concursos, exposições, curiosidades... sobre arte
escolhidos por MARIA PINTO
(Maria Regina Pinto Pereira)

http://maregina-arte.blogspot.com/

terça-feira, 11 de abril de 2017

Free Easter drop in printmaking activities - Leicester Print Workshop

info@leicesterprintworkshop.com
0116 251 4174
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The Scoop - April News from Leicester Print Workshop
PRINT: Free Easter drop in printmaking activities
Tuesday 11th & Tuesday 18th April, 10.30am - 1pm.
Join us tomorrow and next week for free paper sculpture and printmaking fun.
Decorate, cut out and assemble your own 3D print, inspired by Our Big Move exhibition. Suitable for families & children of all ages. No need to book – just come along!
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LEARN: Printmaking Courses
All of our courses are suitable for beginners unless specified otherwise, and all materials are provided. Our ground floor studio is accessible by wheelchair and close to Leicester's Railway and Bus Stations.
COMING UP - Monoprinting into Books Day  / Screenprinting Tea Towels & Poster Days / Cyanotype Day / Wood Engraving Three Day / Collagraph Day / Etching Day / Solar Plate Using the Garden Weekend / Japanese Woodblock Evening / Textile Screenprinting Summer School
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FREE EVENTS: Printmaking at St. George's Festival
We're running FREE drop in printmaking activities as part of this year's St. George's Festival, on Saturday 22nd April, 12pm - 4pm.
Come and be inspired at our fantastic new studio, make a print and get inky. Suitable for families and children of all ages. No need to book - just come along and get stuck in!
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SEE: Last chance to see LPW Exhibitions
Multiply: Lithographs by Nína Óskarsdóttir & Mandy Payne 
Showing at The Print Room at LCB Depot until Friday 28th April.
Our Big Move Exhibition: Sumiko Eadon & Emma Gardner, Sarah Kirby and Theo Miller.
Showing at Leicester Print Workshop's                                                                                     Exhibition Space until Saturday 29th April.
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COMING UP: 79th Wood Engravers Exhibition
We're thrilled to be hosting The Society of Wood Engravers 79th Exhibition from 6th May - 8th July.
This exhibition of 128 wood engravings features work by Leonie Bradley, Anne Desmet, Chris Daunt, Angie Lewin, Ian Stephens and Geri Waddington.
Join us at the Private View on Saturday 6th May from 3pm - 5pm.
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JOIN: Become a member of Leicester Print Workshop
We run a membership scheme for artists who want to use our studio.
Becoming a member of Leicester Print Workshop means joining our friendly community. The membership fee helps to ensure that our facilities can be maintained and available for use during our open access hours.
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Support Leicester Print Workshop
We are a registered charity. 
We rely on grants and donations to help with the upkeep of our building and its wonderful equipment. Please consider making a donation to support us, every penny is much appreciated.
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Leicester Print Workshop is a registered charity, number 1025337. If you would like to make a donation or support our work please contact us.

Leicester Print Workshop
50 St George Street
Leicester
LE1 1QG

exposição TETRAEDRO e outras estruturas com prego - Leo Capote e Marcelo Stefanovicz



Outra Oficina apresenta “TETRAEDRO e outras estruturas com prego”, na Galeria Nicoli.

 
Essa é a primeira exposição da dupla Leo Capote e Marcelo Stefanovicz, que reunirá oito peças inéditas - entre bancos, cadeira, poltrona, espelho, armário, mesa e luminária - frutos de uma experimentação com formas geométricas montadas a partir de pregos.

 
Save the date: 19 de abril, das 18h às 22h, abertura da mostra. 

