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escolhidos por MARIA PINTO
(Maria Regina Pinto Pereira)

http://maregina-arte.blogspot.com/

terça-feira, 23 de abril de 2024

exposição “Como medida: uma coleção” - Adalgisa Campos - Chácara Lane - SP

 

Imagem:  divulgação

Adalgisa Campos expõe coleção de mais de 20 anos de medições de seu corpo, objetos e lugares 

“Como medida: uma coleção” reúne obras produzidas por onde a artista paulistana passou e a partir de protocolos e convenções de esquadrinhamentos 


Um recorte da intensa produção da artista visual paulistana Adalgisa Campos está em exposição na Chácara Lane/Museu da Cidade de São Paulo (MCSP) localizada na Rua da Consolação. A mostra Como medida: uma coleção fica em cartaz até junho e apresenta mais de uma centena de obras de uma série iniciada no fim dos anos 1990. São trabalhos realizados a partir de esquadrinhamentos que têm o corpo da artista como um referencial de dimensão.

A coleção reúne registros de objetos e locais por onde Adalgisa Campos passou ao longo das últimas décadas: de lugares da infância aos espaços onde expôs seus trabalhos, como França e Alemanha. Sua habilidade para registros é tão instigante quanto subversiva, explica a curadora da exposição, Talita Trizoli. "Adalgisa utiliza uma variedade de técnicas e suportes vinculados ao vocabulário formal do desenho, do gráfico, do construto”.

"Aos poucos fui me apropriando de uma técnica que permite me relacionar com os lugares e as coisas da minha memória de uma forma objetivável e compartilhável", explica. "A cidade, os espaços e os objetos são coisas construídas, portanto, passíveis de serem desconstruídas e reconstruídas. Isso é muito presente na minha prática", completa a artista.  

De acordo com a curadora, a coleção foi poucas vezes exibida e a escolha da Chácara Lane é resultado de um encontro fortuito entre o local onde já funcionou o Gabinete do Desenho (na cidade de São Paulo) e uma produção que propõe, no âmbito do desenho, uma reflexão sobre elementos e estruturas compositivas.

As primeiras medições

Um dos primeiros trabalhos da série Medições foi um projeto exposto na Alemanha, no fim dos anos 1990. “Não conhecia o local e pedi que me descrevessem sem apresentação de fotos e outras imagens. Foi ali que surgiu a ideia de construir um desenho do lugar na escala do lugar. 

“Podia ter pego a cor, o cheiro, os relatos de quem morou lá, mas optei pelas medidas e construí um desenho na escala real daquele espaço. Essa construção não podia ser no papel. Então decidi costurar. Fiz essa peça em tecido e levei para lá. Foi minha primeira medição”, relembra a artista. 

A partir daí, Adalgisa começou a medir outros espaços das cidades por onde passou. “Abri uma caixinha na minha cabeça. O que me interessa não é a medida, mas o ato de medir. É a medição, portanto. Daí o nome da coleção”. 

Apesar desses trabalhos serem independentes, Adalgisa começou a considerá-los um conjunto de medições, espaços, objetos e modos de medir. "Essas medidas me permitem justapô-las e construir um novo lugar, de uma forma muito concreta, como colocar o vestíbulo da minha casa ao lado da casa onde meu pai nasceu e da casa em que minha mãe nasceu, todos lugares de cidades diferentes.”

Na exposição da Chácara Lane o público poderá conferir a obra “Apartamento imaginário (os 10 quartos)”, um desenho digital impresso em papel fine art. “As informações dessa obra estão no título: são dez quartos e o apartamento é imaginário. É isso o que eu quero que o público saiba. Para mim é o tipo de informação que basta.”


Coleção de Medições Apartamento imaginário (os 10 quartos), 2015 

Desenho digital impresso em papel fine art 

Imagem: divulgação

 

A curadora destaca que a mostra reúne obras na escala 1 para 1 do corpo e trabalhos da escala do espaço ocupado. "E tem papeizinhos, de dez centímetros por dez. É uma variedade de dimensões que também dialoga com a lógica da produção". Os materiais são díspares: um caderno, um jornal, desenhos técnicos, papéis gigantes, grafite, lonas, papeis vegetais milimetrados, bastão a óleo, feltro e fotografias.

