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escolhidos por MARIA PINTO
(Maria Regina Pinto Pereira)

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sábado, 17 de agosto de 2024

exposição “Onde termina a árvore e começa o resto do mundo?”- Daniela Balestrin - MIS SP


Obra da série “Onde termina a árvore e começa o resto do mundo?”, da fotógrafa Daniela Balestrin

 

No dia 20 de agosto, o MIS, instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo, estreia a mostra inédita “Onde termina a árvore e começa o resto do mundo?”, da fotógrafa Daniela Balestrin. Esta é a quarta exposição do programa Nova Fotografia 2024, e segue em cartaz até o dia 29 de setembro, na sala Maureen Bisilliat, com entrada gratuita. 


O Nova Fotografia é um projeto anual do MIS que seleciona, através de convocatória aberta ao público, seis novos fotógrafos para uma exposição individual no museu. A seleção fica a cargo do Núcleo de Programação, com supervisão e coordenação da curadoria geral do MIS. São selecionadas séries fotográficas inéditas, de profissionais que se destacam por sua originalidade técnica e estética. Após o período em exposição, as séries escolhidas passam a integrar o acervo do MIS. 

 

Sobre a exposição “Onde termina a árvore e começa o resto do mundo?” 

Obra da série “Onde termina a árvore e começa o resto do mundo?”, da fotógrafa Daniela Balestrin

No início, a esfera íntima. E então uma comunidade de círculos diante dos olhos. Tanta redondeza fez um fio de contas, e o ensaio segue em linhas onde cada fotografia chamada ao encontro se deixa escolher pelo sentido para fazer o sentido existir. Assim acontece uma história de animação recíproca, em que o sopro de uma imagem se prolonga em outra. Os círculos desejam saltar tal bolhas ao céu. O rio rega a flor e quer ser o volume da marca na pele do pai. A poeira e a luz em algumas mãos fazem o mel. A árvore é uma árvore no ar. As coisas estão vivas e nos sonham. Este ensaio busca imaginar seus sonhos, arriscar uma invenção. 


“Onde termina a árvore e começa o resto do mundo?” tem início numa busca cotidiana pelo fulgor, e é estruturada em polípticos, sempre em número de quatro, numa alusão à lírica das estrofes de sonetos, onde a narrativa e seu ritmo acontecem dentro de uma forma poética de métrica. A série é composta por 32 polípticos e foi desenvolvida entre os anos de 2022 e 2023, tendo como suporte a fotografia analógica a partir de filmes em formatos 135 e 120.  

 

Sobre a artista 

Daniela Balestrin, artista visual e fotógrafa, cria, em seus trabalhos, intimidade com acontecimentos, aproximando-se da malha de movimentos que enlaçam sua rotina. Vê na imanência do imaginário no real a própria experiência do mistério de existir. Sua formação acadêmica deu-se em direito (Unochapecó, 2007], tendo atuado durante quase 15 anos como servidora pública; paralelamente, passou a se aproximar da fotografia de maneira autodidática. A partir de 2020, passou a transformar a fotografia em ofício, migrando para a técnica analógica e realizando colagens a partir de material autoral ou apropriado do arquivo da família ou de outrem. Atualmente, participa do Grupo de Estudos de Criação e Edição em Fotografia, com Carolina Krieger; do Grupo de Criação, Acompanhamento e Pesquisa em Projetos de Escrita e Artes Visuais, com Ana Estaregui; e do grupo Fotografia: Repertório, Edição e Curadoria, com Eder Chiodetto. 

 

Serviço  

“Onde termina a árvore e começa o resto do mundo?”, de Daniela Balestrin | Nova Fotografia 2024 

Local: Sala Maureen Bisilliat - Avenida Europa, 158, Jardim Europa, São Paulo  

Abertura: 20.08, às 19h (entrada aberta ao público) 

Data: até dia 29 de setembro

Horários: terças a sextas, 10h às 19h; sábados, 10h às 20h; domingos e feriados, 10h às 19h (permanência até 1h após o último horário)

Ingresso: gratuito 

Classificação indicativa: livre 

 

