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NONADA ZS abre “Firulas” do artista André Barion, e texto de Pedro Köberle com 14 trabalhos resultantes de análises criteriosas dos últimos 7 anos onde o artista se aprofundou nas possibilidades pictóricas e esculturais dos materiais têxteis, combinando habilidades de costura, pintura e desenho para criar trabalhos verdadeiramente inovadores.
Em sua primeira mostra individual na NONADA, o artista apresenta uma exploração tridimensional de sua pesquisa, revelando um mundo de superfícies estampadas meticulosamente construídas com retalhos de tecidos previamente pintados. Seu processo criativo é caracterizado pelo uso de padrões intrincados, derivados de recortes minuciosos e intervenções pictóricas laboriosas. Esta abordagem cuidadosa é evidente tanto nas obras bidimensionais quanto nas tridimensionais, onde elementos figurativos se entrelaçam com contornos abstratos, desafiando a função meramente decorativa do trabalho.
Entre os trabalhos que compõem “Firulas”, pode-se destacar "Arco com pássaros" (2023), onde imagens de pássaros ganham vida dentro de uma estrutura acolchoada fazendo com que a simplicidade e forma do suporte contraste com a complexidade da superfície, criando uma dinâmica visual intrigante. Cada pássaro é cuidadosamente recortado a partir de diferentes retalhos, criando uma interação única entre figura e fundo, explorada de maneiras variadas em outras obras da exposição. Já em "Mergulho dos pássaros" (2023), a sobreposição de elementos figurativos e texturas abstratas confere profundidade e perspectiva ao todo, transformando o espaço expositivo em um viveiro de corpos moles, emblemas botânicos e revoadas passeriformes.
As cores vibrantes e formas intrigantes de “FIRULAS” convidam a uma experiência sensorial, tátil e ótica.
· artista
André Barion (São Paulo, SP 1996) – Vive e trabalha em São Paulo. Graduado em Artes Visuais pela Universidade Estadual Paulista (UNESP). Sua pesquisa envolve objetos escultóricos, vídeos, instalações e pinturas construídas a partir da costura de tecidos diversos, abordando questões relativas à relação entre o objeto e o espectador, e uma consequente teatralidade nas instalações, bem como quais fatores e atributos de um objeto influenciariam esta relação. O interesse pela tapeçaria nos últimos anos ocasionou em um direcionamento das obras para a relação entre o fetichismo, o desejo, a sedução com a materialidade do objeto artístico. A manipulação de materiais ora nobres ora precários é recorrente nas tapeçarias, instalações, vídeos e nos projetos digitais. Entre as exposições recentes, destacam-se a 33ª Bienal de São Paulo – Afinidades afetivas (2018), em colaboração com o grupo de pesquisa Pineal; 47º e 44º, 43º Salão de Arte de Ribeirão Preto no Museu de Arte de Ribeirão Preto (MARP - 2022, 2019, 2018), 47º Salão de Arte Contemporânea Luiz Sacilotto (Santo André, SP 2019). Participou das exposições coletivas À Sombra do Comum, com curadoria de José Spaniol e Sérgio Romagnolo (Galeria Andrea Rehder, SP) (2017) e da Imensa preguiça, com curadoria de Guilherme Teixeira (Galeria Sancovsky, SP) (2018). Em 2023 participou das exposições Doispontozero ( Galeria C.A.M.A. SP); PAURA na (Era Gallery, Milão, Itália); Delirium Delirium, com curadoria de Ricardo Bezerra (Espaço Delirium, SP).
SERVIÇO
Exposição: “FIRULAS”
Artista: André Barion
Texto: Pedro Köberle
Abertura: 18 de novembro – sábado – das 11 às 17hs
Período: de 18 de novembro de 2023 a 27 de janeiro de 2024
Local: NONADA ZS - @nonada_nada
Endereço: Rua Aires Saldanha, 24 – Copacabana, RJ
Horários de funcionamento: terça a sexta-feira, das 11h às 19h; sábado, das 11h às 15h
Exposição do Projeto Arte na Pinacoteca é opção cultural GRATUITA para quem vai estar litoral de SP nos feriados
Mostra do artista Carlos Zibel pode ser visitada na Pinacoteca Benedicto Calixto de terça a domingo, das 9hàs 18h
Novembro de 2023 - Para quem vai passar os feriados da Proclamação da República (15/11) e da Consciência Negra (20/11) nas praias do litoral de São Paulo, aqui vai uma dica cultural interessante: a Pinacoteca Benedicto Calixto está com uma exposição inédita e gratuita que promete agradar a toda a família.
