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escolhidos por MARIA PINTO
(Maria Regina Pinto Pereira)

http://maregina-arte.blogspot.com/

quarta-feira, 23 de junho de 2021

Salão Paulista de Arte Naïf no Museu de Arte Sacra de São Paulo - em homenagem a José Antonio da Silva

 

Entre as 190 obras de artistas de 39 cidades do Estado de São Paulo, está a premiada “Procissão de Corpus Christi”, de José Carlos Monteiro, de São Luiz do Paraitinga


Salão Paulista de Arte Naïf no Museu de Arte Sacra de São Paulo

Primeira edição em homenagem a José Antonio da Silva

Museu de Arte Sacra de São Paulo – MAS/SP, instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo exibe a primeira edição do Salão Paulista de Arte Naïf, realizado pela Totem, Barthô Naïf e Cia Arte Cultura, com aproximadamente 190 obras de artistas de 39 cidades do Estado de São Paulo. Entre os trabalhos podem ser admiradas obras criadas em suportes diversos, tais como pinturas, colagens, desenhos, aquarelas, gravuras, esculturas, entalhes, bordados, costuras e modelagens.


A curadora Marinilda Boulay define: “O Salão Paulista de Arte Naïf busca mapear, registrar, experimentar, valorizar e difundir a arte naïf produzida no Estado, onde cada criador lança seu olhar sobre a terra paulista de maneira livre e independente, dando vazão às suas percepções de mundo, com suas formas e cores peculiares, ajudando a pensar e a erguer um amanhã, como é próprio das produções naïfs, pleno de otimismo, tão necessário para se enfrentar o momento pandêmico que vivemos”. Os curadores Odécio Visintin Rossafa GarciaO e Paco de Assis também assinam o evento.


Tendo como proposta a fomentação e divulgação da arte naïf paulista, por meio de um espaço de valorização, difusão e circulação das obras e dos artistas desta estética, a maioria autodidatas, o Salão Paulista de Arte Naïf homenageia José Antonio da Silva, um dos ícones da história da arte naïf brasileira. Entre tantas, será apresentada uma de suas Vias Sacras, pertencente ao acervo do MAS/SP, produzida em 1967 e composta por 15 pinturas. Como homenagem póstuma, exibe também obras de artistas como Agostinho, Aparecida Azêdo, Cássio M’Boy, Djanira da Motta e Silva, Iracema Arditi, Maria Auxiliadora, Ranchinho, Raquel Trindade e Thiê.


Esta primeira edição estabelece um diálogo conceitual e material com as obras do acervo do Museu de Arte Sacra de São Paulo, apresentando - além da Via Sacra do Silva - 28 esculturas em Nó de Pinho do Vale do Paraíba (séc. XIX), esculpidas, pelos africanos e descendentes e 10 “Paulistinhas”, de Dito Pituba (séc. XIX), que pavimentam o surgimento de uma arte naïf paulista.


Prêmios

·        Prêmio AquisiçãoJair Lemos (Mirassol, SP) - “Tributo a Carolina de Jesus”; Célia Santiago (Embu das Artes, SP), - “A Folia vai passando com prazer e alegria”; e José Carlos Monteiro

(São Luiz do Paraitinga, SP) - “Procissão de Corpus Christi”.


·        Prêmio ExposiçãoWaldecy de Deus (Carapicuíba, SP) e

Alice Masiero (Morungaba, SP), (premiadas com mostras individuais a serem realizadas em São Paulo, SP, e Socorro, SP, pelo conjunto da obra)


A Comissão Artística responsável pela seleção dos artistas foi formada por Beatriz Augusta Corrêa da Cruz - museóloga do Museu de Arte Sacra de São Paulo, Oscar D’Ambrosio - crítico de arte e Romildo Sant’Anna - professor de História da Arte.

 

Salão Paulista de Arte Naif


Salão Paulista de Arte Naïf contempla várias perspectivas e etapas. São duas exposições: Museu de Arte Sacra de São Paulo e Museu Municipal “Dr. João Baptista Gomes Ferraz”, em Socorro/SP. Será lançado também um curta-metragem e um livro catálogo (500 exemplares), com versão digital no site (www.spartenaif.com.br).


“O Salão tem como objetivo gerar reflexões em torno das obras e colaborar para a formação de público para as artes visuais, e vem compor a narrativa visual da criatividade da arte naïf paulista, que é tão múltipla quanto o número de artistas nascidos ou residentes no Estado de São Paulo”, afirma a curadora Marinilda Boulay.


