Serviço:
Abertura da Exposição “Coreia do Norte - Fotografias sob Controle”
Sábado, dia 08 de junho - 15h
Em cartaz até 29 de junho
Entrada Gratuita
Horário e dias de funcionamento – de terça a sábado das 12h às 19h

DOXX Art Gallery 
Endereço: R. Purpurina, 89 - Vila Madalena

fonte: 
Casé Assessoria

exposição ORA BOLAS - Sonia Talarico -SP

finissage

mostra Construções e Geometrias - MuBE SP

 
          
 
Adriana Varejão - Distância, 1996 (créditos: Mauricio Froldi)
Edgar de Souza - Mesa Alongada, 2012 (créditos: Mauricio Froldi)
Sérvulo Esmeraldo - Pirâmide, 2007 (créditos: divulgação)
 MuBE aproxima grande público
de importantes coleções particulares
Com uma seleção de obras da coleção de Dulce e João Carlos de Figueiredo Ferraz,
mostra Construções e Geometrias faz parte da série Coleções no MuBE.

De 8 de junho a 18 de agosto, o MuBE apresenta a exposição Construções e Geometrias, um recorte da coleção de Dulce e João Carlos de Figueiredo Ferraz. A mostra faz parte da série Coleções no MuBE, que tem como objetivo revelar a construção do olhar do colecionador, aproximando o grande público de acervos particulares importantes e pouco conhecidos na cidade.
 
Com trabalhos dos principais artistas contemporâneos brasileiros, a Coleção Figueiredo Ferraz tem se estabelecido de forma orgânica e engajada. A seleção de obras apresentadas em Construções e Geometrias, que tem curadoria de Cauê Alves, inclui artistas comoAdriana Varejão, Artur Lescher, Carlos Garaicoa, Carmela Gross, Cildo Meireles, Edgard de Souza, Ernesto Neto, Nelson Leirner, Laura Vinci, Nuno Ramos, Waltércio Caldas, entre outros.
 
Prêmio MuBE Colecionismo e Apoio à Arte
De modo a reconhecer a importância dos acervos particulares e valorizar o trabalho de colecionadores em favor da difusão da arte, essencial para o desenvolvimento deste mercado, o MuBE acaba de criar o Prêmio MuBE Colecionismo e Apoio à Arte, cuja primeira edição será dedicada a João Carlos de Figueiredo Ferraz. Com uma escultura especialmente concebida por Paulo Mendes da Rocha, o prêmio será entregue na sexta, 7 de junho, durante uma festa beneficente no Museu, que tem como objetivo trazer a sociedade para participar e apoiar o MuBE, as artes e a cultura.
 
A trajetória de João Carlos de Figueiredo Ferraz como colecionador e mecenas é um exemplo de apoio à arte. Tendo iniciado suas aquisições na década de 1980, João Carlos sempre apoiou instituições culturais e a produção artística. Fundador do Instituto Figueiredo Ferraz, em Ribeirão Preto, São Paulo, João Carlos foi presidente da Fundação Bienal de São Paulo e é Conselheiro de museus como o MASP e o MuBE, entre outros diversos.
 
Coleções no MuBE:
Dulce e João Carlos de Figueiredo Ferraz - Construções e Geometrias
Trecho do texto de apresentação escrito pelo curador Cauê Alves:
 
“(...) O presente recorte curatorial enfatiza a arte construtiva e geométrica, seja como desdobramento, como ruptura ou reinvenção dessa tradição. A seleção de trabalhos privilegia ainda possíveis vínculos entre as obras e a arquitetura do MuBE.
 
O concreto aparente do edifício traz desenhos impressos pelas fôrmas de madeira. As paredes do museu são compostas por retângulos que revelam certa expressividade do concreto. As formas gravadas nas paredes por tábuas são construções geométricas imperfeitas, possuem contornos irregulares, como se tivessem sido moldadas por pequenos acasos. Diferentes tons, texturas e marcas aparecem ao longo de todo o espaço expositivo e rompem com a exatidão geométrica. A ausência de revestimentos evidencia a verdade dos materiais e a limpeza formal do conjunto.
 