A mostra Nascer é muito Comprido, do artista Carlos Zibel, também curador e crítico de arte, é uma breve retrospectiva da obra visual, e pode ser apreciada de terça a domingo, das 9h às 18h.
Nas sete séries e obras apresentadas na exposição, Zibel tematiza e escolhe técnicas de acordo com um processo de desdobro que, em muitas oportunidades, alterna indagações artísticas em um processo pessoal que sugere um caminhar em espiral. Mesmo em um olhar breve, oferece ao visitante a oportunidade de vivenciar durante o percurso experiências estéticas instigantes e a iniciação no universo do artista.
Arte na Pinacoteca - A exposição faz parte do projeto "Arte na Pinacoteca", que tem o objetivo de promover e disponibilizar às crianças, jovens, estudantes, professores e interessados manifestações culturais diversas, e encerra o ciclo de exposições inéditas, gratuitas e inclusivas de 2023 na Baixada Santista.
O projeto - patrocinado por Ministério da Cultura, Brasil Terminal Portuário (BTP), MSC e Medlog - é realizada pela Fundação Benedicto Calixto com a coordenação e gestão cultural da Weimar Cultural, empresa que atua e desenvolve projetos relacionados à arte e cultura, educação, desenvolvimento social, sustentabilidade e meio ambiente.
A associação entre um importante polo de cultura, como é a Pinacoteca - instalada em um casarão tombado pelo patrimônio cultural de Santos - e a Weimar é uma espetacular junção de forças e propulsão de propósitos.
Uma rica e frequente programação por meio de exposições, palestras e oficinas, por exemplo, busca democratizar e estimular o consumo da arte e da cultura na região. O projeto prevê também visitação gratuita para alunos da rede pública, com foco nas regiões mais distantes. As crianças ganham transporte e lanche, além de um dia repleto de cultura.
Exposição “Nascer é Muito Comprido”
Até 7 de janeiro de 2024
Pinacoteca Benedicto Calixto - Av. Bartolomeu de Gusmão, 15 – Santos - SP
Visitação gratuita: de terça a domingo, das 9h às 18h
Tel.: (13) 3288-2260 e (13) 9.9734.6364
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Artes visuais em destaque na programação do 12º Festival Artes Vertentes
Referência no país na promoção das artes de forma integrada, Festival Artes Vertentes promove programação gratuita dedicada às artes visuais em diálogo com outras manifestações artísticas. Evento será realizado entre os dias 16 e 26 de novembro em Tiradentes - MG.
Já tradicional no calendário cultural nacional, o Festival Artes Vertentes chega à sua 12ª edição, de 16 a 26 de novembro, na cidade histórica de Tiradentes – MG, reforçando o seu compromisso com a promoção das artes de forma integrada. Com intensa programação que inclui concertos, exposições, exibições, bate-papos, residências artísticas e oficinas, o evento recebe uma série de convidados nacionais e internacionais para dialogar sobre o fazer artístico e suas infinitas possibilidades. Toda a programação é oferecida de forma gratuita ou com ingressos a preços populares(R$20 e R$40).
No campo das Artes Visuais, o público terá acesso a uma programação cuidadosamente elaborada levando-se em consideração a temática desta edição “Paisagens Imaginárias”. Seguindo a proposta do festival, a ideia é apresentar um cronograma de atividades que exploram e exemplificam a integração entre as mais diversas manifestações artísticas, possibilitando um roteiro diferenciado que destaca o diálogo entre as artes. Logo no primeiro dia de programação, serão abertas ao público 3 exposições, todas com visitação gratuita ao longo de todo o período do festival.