“O Salão pretende colaborar para que os artistas naïfs façam arte como meio de empoderamento cultural e transformação social de um Brasil projetado no século XXI, num irreversível contexto de desenvolvimento e consolidação do universo digital, que inclui o setor das artes, exigindo adaptações e transformações em suas formas de produção, difusão e consumo”, diz o curador Odécio Visintin Rossafa Garcia.


“Fazer arte em um país de dimensões continentais, com déficit educacional também enorme, não é tarefa fácil em tempos normais e, torna-se mais árdua, tendo em vista os diversos percalços gerados pela crise sanitária que o mundo vive. Por isso, esta edição força caminho por entre essas dificuldades como outras louváveis manifestações virtuais de vários segmentos artísticos, reforçando que a arte humaniza, consola e entrega mensagens”, completa o curador Paco de Assis.

 

Exposição: “Salão Paulista de Arte Naïf

Curadoria: Marinilda Boulay, Odécio Visintin Rossafa Garcia e Paco de Assis

Abertura: 26 de junho de 2021, às 11h.

Duração: de 26 de junho à 29 de agosto de 2021

Local: Museu de Arte Sacra de São Paulo || MAS/SP

Endereço: Avenida Tiradentes, 676 – Luz, São Paulo (ao lado da estação Tiradentes do Metrô)

Tel.: 11 3326-5393 – informações adicionais

Horários: De terça-feira a domingo, das 11 às 17h (entrada permitida até as 16h)

Ingresso: R$ 6,00 (Inteira) | R$ 3,00 (meia entrada nacional para estudantes, professores da rede privada e I.D. Jovem - mediante comprovação) | Grátis aos sábados | Isenções: crianças de até 7 anos, adultos a partir de 60, professores da rede pública, pessoas com deficiência, membros do ICOM, policiais e militares - mediante comprovação

INGRESSOS – Link para COMPRA DE INGRESSO

Número de obras: 190

Técnicas: pinturas, colagens, desenhos, aquarelas, gravuras, esculturas, entalhes, bordados, costuras e modelagens

Dimensões: variadas

Versão digital do Salão Paulista de Arte Naïf www.spartenaif.com.br


Mídias Digitais

Site: www.museuartesacra.org.br

Instagram: https://www.instagram.com/museuartesacra/

Facebook: https://www.facebook.com/MuseuArteSacra

Twitter: https://twitter.com/MuseuArteSacra

YouTubehttps://www.youtube.com/MuseuArteSacra

Google Arts & Culture: https://bit.ly/2C1d7gX

Museu

Museu de Arte Sacra de São Paulo, instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, é uma das mais importantes do gênero no país. É fruto de um convênio celebrado entre o Governo do Estado e a Mitra Arquidiocesana de São Paulo, em 28 de outubro de 1969, e sua instalação data de 29 de junho de 1970. Desde então, o Museu de Arte Sacra de São Paulo passou a ocupar ala do Mosteiro de Nossa Senhora da Imaculada Conceição da Luz, na avenida Tiradentes, centro da capital paulista. A edificação é um dos mais importantes monumentos da arquitetura colonial paulista, construído em taipa de pilão, raro exemplar remanescente na cidade, última chácara conventual da cidade. Foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, em 1943, e pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico e Arquitetônico do Estado de São Paulo, em 1979. Tem grande parte de seu acervo também tombado pelo IPHAN, desde 1969, cujo inestimável patrimônio compreende relíquias das histórias do Brasil e mundial. O Museu de Arte Sacra de São Paulo detém uma vasta coleção de obras criadas entre os séculos 16 e 20, contando com exemplares raros e significativos. São mais de 10 mil itens no acervo. Possui obras de nomes reconhecidos, como Frei Agostinho da Piedade, Frei Agostinho de Jesus, Antônio Francisco de Lisboa, o “Aleijadinho” e Benedito Calixto de Jesus, entre tantos, anônimos ou não. Destacam-se também as coleções de presépios, prataria e ourivesaria, lampadários, mobiliário, retábulos, altares, vestimentas, livros litúrgicos e numismática.