É na década de 1950 que a chamada arquitetura brutalista surge no Brasil. Nesse mesmo período, a arte construtiva e geométrica ganha relevância no debate artístico principalmente em São Paulo e no Rio de Janeiro. Os artistas concretistas e neoconcretos protagonizaram um intenso debate a partir de valores universais como a racionalidade e a intuição, assim como entre a objetividade das formas e a expressão subjetiva. Para além de oposições simplistas, a arte produzida desde a década de 1990, o foco da exposição, tem se aproximado de distintos modos da tradição construtiva. Seja de maneira lateral ou a partir de referências mais explícitas.
 
Grande parte das pinturas e obras tridimensionais presentes na exposição apresenta tanto uma espacialidade organizada a partir de uma ordem geométrica quanto a quebra de princípios de precisão absoluta. As combinações de cores, luzes, além da estrutura das composições geram ritmos próprios e reconfigurações de espaços.
 
Não se trata de apenas valorizar formas, mas de compreender que elas são inseparáveis de conteúdos, condensam ideias, processos históricos e os tornam visíveis. Na arquitetura do MuBE, com seu aspecto inacabado do concreto aparente, há a vontade de construção de um espaço público efetivo. A geometria na arte recente parece distante da utopia construtiva, que nunca se realizou plenamente, do sonho de um mundo moderno, civilizado e desenvolvido. Mas cada obra, em sua singularidade e na relação com seu entorno, ainda pode proporcionar uma experiência significativa e transformadora que reverbere e ecoe para além das paredes do museu.”
 
Sobre o curador
Cauê Alves é curador geral do MuBE. Doutor em Filosofia, professor do Departamento de Arte da Faculdade de Filosofia, Comunicação, Letras e Artes da PUC-SP e do Centro Universitário Belas Artes de São Paulo. Foi um dos curadores do 32º Panorama da Arte Brasileira do Museu de Arte Moderna de São Paulo (2011) e curador adjunto da 8ª Bienal do Mercosul (2011). Foi membro do Conselho Consultivo de Artes do MAM-SP (2005-2007) e curador do Clube de Gravura do MAM-SP (2006-2016). É autor do livro Mira Schendel: avesso do avesso e da mostra homônima (Bei Editora/ IAC, 2010). Foi curador assistente do Pavilhão Brasileiro da 56ª Bienal de Veneza (2015). Foi co-curador da mostra Sergio Camargo: Luz e Matéria, no Itaú Cultural e Fundação Iberê Camargo (2015-2016), entre outras.
 
Sobre o MuBE
O MuBE, Museu Brasileiro de Escultura e Ecologia, foi criado em 1986, a partir da concessão do terreno na Av. Europa pela Prefeitura de São Paulo. Surgiu de um movimento de milhares de cidadãos a favor da preservação da qualidade de vida e do verde em uma das regiões mais valorizadas da cidade de São Paulo. Para a construção do prédio do Museu foi realizado um concurso que contou com a participação de vários arquitetos de renome e foi vencido por Paulo Mendes da Rocha, que convidou Roberto Burle Marx para realizar projeto paisagístico. O MuBE é uma das mais importantes construções brutalistas do mundo, uma das principais obras de Paulo Mendes da Rocha, grande nome da arquitetura brasileira e mundial, vencedor do prêmio Pritzker em 2006, considerado o Oscar da arquitetura mundial, e do Leão de Ouro da Bienal de Arquitetura de Veneza, entre outros. Uma maquete do prédio do museu e seu projeto fazem parte hoje do acervo do MoMA de Nova York.
 
Construções e Geometrias
Coleções no MuBE
Local: MuBe - Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia
Abertura: sábado, 8 de junho, das 10h às 18h (até 18 de agosto)
Endereço: Rua Alemanha, 221, Jardim Europa, São Paulo
Visitação: de terça-feira a domingo, das 10h às 18h  
Mais informações: www.mube.space

fonte: MuBE

sábado, 18 de maio de 2019

ARTE NAÏF – Nenhum museu a menos - Parque Lage - RJ

Governo do Rio de Janeiro
Secretaria de Cultura e Economia Criativa
Escola de Artes Visuais do Parque Lage


11 MAI – 07 JUL . ABERTO AO PÚBLICO . GRATUITO

ARTE NAÏF – Nenhum museu a menos

VISITAS AGENDADAS
Visitas para grupos escolares, universitários, ONGs e instituições diversas, de todas as idades. Serão realizadas pela equipe do serviço educativo com agendamento antecipado.
Preencha o formulário e agende sua visita.