A partir dos olhares de Pierre Verger e Evandro Teixeira, a exposição “Canudos”, que poderá ser conferida no Sobrado Aimorés, com curadoria de Luiz Gustavo Carvalho, trata de um território que tornou-se sinônimo de luta, de resistência, de mudança e de esperança. As paisagens que escondem debaixo da terra e sob as águas, retratam também a história de um país, vivida e contada por gente simples, cuja força parece vir da agrura da terra, da beleza rude do sertão. Dos vestígios da primeira Canudos, destruída pela guerra, até a segunda cidade, reconstruída pelos poucos conselheiristas que sobreviveram a um dos mais violentos massacres da história do Brasil e posteriormente submersa pelo Açude de Cocorobó, as fotografias realizadas pelo fotógrafo francês, em 1947, e pelo baiano, em 1997, falam também sobre a solidão e abandono de um país constantemente explorado e excluído, que precisa recorrer às paisagens imaginárias para sobreviver diante de tanta violência e injustiça.
O Beco do Zé Moura irá receber a partir do dia 16/11, a intervenção “Mergulho das Benedictas”. Com curadoria de Natália Chagas, a mostra reunirá trabalhos inéditos assinados por sete mulheres que vivem em Tiradentes, e que participaram do curso de fotografia oferecido pela Ação Cultural Artes Vertentes durante o ano de 2023. São elas: Adriana Amorim, Antônia Rosa, Caroline Assis, Clarissa Arani, Maria Silvia, Regina Ferreira e Walquíria Assis. A proposta é apresentar uma ideia não linear de exposição, tampouco fechada. A ocupação se aproxima mais de fragmentos poéticos espalhados no desenrolar dos dias multifacetados, incitando-nos a inventar outras poesias a partir dos estímulos recebidos ao longo da travessia, agregando nossas percepções e assim, dando sentido as coisas que podem ser sem sentido, trazendo luz a espaços “invisíveis”, e dando importância às coisas “desimportantes”. São imagens ora se interceptam, ora se afastam. Apesar de atravessar temáticas diferentes, a linha que costura esses trabalhos é uma só: O que pode a fotografia? Quais mudanças elas reproduzem em nós?
Também no dia 16/11, às 18h, no Sobrado Quatro Cantos (R. Direita, 5), haverá a abertura da exposição “Da casa à paisagem”, reunindo trabalhos assinados pelos artistas: Andrea Lanna, Daisy Turrer, Elisa Campos, Fernanda Goulart, Liliza Mendes, Roberto Bethônico e Rodrigo Borges. A mostra, realizada em parceria com o Campus Cultural UFMG Tiradentes, apresenta peças de caráter experimental, que questionam a espacialidade doméstica. A exposição constitui-se como ambiente de interações processuais, a partir de trabalhos que grassam entre si, mas também com a cidade, suas pessoas, arquiteturas, jardins, quintais, montanhas e as diversas subjetividades que os habitam.
Simultaneamente, também às 18h de quinta (16/11), no Centro Cultural Yves Alves (Rua Direita, 168), será inaugurada a exposição "Anjos Caídos", que reúne obras da premiada fotógrafa, jornalista e escritora francesa Emilienne Malfatto. A mostra reúne imagens e conteúdos que lançam um olhar poético, denunciativo e delicado para situações que envolvem a perda, o luto, o trauma, a ausência e a memória dos Yazidis, minoria religiosa curda, estabelecida numa região localizada na fronteira entre o Iraque e a Síria. Praticando um dos monoteísmos mais antigos do mundo, os Yazidis têm sido alvo de inúmeros genocídios ao longo da história. Através da superposição de fotografias e retratos antigos, acompanhados dos relatos das pessoas que regressaram ao território, Emilienne Malfatto retrata uma terra de fantasmas, onde as pessoas (sobre)vivem assombradas pelos ausentes.
Outra exposição que integra a programação do Festival Artes Vertentes é a série “Terreno Antropozoico”, criada pelo fotógrafo mineiro Rodrigo Albert entre os anos de 2011 e 2017 no Golfo do México, um lugar constantemente afetado por tormentas e furacões, marcas das pegadas irreversíveis deixadas pelo homem no planeta. As intervenções feitas pelo artista com fogo, pneus, lixo, redes, canos e com o próprio ser-humano sugerem paisagens de uma nova era geológica chamada Antropoceno, que estabelece um vínculo intrínseco e indivisível entre o ser humano e a natureza, como sugere o cientista Paul J. Crutzen: “O Antropoceno representa um novo período na história do planeta, no qual o ser humano se tornou o motor da degradação ambiental e o vetor de ações catalisadoras de uma provável catástrofe ecológica.” Quais paisagens vislumbrar a partir de um ponto em que a natureza foi a tal ponto alterada que já não mais existe no sentido antigo? A mostra poderá ser conferida ao longo de todo o fesrival no Chafariz de São José.