Rua Peixoto Gomide, 1736 - São Paulo/SP
(11) 3062-7430 - contato@galerianicoli.com.br

Poética do inacabado: acompanhamentos, com Profª. Ms. Fabiola Notari

casacontemporanea
Poética do inacabado: acompanhamentos, com Profª. Ms. Fabiola Notari
 
 
Quem nunca se sentiu inseguro e insatisfeito ao desenvolver um trabalho artístico? Essa insegurança pode estar ora no aspecto técnico ora no conceitual, mas, em ambos o artista sente-se incapaz de finalizar seu trabalho.

Horário: 5ª feira, das 14h às 16h

Clique aqui e saiba mais!
 
 
Rua Capitão Macedo 370 - Vila Mariana – São Paulo - SP / CEP: 04021-020 Telefone: (11) 2337 3015

Oficina de Introdução à Eletrônica para Artistas - CCSP

Oficina de Introdução à Eletrônica para Artistas
Artistas que têm pouco ou nenhum conhecimento em eletrônica, poderão participar da Oficina de introdução à Eletrônica para artistas, realizada na Caixa Cultural, de 26 a 30 de abril.

O curso tem como objetivo transmitir ao participante conhecimentos práticos, de maneira a possibilitar o uso de recursos de luz, ritmo, som, magnetismo e movimento em suas obras de arte, por meio da construção de circuitos eletrônicos simples.

O aluno terá uma introdução abrangente dos fundamentos da eletrônica, e aprenderá a construir circuitos interligando baterias, fios e componentes de forma segura. Aprenderá, também, a fazer medições e soldagem. Serão usados apenas componentes individuais de baixo custo facilmente encontrados em lojas de eletrônica: LEDs diversos, resistires, capacitares, transistores, sensores, motores, circuitos integrados. Ao final da oficina, o aluno terá realizado dezenas de experimentos com esses componentes e terá condições de usá-los em suas obras.

“A eletrônica oferece inúmeras possibilidades artísticas que podem ser exploradas por pessoas criativas que tenham conhecimentos mínimos. Muitos artistas usam circuitos prontos, que muitas vezes limitam a sua criatividade, por imporem restrições (cores, tensão elétrica, tamanho, formatos)”, comenta o professor Helder da Rocha.
Ele afirma que outros até contratam profissionais para construir circuitos eletrônicos específicos. Porém, os componentes individuais são muito baratos, fáceis de obter, e os princípios são universais. “O conhecimento prático de eletrônica básica irá proporcionar um enriquecimento cultural aos artistas, que ganharão maior flexibilidade, liberdade e recursos criativos para criar suas obras”, finaliza.
Sobre o oficineiro: Helder da Rocha é artista plástico, músico, ator e tradutor. Tem formação acadêmica em engenharia elétrica e mestrado em Informática pela Universidade Federal da Paraíba, em Campina Grande. É autor de cursos e livros técnicos sobre tecnologia Web, programador, professor em empresas e universidades de todo o país, e palestrante em eventos de tecnologia desde 1996. Organizou o primeiro evento brasileiro para desenvolvedores de linguagem Java, em Brasília, em 1998  (Java Open Brasil). Escreve para revistas técnicas e é palestrante convidado em eventos de tecnologia no Brasil (JustJava, TDC, Fenasoft, Comdex) e no exterior (JavaOne). É programador de tecnologia iOS (iPhone) associado ao iOS Developer Program da Apple.
Serviço:
Tema Oficina de Introdução à Eletrônica para Artistas
Local: CAIXA Cultural São Paulo (Praça da Sé, 111 – Centro)
Datas: 26 a 30/04
Horário: 14h30 às 17h30
Informações: (11) 3321-4400
Classificação indicativa: 16 anos
Público-alvo: Artistas visuais, cenógrafos, figurinistas, artistas performáticos, arquitetos, designers. Qualquer artista que trabalhe com instalações visuais ou sonoras e que tenha interesse em utilizar os recursos da eletrônica em suas obras.
Capacidade: 20 participantes
Inscrições gratuitas: de 08 a 21 de abril pelo site www.eletronicaparaartistas.com.br
Acesso para pessoas com deficiência
Produção: Amora Produções
Patrocínio: Caixa Econômica Federal