 

MUSEU DE ARTE SACRA DE SÃO PAULO – MAS/SP

Presidente do Conselho de Administração - José Roberto Marcellino dos Santos

Diretor Executivo - José Carlos Marçal de Barros

Diretor de Planejamento e Gestão - Luiz Henrique Marcon Neves

Museóloga – Beatriz Cruz

 

Escultura "Devota", de Shila Joaquim, de Ribeirão Preto (à esquerda) e obra premiada “Tributo a Carolina de Jesus”, de Jair Lemos, de Mirassol (à direita)

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Assessoria de Imprensa - Salão Paulista de Arte Naïf

Benu Comunicação | Fernanda Martins | (16) 99331-9036

fernanda@benucomunicacao.com.br

Ocupa/ia - Instituto de Arte Contemporânea de Ouro Preto

 

Malu Teodoro
Pedro Ton
Suttane Hoffmann







 

“IA - INSTITUTO DE ARTE CONTEMPORÂNEA DE OURO PRETO” LANÇA O “OCUPA/IA”, COM MOSTRAS DIGITAIS DE ARTES VISUAIS,
A PARTIR DE 21 DE JUNHO

OS ARTISTAS MALU TEODORO, PEDRO TON E SUTTANE HOFFMANN OCUPAM OS CANAIS VIRTUAIS DO INSTITUTO
PARA MOSTRAR SEUS TRABALHOS E PROCESSOS

Em resposta aos desafios decorrentes do COVID-19 e seus efeitos no setor cultural, o ia - Instituto de Arte Contemporânea de Ouro Preto dá início ao Ocupa/ia, com mostras digitais de artes visuais. De 21 de junho 9 de julho, a cada semana, os artistas Malu TeodoroPedro Ton e Suttane Hoffmann, respectivamente, ocupam as redes sociais (Facebook e Instagram) e site do Instituto para mostrar seus trabalhos e processos. Após esta primeira fase, mais seis artistas assumem o espaço em semanas consecutivas até o dia 20 de agosto.

Colocando em debate a efetividade dos meios digitais e a problemática de acessibilidade e temporalidade, o Ocupa/ia explora novas formas de habitar o virtual, incentivando a exposição de trabalhos a partir dessa perspectiva. “Pensamos essa iniciativa para dar apoio à comunidade artística, com o objetivo de amenizar os efeitos econômicos e sociais deste momento de pandemia. Nesse sentido, o ia dá continuidade à sua missão, abraçando a diversidade social, econômica, de gêneros e vivências”, explica a presidente Bel Gurgel.

O programa tem como objetivo questionar a forma que as redes sociais podem colaborar com mostras e criar outras maneiras de produzir e estar no mundo, evidenciar territórios invisíveis e fazer circular arte.

O Ocupa/ia adota a ideia de tornar as redes digitais das instituições artísticas como meio de reaproximação do ambiente físico. A ampliação do conceito de espaço é a “cocriação” das redes sociais, o espaço público expandido. É a forma de descentralizar e romper com uma circulação da arte focada apenas no eixo Rio-São Paulo. Cocriar é provocar a existência, continuar construindo sobre a ideia do outro e vice-versa, sem as travas do passado.

 “Atualmente pretendemos formar um acervo digital, não físico. O ‘contemporâneo’ é o clique, o efêmero e nossas propostas vêm de encontro a esse pensamento. O Ocupa/ia visa ampliar os horizontes do espaço digital por meio da arte neste momento pandêmico tendo a rede social como alicerce. E, num futuro breve, a ocupação tende a ser, paralelamente à digital, também urbana nas cidades de Ouro Preto, Mariana e região, sugerindo uma revisitação às cidades do passado, um novo ciclo”, completa Bel Gurgel.

Na primeira fase do projeto, os artistas, selecionados via convocatória, se apresentam, falam de seu processo criativo, mostram a obra em si e contam sobre sua visão de arte dentro da pandemia.

Sobre os artistas:

Malu Teodoro

Nascida e criada em Porto Velho, Rondônia, Malu é mãe e artista multimeios. Ao longo de sua trajetória pessoal/artística esteve por São Paulo, México, Pará e Portugal. Hoje vive em Uberlândia, Minas. Em sua pesquisa dedica-se à fotografia, vídeo, corpo, caderno, bordado, educação, maternidade e feminismos. Malu Teodoro vai compartilhar seus trabalhos mais recentes, que foram atravessados pela maternidade. Ela apresenta um filme sobre o parto de sua filha, com texto, áudio e vídeos deste momento na tentativa de criar uma narrativa de um momento que, segundo ela, não há palavras para contar.

