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escolhidos por MARIA PINTO
(Maria Regina Pinto Pereira)

http://maregina-arte.blogspot.com/

quinta-feira, 22 de junho de 2023

exposição Cybèle Varela. Imaginários Pop - MAC USP

 Exposição Cybèle Varela. Imaginários Pop reúne seleção das pinturas e objetos mais emblemáticos da artista do final dos anos 60

MAC- USP traz a primeira exposição, que começa no dia 1º de julho, dedicada à produção inicial da artista, uma das figuras-chave da Nova Figuração no Brasil.

Com curadoria de Ana Magalhães, diretora do museu que recebe a mostra e da historiadora da arte Ariane Varela Braga, o MAC-USP, no ano em que comemora seus 60 anos, apresenta Cybèle Varela. Imaginários Pop, exposição que reúne uma seleção das pinturas e objetos mais emblemáticos da artista do final dos anos 60.

Os trabalhos procedentes da coleção do próprio museu e de acervos públicos e privados destacam o papel desempenhado pela cultura de massa, questões sociais e políticas, bem como as experiências transnacionais na realização da produção inicial de Varela; uma obra pioneira das questões feministas e que contribuiu para os discursos artísticos brasileiros e internacionais da Pop Art e Nova Figuração até a Figuração Narrativa.

Segundo as curadoras, o ano de 1967 foi um momento significativo para a artista, quando o MAC-USP lhe concedeu o importante prêmio da exposição "Jovem Arte Contemporânea" e participou pela primeira vez da Bienal de São Paulo, na qual seu objeto em forma de caixa O Presente (1967) foi retirado pela polícia por motivos políticos, antes mesmo da abertura oficial do evento. Essa obra destruída foi refeita em 2018 e faz parte da presente exposição, que tem como ponto de partida os dois trípticos de Varela pertencentes à coleção do museu paulistano: De tudo que pode ser (1967) e Cenas de rua (1968). Sobre o primeiro, ganhador do prêmio JAC, a artista explica que vinha explorando a questão da transformação, de tudo que pode vir a ser. “Numa sequência quase cinematográfica, pintei uma moça atravessando a rua e cruzando com algumas freiras; e, no momento do cruzamento, elas trocam de roupa. A moça veste a saia longa do uniforme religioso e as freiras a minissaia, que estavam na moda no período”. 

Segundo as curadoras, nestes trabalhos, e em seus outros objetos em forma de caixa, quebra-cabeças e pinturas em madeira, a artista explorou a representação do ambiente urbano, tingida de crítica social, questões de gênero e ironia. “As obras são frequentemente definidas por linhas geométricas - como travessias para pedestres ou luzes e sombras - que marcam e estruturam o espaço de forma enigmática”, ressalta a dupla.

Sobre a artista

Cybèle Varela (Petrópolis - RJ, Brasil, 1943) viveu entre o Brasil, Paris, Genebra, Roma e Madri. Atualmente, com sua obra exposta no Centre Pompidou, é a única mulher viva do movimento Figuração Narrativa. A sua carreira começou no Brasil nos anos 60 e segue em Paris nos anos 70. Em 1975, foi a única artista mulher selecionada para a exposição itinerante pela França 30 Créateurs - Sélection 75, juntamente com Lindstrom, Pierre Soulages, Arman, entre outros. Com seu trabalho muito elogiado por críticos como Pierre Restany, Varela participou de centenas de salões, exposições individuais e coletivas no Brasil e no exterior: França, Alemanha, Itália, Estados Unidos, Inglaterra, Suíça, Bélgica, Espanha e Japão. Além da IX Bienal Internacional de São Paulo, na qual teve a sua obra censurada, participou da X e XVII edições do evento paulistano, entre outras bienais. Suas obras fazem parte dos mais importantes acervos privados e públicos, entre os quais: Reina Sofia (Madri, Espanha), Centre Georges Pompidou (Paris, França), Art Museum of the Americas (Washington D. C., EUA) e, no Brasil, além do MAC-USP, MASP, MAM-SP; MAM-RJ, entre outros.

Sobre as curadoras

Ana Magalhães é historiadora da arte, curadora, professora e atualmente diretora do Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (MAC USP). Especialista em arte do século XX, em particular da modernidade nas artes visuais, seguindo uma abordagem transnacional.

Ariane Varela Braga é historiadora da arte e curadora independente. Interessa-se pelas intersecções entre as artes visuais, a arquitetura e a cultura material, desde o século XIX até à atualidade, numa perspectiva transnacional.

Livro:  Cybèle Varela. Trajetórias

Paralelamente à exposição, será realizada uma pré-apresentação do livro “Cybèle Varela. Trajetórias” pela editora italiana Silvana Editoriale (bilíngue inglês/português, 256 paginas). O volume, organizado pelas curadoras da exposição, Ana Magalhaes e Ariane Varela Braga, reúne ensaios e entrevista que lançam nova luz sobre o momento da aparição de Varela no cenário artístico nos anos 1960 no Brasil e nos anos 1970 na França. No dia 1º de julho haverá um cadastro para os interessados adquirirem a obra.