 

Corpo e feminismo

Um dos espaços mapeados na coleção é o próprio corpo da artista, que começou a incluir suas medidas em obras a partir de 2015. “Me interesso pelos eixos de alcance, o espaço ocupado em relação ao meu corpo", destaca. "Quem visitar a exposição também tem um corpo e pode observar meu eixo, meu alcance como algo partilhável”.

“Os protocolos de arquitetura foram historicamente estabelecidos por homens. Todo nosso código de medida e linguagem está fundamentado em uma lógica patriarcal. Ainda que a casa seja posta como o grande território da feminilidade, as mulheres não projetam, historicamente, as próprias casas. Quando a Adalgisa migra para o corpo, ela participa de forma subversiva desse jogo de medição”, destaca a curadora.

Nascida em São Paulo, em 1971, a artista é graduada em Arquitetura pela FAU-USP e pós-graduada em Pesquisa Cromática pela École Nationale Supérieure des Arts Décoratifs (Paris). Cursou artes visuais na Universidade de Paris VIII entre 1997 e 1998 e obteve em 2012 o mestrado em Artes pelo Instituto de Artes da Unicamp. Nos últimos 20 anos, desenvolveu obras em que o desenho constitui o eixo estrutural de sua produção. Embora não exerça a profissão de arquiteta, Adalgisa usa metodologias da arquitetura para pensar a relação do espaço. 

 

Sobre o Museu da Cidade de São Paulo

O Museu da Cidade de São Paulo é composto de 12 edifícios e um logradouro construídos entre os séculos 17 e 20, incluindo o conjunto formado pelo Solar da Marquesa de Santos, o Beco do Pinto, a Casa da Imagem e a Chácara Lane, na região central. Essa rede de imóveis é de interesse histórico e estão distribuídos na malha urbana do município, representando um diverso acervo arquitetônico.

Vinculado à Secretaria Municipal de Cultura, o Museu é um espaço de reflexão que tem como objeto principal a cidade de São Paulo, considerando suas manifestações artísticas e culturais, seus bairros, suas ruas, suas tensões sociais e suas edificações como registros documentais da história e das memórias de seus habitantes.

A Chácara Lane foi incorporada pelo Museu da Cidade em 2012 e nela implantou-se o Gabinete do Desenho com o propósito de expor as obras em papel da Coleção de Arte da Cidade. Com o retorno desse acervo ao Centro Cultural São Paulo, a programação de exposições priorizou projetos que apresentem o desenho como forma de pensamento, desdobrando a aplicação do conceito em outras linguagens, como a arquitetura e o design.


SERVIÇO

Como medida: uma coleção

Data:  até 09/06/2024

Funcionamento: Terça a domingo, das 09h às 17h

Local: Chácara Lane 

Endereço: Rua da Consolação, 1024 – Consolação – São Paulo 

http://www.museudacidade.prefeitura.sp.gov.br/

 

fonte: Agência Galo 

quinta-feira, 18 de abril de 2024

Exposição Dois Indígenas da Amazônia – Vida e Arte - Caixa Cultural - SP

 

Exposição Dois Indígenas da Amazônia – Vida e Arte 

mostra celebra o trabalho de dois expoentes das artes visuais da Amazônia

A exposição caminha em consonância com a campanha lançada pelo Governo Federal, via Ministério dos Povos Indígenas no ano passado em função da celebração do Dia 19 de abril que agora é denominado Dia dos Povos Indígenas. “Dois Indígenas da Amazônia – Vida e Arte” portanto, possui um slogan complementar “Nunca Mais um Brasil sem Nós”, tema da campanha nacional que propõe dar visibilidade à luta dos povos indígenas que resistem e existem o Brasil, preservando suas 274 línguas faladas. A campanha celebra a força da ancestralidade, que persiste, luta e existe.