sábado, 8 de abril de 2017

Paiol completa um ano e lança espaço cultural - SP

Paiol completa um ano e lança espaço cultural
A Paiol - Fradique Coutinho, loja de presentes artesanais brasileiros misto de arte popular com design, completa um ano de vida. No dia 8 de abril, acontece  a festa para convidados, em comemoração a data e também, marca o lançamento do projeto Espaço Paiol Cultural em parceria com a produtora cultural Clube do Mecenas.cid:476ED63C-85B5-4B13-94EB-EBE749EC1D41@spo.virtua.com.br
O lugar chama-se Clubinho Espaço Multiuso, fica no segundo andar, é uma sala intimista que abriga nova opção cultural de Pinheiros. Será utilizada de diversas maneiras: mensalmente, acontecerá um Sarau e oficinas com os mestres artesãos de várias regiões do Brasil. “É uma das possibilidades que temos de valorizar a cultura popular e contemporânea em suas diversas expressões”, define Lucas Lassen, proprietário da loja.
Além disso, o espaço pode ser utilizado para cursos, eventos, palestras, sala de ensaio, para aulas de dança, entre outras atividades culturais. Estará disponível para locação que podem ser realizadas nos dias e horários: de segunda-feira a sábado das 10h às 23h e aos domingos, das 12h às 23h.
Para realizar a Festa do 1º ano quem assina as comidinhas é a Mariola Gastronomia Artesanal comandada pelo chef Orlando Tejo (Tejinho) e Claudia Aires, também será inaugurada a nova fachada com um grafite em homenagem a Gilvan Samico e J.Borges. Às 20h, a cantora cearense Soledad traz em seu repertório sua brasilidade e às 21h30, o músico pernambucano Adriano Salhab faz o seu show em homenagem a Elke Maravilha e com seus convidados encerra o show com baião preparando o público para a pistinha que abre às 23h, com os Djs Rebel K (SemLoção) e Carol Shimeji. 
Sobre a Paiol
Pelo artesanato e pela cultura popular

No dia 5 de novembro de 2016, a Paiol completou 9 anos de uma história recheada de desafios, riscos e, principalmente, relações humanas. A trajetória das lojas de presentes artesanais que virou referência no mercado de arte popular começa em 2001, quando Lucas Lassen, líder da empreitada, começa a expor tapetes na feira do Shopping Frei Caneca. Conheça a história do projeto que resgata e valoriza as raízes do Brasil.

Primeiro ato - Tapetes peludos
Estudante de teatro aos 20 e poucos anos, Lucas precisava de grana. E começou a procurar modos de completar a renda. A ex-cunhada, eventualmente, trazia para São Paulo alguns tapetes de Minas Gerais, os “teares manuais”. Juntou-se com o irmão, Felipe, e passaram a vendê-los na feira de artesãos do Shopping Frei Caneca. Lucas era responsável pelas vendas, nos fins de semana. Felipe, pela compra: ia e voltava de Minas Gerais com novos produtos.

Deu certo: os “tapetes peludos” viraram febre. Lucas conseguia continuar no curso de teatro e sobreviver sem tanto aperto. “Trabalhava com o que tinha, não com o que sonhava”, lembra. Passaram pela tradicional feira da Praça da República e fizeram parte da primeira geração de expositores do Center 3, shopping na Avenida Paulista.

Algum tempo depois, Lucas e Felipe resolveram seguir caminhos diversos. Neste momento, com pouco dinheiro para investir e muita disposição, Lucas abriu um negócio para chamar de seu. Passou a viajar para Minas Gerais para comprar produtos. Ao passar pelas regiões de Tiradentes e Rezende da Costa, famosas pela produção artesanal, percebeu que Minas tinha muito mais do que tapetes.