SEG A SEX
Manhã: 10:30 – 11h30 | Tarde: 14:30 – 15h30

VISITAS MEDIADAS
Visitas para o público espontâneo, oferecidas aos interessados em conhecer a exposição através de diferentes olhares. Nos horários pré-estabelecidos, serão formados grupos mistos e diversos para diálogos coletivos sobre a exposição, mediados pelas educadoras.

SEG A DOM . 11:40 – 12:40
SÁB E DOM (sessões extras) . 14:30 – 15:30

ARTE NAÏF – Nenhum museu a menos
11 maio – 7 julho 2019
Curadoria: Ulisses Carrilho
Cavalariças, entrada e subsolo do Palacete da EAV Parque Lage
Segunda a domingo e feriados . 11:00 – 17:00
Quinta (horário estendido) . 11:00 – 20:00

exposição COLETIVO BRASIL - LAB Franca - SP


Lab das Artes de Franca traz exposição do "Coletivo Brasil"

Caixa de entrada
x
LABORATÓRIO DAS ARTES TRAZ EXPOSIÇÃO DO “COLETIVO BRASIL”
 Será inaugurada no Laboratório das Artes, no próximo dia 18 de maio (sábado), a partir das 20 horas a exposição Coletivo Brasil, que reúne 22 obras de doze artistas de cidades como São Paulo, Araraquara, Curitiba e Ribeirão Preto dentre outras, com a curadoria de Lauro Monteiro. A mostra das reproduções permite acesso aos trabalhos dos artistas que foram expostos na Europa, mais precisamente na cidade de Torres Vedras em Portugal, no ano passado.
A diversidade das obras e das técnicas é grande, incluem desde bordados de Pedro João Cury, gravuras em linóleo e metal de Semiramis Paterno, e Ivo Indiano, fotografias de Marilda Suzhá e Adriana Amaral, pinturas e desenhos de Maria Soler, Fabiano Vianna, Décio Soncini, Claudio Westphalen, Thiago Ribeiro e Cláudia Colagrande. Wisley Luiz apresenta um documentário intitulado “Cidade das cores”.

A exposição permanecerá em cartaz até o dia 18 de junho.
Serviço
Exposição: Coletivo Brasil – curadoria de Lauro Monteiro
Abertura: dia 18 de maio, sábado, às 20h
Visitação: 18 de maio a 18 de junho de 2019
Horário: segunda a sexta-feira, das 10 às 12h e das 14 às 17h
Local: Laboratório das Artes de Franca
Endereço: Rua Cuba, 1099 - Jardim Consolação, Franca (SP)
Entrada Franca
Informações: (16) 3722-5004
Visitas monitoradas ou em horários especiais devem ser previamente agendadas





V SAP - Salão de Aquarela - Piracicaba - SP

Convite V SAP rFinal.jpg
  



  

Pinacoteca Municipal "Miguel Dutra"
Rua Moraes Barros, nº 233 - Centro
CEP 13400-350 - Piracicaba/SP
(19) 3433-4930 / 3402-9601

fonte:
Pinacoteca Municipal "Miguel Dutra"
Rua Moraes Barros, nº 233 - Centro
CEP 13400-350 - Piracicaba/SP
(19) 3433-4930 / 3402-9601

exposição ENCONTRO COM LIUBA - Claudia Jaguaribe - SP

“ENCONTRO COM LIUBA”
Livro de artista produzido por Claudia Jaguaribe, com fotos e serigrafias cria uma narrativa visual e um diálogo a partir das obras da artista plástica búlgara LIUBA. O projeto integra o segundo volume da trilogia sobre o trabalho de mulheres modernistas radicadas no Brasil após a Segunda Guerra.
                                                                                         