Um recorte da produção dos artistas visuais indígenas amazonenses Duhigó e Dhiani Pa’saro entra em cartaz em nova exposição em São Paulo. A Caixa Cultural apresenta Dois Indígenas da Amazônia – Vida e Arte, mostra com obras reunidas de parte da coleção pertencente à ‘Associação de Educação do Homem de Amanhã do Brasil – HABRA’, organização não governamental dedicada a projetos de proteção social, educação, direitos humanos e cultura. O acervo perfaz um compêndio de referências históricas produzidas pelos dois artistas e reforça as relações entre os trabalhos e a preservação do patrimônio cultural material e imaterial dos povos Tukano e Wanano do Amazonas. “Eu pinto o que não existe mais, e isto é muito importante para o meu povo. Quando Duhigó fechar os olhos, a minha arte contará minha história e dos Tukano”, declara a artista premiada em 2023 como Mestra das Artes Visuais pela Funarte e Ministério da Cultura, Governo Federal.

 

Dhiani Pa’saro do povo Wanano, produz quadros em marchetaria e pintura e tem como base de inspiração a técnica ancestral de fazer trançados com fibras e cipós da Floresta amazônica. "Com a marchetaria, eu trago os trançados feitos pelos meus antepassados", afirma Pa’saro. Os dois artistas estiveram em 2023/2024 participando da exposição temática "Histórias Indígenas", no Masp, Museu de Arte de São Paulo e possuem obras nos acervos permanente, tanto do Masp, quanto da Pinacoteca do Estado de São Paulo (Pina).

 

“Dois Indígenas da Amazônia - “Nunca mais um Brasil sem Nós” tem curadoria de Nei Vargas e busca questionar uma sociedade muitas vezes moldada por perspectivas e narrativas eurocêntricas e desafiar a distância e o apagamento cultural vividos pelos povos originários brasileiros, com destaque especial para estes artistas indígenas que vivem na Amazônia.


Texto curatorial

 

Ritualística, mitologia, cosmogonia, cosmologia, memória, herança e sacralidade. O extenso conjunto de atribuições ao corpo de trabalho desenvolvido por Duhigó e Dhiani Pa’saro está regido pelo signo da ancestralidade. As obras reunidas na exposição “Dois Artistas da Amazônia - Vida e Arte” compõem a Coleção Associação de Educação do Homem de Amanhã do Brasil - HABRA, Organização Não Governamental dedicada a projetos de proteção social, educação, direitos humanos e cultura. O acervo perfaz um compêndio de referências históricas produzidas pelos dois artistas, concentrando da excelência artística ao acesso a um poderoso conhecimento longevo e ainda pouco visto.

 

Originários dos povos que compõem as unidades do sistema social indígena que vivem às margens do Rio Uaupés e seus afluentes como o Rio Tiquié, Papuri, Querari e outros que compõem a região do Alto Rio Negro, a descendência destes artistas deita suas raízes na região da Colômbia e do Noroeste da Amazônia brasileira, mais precisamente no município fronteiriço de São Gabriel da Cachoeira. Seus mitos de origem e regime de comunicação são transmitidos por meio da família linguística tukano oriental, composto por um grupo com mais de dez povos, entre os quais os Tukano, do Povo Yepá Mahsã representados pela Duhigó, e os Wanano, ao qual pertence Dhiani Pa’saro.

 

O cruzamento da história de vida de cada um deles já possuía sólidas bases nas suas ancestralidades, mas adensou com novos capítulos no encontro ocorrido no Instituto Dirson Costa de Arte e Cultura da Amazônia (IDC). Ali iniciava um outro caminho em que as artes visuais teceriam vínculos ainda mais estreitos rumo a camadas de projeção e reconhecimento mais amplos. Voltada ao ensino de História da Arte, Pintura e Marchetaria, o projeto da Escola de Artes do IDC foi instituído para oferecer novas oportunidades profissionais à população de indígenas que vivem em Manaus.