Numa dessas, a pedido de um cliente, Lucas trouxe para São Paulo as Galinhas d’Angola, típicas de Minas, talhadas em madeira por Dona Janete. Aproveitou e trouxe algumas a mais, para estoque loja. Quando vendeu todas, se animou.
E passou a trazer cada vez mais. E vendia tudo. Hoje, a Galinha D’Angola, estilizada, ilustra o logotipo da Paiol – que foi feito pelo artista plástico pernambucano Fernando Perez.

Auge da febre dos tapetes peludos, 2005 foi também ano em que surgiu a oportunidade de abrir um ponto fixo na Rua Pelotas, na Vila Mariana.

Abrir loja, entretanto, pareceu mais difícil do que parecia e quando o novo negócio enfrentava crises e desafios No ano seguinte, Lucas começou o curso de graduação em  “Gestão de Micro, Pequenas e Médias Empresas na FMU”, quando costuma dizer que entendeu as regras do jogo do mundo empresarial e, com isso,  sua empresa começou a se tornar case: tudo que aprendia, colocava em prática, vendo seu negócio também com um olhar externo. Aqui, é importante frisar que, gradualmente, a loja foi adquirindo sua identidade. De um negócio que trabalhava apenas com teares manuais de Minas Gerais, começou a surgir uma loja de artefatos diversos, que traziam consigo histórias de raízes brasileiras.
Paiol: o embrião
Meses depois, ainda em crise, Lucas mudou a loja para a Frei Caneca, cuja locatária, por uma feliz coincidência, conhecia e adorava as peças. “Foi uma santa”. Neste período, o empresário buscou sociedade com alguém para continuar o trabalho sem sucesso e, mesmo assim, foi em frente quando, então, teve a ideia então de sublocar espaços na Frei Caneca para outros vendedores. Assim, associando a mistura trazida por diferentes lojas e à própria diversidade de seu negócio, que trazia até roupas, veio a luz um nome: PAIOL. Um lugar onde se encontra de tudo. No caminho, várias pessoas importantes incorporaram-se ao projeto; gente como Talita, Nena, Rodrigo e Priscila. “Eu posso ser a cabeça do projeto, mas somos o que somos por conta da equipe”.
Um pouco mais estabelecido, Lucas começou a pesquisar sobre o universo que estava inserindo-se cada vez mais e começou a frequentar feiras nacionais e em comunidades. Pela primeira vez, foi na feira artesanal “Mão de Minas” e, no evento, percebeu que o mercado artesanal era muito maior do que imaginava, tendo a Paiol um grande potencial neste universo.
Junto à ideologia, a estética da loja começava a tomar forma também. Logo, Renato Diniz desenhou o logo da “Galinha da Angola Psicodélica”, que hoje simboliza o projeto, e houve também uma reforma do espaço da Frei Caneca, que Lucas considera decisiva para o projeto. Amarelo e vermelho tomaram as paredes da loja, enquanto o chão adquiriu uma textura de cimento queimado Fernando Perez pintou o teto e grafitou a porta e, até hoje, essa é a identidade visual das lojas. “A ideia é que a Paiol seja uma coisa diferente, de outro mundo. Que o cliente tenha uma experiência ao adentrar o espaço - de um universo lúdico, mágico. A aparência contribui, assim a música tocada e os pequenos detalhes. Acho que podemos dizer que [além das peças] a brasilidade está presente na estética da loja.” , explica. “O que é legal da Paiol é que fora muitos riscos assumidos. A identidade dela vem muito disto”.