Entre os textos, enquanto Magalhães traz “Cybèle Varela no acervo do MAC USP”, Paulo Miyada intitula seu ensaio de “Do que se encerra em nosso peito juvenil”. Já Camila Bechelany, em “De tudo aquilo que pode ser”, investiga a transição e liberdade na obra de Varela, e Rosa Olivares “A fotografia como ideia”. Por sua vez, Carolina Vieira Filippini Curi em “As mulheres de Cybèle” reflete sobre as representações do feminino nos anos 1960 e no presente; e Isabella Lenzi e Yuji Kawasima apresentam uma entrevista com a artista, “Ninguém me deu carona”. 

Edição de múltiplo pela Carbono Galeria

Para a galeria especializada na produção de múltiplos de artistas, Cybèle Varela recria uma de suas obras originais perdida, Um passeio feliz 2, 1970 – 2023 (madeira e impressão UV sobre PS, 62x62x4cm, Edição de 10 + 2 PA). O original deste objeto quebra-cabeça foi feito em 1970, e faz parte de uma série de objetos do mesmo tipo, de dimensões variadas, que a artista produziu a partir do final dos anos 60. Estes quebra-cabeças dialogam diretamente com as formas e figuras que ela pintava sobre grandes painéis de madeira, como os trípticos da coleção do MAC-USP.  

Exposição: Cybèle Varela. Imaginários Pop

De 1º de julho a 1º de outubro de 2023


MAC-USP

Av. Pedro Álvares Cabral, 1301 - São Paulo-SP, Brasil
Horário de funcionamento:
Terça a domingo das 10 às 21 horas
Segundas: fechado
Entrada gratuita

exposição Sobre Pássaros, Sinapses e Ervas Energéticas - Walmor Corrêa - Instituto Tomie Ohtake - SP

 

Exposição de Walmor Corrêa no Tomie Ohtake une arte, natureza e fantasia

Ocorre nesta quinta-feira, 22 de junho, abertura da retrospectiva com duas décadas de trabalho do artista que usa ciência para criar figuras fantásticas


Nesta quinta-feira, 22 de junho, ocorre a abertura da retrospectiva Sobre Pássaros, Sinapses e Ervas Energéticas, que reúne duas décadas de produção artística de Walmor Corrêa, voltada ao estudo da natureza e suas intersecções com a arte. Em seu repertório, fabulação e ciência evocam o imaginário nacional associado a plantas, animais e espécies híbridas que trafegam entre a realidade e o onírico, como figuras de aves com cabeças de roedores e plantas com funcionalidades e nomes curiosos. 

Pensada ao longo dos últimos cinco anos, a mostra passou pelo Museu de Arte de Santa Catarina (MASC), em Florianópolis, nos meses de julho a setembro de 2022. Agora, chega no próximo dia 22 de junho ao Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo. A curadoria é do crítico e pesquisador Paulo Miyada, que pondera: “As ferramentas do Walmor emulam códigos científicos e convidam o espectador a acreditar no que está vendo. A obra dele é carregada de subjetividade, mas também de clareza”.  

Influenciado por pintores viajantes como Thomas Ender (1793-1875), e pelo folclore contado pelo historiador Luís da Câmara Cascudo (1898-1986), Walmor Corrêa busca ressignificar em algumas de suas obras mitos que foram espalhados pelo mundo a respeito do que havia no Brasil, como a história de que o bicho preguiça, na visão do Padre Anchieta, seria um pequeno urso com rosto de moça. 

Uma das obras mais conhecidas de Corrêa, a representação do Ipupiara, o homem que tem a parte inferior de um peixe-boi, nasceu quando Walmor estava pesquisando na Amazônia, nos anos 2000. Para dar vida ao mito popular, o artista, com a colaboração de um médico, estudou biologia e criou todo um corpo adaptado para as águas. O mesmo esquema representativo foi usado para a figura da Sereia - uma versão fantástica que lembra os estudos de anatomia do inventor italiano Leonardo Da Vinci (1452-1519), outra referência sua.

Leitor de grandes pesquisadores e viajantes que definiram a identidade brasileira, foi por meio de uma edição que trazia as cartas do Padre José de Anchieta (1534-1597) que o artista plástico aprendeu sobre “A poética do olhar estrangeiro viajante sobre a brasilidade”, como conta Corrêa, sobre o tema norteador da exposição.

“Desde o começo de sua formação, Walmor tem uma proximidade grande com o desenho. E, muito íntimo disso, ele emula código e convenções do desenho e o transforma de forma sutil. As pinturas são sempre uma técnica mista, ele reúne recursos do lápis até a aquarela, passando por tintas, lápis de cor e várias técnicas com muita minúcia. Só assim ele vai conseguir construir algo que sempre existiu. As obras estão tão prontas que têm algo de documental ali”, pontua o curador. 