 

Seus estudos permitiram que Duhigó e Dhiani erguessem arcabouços conceituais tomando como fundamento uma visualidade escavada na memória. As experiências na aldeia, no princípio de suas vidas, são trazidas para seus trabalhos artísticos a fim de revelar elementos culturais e preencher lacunas na construção de um projeto de país mais diverso e justo.

 

Duhigó está interessada nas cenas do cotidiano do seu povo, tanto que compôs uma série de pinturas e gravuras em que a maloca se configura como elemento central, disparador de todo tipo de relação social. Nesta exposição, há um recorte de seu trabalho com gravuras, pinturas de muiraquitãs, máscaras ritualísticas e cocares dos seus ancestrais e outros povos amigos dos Tukano. Vale o destaque para sua grande obra presente o acervo do MASP que trata de uma parturiente sentada na rede, mostrando a complexa ritualística do parto, na obra “Nepũ Arquepũ”. Máscaras ritualísticas também dançam a dança de seus ancestrais, como a Máscara de Ritual presente no acerco da Pinacoteca do Estado de São Paulo (Pina).

 

Os seres que estruturam a mitologia Tukano perfazem outro grupo de investigação, colocando em evidência deusas e deuses responsáveis pela criação do mundo, da natureza e da vida humana. Ainda, as indumentárias presentes na rotina ou nos ritos de passagem, como as máscaras que tanto servem para o uso em cerimônias celebrativas quanto podem aparecer nas vestimentas funerárias. Por fim, os ouriços de onde se extraí a Castanha-do-pará servem de suporte para uma infinidade de grafismos e dão sentido artístico a um elemento da natureza comumente descartado.

 

Dhiani vai na mesma toada ao retratar o universo que constituiu seu povo Wanano. Exímio pintor, o artista se destaca também nas sofisticadas marchetarias elaboradas com apuro técnico raramente encontrado neste tipo de meio. Dhiani Pa’saro é o mais importante marcheteiro da contemporaneidade amazônica, não sendo equivocado estender o título a um dos grandes mestres do país. A riqueza dos trançados feitos com uma diversidade de fibras naturais que marcam a cultura de seu povo, aparecem quando ele elabora na tessitura de inúmeras peças de madeiras seu repertório visual.

 

Dhiani traduz por meio de suas marchetarias animais geometrizados do ecossistema amazônida, solicitando uma observação atenta para fazer surgir bichos preguiça, besouros, peixes e borboletas. Além disso, os grafismos são encontrados nas cestarias que armazenam alimentos, como os balaios onde se guarda a mandioca ou as peneiras usadas para comida, como na obra “Suophoka”, que compõe o acervo do MASP e a obra “Arara Azul”, presente no acervo da Pinacoteca do Estado de São Paulo. Nesta exposição, o visitante terá uma apurada seleção destas marchetarias já consagradas. Aparece ainda uma lança que carrega um chocalho, usada pelo cacique da aldeia, como símbolo de respeito para saudar caciques de outras malocas.

 

Aos povos nativos deste vasto país continental coube elaborar estruturas de resistência para que pudessem manter suas vidas e seus legados. Duhigó e Dhiani Pa’saro avançam neste sentido ao incorporarem a arte como forma de existência. Por meio dela, criaram um rico e elucidativo compendio que ilustra os elementos da sua ancestralidade, sem o qual seria muito mais difícil obter acesso e compreensão de como são seus modos de ser e estar no mundo. Ela e ele são mais que artistas, são guardiões de suas culturas. Suas vidas vão perdurar por meio da arte.