No dia 17/11, sexta, às 20h, no Museu Casa Padre Toledo (R. Padre Toledo, 190), as artes visuais serão colocadas em diálogo com a literatura, a partir da leitura performática que inclui a projeção de vídeo. A performance “A água é uma máquina do tempo”, derivada do livro homônimo da artista e escritora Aline Motta(Niterói/RJ) reúne diversas linguagens artísticas e reconfigura memórias ao se valer de uma percepção não-linear do tempo, provocando reflexões acerca das influências dele em nossas vidas. Construindo um mosaico fluido de épocas a partir de documentos históricos, Aline Motta cruza diversos planos entre si, num percurso que passa pelo luto por sua mãe e revisita o Rio de Janeiro no final do século XIX, por meio de fragmentos que reconstroem a vida de antepassadas da autora.
A partir do dia 17, o público também poderá conferir a exposição “Walter Firmo conjugado”, reunindo uma seleção de trabalhos assinados por um dos fotógrafos mais reconhecidos por seu olhar humanista. A obra reflete suas próprias origens, como parte de uma “confraria suburbana, operária, onde a negritude viceja.” Para a mostra, o fotógrafo escolheu fotos em preto-e-branco, como forma de dialogar com seu próprio trabalho, sempre tão associado a cores vivas. As imagens escolhidas retratam uma paisagem humana ao mesmo tempo real e imaginária. Walter Firmo, nascido Guimarães Silva, demonstra nessa seleção a conjugação de seu sobrenome artístico. A exposição é realizada pelo Instituto Rouanet em parceria com o Festival Artes Vertentes.
Já no dia 23/11, quinta, às 19h, também no Museu Casa Padre Toledo, o público poderá conferir “Esse Isso Aqui”, um projeto multidisciplinar e colaborativo criado em 2023 a partir do encontro do coletivo de arte-sonora O Grivo, a artista multimídia Niura Bellavinha, e o músico Francisco César. O trabalho consiste em uma série de improvisações que ocorrem na intersecção da música experimental e contemporânea, o free-jazz e as pinturas expandidas, realizadas ao vivo. Os quatro artistas instauram no espaço do concerto-performance um estado de presença, escuta e concentração ritualística, oferecendo ao público um diálogo que trafega entre música, espacialidade e uma visualidade radicalmente musical.
Sobre o Festival Artes Vertentes
Criado em 2012 por Luiz Gustavo Carvalho e Maria Vragova, o Festival Artes Vertentes é um projeto realizado pela Ars et Vita e pela Associação dos Amigos do Festival Artes Vertentes. O evento vem apresentando, ininterruptamente, uma programação artística que estimula diálogos entre as mais diversas linguagens artísticas e propõe, por meio da arte, reflexões sobre temas de relevância para a sociedade contemporânea. Vencedor do prêmio CONCERTO 2021 e nomeado para o prêmio internacional Classic: NEXT Innovation Award 2022, durante as últimas edições, o Festival Artes Vertentes já recebeu mais de 420 artistas, originários de 40 países.
O 12º Festival Artes Vertentes é realizado com o patrocínio da Cemig, Itaú, Copasa e Minasmáquinas.
Mais informações no site www.artesvertentes.com.
Cemig: a energia da cultura
A Cemig é a maior incentivadora de cultura em Minas Gerais e uma das maiores do país. Ao longo dos seus 70 anos de fundação, a empresa investe e apoia as expressões artísticas existentes no estado, por meio das leis de dedução fiscal estadual e federal, de maneira a abraçar a cultura de Minas Gerais em toda a sua diversidade. Além de fortalecer e potencializar as diferentes formas de produção artística e cultural no estado, a Cemig se apresenta, também, como uma das grandes responsáveis por atuar na preservação do patrimônio material e imaterial, da memória e da identidade do povo mineiro. Os projetos incentivados pela Cemig objetivam chegar nas diferentes regiões do estado, beneficiando um maior número de pessoas e promovendo a democratização do acesso às práticas culturais. Assim, incentivar e impulsionar o crescimento do setor cultural em Minas Gerais reflete e reforça o compromisso e o posicionamento da Cemig em transformar vidas com a nossa energia.