O projeto Nova Fotografia tem o apoio da Canson e do Gin Elixir13. A programação é uma realização do Ministério da Cultura, Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas de São Paulo e Museu da Imagem e do Som, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. O MIS tem patrocínio institucional das empresas Livelo, B3, John Deere, NTT Data, TozziniFreire Advogados, Grupo Comolatti e Sabesp e apoio institucional das empresas Vivo, Grupo Travelex Confidence, PWC, Colégio Albert Sabin, Unipar e Telium. O apoio operacional é Kaspersky, Pestana Hotel Group, Quality Faria Lima, Hilton Garden Inn São Paulo Rebouças, Renaissance São Paulo Hotel, Pipo Restaurante, illycaffè, Sorvetes Los Los e Água Mineral São Lorenço


Informações para a imprensa

imprensa@mis-sp.org.br | (11) 2117 4777, r 313

Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo 

Assessoria de Imprensa (11) 3339-8062 / (11) 3339-8064

(11) 99370-2761 - Plantão

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quinta-feira, 20 de junho de 2024

Exposição "POÉTICAS EM CRUZAMENTO" - coletiva do Grupo de Pesquisas e Projetos Gráficos: entre livros de artista, gravuras e memórias - Instituto de Artes UNICAMP: - GRAPHIAS CASA DA GRAVURA _ SP

 Exposição "POÉTICAS EM CRUZAMENTO" - coletiva do Grupo de Pesquisas e Projetos Gráficos: entre livros de artista, gravuras e memórias - Instituto de Artes UNICAMP:

 

Cleber Alexander, Del Pilar Sallum, Ana Paula Melo, Carmen Betiol, Danilo Perillo, Hélio de Lima, Flávia Fábio, Lívia Diniz, Luise Weiss, Ligia Minami, Luciane Kunde, Norma Mobilon, Vinicius Almeida, Rafaela Jemmene, Walkiria Pompermayer

 

Orientação: Profa. Dra. Luise Weiss

Curadoria: Norma Mobilon

 

ABERTURA: 15 de junho, às 13 horas.

Visitação: de 15 de junho a 06 de julho de 2024.

Quarta a sábado, das 13h às 17h.

 

GRAPHIAS - CASA DA GRAVURA

Rua Joaquim Távora, 1605. Vila Mariana - São Paulo. 

Fone: (11) 94150-2555.   @graphias@graphias.com.br 

@graphiasgravura  www.graphias.com.br

mostra NEFELIBATA - Hélio Schonmann - Pinacoteca Fórum das Artes - Botucatu - SP

 


trabalhos de Hélio Schonamnn


exposição Calder+Miró - Instituto Tomie Ohtake - SP

 

exposição Reverberações Surrealistas - MAB SP



Com inspiração no movimento surrealista, exposição na sala Annie Alvares Penteado traz 137 obras de 87 artistas do acervo da instituição

 

A exposição “Desafio Salvador Dalí”, em cartaz no Salão Cultural, também no MAB, acaba de prorrogar o período expositivo


O Museu de Arte Brasileira da FAAP inaugura, no dia 25 de junho, terça-feira, a exposição Reverberações Surrealistas no MAB, com 137 obras de 87 artistas que tiveram influência do movimento surrealista. A curadoria é de Laura Rodríguez, coordenadora de acervo do Museu, que apresenta oito núcleos com pinturas, desenhos, gravuras, tridimensionais, fotografias, vídeos do acervo do MAB e cartazes de cinema da coleção da Filmoteca FAAP. A nova abertura dialoga com a exposição Desafio Salvador Dalí, em cartaz também no MAB, que acaba de ser prorrogada até dia 1º de setembro, devido ao sucesso de público.

 

Inspirações surrealistas no MAB

“O MAB FAAP decidiu esse ano homenagear os 100 anos do Manifesto Surrealista. Além de sediar no Brasil o “Desafio Salvador Dali”, uma mostra abrangente sobre a obra do artista espanhol, apresenta agora uma seleção de obras do seu acervo, que denotam uma influência ou afinidade com esse movimento vasto e importante da história da arte mundial”, afirma a curadora.

 

Os oito núcleos são: Surrealismo entre os modernistas, Realismo Mágico, Grupo Phases, Paisagens metafísicas, Sonhos e fabulações, Fotografia surreal, Cartazes de cinema surrealista e Ficções contemporâneas. Entre as obras selecionadas encontram-se aquisições recentes, obras inéditas e alguns empréstimos de coleções particulares.