 

 

Serviço

Exposição Dois Indígenas da Amazônia – Vida e Arte

Duhigó e Dhiani Pa’saro


Período expositivo: De 15 de Abril a 01 de junho de 2024

Horários: terça a sábado de 10h às 18h

Domingo: de 9h às 17h


Local: Caixa Cultural

Praça da Sé, 111 - Centro Histórico de São Paulo, São Paulo

Entrada gratuita

Apoio: HABRA

Local com acessibilidade


fonte: Agência Catu

Projeto “Família no Museu” conecta gerações na Casa de Portinari, em Brodowski

 


Fabiano Cruz | ACAM Portinari sistemas@comuniquese6.com.br 
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10:22 (há 24 minutos)
para mim

Projeto “Família no Museu” conecta gerações na Casa de Portinari, em Brodowski

Educadores do museu propõem atividades de leitura, jogos e brincadeiras no sábado (20) e no domingo (21)


Imagem: Divulgação


O Museu Casa de Portinari, instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo, em Brodowski (SP), promove no próximo fim de semana mais uma edição do projeto “Família no Museu”, que traz atividades que conectam gerações por meio de jogos, brincadeiras e leituras compartilhadas.


Curiosidades do acervo do museu divulgadas nas redes sociais também é um dos destaques da programação para os próximos dias. Confira, abaixo, a agenda completa.


Família no Museu - Atividades Intergeracionais


A ação “Família no Museu” acontece no terceiro fim de semana do mês, nos jardins da Casa de Portinari. Propõe momentos de interação entre membros da família e valoriza a iniciativa dos pais em levarem seus filhos para conhecer museus e outras instituições culturais. Educadores acompanham as atividades, que vão desde leituras compartilhadas até jogos e brincadeiras que remetem aos tempos de infância do menino Candinho.


O projeto “Família no Museu” leva os visitantes a mergulhar no lado familiar do artista, que levou a cidade de Brodowski para suas obras.


Segundo o gerente do museu, Matheus Maia, “Brodowski e Portinari são indissociáveis. A cidade respira Portinari e vemos que o artista se voltava para sua terra natal a todo momento. Isso se exemplifica nas cores utilizadas para os céus pintados por Portinari, o solo avermelhado, as expressões dos retratados e, principalmente, na temática escolhida pelo pintor, que muitas vezes se relacionava com sua infância sofrida no povoado”.


Ao final da atividade, os participantes recebem o certificado de “Família Legal” e podem fazer uma foto e compartilhar nas redes sociais.


Data: 20 e 21 de abril (sábado e domingo)

Horário: das 10h às 16h

Gratuito


Acervo em Segundos


O Acervo em Segundos apresenta detalhes e curiosidades do Museu Casa de Portinari e sua coleção. Nesta edição, as informações são sobre ferramentas de trabalho de Candido Portinari. Acompanhe o vídeo nas mídias sociais.


Data: 21 de abril (domingo)

Horário: às 10h

Local: redes sociais

Instagram: @museucadeportinari

Facebook: /museucasadeportinari


Exposição fotográfica “Nós Mulheres”


A exposição da fotógrafa Lola Paola Martins foi prorrogada por todo o mês de abril. A mostra apresenta retratos de mulheres em diferentes fases da vida, tendo obras de Portinari como inspiração.


São retratos de mulheres no trabalho, cuidando da casa, sendo amamentadas, retratos posados, espontâneos, artísticos ou mostrando a realidade do dia a dia em suas lutas, glórias, alegrias e tristezas.


Data: até 28 de abril

Horário: das 9h às 17h

Local: Galpão das Artes – Rua João Brisotti, 128, Centro, Brodowski (SP)

Entrada gratuita


Confira a programação completa do Museu Casa de Portinari no site da instituição.


Museu Casa de Portinari


Inaugurado em 14 de março de 1970, em Brodowski, o Museu Casa de Portinari, instituição do Governo do Estado de São Paulo administrada pela Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo em parceria com a ACAM Portinari - Organização Social de Cultura, tem como edificação a antiga residência de Candido Portinari e representa a forte ligação do pintor com sua terra natal, origens e laços familiares.


É o local onde ele realizou suas primeiras experiências com pinturas murais e se aprofundou na técnica ao passar dos anos. Entre os ambientes que mais se destacam, estão o ateliê, com os objetos de trabalho do artista, e a “Capela da Nonna”, que Portinari pintou para sua avó.