“É nessa ambivalência que Walmor Corrêa constrói o fundamento de sua poética. Entre saber e fabulação, ele emprega verossimilhantes e delicados sistemas visuais para suspender nossa descrença”, resume Miyada no texto curatorial. 

“Para mim, a arte vai até a Porta do Laboratório”, explica Corrêa, que não segue os postulados da ciência, mas os usa em seus processos criativos. “Não sou cientista, eu prefiro conversar com estudiosos, pesquisadores para entrar em questões anatômicas. Quando criei a sereia, por exemplo, desenvolvi o coração dela com um amigo cardiologista: são três cavidades ali, o que funcionaria melhor para ela viver na água. Já os pés do curupira, que vai estar na exposição, eu desenvolvi com um acupunturista para ver como seria a formação dos pés para trás para haver uma energia circulante”, ressalta.

Em sua produção, desenhos, pinturas e esculturas mostram o poder curativo de ervas, dotes extraordinários de pássaros e a capacidade de adaptação de insetos. Mesmo quando retrata seres fantásticos, Corrêa os associa a algum elemento etimológico da espécie, que se torna, logo, característica da obra. Como nas brincadeiras com os nomes das figurinhas da série ‘Ploc’, que propõe um trabalho educativo para os visitantes. 

Além da conversa com biólogos e cientistas para ajudar a delinear a possível anatomia de seres fantásticos, Walmor Corrêa, arquiteto de formação, já estudou taxidermia e tomou lições de botânica para recriar novos corpos que extrapolam o convencional. As representações naturalistas de esculturas, que estão em seus dioramas, por exemplo, são inspiradas na época do colégio, quando ajudou um professor de ciências no laboratório. Os desenhos podem lembrar ora antigas gravuras de enciclopédias, ora fragmentos de livros de viagem, além dos pequenos pássaros esculpidos em tamanho real, que não ameaçam levantar voo. Um convite à imaginação. 

 

SOBRE O ARTISTA 

Nascido em Florianópolis em 1963, Walmor Corrêa começou a desenhar aos dois anos de idade e, aos treze anos, já passa a pintar a óleo. Autodidata, ele lia o que encontrava na biblioteca da mãe, professora, e, anos mais tarde, passou a fazer esquemas parecidos com os que via nos livros de medicina que a irmã usava na faculdade.  Na adolescência, o traço do menino chamou a atenção de um professor de ciências que o convidou para ajudá-lo no laboratório. Ali, conheceu o processo de dissecação de pequenos animais e passou a desenhá-los. Aos 17 anos se muda para Porto Alegre para estudar arquitetura, com interesse sempre nas ciências e nas artes. Vive e trabalha em São Paulo há 11 anos e participou de mostras nacionais e internacionais importantes, como a 26ª Bienal Internacional de Arte de São Paulo, em 2004, Panorama de Arte Brasileira, de 2005 e no Instituto de Estudos Llerdencs, na Espanha, em 2019, entre outros.

 

Serviço:

Sobre Pássaros, Sinapses e Ervas Energéticas

Abertura: Quinta-feira, 22 de junho, às 19h

Horário: Terça a domingo, das 11h às 20h

Entrada gratuita

Local: Instituto Tomie Ohtake

Endereço: Rua Coropé, 88 - Pinheiros, São Paulo



 

fonte: a4&holofote comunicação

exposição coletiva ARTE NAIF ou ARTE POPULAR? Tanto faz, ARTE DO BRASIL ! - Galeria Jacques Ardies - SP

 

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Francisco Severino

 

Galeria Jacques Ardies abre uma nova coletiva “ARTE NAIF ou ARTE POPULAR? Tanto faz, ARTE DO BRASIL !" com 32 pinturas assinadas por oito artistas que apresentam trabalhos os quais representam o Brasil isento de influências externas. A curadoria está a cargo de Jacques Ardies, ativo no segmento há mais de quatro décadas, com abertura prevista para o próximo dia 20 de junho, às 18hs.

A seleção dos pintores - Isabel de Jesus, Francisco Severino, Fefe Talavera, Dalva Magalhães, Gilvan, Ivan Moraes, Antônio de Olinda, José de Freitas – possibilita duas ações simultâneas e superlativas: resgata alguns artistas cujos trabalhos devem voltar ao foco público pela excelência das técnicas envolvidas e coloca, lado a lado, obras contemporâneas, recém finalizadas de criativos do mesmo padrão e que compõe a soma positiva característica das escolhas do curador.

A questão que intitula a exposição: Arte Naif ou Arte Popular – pode provocar críticas, comentários, desavenças e concordâncias mas não interfere no propósito maior: diminuir a polêmica sobre a utilização do termo Naif e mostrar a arte que é o mote principal. Naif tornou-se um termo pejorativo que se denomina uma arte menor, não relevante, sendo que é um termo utilizado internacionalmente como referência de um estilo.

ARTE NAIF ou ARTE POPULAR? Tanto faz, ARTE DO BRASIL!mostra o resgate de quatro artistas que deixaram um extenso e importante legado ao mesmo tempo em que apresenta trabalhos de artistas ativos na criação de suas obras atuais.