 

O núcleo Surrealismo entre os modernistas traz obras com algumas características do movimento surrealista como a “decomposição da perspectiva, a fragmentação do olhar, a representação simultânea de um objeto a partir de diversos ângulos, a manifestação do mundo interior, imagens distorcidas do mundo”, conta a curadora. Entre os artistas deste núcleo, estão Tarsila do Amaral, com O sapo, Cícero Dias, com Jogos, Ismael Nery apresentando Adolescente, e Di Cavalcanti, com Composição com figuras e Figuras. Alguns desses artistas estiveram na Europa entre os anos 1920 e 1940, trazendo os ideais do movimento ao Brasil.

 

O segundo núcleo, Realismo Mágico, refere-se à pintura alemã com características surrealistas. Dentro dele estão obras dos artistas Walter Lewy, Hein Heckroth e Heinz Kühn, alemães que se formaram em seu país na década de 1920. Kühn e Lewy vieram ao Brasil com uma produção “madura de tendência surrealista”. Décadas mais tarde, entre 1960 e 1970, o Realismo Mágico ressurgiu no Brasil fomentado por Wesley Duke Lee, presente na mostra com a obra A Zona: Nois.,

 

O Grupo Phases foi também ligado ao surrealismo, um movimento criado na França nos anos 1950. Chegou ao Brasil na década seguinte, com exposições realizadas no MAC-USP e outras instituições. O grupo defendia a expressão livre e gestos espontâneos associados aos imaginários mágico e folclórico. Além disso, destacavam a produção de crianças, pessoas com doenças mentais, povos não ocidentais e artistas populares. Entre os artistas deste núcleo, estão Fernando Odriozola, Flávio Shiró, Bernardo Cid, Wesley Duke Lee e Bin Kondo.

 

Paisagens metafísicas, o quarto núcleo expositivo, traz obras que remetem a uma vertente que se desenvolve na década de 1910 com os italianos Giorgio de Chirico e Carlo Carrà. Eles buscam a negação do presente e a criação de outra realidade além da história, em busca da metafísica. As obras do acervo presentes neste núcleo ‘se aproximam formalmente das paisagens metafísicas desses artistas’, afirma Laura. Entre elas estão Jardim submerso de Cecília Suzuki, Cadeira preta de Flavio Bassani. Outras trazem um olhar apocalíptico, evidenciado em Ruínas de Isabel Pons, Monolito, da série Ruptura, de Eduardo Iglesias ou Monumentos para o fim do mundo, de Luiz Paulo Baravelli. Figuras espectrais taciturnas estão presentes nas obras sem título de Lula Cardoso Ayres e Sergio Vaz de Almeida Christovão.

O núcleo Sonhos e fabulações apresenta as questões oníricas incorporadas pelo surrealismo. O surrealismo foi o movimento de vanguarda que incorporou definitivamente o mundo dos sonhos nas artes visuais. As obras reunidas aqui trazem esse espaço onírico. Entre elas, estão Bichos em diálogo de Marcello Grassmann, Quiromancia de Guilherme de Faria, Escolhendo a carniça de Roberto Magalhães.

O universo da fotografia não fica de fora da exposição. Em Fotografias surreais, efeitos fantasiosos e elementos com ‘notas de surrealidade’ inspirados em Man Ray, um artista que representou na fotografia o que Dalí desenvolveu na pintura. Fotos de Amanda Mei, com Pássaro-pedra I, II e III, Mario Cravo Neto,   com Solstício de inverno e Klaus Mitteldorf, com The kiss duo, estão entre os artistas deste núcleo.

 

Nos Cartazes de cinema surrealista, estão presentes cartazes de filmes da coleção da Filmoteca FAAP, como dos filmes Medo e Delírio, de Terry Gilliam, , O Homem Elefante, de David Lynch, A Forma da Água, de Guillermo del Toro, Terras, de Maya Da-Rin, entre muitos outros.  