Relações humanas, experiência e próximos passos
Em 2010, Lucas aproximou-se do SEBRAE, quando começou a participar de rodadas de negócios artesanais, indo até estados do Norte e do Nordeste do país. Logo, começou a expandir a diversidade das peças que trazia para São Paulo. Durante o processo, foi-se amadurecendo também a consciência empresarial do projeto. Algo que Lucas se orgulha é que o projeto é democrático, pois beneficia com responsabilidade todas as partes envolvidas na cadeia produtiva: desde o produtor, que vende produtos a um preço justo, até a possibilidade atender a clientes de variados perfis, já que a Paiol possui peças de todos os preços. “São consequências da própria história da Paiol”.
Revendo os passos, Lucas avalia que o mais importante dentro do processo de construção da Paiol é a criação de vínculos reais pelo caminho; é um ramo de mercado que é feito por pessoas. onde as parcerias são vínculos. “Se eles crescerem, eu cresço e vice-versa. Não há relação de trabalho, há relação humana. É uma ‘bobagem’, mas é real e faz toda a diferença. É algo coletivo de fato. Essa forma de relacionamento vibra, vibra nas peças - o cliente sente”. Hoje, ele explica não oferece clientes apenas produtos, mas peças com história e relevância social.
Assim, com uma história recheada de desafios e graças um trabalho de parceria e respeito entre equipe, fornecedores e clientes, a Paiol foi se tornando referência no mercado de arte popular. Após a abertura de uma segunda unidade, na rua Fradique Coutinho (Pinheiros), o projeto começa a ter agora maior posicionamento no mundo virtual como próximo passo.  “Jamais imaginei que a Paiol chegaria onde chegou, me sinto realizado. As coisas foram acontecendo e eu não tive cartilha: trabalho com cultura e a relação com teatro virou outra.” Avalia e pensa que o projeto deve continuar. “Cheguei a um lugar muito sincero e a loja chegou a um lugar que é o dela, 100% artesanal e 100% brasileiro, que deve continuar depois de mim.”

Mais informações
Serviço:
Festa de um ano Paiol – Fradique Coutinho
Data: dia 8 de abril
Endereço: Rua Fradique Coutinho, 172
Horário; das 14h às 22h
Telefone: (11) 3554-3553
Instagram: @LOJAPAIOL

segunda-feira, 3 de abril de 2017

Bienal das Artes Sesc/DF – Edição 2018

Já estão abertas as inscrições para a Bienal das Artes – Edição 2018, que tem como objetivo promover, incentivar e divulgar a produção de expressões artísticas relacionadas às categorias de pintura, desenho, gravura, arte digital, fotografia, escultura e objeto tridimensional. O projeto, que está em sua segunda edição, foi concebido pelo Serviço Social do Comércio no Distrito Federal (Sesc-DF).
Cada artista pode concorrer em qualquer categoria, com uma única obra de arte, inédita e original, de sua exclusiva autoria e propriedade. Os interessados devem entregar os documentos de inscrição pessoalmente no Edifício Sede do Sesc-DF ou encaminhá-los pelo correio. Serão aceitas inscrições de artistas brasileiros e estrangeiros. Os autores não residentes no Distrito Federal receberão uma ajuda de custo, para fins de apoio à logística de encaminhamento da obra selecionada.
Serão selecionadas oitenta obras de arte dentre as categorias para integrar a exposição pública. Os artistas terão total liberdade temática, admitindo-se todas as tendências e correntes estéticas. Aqueles que forem selecionados pela Comissão Curadora receberão diploma de menção honrosa e medalha alusiva à Bienal.
CRONOGRAMA
– Inscrições: até 31 de outubro/2017, via Correios
– Taxa de inscrição: não
– Premiação: diploma + medalha.