 

Estou mostrando uma bela arte brasileira, que é o que importa. Arte a qual me dedico há anos e acho que existe muito ainda para mostrar!”        

Jacques Ardies

 

·         os artistas

Isabel de Jesus

Isabel de Jesus, até onde se saiba, não é uma médium. No entanto, ao estar mais conectada com a terra e com as divindades, ou seja, com a essência mais profunda de nossa existência, ela descobre espontaneamente, sem ter aprendido nada, um passado fascinante do nosso planeta. De alguma forma, surgem dessas descobertas sereias - pássaros, assim como meandros e murmúrios da floresta equatorial. Não se trata apenas de uma decoração com manchas aleatórias de luz ou escuridão. Essas criações são animadas por uma poderosa e profunda inspiração, representando o único mistério e o único segredo de uma criação ingênua e verdadeiramente autêntica.

Francisco Severino

O mérito notável de Francisco Severino reside na maneira como lida com a cor verde, explorando suas variações com a consciência de que a pintura é muito mais do que um tema em si, mas uma forma de desenvolver um pensamento por meio de cores e formas. O que impressiona em suas imagens é a harmonia entre o domínio técnico e a sensação paradisíaca de que o tempo se deteve para que cada cena, predominantemente rural, pudesse ser retratada. Seu trabalho é caracterizado por uma abordagem meticulosa, em que os detalhes desempenham um papel fundamental, resultando em composições visualmente perfeitas.

Fefe Talavera

Fernanda Talavera acumulou uma vasta experiência em exposições realizadas em museus e galerias de arte ao redor do mundo. Embora tenha sido inicialmente reconhecida como grafiteira, ela expandiu sua abordagem artística, explorando diferentes suportes para suas obras. Seu foco principal passou a ser a representação de animais imaginários provenientes de um universo subconsciente fantasmagórico que ela denomina "Bichos tipográficos aleatórios". Com essa temática, Fernanda busca incorporar elementos da cultura urbana ao seu universo artístico, estabelecendo novas categorias conceituais.

Dalva Magalhães

Dalva de Magalhães é nascida em São Paulo e, há quase cinco décadas, se dedica à sua arte, sustentando-se por meio dela. Sua técnica envolve o uso de diferentes materiais, como acrílico, guache e óleo, aplicados sobre tela ou madeira. A arte regional e folclórica exerce uma forte influência sobre seu trabalho. Além disso, Dalva é uma maratonista dedicada, residindo na região montanhosa da serra da Bocaina, onde concentra sua preocupação na preservação da natureza e se engaja fervorosamente na luta pelos direitos dos povos indígenas. Sua pintura é caracterizada pela criatividade e atenção aos detalhes, retratando um mundo intimista que reflete seu ambiente ecológico.

Gilvan

Paulo Gilvan Duarte Bezerril, um autodidata em pintura e música, deu início à sua carreira artística em 1964. Sua abordagem única envolvia o uso de uma técnica por ele mesmo inventada, utilizando tinta automotiva e acrílica sobre chapa de eucatex ou, ocasionalmente, chapa de madeira. A arte de Bezerril é caracteristicamente ingênua, transbordante de alegria, cores vibrantes e atmosferas tropicais. Ele evita fórmulas estereotipadas, retratando desde festas populares rurais até histórias em quadrinhos que narram a vida de Lampião e Maria Bonita.

Ivan Moraes

Capta com riqueza de detalhes as temáticas mais frequentes de sua obra, inspiradas pela representação dos cultos religiosos afro-brasileiros da Bahia, assim como pelas baianas vestidas com trajes brancos rendados. Sua pintura une a alegria das cores com o mistério da cenografia, onde os personagens são imersos no esplendor da natureza tropical, exibindo trajes festivos e expressões de felicidade. Em seu Dicionário de Pintores Brasileiros de 1997, Walmir Ayala descreveu essa fusão de elementos, destacando a forma como o artista retrata com precisão esses aspectos em sua obra.

Antônio de Olinda

Natural de Olinda, PE, cultivou seu amor pela arte desde a infância, sempre vivendo próximo ao mar na sua amada cidade natal. Sua jornada artística começou com o mamulengo, um popular teatro de bonecos regional. Em 1984, ele participou de sua primeira exposição coletiva, conquistando também uma premiação no "Salão dos Novos de Pernambuco" e o Primeiro Lugar no Projeto Lista Telefônica do Estado de Pernambuco, ambos no mesmo ano. Sua arte é marcada pelo uso de cores vibrantes, traços enérgicos e uma abordagem pouco convencional, que busca expressão e irreverência, sem se preocupar excessivamente com a perfeição estética. Essa autenticidade essencial permeia sua obra.