No próximo dia 23 de maioquinta-feira, às 19h, na Galeria Marcelo Guarnieri, em SP, a artista visual Claudia Jaguaribe lança “Encontro com LIUBA”, livro de fotos e serigrafias que cria uma narrativa visual e um diálogo a partir das obras de LIUBA, artista plástica búlgara radicada brasileira. O projeto, produzido especialmente para a trilogia de Jaguaribe sobre mulheres modernistas nas artes no contexto histórico do pós-guerra, é uma extensão autoral da instalação formada por fotografias feitas por Claudia Jaguaribe nos ateliês de LIUBA em Paris e em São Paulo.
Nascida na década de 50, período de consagração do modernismo brasileiro, Claudia Jaguaribe propõe em “Encontro com LIUBA”, a construção de uma narrativa visual das obras da artista búlgara, que privilegia a imagem como linguagem expressiva dos aspectos da modernidade presentes nas esculturas de LIUBA, num diálogo com as questões do mundo contemporâneo. O que permite o encontro dessas duas mulheres artistas, de gerações e linguagens aparentemente diferentes, é o interesse, em ambas, pela tridimensionalidade das obras, a necessidades de ocupar o espaço, sair do plano, e o destaque da abstração do bidimensional. 
“As fotografias resultantes desse encontro mostram seres híbridos, mutantes, que retratam a nossa condição de migrantes de diferentes nações, de estados de ser e apoio de sexualidades. A carga dramática dessas formas escultóricas sobrepostas a imagens de hoje acentuam a universalidade das tensões presentes e a dimensão política da nossa condição humana”, analisa Claudia Jaguaribe, que destaca que a tensão, e certo humor, resultantes do trabalho de LIUBA figuram desde a fase da figuração plástica ao refinamento abstracionista, e evocam, de maneira muito particular, as vanguardas européias, como o surrealismo e o expressionismo.
Como pontua a autora do projeto no texto de apresentação do livro, trata-se de buscar pelo diálogo das formas, linguagens e conteúdos de duas mulheres artistas - ela e LIUBA - a condição político-social do nosso presente histórico; a partir das obras de uma artista imigrante do pós-guerra, o projeto expõe a “equivalências que ressoam no nosso cotidiano ao carregar o passado e o futuro de modo incerto”.
Com apenas 300 exemplares, que serão vendidos exclusivamente na Galeria Marcelo Guarnieri e com a própria artista (R$ 200,00), o projeto integra a trilogia de livros de artistas sobre mulheres estrangeiras, que compuseram o cenário modernista a partir da década de 50 no Brasil. O primeiro volume “No jardim de Lina”, dedicado a arquiteta modernista de origem italiana Lina Bo Bardi, foi lançado em setembro de 2018, com uma exposição na Casa de Vidro, no bairro do Morumbi, em SP. Para o ano de 2020, concluindo a trilogia, Claudia Jaguaribe prepara a edição consagrada à escritora ucraniana, naturalizada brasileira, Clarice Lispector; após o lançamento do último livro, os três volumes serão vendidos numa caixa com edição limitada.   
                                                                                                                      