Serviço
12º Festival Artes Vertentes
De 16 a 26 de novembro, em Tiradentes/MG
Programação completa: www.artesvertentes.com
Ingressos online para apresentações pagas: https://www.artesvertentes.
Exposições permanentes - 16 a 26/11
Exposição “Canudos”
Trabalhos de Pierre Verger e Evandro Teixeira
Visitação: 16 a 26 de novembro
Horário de visitação: todos os dias, das 10h às 19h
Local: Sobrado Aimorés(Rua Direita, 159) - Tiradentes/MG
Gratuito
Exposição “Terreno Antropozoico”
Fotografias de Rodrigo Albert
Visitação: 16 a 26 de novembro
Horário de visitação: ininterrupto
Local: Chafariz de São José - Rua Francisco Cândido Barbosa, sem número - Tiradentes/MG
Gratuito
Exposição “Walter Firmo conjugado”
Fotografias de Walter Firmo
Visitação: 16 a 26 de novembro
Horário de visitação: todos os dias, das 10h às 19h
Local: Instituto Rouanet - Rua Direita, 248- Tiradentes/MG
Gratuito
Exposição “Mergulho das Benedictas”
Trabalhos de Adriana Amorim, Antônia Rosa, Caroline Assis, Clarissa Arani, Maria Silvia, Regina Ferreira e Walquíria Assis
Visitação: 16 a 26 de novembro
Horário de visitação: ininterrupto
Local: Beco do Zé Moura(R. Direita, 201-77) - Tiradentes/MG
Gratuito
Exposição “Da casa à paisagem”
Trabalhos de Andrea Lanna, Daisy Turrer, Elisa Campos, Fernanda Goulart, Liliza Mendes, Roberto Bethônico e Rodrigo Borges
Visitação: 16 a 26 de novembro
Horário de visitação: todos os dias, das 10h às 19h
Local: Sobrado Quatro Cantos (R. Direita, 5) - Tiradentes/MG
Gratuito
Exposição "Anjos Caídos"
Trabalhos da fotógrafa, jornalista e escritora francesa Emilienne Malfatto
Visitação: 16 a 26 de novembro
Horário de visitação: todos os dias, das 10h às 19h
Local: Centro Cultural Yves Alves (Rua Direita, 168) - Tiradentes/MG
Gratuito
17/11 - sexta-feira
Leitura Performática “A água é uma máquina do tempo”, com Aline Motta
Horário: 20h
Local: Museu Casa Padre Toledo(R. Padre Toledo, 190) - Tiradentes/MG
Gratuito
23/11 - quinta-feira
Performance “Esse Isso Aqui”, com O Grivo, Niura Bellavinha, e Francisco César
Horário: 19h
Local: Museu Casa Padre Toledo(R. Padre Toledo, 190) - Tiradentes/MG
Gratuito
Amazônia (2022)_Coleção do Museu Nacional de Belas Artes
Nova exposição do MAC USP reúne obras de Ricardo Ribenboim
Com curadoria de Rachel Vallego, a mostra Rastro dos Restos apresenta mais de 80 trabalhos recentes do artista, produtor e gestor cultural. Entre memórias e influências de artistas brasileiros, todo o processo criativo de Ribenboim é desenvolvido através de coleta, guarda, construção e reconstrução aplicadas em esculturas de metal e madeira, pinturas e colagens.
No dia 28 de outubro, a partir das 11h, o Museu de Arte Contemporânea da USP apresenta a exposição Rastro dos Restos, individual de Ricardo Ribenboim com cerca de 80 obras de sua produção recente. Parte desse conjunto de obras foi exposto em 2022 no Paço Imperial do Rio de Janeiro, tendo Yuri Quevedo como curador. Para a exposição no MAC USP o artista convidou Rachel Vallego para uma outra leitura curatorial, explorando a oportunidade de mostrar ao público a produção artística de Ricardo Ribenboim, tão significativa quanto sua trajetória como produtor e gestor cultural.