José de Freitas

Nascido na década de 1930 em Vitória de Santo Antão, PE, posteriormente mudou-se para o Rio de Janeiro durante a década de 50. Embora tenha dado seus primeiros passos como artista no teatro e na televisão, sua paixão pela pintura começou a se desenvolver paralelamente, ganhando maior atenção a partir de 1964. Desde o início, sua arte tem sido habitada por minúsculas figuras que preenchem toda a dimensão da tela. Seus temas variam desde ilustrações de peças teatrais até representações da Bíblia e do circo, sempre permeados de humor e sensibilidade

 


 

Exposição: " ARTE NAIF ou ARTE POPULAR ? Tanto faz, ARTE DO BRASIL !"

Artistas: Antônio de Olinda, Dalva Magalhães, Fefe Talavera, Francisco Severino, Gilvan, Isabel de Jesus, Ivan Moraes, José de Freitas.

Curadoria: Jacques Ardies

Abertura: 20 de junho – terça-feira - das 18 às 22hs

Período: 21 de junho a 08 de julho de 2023

Local: Galeria Jacques Ardies – www.ardies.com

Rua Morgado de Mateus, 579 – Vila Mariana - São Paulo, SP ||

Tel.: 11 5539-7500 || 11 96815-0887

Horário: Terça a quinta-feira, das 10 às 17h30 / Sábado, das 10 às 16h

Número de obras: 32

Técnica: Pintura

Preços: Sob consulta

 

Site: https://ardies.com/

Email: jacques@ardies.com

Instagram: https://www.instagram.com/galeriajacquesardies/

Facebook: https://pt-br.facebook.com/galerianaif/

Linkedin: https://www.linkedin.com/company/galeria-jaques-ardies/?viewAsMember=true


fonte: Balady Comunicações

Jornada do Patrimônio 2023 - inscrições abertas

 


Até dia 28 de Junho estão abertas as chamadas para inscrição de roteiros,  conversas e cursos  da programação da Jornada do Patrimônio.


Com o tema “Se a cidade, se a cidade fosse minha”, a Jornada do Patrimônio tem como objetivo promover uma leitura da cidade em suas múltiplas identidades e vozes, expandindo-as para além do Centro.


O chamamento é voltado para pesquisadores, profissionais que trabalhem com patrimônio em suas diversas áreas, artistas, moradores antigos, associações de bairro, coletivos, entre outros que possuam conhecimentos que desejem  compartilhá-los.


Você pode acessar as informações no site da Jornada no link abaixo: 


https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/cultura/patrimonio_historico/jornada_do_patrimonio/

Jornada do Patrimônio | Secretaria Municipal de Cultura | Prefeitura da Cidade de São Paulo

Jornada do Patrimônio de Secretaria Municipal de Cultura da Prefeitura da Cidade de São Paulo

www.prefeitura.sp.gov.br



Sobre a Jornada do Patrimônio 2023:


A Jornada do Patrimônio é um evento realizado pela Secretaria Municipal de Cultura através do Departamento do Patrimônio Histórico e da Coordenadoria de Programação Cultural, e é uma atividade educativa que tem como objetivo aproximar a população ao seu patrimônio histórico.  Realizada anualmente desde 2015, foi instituída pela Lei Municipal nº 16.546 de 21 de setembro de 2016.  O Dia Nacional do Patrimônio Cultural, celebrado em 17 de agosto, marca a Jornada do Patrimônio, que  ocorre tradicionalmente no terceiro final de semana de agosto, com atividades no sábado e domingo.


Visando ser democrática e atingir um maior contingente populacional e regiões mais variadas da cidade, são abertos chamamentos públicos para atividades, organizadas dentro das três tradicionais linhas de propostas, que são a abertura de imóveis históricos, a realização de roteiros de memória, a realização de cursos e conversas. As atividades propostas são avaliadas pela equipe do DPH, tendo como critério básico a exigência de ser uma ação vinculada ao patrimônio da cidade de São Paulo, ou mesmo relacionada aos assuntos pertinentes para os debates sobre a preservação do patrimônio histórico. Ao longo dos anos de realização da Jornada do Patrimônio, as ações propostas demonstram uma grande gama de assuntos tratados, desde movimentos ligados à preservação e divulgação da memória negra ou indígena na cidade; a grupos que propõem roteiros históricos, com viés mais turístico; ou pesquisadores que apresentam trabalhos bastante específicos.


Nesse ano, a Jornada do Patrimônio ocorrerá nos dias 19 e 20/08 (sábado e domingo) e tem o tema "Se a cidade, se a cidade fosse minha", formalizando a existência de um projeto contínuo para a criação de debates necessários apoiados em questões como inclusão e pertencimento, atrelados à concepção dos patrimônios materiais, imateriais e à recuperação dos apagamentos.

quinta-feira, 15 de junho de 2023

exposição Nebulosa - Andy Villela - NONADA ZS - RJ

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Andy Villela

 

NONADA ZS abre a individual “Nebulosa” da artista Andy Villela, sob curadoria de Clarissa Diniz, com 11 pinturas onde a artista registra seu método de pesquisa e construção de sua arte e de si mesma como um artífice da criatividade plástica.