Sobre LIUBA (1923 - 2005)
LIUBA desenvolveu em seu trabalho uma pesquisa atenciosa sobre o repertório formal dos mundos animal e vegetal e de culturas ancestrais, especialmente as sul-americanas. De 1944 a 1949 estudou com a escultora francesa Germaine Richier, primeiro na Suíça e depois em Paris, onde passou a viver e trabalhar. Em 1949 estabeleceu seu ateliê em São Paulo, mas foi só a partir de 1958 que decidiu viver entre São Paulo e Paris. Participou ativamente do circuito de arte brasileiro, sendo premiada na VII Bienal de São Paulo, em 1963 e integrando também as VIII, IX e XIII edições. Entre as décadas de 1970 e 1980 fez parte de seis edições do Panorama da Arte Brasileira realizado pelo Museu de Arte Moderna de São Paulo. Suas peças evidenciam uma lógica construtiva por meio da articulação entre cheios e vazios, contornos e ritmos, linhas e forças, explorando formas angulosas e enérgicas. O bestiário que construiu ao longo de sua produção carrega um sentido não somente mágico, como também trágico. O grande interesse que tinha a artista pela aproximação de suas esculturas à arquitetura pôde ser reconhecido em 1965, com sua individual no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Seus "animais" foram dispostos nos jardins do museu, de modo que pudessem dialogar tanto com o prédio, quanto com a área verde, "retornando", enfim àquele que parecia ser o seu habitat natural.
Suas obras integram importantes coleções públicas internacionais como a do Fond National d’Art Contemporain de Paris, do Museu de Saint-Paul de Vence na França, do Kunsthalle de Nuremberg na Alemanha, do Hakone Open Air Museum no Japão e do Musée de La Sculpture en Plein Air de La Ville de Paris; e integram também importantes coleções públicas nacionais como a do Museu de Arte Moderna de São Paulo, Pinacoteca do Estado de São Paulo, Museu de Arte Contemporânea de São Paulo, Coleção da Bienal de São Paulo e do Museu do Artista Brasileiro em Brasília, DF.

Sobre Claudia Jaguaribe (1955)
Formada em história da arte, artes plásticas e fotografia pela Boston University (EUA), participa de exposições nos principais museus e galerias do Brasil e no exterior desde 1990. Claudia Jaguaribe desenvolve uma pesquisa que explora a ideia de perspectiva e ponto de vista não só no assunto escolhido ou na maneira de fazer – em Entrevistas, por exemplo, série de fotografias produzidas a partir de conversas e visitas a casas de moradores de diversos bairros e classes sociais da cidade de São Paulo, onde são retratados junto às vistas de suas janelas –, mas também na maneira de exibir – em No Jardim de Lina, sua mais recente exposição na Casa de Vidro, em que dispõe as fotografias que fez do jardim, impressas em superfícies translúcidas, à frente dos grandes vidros que separam o interior da casa ao seu exterior, compondo uma cena de imagens sobrepostas.
Seus trabalhos estão em diversos museus e coleções brasileiras e internacionais tais como Museu de Arte Moderna, São Paulo; Inhotim, Brumadinho; Itaú Cultural, São Paulo; Instituto Moreira Salles, Rio de Janeiro; Victoria and Albert Museum, Londres; Maison Européene de la Photographie, Paris; Instituto Ítalo Latino Americano, Roma entre outros. Tem treze livros publicados e reconhecidos pela singularidade da integração fotográfica e projeto gráfico. Em parceria com Iatã Cannabrava e Claudi Carreras fundou, em 2013, a editora de fotolivros Editora Madalena, especializada em fotolivros.
SERVIÇO
Galeria Marcelo Guarnieri
Lançamento do livro de artista “Encontro com LIUBA” de Claudia Jaguaribe.
Data: 23 de maio de 2019, quinta-feira.
Horário: das 19h às 22h.
Valor do livro: R$ 200,00 (apenas 300 exemplares).
Venda na Galeria Marcelo Guarnieri e com a artista visual Claudia Jaguaribe.
Entrada gratuita
Alameda Lorena, 1835 – Jardins
São Paulo – SP – Brasil / 01424 002
tel +55 (11) 3063 5410 / 3083 4873 | contato@galeriamarceloguarnieri.com.br
seg – sex: 10h às 19h / sábado 10h às 17h
Mais informações, acessar a página www.galeriamarceloguarnieri.com.br
Assessoria de Comunicação
Hussein Rimi 

sexta-feira, 17 de maio de 2019

curioso sobre convocatória? Museu Florestal


Convocatória para exposição Museu Florestal, uma Inspiração
Nesse sábado teremos uma visita ao museu. Venha se inspirar!
Regulamento no site: www.clubedegravadores.com.br
#museuflorestal #clubedegravadores #gravura #exposicao #convocatoria #xilogravura #gravuraemmetal #linoleogravura #litogravura #serigrafia #fotogravura #monotipia #gumprint