– Regulamento + Ficha de Inscrição: http://bit.ly/2nP9M9F
fonte: 

por Editais e Afins

exposição RENDO-ME ÁS FOLHAS - Regina Nogueira - SP

O Laboratório das Artes apresenta a partir de sábado, 20h, 08 de abril (até o dia 11 de maio) a mostra “Rendo-me às folhas”, que reúne trinta e oito trabalhos da artista plástica Regina Nogueira, natural de São Simão (SP) e formada em Artes Plásticas pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUCC) em 1982, onde foi aluna do professor Paulo Cheida, colaborador do Laboratório das Artes e criador do Museu de Gravura Olho Latino.
Ao longo dos anos, Regina Nogueira participou de vários salões de arte e obteve premiações utilizando diversas técnicas expressivas incluindo gravura, pintura, desenho, aquarela, fotografia, tapeçaria e intervenções variadas. Versátil e inquieta, o que sua carreira deixa transparecer, pelo desenvolvimento de trabalhos e atividades nas mais diversas técnicas artísticas, pelo constante aprendizado (fez cursos de especialização na UNICAMP e continua a aprender novas técnicas) fazem com que seus trabalhos sejam fruto de experimentações variadas.
Vivendo atualmente em Campinas, desenvolve de forma sensitiva a pesquisa de materiais e a observação da natureza, dentro da temática das folhas e folhagens, ora com motivos tribais em branco e preto, ora com cores vivas e fortes, como se retratasse a alma das folhas. Durante sua carreira artística sempre produziu seu trabalho figurativo com o foco no ser humano e na natureza. É a primeira vez que o público de Franca poderá ver os trabalhos desta artista da região, criados com o uso de nanquim, lápis de cor, aquarela e pastel seco.
No mesmo sábado, pela manhã (10h), a artista oferecerá uma oficina gratuita para demonstrar suas técnicas. As inscrições podem ser feitas pelo telefone ou facebook do Lab.
 
Abertura: 08 de abril, sábado, 20h
A exposição irá até o dia 11 de maio.
Laboratório das Artes: rua Cuba, 1099 – Jardim Consolação - telefone (16) 3722-5004
www.facebook/lab das artes
 
Horário de visitas: segunda a sexta, das 10h às 12h e das 14 às 17h.
Acesso gratuito
Visitas monitoradas devem ser previamente agendadas

quinta-feira, 30 de março de 2017

Fundação Ema Klabin promove oficina de colagem gratuita

Após visita mediada, público participa de colagem com materiais diversos.
A Fundação Ema Klabin promove no domingo, dia 9 de abril, às 14h30, uma oficina de colagem diferente. O público será convidado a visitar a casa-museu Ema Klabin para entender a diversidade de suas peças e depois poderá expressar suas ideias por meio da arte da técnica de colagem.
“Voltada às crianças e aos adultos, a proposta da oficina é entender a casa-museu Ema Klabin é vê-la como uma grande colagem: feita de papéis, e objetos, pensamentos, intenções, discursos e acidentes”, explica a coordenadora do setor educativo da Fundação Ema Klabin”, Cristiane Alves. 
Quem não quiser participar da oficina, também pode visitar a Casa-Museu, das 14h às 17h (com permanência até às 18h), sem agendamento.
A Casa-Museu Ema Klabin é uma ótima opção de cultura e lazer e reúne mais de 1.500 obras, entre pinturas do russo Marc Chagall e do holandês Frans Post, dos modernistas brasileiros Tarsila do Amaral, Di Cavalcanti, Portinari e Lasar Segal; talhas do mineiro Mestre Valentim, mobiliário de época, peças arqueológicas e decorativas. A Fundação Ema Klabin comemora em 2017 dez anos, a celebração será em maio, durante a Semana de Museus.
O espaço cultural abre de quarta a domingo, das 14h às 17h (com permanência até às 18h), sem agendamento. Aos finais de semana e feriados a visita tem entrada franca. Nos outros dias, o ingresso custa R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia).
Serviço: 
Data:   9 de abril – domingo
Oficina de colagem: objetos e intenções – das 14h30 às 16h30 - 25 vagas
Visitas mediadas ao museu: das 14h às 17h (com permanência até às 18h), sem agendamento.
Indicação: livre
Entrada Franca
Fundação Ema Klabin:  Rua Portugal, 43 - Jardim Europa - São Paulo
Fone: 11 3897-3232