Andy Villela, em seu próprio tempo, gera trabalhos como um procedimento investigativo. Mesmo em um processo não indolor a que se submete, sua verve artística consegue reinventar-se e apresentar resultados intensos, porém suavizados pela inserção das cores, que lhe são caras. Cada uma de suas obras recentes é um laboratório de estratégias metodologias, materiais, formais e semânticas que não se limitam apenas à produção de suas próprias obras de arte, mas, acima de tudo, à criação de uma poética que considera a própria criação como uma questão e uma matéria para exploração. “A profusão técnica de suas pinturas recentes – que combinam acrílica, stencil, bastão oleoso, spray e fogo, dentre outros materiais – é apenas uma das camadas dessa pesquisa que, no encalço dos processos de formação e transmutação das coisas e dos corpos, toma a química e o tempo como territórios de experimentação”, explica a curadora.

Enquanto atravessa processos de hormonização e expressões performativas de gênero, Andy Villela direciona sua responsabilidade para a dimensão pública discursiva de sua obra, em vez de se concentrar exclusivamente na esfera privada e pessoal. Procura abordar socialmente o direito à constante recriação das formas, buscando ampliar os limites de suas predeterminações, além do período embrionário da vida, estendendo-o infinitamente.

Em cada pintura, a artista experimenta a morfogênese dos corpos em um espaço-tempo limitado. Ela reconhece que está realizando uma performance da própria expansão de seu próprio universo no plano pictórico. É a partir desse compromisso que evita, intencionalmente, "pintar imagens". Suas pinturas não são concebidas como produtos de sua própria criação artística, mas, ao contrário, são capazes de continuamente formar e dar à luz sua própria autora durante seu processo geracional de autocriação.

Que abracemos a nebulosidade de nossas contínuas recriações é ao que nos convida a primeira exposição individual de Andy Villela na NONADA, cujas obras se formaram através de aventuras morfogênicas e, como tal, potencialmente nos mobilizarão percepções, reações, interpretações também instáveis, mutáveis e quiçá angustiantes.”   Clarissa Diniz

 

·                     artista - Andy Villela (1994 Rio de Janeiro, RJ)

Vive e trabalha no Rio de Janeiro. A artista toma em primeira instância a pintura como pilar de sua produção. Influenciada pela abstração, ela se comunica por meio de símbolos inconscientes, dando espaço para uma estimulação onde diferentes cores, formas e caminhos dão sentido à sua produção através de seu processo de elaboração. Seu trabalho parte do contato com os materiais e como eles desenham uma linguagem investigativa atrelada à experimentação pictórica, nesse processo propondo questões sobre a racionalidade social e as regras técnicas da pintura. Um resgate emancipatório para a criação de uma linguagem própria, a artista conduz com atenção especial ao contato corporal com seu próprio mundo e ferramentas, especialmente a superfície, a tinta e o pincel. Sua pintura mistura o figurativo e o abstrato, afastando a possibilidade de uma interpretação literal, criando uma tensão entre a escala humana e outras espacialidades. Neste sentido, a artista dá protagonismo ao seu processo gestual, vai explorando os seus sentidos e as suas emoções que decorrem dos seus movimentos, e é nesta camada que revela a poesia da sua pintura, uma pintura liberta da dependência figurativa uma pintura de processos subjetivos desencadeados por múltiplas relações com a tela. Construindo assim, uma narrativa não linear que, no entanto, não se envolve em puro acaso, mas que ainda vai além da imposição de uma produção anestesiada.

 

SERVIÇO

Exposição: Nebulosa

Artistas: Andy Villela

Curadoria: Clarissa Diniz

Abertura: 17 de junho – sábado – das 11 às 17hs

Período: de 20 de junho a 05 de agosto de 2023

Local: NONADA ZS @nonada_nada

Endereço: Rua Aires Saldanha, 24 – Copacabana, RJ

Dias e Horários de funcionamento: terça a sexta-feira, das 11h às 19h; sábado, das 11h às 15h

mostra coletiva IDENTIDADE: a pintura no acervo do MAS.SP

 


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Anita Malfatti

 

Museu de Arte Sacra de São Paulo (MAS.SP), instituição da Secretaria da Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, inaugura a mostra coletiva IDENTIDADE: a pintura no acervo do MAS.SP com 30 obras que representam módulos temáticos divididos por representação, gênero e categoria definidas pelos conceitos estabelecidos na história da arte. A abertura ocorre no dia 17 de junho – sábado, às 11hs.

Um dos diferenciais da mostra é que a seleção das pinturas foi feita de forma coletiva pelos profissionais que compõem o departamento técnico do museu. Uma inovadora experiência de Curadoria Coletiva. O recorte proposto, do total de 215 telas constantes no acervo, inclui obras originárias de antigas coleções advindas do Museu da Cúria Metropolitana de São Paulo, do Museu do Presépio, dos trabalhos adquiridos pelo Governo do Estado e as doações ao MAS.SP durante seus 53 anos de existência.