Pedro Ton

Desde 2017, investiga caminhos do fazer artístico em diálogo com a magia e espiritualidade. Esses processos contribuíram para sua reflexão sobre os modos de criação e percepção da arte e realimentam sua formação enquanto artista-mago. Investigando a relação entre magia e arte percebeu melhor a grande diversidade e simbiose de formas espirituais na construção da narrativa cultural e religiosa do Brasil, sobretudo, nos saberes populares ancestrais. Durante o contexto de isolamento social, suas práticas se deram a partir de materiais disponíveis em casa, o que possibilitou descobrir e experimentar novas formas de criação e o nascimento do Oráculo Experimental.

Suttane Hoffmann

Suttane Hoffmann é moradora de Ouro Preto e fotógrafa, formada em Artes Cênicas – Bacharelado, pela Universidade Federal de Ouro Preto. Busca explorar e experimentar as possibilidades trazidas pela máquina fotográfica, mas, também, meios de produzir imagens de forma simples, acessível e com poucos recursos. Recorrendo às técnicas artesanais de produção como ferramentas de expressão.

 

Sobre ia - Instituto de Arte Contemporânea de Ouro Preto

O ia - Instituto de Arte Contemporânea de Ouro Preto tem por sua natureza fomentar o encontro e intercâmbio entre a população de Ouro Preto, artistas e artesãos locais e agentes do campo da arte de outras regiões. O embate entre tradição (representada pelo esplendor barroco da cidade patrimônio cultural da humanidade) e a contemporaneidade (com foco no caráter efêmero da arte contemporânea) constitui a essência do ia, a partir de quatro pilares principais: a troca entre diferentes atores sociais, o diálogo entre linguagens artísticas distintas e entre o passado, o presente e o futuro, a desconstrução do status quo que subjuga a arte ao mercado e a tendências regidas pelo mercado e a decolonização, como forma de se criar e produzir arte contemporânea, a partir da reverência, reconhecimento e legitimação de epistemis e práticas culturais, sociais e políticas da América Latina e do Brasil, especificamente.   

 

SERVIÇO:

Ocupa/ia
De 21/06 a 25/06 - Malu Teodoro (@mariameteora)

De 28/06 a 02/07 - Pedro Ton (@sereio_mar)

De 05/07 a 09/07 - Suttane Hoffmann (@suttanehoffmann.ph)

https://ia.art.br/

https://www.instagram.com/iaouropreto/

https://www.facebook.com/iaouropreto


fonte: 




sábado, 19 de junho de 2021

programação MAM SP - 17 a 30 de junho

 

mam são paulo
Foto: Karina Bacci
visite o mam
com todos os cuidados


mam está aberto, seguindo todos os protocolos para uma visita segura. O museu funciona de terça a domingo, com horário das 12h às 18h, e entrada gratuita aos domingos. O restaurante funciona no mesmo horário.
novas exposições
em cartaz
Zona da Mata
Zona da Mata

curadoria
Ana Magalhães
Cauê Alves
Marta Bogéa


A exposição consiste em uma parceria inédita entre o mam e o MAC USP e estará em cartaz nos dois museus. Com curadoria conjunta assinada por Ana Magalhães e Marta Bogéa, do MAC USP, e por Cauê Alves, do mam, a mostra adota o termo Zona da Mata como metáfora simbólica, não apenas no sentido da geografia física, e lança luz às problemáticas latentes do Brasil atual e das relações entre cultura e natureza. 

saiba mais aqui
Exposição Desafios da Modernidade
Vista parcial da exposição. Foto: Karina Bacci
Desafios da modernidade
Família Gomide-Graz nas décadas de 1920 e 1930


curadoria
Maria Alice Milliet


A exposição homenageia a família Gomide Graz, pioneira na introdução de composições geométricas abstratas no Brasil por meio de objetos utilitários. A mostra reúne obras de Regina Gomide Graz, Antônio Gomide e John Graz, provocando um diálogo entre artes visuais e design enquanto vertente moderna brasileira oriunda da Semana de 22, mas pouco conhecida atualmente.