Em Rastro dos Restos, Ribenboim evidencia seu procedimento de trabalho a partir da ação do tempo sobre ideias e materiais que recolhe, observa, avalia os significados e então utiliza na construção de suas obras. Cacos, gravetos, retalhos, troncos calcinados, raízes do mangue, metais fundidos, chapas enferrujadas ou um giz de cera de seu neto encontram os restos do cotidiano do ateliê ao lado de suas memórias e dos registros de sua trajetória. “Tudo funcionando como peças de um jogo em que o primeiro movimento no tabuleiro é dado por um desses elementos. Cada movimento dessa partida imaginária resulta em obras que por sua vez alimentam a próxima jogada”, diz a curadora Rachel Vallego.
Todo esse processo de coleta, guarda, construção e reconstrução, pode ser visto em quatro grandes séries Riscos no Espaço, Mirandas, In Memoriam e Rastro dos Restos, que possibilitam diferentes leituras.
A admiração de Ribenboim por artistas brasileiros, como José Resende, Frans Krajcberg e Waltércio Caldas pode ser vista nas esculturas em metal e madeira chamadas pelo artista de Riscos no Espaço; ou por Mira Schendel e Willys de Castro nos objetos de parede em Miradas.
A série In Memoriam de pinturas sobre lona e folha de ouro que aborda a discussão política e ecológica tomando um corpo poético; e a série que dá nome a exposição Rastro dos Restos, em que o procedimento da colagem com todo tipo de material disponível no ateliê, incluindo obras antigas ou seus fragmentos, são continuamente transformados.
Sobre o artista
Ricardo Ribenboim foi aluno de Evandro Carlos Jardim e da Escola Brasil, sob a orientação de José Resende e Carlos Fajardo. Em 1974, participou da Bienal de São Paulo e trabalhou como designer gráfico até 1990. Nos anos 1980, criou o Museu Brasileiro do Papel, posteriormente incorporado ao MAC USP. Foi diretor do Paço das Artes e do Itaú Cultura, sendo responsável pela criação dos Eixos Curatoriais, das Enciclopédias em meio digital e do Programa Rumos - que considera uma de suas grandes obras.
Serviço:
Rastro dos Restos – Ricardo Ribenboim
Curadoria: Rachel Vallego
Abertura: 28 de outubro, sábado, às 11
Período expositivo: 28 de outubro a 10 de março de 2024
Local: Museu de Arte Contemporânea da USP
Endereço: Avenida Pedro Álvares Cabral, 1301 – Ibirapuera
Horários: terça a domingo, das 10h às 21h
Entrada gratuita
Mais informações:
MAC USP
Telefone: (11) 2648.0254
fonte:
a4&holofote comunicação
Será aberta ao público em 27 de outubro a partir das 20h na sede do Lab das Artes (Rua Cuba, 1099 – Jardim Consolação) a mostra “Arte EmQuadra”, a nova série de pinturas que a artista Atalie Rodrigues Alves realizou através de projeto cultural do Bolsa-Cultura apoiado pela FEAC/Prefeitura Municipal de Franca que seleciona projetos de artistas locais por meio de editais.
A exposição traz doze pinturas figurativas inéditas realizadas em tinta acrílica sobre madeira pintadas especialmente para o projeto, baseadas na tradição do basquetebol francano. Para criar as obras, a artista realizou pesquisa sobre imagens antigas e atuais do basquete local, identificando as diversas denominações e camisetas utilizadas pela equipe francana ao longo de seus 60 anos de tradição.
O percurso artístico da autora, uma das coordenadoras do Lab das Artes, se inicia na década de 1970, registrando em pinturas, desenhos e gravuras de cunho figurativo e forte influência da arte pop brasileira personagens e trabalhadores da cidade em seus mais diversos ofícios, desde sapateiros, curtumeiros, boias-frias, da construção civil, tornando-a uma autêntica cronista visual da cidade.
A criação de um riquíssimo e próprio universo visual, construído a partir de pesquisas constantes sobre os elementos componentes da paisagem francana, da geografia humana, do mundo do trabalho, da arquitetura urbana e também de influências de outros lugares por onde viajou torna sua obra criativa pioneira numa cidade onde o academicismo nas artes plásticas sempre predominara. Seu trabalho se afirma ainda mais importante por se inserir num universo onde são poucas as mulheres que trabalham e vivem do ofício da pintura e da gravura.