A linha curatorial alvitrada, com retratos de bispos e doutores da Igreja, interpretações de passagens bíblicas e da vida de santos, representações da cena da Natividade, do ciclo Cristológico e paisagens da São Paulo colonial, oferece ao visitante um momento particular em que pode apreciar os trabalhos constantes no acervo da instituição, conhecendo e reconhecendo técnicas que possibilitaram o fazer artístico através do tempo, com destaque para os séculos XVIII, XIX e XX.

IDENTIDADE: a pintura no acervo do MAS.SP tem como mote primeiro apresentar e definir uma identidade para a coleção de pinturas do museu. Padre Jesuíno do Monte CarmeloJorge VedrasFrancisco LoboAlmeida JuniorBenedito CalixtoAldo BonadeiSanson FlexorAnita Malfatti, entre muitos, são alguns dos artistas presentes.

 

“O fio condutor estabelecido foi a ordem temática em que ideias, mitos, personagens históricos, paisagens retratadas pictoricamente por artistas paulistanos, brasileiros e estrangeiros, reconhecidos, desconhecidos e consagrados no campo das artes visuais.”   Ramon Vieira

 

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·         Museu de Arte Sacra de São Paulo

Museu de Arte Sacra de São Paulo, instituição cultural localizada no centro da cidade de São Paulo, é considerado um dos mais importantes museus do gênero no país. Fundado em 1970, foi estabelecido por meio de um convênio entre o Governo do Estado de São Paulo e a Arquidiocese de São Paulo, ocupando parte do Térreo do Mosteiro de Nossa Senhora da Imaculada Conceição da Luz, na Avenida Tiradentes. A edificação onde está instalado é um dos mais importantes monumentos da arquitetura colonial paulista, construído em taipa de pilão, um raro exemplar remanescente na cidade e última chácara conventual de São Paulo. O Mosteiro foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 1943 e pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico e Arquitetônico do Estado de São Paulo em 1979. O acervo do Museu de Arte Sacra de São Paulo é composto por milhares de itens, que contam a história da arte sacra no Brasil e no mundo. O museu possui uma vasta coleção de obras criadas entre os séculos XVI e XX, com destaque para as obras de importantes nomes como Frei Agostinho da Piedade, Frei Agostinho de Jesus, Antônio Francisco de Lisboa, conhecido como “Aleijadinho”, e Benedito Calixto de Jesus, além de coleções de presépios, prataria e ourivesaria, lampadários, mobiliário, retábulos, altares, vestimentas, livros litúrgicos e numismática. Parte do acervo do Museu de Arte Sacra de São Paulo é tombado pelo IPHAN desde 1969, sendo considerado um patrimônio inestimável que compreende relíquias das histórias do Brasil e mundial. Com suas exposições, o museu visa preservar e divulgar a riqueza da arte sacra, além de proporcionar aos visitantes um contato direto com a cultura e a história brasileira

MUSEU DE ARTE SACRA DE SÃO PAULO – MAS/SP

Presidente do Conselho de Administração - José Roberto Marcellino dos Santos

Diretor Executivo - José Carlos Marçal de Barros

Diretor de Planejamento e Gestão - Luiz Henrique Marcon Neves

Museóloga – Beatriz Cruz

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SERVIÇO

Exposição “IDENTIDADE 

Abertura: 17 de junho, sábado, às 11hs

Período: de 18 de junho a 30 de julho de 2023

Local: Museu de Arte Sacra de São Paulo || MAS/SP

Endereço: Avenida Tiradentes, 676 – Luz, São Paulo (ao lado da estação Tiradentes do Metrô)

Estacionamento gratuito/alternativa de acesso: Rua Jorge Miranda, 43 (sujeito à lotação)

Tel.: 11 3326-3336 – informações adicionais

Horários: De terça-feira a domingo, das 09 às 17h (entrada permitida até as 16h30)


fonte: BALADY

exposição Passos ao Passado - Luiz Martins - Galeria BASE - SP

 

Luiz Martins abre 'Passos ao Passado' na Galeria BASE

BASE, de Daniel Maranhão, inaugura a exposição “Passos ao Passado”, do artista multimidia Luiz Martins, com texto crítico de Agnaldo Farias. A mostra é composta por 21 obras inéditas desenvolvidas nos últimos dez anos, em papel, tela e mármore, resultantes de sua pesquisa em sítios arqueológicos das regiões Nordeste, Centro Oeste e Sul do Brasil. A abertura é no dia 17 de junho – sábado – às 12hs.

Luiz Martins volta a investigar os vestígios gráficos dos povos indígenas como fonte iconográfica primordial para sua série Ingá, oferecendo uma leitura visual livre sem tentar interpretar suas significações. Nas pinturas, utiliza tinta acrílica em combinações de tons e cores clássicas como corpo principal, sobrepondo-se a massas aquareladas circulares. A dinâmica do grafismo está presente, mas não determinante, fazendo com que formas se apresentem durante a construção das cores estabelecida por uma tradição plástica, conforme explica o artista. Para ele, esse encontro é uma sucessão de desencontros na elaboração estética e formal de cada obra com liberdade de transformação.