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projeto parede
Projeto Parede
Ana Maria Tavares, Campo Fraturado SOS, 2021. Modelagem digital e rendering: Pedro Perez Machado e Marc do Nascimento. Vista parcial da instalação. Foto: Karina Bacci
Campo Fraturado, SOS
Ana Maria Tavares

A obra tem como inspiração a série Airshaft (para Piranesi), trabalho desenvolvido desde 2008 por Ana Maria Tavares, composto por imagens digitais, vídeo e videoinstalação, no qual a artista estabelece diálogo com a obra Carceri d’Invenzione (séc. XVIII), do arquiteto e gravurista italiano Giovanni Battista Piranesi. O espaço será transformado em uma paisagem mineral metalizada, modulada por detalhamentos enquadrados e por uma espécie de caligrafia tátil escrita em Braile a sigla SOS.

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aqui
na biblioteca do mam
Exposição Di Cavalcanti
Foto: Karina Bacci
Di Cavalcanti no mam
50 anos x 2


No ano de 1971, o mam organizou a exposição 50 anos de Arte: Di Cavalcanti em celebração aos 50 anos do pintor Di Cavalcanti (1897-1976), um dos principais nomes do Modernismo Brasileiro. Meio século depois, o museu apresenta a mostra Di Cavalcanti no MAM: 50 anos x 2 na Biblioteca, uma homenagem ao artista com material do acervo bibliográfico e audiovisual da mostra de 71.

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ingressos aqui
vídeo protocolo de segurança
visita segura

Estamos seguindo as orientações das autoridades de saúde pública, com um criterioso protocolo com avaliação e orientações médicas desenvolvidas pela Consultoria do Hospital Israelita Albert Einstein.
mam cursos
#mamonline

A programação online continua, com atividades educativas, debates e oficinas para toda família. Confira abaixo e programe-se!
Pra Lá dos Cantos de Cá
Pra Lá dos Cantos de Cá. Foto: Tarita de Souza/Dvulgação 
programação educativa



17 jun (qui) 16h
experiência poética: convite à reflexão, oficina virtual de bordado

inscrições 
aqui


18 jun (sex) 16h
pra lá dos cantos de cá
com Renata Mattar e convidadas: Mahmooni, Mariama Camara e Oula Al Saghir

inscrições 
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22 jun (ter) 16h
histórias e bandeiras de desejos juninos
com Raquel Paiva e André Miguel

inscrições 
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23 jun (qua) 16h
o questionamento da abordagem modernista de “negro-tema” em oposição ao “negro-vida”
com Renata Felinto

inscrições 
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24 jun (qui) 16h
festejos juninos com Tião Carvalho, aula e apresentação

inscrições 
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25 jun (sex) 
16h
descobrindo canções: oficina de cultura popular
com Vivian Belloto

inscrições aqui



29 jun (ter) 16h
madeira como suporte, conversa virtual
com Fabrício Lopez

inscrições 
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30 jun (qua) 16h
moda e sustentabilidade na periferia, roda de conversa
com Lá da Favelinha: arte-educação

inscrições 
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As atividades fazem parte dos programas Arte e ecologia, Contatos com a Arte, Domingo mam, Família mam, Marcenaria no mam.
museu de arte moderna de são paulo
parque ibirapuera, portões 2 e 3

ter a dom das 12h às 18h
dom gratuito
parceiros
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Antony Gormley

 

A figure from Gormley’s Another Place on Crosby Beach is excavated.
 A figure from Gormley’s Another Place on Crosby Beach is excavated. Photograph: Sir Antony Gormley

Antony Gormley says he hopes his “iron men” on a Merseyside beach will still exist in at least 1,000 years as “industrial fossils”, after helping to excavate 10 that had been subsumed by Irish Sea mud. One hundred cast-iron statues modelled on Gormley were installed in 2005 at Crosby beach, spread across 3km of the foreshore and stretching almost 1km out to sea. The installation, Another Place, was only supposed to last 16 months in Crosby, and the men were almost sent packing early amid safety complaints, including cases of the coastguard being called out to “rescue” them. Sixteen years on, the artwork has become a tourist attraction and a beloved local institution. Read the full story here.


fonte: The Guardian

exposição coletiva ESCRITO NO CORPO

 

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Fortes D'Aloia & Gabriel

SP | Galpão | Rua James Holland 71 | São Paulo, SP 01138-000 Brazil
RJ | Carpintaria | Rua Jardim Botânico 971 | Rio de Janeiro, RJ 22470-051 Brazil