segunda-feira, 13 de maio de 2019

Convocatória Portfólio em Foco . Paraty em Foco 2019

Promovido pela Galeria Zoom, o edital tem como objetivo dar visibilidade a novos trabalhos fotográficos e tendências, selecionando e convidando os ganhadores para participar do festival Paraty em Foco com uma exposição no espaço da Praça da Matriz e na série de Encontros e Entrevistas, na Casa da Cultura, principal atividade do festival.
A Convocatória Portfólio em Foco é um dos principais eixos do Paraty em Foco, festival cuja essência está em propiciar encontros em torno da fotografia no cenário luxuriante e intimista de Paraty. A proposta da Convocatória é dar visibilidade a novos trabalhos e tendências, convidando os ganhadores para participar do festival com uma exposição de grandes proporções no espaço da Praça da Matriz e na série de Encontros e Entrevistas, na Casa da Cultura, principal atividade do festival.
A exposição a ser realizada no Paraty em Foco reunirá os dez finalistas nas categorias Ensaio e Foto Única. Os três primeiros colocados em cada uma das categorias serão convidados ao festival com todas as despesas de estadia e alimentação em Paraty cobertas, além de apresentação do trabalho ao público na série de Encontros e Entrevistas. Os ganhadores também terão direito a uma vaga em Workshop à escolha. Os escolhidos como Menção Honrosa também serão expostos.
CRONOGRAMA
– Inscrições: até 31 de julho/2019, via online
– Taxa de inscrição: R$ 100, com desconto de 10% para as inscrições feitas até 31 de maio
– Premiação: exposição coletiva.
– Regulamento + Inscrição: http://bit.ly/2vC76E1

2ª Residência Artística Soy Loco Por Ti Juquery


A Residência Artística Soy Loco Por Ti Juquery nasceu junto com o festival reforçando o desejo de ocupar o Juquery com arte. Trata-se de um convite a artistas de qualquer modalidade que tenham interesse em explorar o diálogo e a ressignificação do espaço e do tempo que marcam a história do Juquery, assumindo essa condição como um ponto de partida para um processo de descobertas poéticas.
Os projetos podem ativar livremente diferentes camadas de visualidade, sejam elas narrativas pessoais, impessoais, ficcionais, políticas, poéticas, formas silenciosas, gestos, geografias, sonhos, vozes, marcas, sobre as relações entre centro e periferia ou extratos do imaginário relacionados à loucura, às noções de vida e à humanidade, problematizando e poetizando os próprios limites do que se entende por arte.
De forma geral, a residência é aberta a propostas criativas, que de alguma forma dialoguem com o Juquery.
A inscrição só poderá ser realizada por artista individual, não serão aceitos grupos ou coletivos, sendo permitido uma inscrição por proponente.
Os artistas devem ter mais de dezoito anos.
Serão selecionados oito artistas, que ficarão no Juquery por doze dias, entre 17 e 28 de julho de 2019.
Os artistas serão acompanhados e coordenados por um profissional da área escolhido pela equipe do festival Soy Loco Por Ti Juquery.a
CRONOGRAMA
– Inscrições: até 22 de maio/2019, via online
– Taxa de inscrição: não
– Premiação: R$ 1.000 + hospedagem e alimentação. 
– Regulamento + Inscrição:
http://bit.ly/2H3J6gM
fonte: Editais e Afins 

exposição “Como falar com as árvores” - RJ


Foto: Instalação Irreversíveis, de Renata Padovan

Rio recebe a exposição “Como falar com as árvores”, coletânea de trabalhos realizados em residência artística na Floresta Amazônica