O projeto se propôs a transpor esse olhar feminino da artista para o mundo do basquete masculino de alto rendimento, tradição da cidade que se inicia no final dos anos 1950 permitindo que esse esporte seja visto sob uma nova perspectiva, para muito além do basquete como uma modalidade esportiva que empolga sua fanática torcida. A série permite discutir através dessas pinturas o papel da tradição no momento em que a cidade vai comemorar os 200 anos de sua criação e o próprio basquete como uma dança mágica de cores e imagens.
A ideia da série de pinturas, segundo a autora, foi motivada pela beleza plástica dos movimentos dos jogadores, sessenta anos após a inauguração do ginásio do Clube dos Bagres durante o Campeonato Brasileiro de Seleções de Basquete de 1962, evento que se tornou decisivo para ampliar o apoio da cidade ao basquete e a sua equipe de representação que se tornou uma das mais tradicionais do país com atividade ininterrupta desde então. A artista partiu desta perspectiva, de mostrar a plasticidade e os impactos no imaginário francano do processo de consolidação do basquete da cidade, esporte que se tornou parte da identidade local.
A mostra no Laboratório das Artes acontece de 27 de outubro a 01 de dezembro de 2023, com entrada gratuita. Para obter informações sobre horários de visita, acesse os perfis do Laboratório das Artes no Instagram, Facebook e https://www.
Serviço
Evento: Exposição de Pinturas “Arte EmQuadra”.
Data de Abertura: 27 de outubro/2023, sexta-feira, 20 horas.
Visitação: de 27 de outubro a 01 de dezembro, de segunda a sexta-feira das 10 às 12h e das 14 às 17h.
Local: Laboratório das Artes de Franca - Rua Cuba, 1099 - Jardim Consolação, Franca – SP.
Valor de ingresso: Gratuito
Mais informações: https://www.
Ocupação Rios e Ruas no Centro Cultural Fiesp proporciona experiência sensorial e informativa sobre os rios de São Paulo | |
A mostra acontece no Centro Cultural Fiesp com o período expositivo de 12 de outubro de 2023 até 15 de janeiro de 2024 | |
A ocupação Rios e Ruas tem o objetivo de sensibilizar a população sobre a presença dos cursos d’água existentes em São Paulo. A mostra é interativa e oferece diferentes perspectivas sobre a relação entre a cidade e a natureza. A iniciativa é resultado de uma parceria entre o Instituto Harmonia Educação e Sustentabilidade, o Instituto Casa D’Água e o Estúdio Curva. A exposição contará com instalações gratuitas e acessíveis que convidarão os visitantes a ver a cidade de São Paulo por uma nova perspectiva, revelando a presença dos rios sob o tecido urbano. A mostra é composta por três instalações: - Cartografia dos Sentidos: um mapa gigante da cidade, sobre o qual os visitantes podem caminhar, e que revela a presença dos rios ocultos pelo crescimento urbano. - Mostra Digital/Cubo: um cubo de LED que exibe um vídeo sobre a história dos rios de São Paulo e suas implicações para a cidade. - Galeria Digital FIESP: uma vinheta com o objetivo de encantar quem passar pela Avenida Paulista com a relação entre os meios naturais e urbanos da cidade. O projeto tem como foco a cidade de São Paulo, uma das maiores da América do Sul, que possui uma extensa rede de rios e córregos que foram amplamente modificados ao longo do século XX para acomodar o crescimento urbano acelerado. Essas intervenções causaram uma série de problemas, incluindo ocupação desordenada, impermeabilização do solo, poluição, enchentes e impactos na qualidade de vida da população. O objetivo principal é sensibilizar a população sobre a presença desses rios urbanos e promover uma reflexão sobre o desenvolvimento sustentável da cidade. Por meio da parceria com a Mostra Rios e Ruas, o Sesi-SP reforça seu compromisso com a educação ambiental, a sensibilização da comunidade e a promoção da cultura como uma ferramenta para a transformação social. “Juntos, buscamos inspirar cidadãos a se tornarem agentes de mudança, promovendo a preservação de nossos recursos naturais e a construção de um futuro mais sustentável”, reforçou a gerente executiva de Cultura do Sesi-SP, Débora Viana”. Centro Cultural Fiesp – Av. Paulista, 1313 – Em frente à estação Trianon – Masp Mostra Rios e Ruas De 12 de outubro de 2023 até 15 de janeiro de 2024 Terça a domingo das 10h às 20h |