Funcionamento: de terça-feira a domingo, das 9h às 18h; às quartas-feiras, o horário é estendido até às 20h.


Entrada: gratuita


Endereço: Praça Candido Portinari, nº 298 – Centro, em Brodowski (SP).

Informações: (16) 3664-4284


YouTube: /casadeportinari

Instagram: @museucadeportinari

Facebook: /museucasadeportinari


ACAM Portinari – Organização Social de Cultura

Assessoria de Imprensa

Fabiano Cruz

(16) 98257-0231

imprensa@acamportinari.org


Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas

Assessoria de Imprensa (11) 3339-8062 / (11) 3339-8064

(11) 99370-2761 – Plantão

imprensaculturasp@sp.gov.br

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exposição Encruzilhadas da Arte Afro-Brasileira - Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo

 

Visita mediada, lançamento de catálogo e performance marcam reta final de Encruzilhadas da Arte Afro-Brasileira

As ações serão realizadas gratuitamente no Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo (CCBB SP), neste sábado e na próxima semana; interessados devem retirar o ingresso na bilheteria uma hora antes de cada atividade.

 A exposição Encruzilhadas da Arte Afro-Brasileira termina no fim deste mês, mas antes é possível participar de visita mediada pelo curador, Deri Andrade, lançamento do catálogo da mostra e assistir a uma performance artística de Davi Cavalcanti. A programação é gratuita, mediante retirada do ingresso uma hora antes na bilheteria.

Deri Andrade mediará a visita pela exposição neste sábado, (20/04). O curador vai circular pelos andares do CCBB SP explicando cada eixo da mostra e os trabalhos presentes nas cinco divisões. Ao todo a mostra conta com 150 obras de 61 artistas negros de diferentes localidades do Brasil.

Na sexta-feira (26/04) será realizado o lançamento do catálogo. Conduzido também por Deri, o bate-papo aprofundará detalhes das peças em exibição, como esculturas, instalações, vídeos e fotos.

PERFORMANCE

Fechando a programação, no sábado (27/04), será possível assistir a performance “Do que são feitos os muros”. O artista Davi Cavalcante gravará palavras em tijolos que serão usados para a confecção de um muro dentro da mostra. 

O trabalho propõe uma reflexão poética sobre o peso da ação humana na construção das relações com o espaço e seus pares. Os visitantes poderão acompanhar mediante a retirada de ingresso para exposição.

Com patrocínio do Banco do Brasil e BB Asset Management, Encruzilhadas da Arte Afro-Brasileira fica em cartaz até 29/04.

 

SERVIÇO

Visita mediada pelo curador

Data e horário: sábado, 20/04, às 15h

 

Bate-papo com curador

Data e horário: sexta, 26/04, às 16h

Local: auditório

 

Performance Do que são feitos os muros

Data e horário: sábado, 27/04, das 12h às 16h (podendo se estender até as 18h)

 

Exposição Encruzilhadas da Arte Afro-Brasileira

Data: Até 29 de abril

Local: Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo

Endereço: Rua Álvares Penteado, 112 – Centro Histórico – SP 

Funcionamento: aberto todos os dias, das 9h às 20h, exceto às terças-feiras.

Ingressos gratuitos: disponíveis em bb.com.br/cultura e na bilheteria física do CCBB SP.

 

Informações: (11) 4297-0600

Estacionamento: O CCBB possui estacionamento conveniado na Rua da Consolação, 228 (R$ 14 pelo período de 6 horas - necessário validar o ticket na bilheteria do CCBB). O traslado é gratuito para o trajeto de ida e volta ao estacionamento e funciona das 12h às 21h.

Transporte público: O CCBB fica a 5 minutos da estação São Bento do Metrô. Pesquise linhas de ônibus com embarque e desembarque nas Ruas Líbero Badaró e Boa Vista.

Táxi ou Aplicativo: Desembarque na Praça do Patriarca e siga a pé pela Rua da Quitanda até o CCBB (200 m).