O trabalho de Luiz Martins desafia o espectador com enigmas visuais e conceituais. Suas esculturas de discos de mármore claro e granito escuro, perfurados e sustentados por hastes circulares de madeira, despertam curiosidade. Esses discos não apenas ficam em pé, mas também sugerem a possibilidade de rolar sobre seu eixo, deixando sulcos em um chão macio. “Que escultura/engrenagem é essa, proposta pelo artista? Seria aparentada com uma mó, com o mostrador de um relógio?”, acrescenta Agnaldo Farias.

Para Daniel Maranhão, “o uso do mármore pelo artista é um desdobramento da imensa escultura executada em 2022, oportunidade na qual Luiz Martins instalou uma obra em uma praça pública, em Portugal (uma encomenda do Governo Português, para homenagear os 500 anos do descobrimento do Brasil). Para tanto, Martins fez uso de um monobloco de mármore com cerca de 4 toneladas. Na mostra a ser inaugurada, o mármore e granito voltam à sua pesquisa.”.

Além das esculturas circulares, a mostra exibe pinturas e colagens explorando formas irregulares, achatadas e fragmentadas, evocando objetos antigos como lemes de barcos, foices e enxadas. Algumas obras apresentam esses feitios isolados em grande escala, enquanto outras compõem uma coleção de formas, assemelhando-se a um catálogo de maravilhas inventadas. Destaca-se uma grande pintura azul, com um horizonte suspenso atravessado por retículas, totens e monolitos, provocando questionamentos sobre seu propósito e significado. A dualidade também está presente nas pinturas com círculos desenhados à mão, criando uma ilusão de geometria em estágio embrionário, desafiando a percepção e as noções de ordem e forma. A arte enigmática e intrigante de Luiz Martins convida a explorar os mistérios do desconhecido, refletindo sobre as complexidades da existência e da criação.

Segundo Daniel Maranhão, responsável pela expografia e curadoria das obras, “a mostra ocupa os dois pavimentos da BASE. Além da série ‘Ingá’, prevalescente na exposição, somam-se dois conjuntos inéditos da série ‘Carolina Maria de Jesus’ que são trabalhos expansíveis que permitem diversas montagens e um grande políptico de 46 partes, da já consagrada série ‘Não está no Dicionário’”.

“As obras de Luiz Martins levam a pensar que o nascimento da linguagem implica no nascimento do mundo, tanto na representação das coisas existentes quanto na prefiguração das inexistentes, daquelas a serem inventadas ou aperfeiçoadas.”   Agnaldo Farias


Exposição: “Passos ao Passado "

Artista: Luiz Martins

Texto Crítico: Agnaldo Farias

Coordenação Artística: Daniel Maranhão

Montagem: Harpia Design e Produções

Abertura: 17 de junho – sábado – as 12hs

Período: de 20 de junho a 05 de agosto de 2023

Horário: de terça a sexta-feira, das 11hs às 19hs; sábado, das 11hs às 15hs.

Local: Galeria BASE

Endereço: Al Franca 1030, Jardim Paulista || 01422-002 | São Paulo, SP

Telefone: (11) 3062 6230 || WhatsApp (11) 98327 9775

E-mail: contato@galeriabase.com.br

Site: http://www.galeriabase.com

Instagram: https://www.instagram.com/galeriabase/


Balady Comunicação

segunda-feira, 12 de junho de 2023

ArteSesc recebe inscrições até dia 26 de junho

 

ArteSesc recebe inscrições até dia 26 de junho

Artistas de todo o Brasil têm até o dia 26 de junho para se inscrever na seleção de obras de artes visuais. Pelo edital serão selecionadas até 20 obras de artes visuais para mostras coletivas nos painéis expositivos da plataforma da Unidade Sesc Estação Saudade, em Ponta Grossa (PR).

Podem ser inscritos trabalhos de pintura, desenho, gravura, ilustração, fotografia, colagem e que possam ser impressas pelo Sesc PR, conforme o detalhamento técnico do espaço expositivo que consta no edital. Cada proponente pode inscrever até três obras e ser selecionado com até três obras. Para cada obra selecionada será paga remuneração.

Uma comissão de seleção avaliará os trabalhos recebidos de acordo com a criação e a relevância artística e o currículo do artista ou do coletivo.

De acordo com os organizadores do ArteSesc, com este projeto, o Sesc PR pretende difundir as artes visuais e os artistas visuais em todo o estado do Paraná. “Além de promover o intercâmbio cultural, o projeto ArteSesc também cria meios de difusão da produção artística que se contrapõe aos modelos já consolidados e difundidos nas mídias de massa”, defendem.

A divulgação do edital de resultado está prevista para ocorrer no dia 10 de agosto, no site do Sesc PR e o período expositivo tem início a partir de setembro de 2023.

O edital completo está disponível no site do Sesc PR. Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail eventos.culturais@sescpr.com.br.