A partir de 9 de maio, até 28 de junho, a galeria Z42 Arte, localizada no Cosme Velho, Rio de Janeiro, recebe a exposição “Como falar com as árvores”, resultado do projeto de residência artística realizado pelo LABVERDE no coração da Floresta Amazônica com artistas de todo o mundo interessados em explorar a relação entre arte, natureza e ciência. O projeto, que completa cinco anos em 2019, já recebeu mais de cem artistas de 30 países, e chega ao Rio de Janeiro pela primeira vez, depois de passar por Londres, Oslo, Nova York e São Paulo, em iniciativas individuais. 
No Rio, serão exibidas as obras de 20 artistas - Bia Monteiro, Bianca Lee Vasquez, Claudia Tavares, Fabian Albertini, Guto Nóbrega, Laura Gorski, Lisa Schonberg, Liana Nigri, Lorenzo Moya, Luisa Puterman, Luzia Simons, Nathalia Favaro, Patricia Gouvêa, Renata Cruz, Pedro Vaz, Renata Padovan, Rodrigo Braga, Sergio Helle, Simone Fontana Reis e Turenko Beça - entre pintura, fotografia, música, instalação, escultura, performance e arte multimídia. “A proposta da residência consiste na compreensão da coexistência como uma prática importante do processo poético. A natureza é vista como sujeito da paisagem e da construção do mundo, que influencia o nosso modo de vida”, explicou a curadora do LabVerde, Lilian Fraiji.
De acordo com Lilian, trazer a exposição para o Rio tem um significado que vai além de uma mostra convencional. “Desejamos que, por meio da arte, as pessoas compreendam como qualquer mudança no ecossistema da Amazônia influencia diretamente no comportamento climático de todo o Hemisfério Sul”, explicou.
Além da exposição, que ocupa o primeiro andar da Z42, galeria dedicada à arte contemporânea próxima à Estrada de Ferro do Corcovado, no Cosme Velho, o LABVERDE reúne artistas do mundo inteiro no Espaço Vazio, casa de residência também localizada no Cosme Velho, com a promoção de roda de conversas, shows e performances.
Na sexta-feira, às 14h, será realizada um debate entre os expositores, visando à troca de processos artísticos, com participação do público. No sábado, haverá uma sessão especial do projeto Sonora, que promove uma imersão pelos sons da Floresta. 
Abertura
A abertura, no dia 9, às 19 horas, terá show da americana Lisa Schonberg e seu grupo de percussão Secret Drum Band. Musicista, formada em ecologia e entomologia, concentrou suas pesquisas nas formigas da Amazônia, e descobriu que elas também se comunicam por meio do som, que utilizou como base para suas composições. Lisa, que toca bateria desde criança, viaja por todo mundo fazendo a documentação criativa de paisagens sonoras, insetos e habitats.
O projeto
Criado pela Manifesta Arte e Cultura em cooperação com o Instituto Nacional de Pesquisa da Amazônia (INPA), o LABVERDE promove uma vivência intensiva na floresta mediada por uma equipe de especialistas nas áreas de arte, filosofia, biologia, ecologia e ciências naturais. O objetivo principal do programa é a criação de conteúdos culturais sobre o meio ambiente, gerados pelo conhecimento teórico e pela experiência prática na Floresta Amazônica.
Duas vezes por ano, são promovidas imersões de 10 dias que atraem artistas de todo o mudo em parceria com o Instituto Nacional de Pesquisa da Amazônia (INPA). 
Serviço
Como falar com as árvores
Quando: De 9 de maio a 28 de junho
Horário da abertura: 19 horas
Horário de visitação: segunda a sexta, de 13h às 18h - sábados, dependendo da programação da exposição
Local: Z42 Arte e Espaço Vazio
Endereço: Endereço: Rua Filinto de Almeida, 42 – Cosme Velho
Entrada gratuita
Programação 
 
UAU Show, dia 9 de maio às 20h30
 
Troca de processos Artísticos, 10 de maio, às 14 horas
 
Projeto Sonora, dia 11 de maio, às 16 horas
 


PRÊMIO EDP NAS ARTES


Visa contribuir para a formação de jovens artistas, de até 29 anos, e para o fortalecimento da produção artística contemporânea no Brasil. Os artistas selecionados, além de receberem acompanhamento crítico por meio de visitas do júri em seus ateliês, ganham exposição coletiva no Instituto Tomie Ohtake e os premiados são contemplados com residências internacionais. O Prêmio também realiza oficinas, simpósios, residências, publicações e outras atividades de formação. Conheça os mais de 80 artistas já selecionados pelo Prêmio desde 2009 e a potência de suas pesquisas e trabalhos aqui.

INSCRIÇÕES PARA A 7ª EDIÇÃO EM 2020
http://premioedpnasartes.institutotomieohtake.org.br/

Patrocínio: EDP e Instituto EDP