Van: Ida e volta gratuita, saindo da Rua da Consolação, 228. No trajeto de volta, há também uma parada no metrô República. Das 12h às 21h.

Entrada acessível: Pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida e outras pessoas que necessitem da rampa de acesso podem utilizar a porta lateral localizada à esquerda da entrada principal.

 

bb.com.br/cultura

instagram.com/ccbbsp | facebook.com/ccbbsp

E-mail: ccbbsp@bb.com.br

 

fonte: Agência Galo

sábado, 13 de abril de 2024

Prémio FLAD de Desenho até 9 de maio - para portugueses ou estrangeiros vivendo em Portugal e com idade até 28 anos

 

Candidaturas abertas para a nova edição do Prémio FLAD de Desenho

De 2 de abril a 9 de maio, estão abertas as candidaturas para o Prémio FLAD de Desenho, uma iniciativa da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento (FLAD) que visa distinguir e apoiar artistas promissores na área do desenho. O prémio – no valor de 20 mil euros – destina-se a artistas de nacionalidade portuguesa ou residentes em Portugal há mais de cinco anos, com idade igual ou superior a 28 anos à data da candidatura.

Desenvolvido em parceria com a Drawing Room Lisboa, o Prémio FLAD de Desenho tem vindo, desde 2021, a reconhecer talentos e a estimular a produção de desenho contemporâneo no panorama artístico português. Entre os vencedores das edições anteriores, encontram-se Pedro Tropa, em 2021, Maria Capelo, em 2022, e Carla Filipe, em 2023.

O processo de seleção do vencedor será desenvolvido em duas fases. Numa primeira etapa, as candidaturas serão avaliadas por um júri de seleção composto por José Marmeleira (crítico), João Sarmento SJ (coordenador na galeria da Brotéria), Sofia Ponte (professora no IADE – Universidade Europeia) e Filipa da Rocha Nunes (representante da FLAD). Serão selecionados 10 artistas finalistas, cujos trabalhos serão expostos na Drawing Room Lisboa 2024, a decorrer entre 23 e 27 de outubro, na Sociedade Nacional de Belas-Artes. No decorrer da feira, um segundo júri de seleção, composto por Nuno Nunes-Ferreira (artista), Mónica Álvarez Careaga (diretora da Drawing Room Lisboa) e António Pinto Ribeiro, em representação da FLAD, selecionará e anunciará um vencedor entre os artistas apurados na primeira fase.


Podem candidatar-se:

  • Artistas de nacionalidade portuguesa ou estrangeiros residentes em Portugal há mais de cinco anos;
  • Artistas com idade igual ou superior a 28 anos à data das respetivas candidaturas.

mais informações:

Candidaturas Abertas: Prémio FLAD de Desenho 2024 - FLAD


fonte: Revista UMBIGO

11º Salão Nacional de Arte Fotográfica ABCclick - para estudantes

 

Fotoclube ABCclick

Salão ABCclick abre espaço para novos talentos: estudantes, participem!

Mostre seu talento e concorra a prêmios e à oportunidade de ter seu trabalho exposto!

O 11º Salão Nacional de Arte Fotográfica ABCclick está com inscrições abertas para a categoria Estudantes, uma novidade nesta edição. O tema do concurso é Livre, permitindo que os participantes explorem sua criatividade e expressividade sem limites.

Envie até 4 fotos em preto e branco com no mínimo 3000 pixels (em seu lado maior) e concorra a:

  • Medalhas de Ouro, Prata e Bronze
  • Exposição das fotos premiadas e selecionadas
  • Catálogo digital com todas as fotos aceitas

Para participar da categoria Estudantes:

  • Ser estudante de nível médio ou superior
  • Preencher o formulário de inscrição online
  • Enviar as fotos em formato JPG - sRGB

As inscrições para a categoria Estudantes e para as demais categorias (Fotógrafos em Geral e Sócios ABCclick) estão abertas até o dia 1º de maio de 2024.

Acesse o site e inscreva-se!

www.abcclick.com.br/11salao