 

O último núcleo, Ficções contemporâneas, traz obras contemporâneas que dialogam com a invenção fabulosa e a fantasia. “Muitas dessas obras têm um componente de irrealidade, de sonho, algo totalmente inesperado ou uma construção fictícia com uma lógica própria que foge da realidade”, afirma a curadora. Entre os artistas, estão Guilherme de Faria, Genietta Varsi, que esteve na residência artística da FAAP, em São Paulo, e desenvolveu a obra Limpeza e saúde urbana: Desafogo das águas, um projeto multimídia que funde o mapeamento urbano e geográfico da cidade. Já Guerreiro do Divino Amor, artista suíço-brasileiro, apresenta Atlas Superficcional Mundial, investigando como ficções de diferentes naturezas, sejam elas geográficas, sociais, midiáticas, políticas ou religiosas interferem na construção do território e do imaginário coletivo.

 

Prorrogação ‘Desafio Dalí’

Devido ao sucesso de público da exposição, com mais de 80 mil visitantes, o ‘Desafio Salvador Dalí – Uma Exposição Surreal na FAAP’, tem a data prorrogada de 30 de junho para 1º de setembro. Dedicada ao pintor e multiartista surrealista espanhol Salvador Dalí, a exposição apresenta as muitas facetas do artista, com mais de 100 reproduções de seus trabalhos icônicos, além de mostrar a sua produção de artes gráficas, no cinema, teatro, na criação de joias, além de imagens de dupla interpretação, em 3D, e um mergulho em sua obra com óculos de realidade virtual de última geração. A exposição mostra toda a diversidade e amplitude da obra de Dalí, também com uma reprodução de seu atelier em Portlligat, litoral da Espanha, onde Dalí trabalhou durante anos. A exposição é organizada pelo Instituto Totex e tem licença e supervisão da Fundação Gala-Salvador Dalí, que representa o artista em exibições de sua obra em todo o mundo.


Sobre o MAB FAAP

Desde que abriu suas portas pela primeira vez em 10 de agosto de 1961, com a mostra “Barroco no Brasil”, o Museu de Arte Brasileira da Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP) se comprometeu a incentivar e divulgar a arte brasileira. Além de seu acervo próprio que conta com mais de 3 mil obras de arte a partir do final do século 19, no decorrer dos últimos anos, abrigou exposições marcantes para a história da cultura do País, como a exposição “Toyota – O Ritmo do Espaço” premiada pela APCA em 2018. Em 2016, foi criada a Coleção Moda-MAB que reúne vestimentas, bonecas e acessórios de estilistas contemporâneos brasileiros, fortalecendo o vínculo entre o museu e a moda, que desde 1989 esteve presente por meio de desfiles e exposições vinculadas ao tema. Cabe destacar que além da pesquisa e organização de exposições de temas pertinentes às artes visuais brasileiras, o MAB incorporou a apresentação de mostras de arte internacional com temáticas de interesse geral que trazem experiências significativas ao público e ampliam a compreensão do fazer artístico e cultural. Atualmente, está em cartaz a exposição Desafio Salvador Dalí: Uma Exposição Surreal na FAAP, sobre a vida e a obra do mestre do surrealismo espanhol Salvador Dalí, em cartaz até 30 de junho.


Serviço

Exposição Reverberações Surrealistas no MAB – Sala Annie Alvares Penteado

Abertura dia 24 de junho, segunda-feira, 19h (para convidados)

Visitação: de 25 de junho, terça-feira, a 29 de setembro de 2024

Entrada gratuita

 

Serviço Desafio Salvador Dalí – Salão Cultural

Prorrogação até 1º de setembro

Ingressos: salvadordalisp.com.br

Bilheteria Oficial (sem cobrança de taxa de conveniência): FAAP (Rua Alagoas, 903 – Higienópolis, São Paulo – SP | Subsolo. Todos os dias das 9h às 19h)

Valor: R$ 60 (inteira) | R$ 30 (meia-entrada)

Período expositivo: 01 de maio a 01 de setembro de 2024

Horário: 9h às 20h (última entrada às 19h), fechado às segundas-feiras, inclusive feriados.

Classificação etária: livre para todas as idades

Acessibilidade: local acessível para cadeirantes. Audiodescrição disponível para pessoas com deficiência visual.

 

MAB FAAP

Endereço: Rua Alagoas, 903 – Higienópolis

Horário de funcionamento:

De terça-feira a domingo, das 9h às 20h (acesso até 19h30)

Fechado às segundas-feiras, inclusive quando feriado

 

fonte:

Buriti Comunicação

segunda-feira, 3 de junho de 2024

Exposição Meridianos - Exposição Meridianos - SP

 

São Paulo, xx de maio de 2024 – A Faculdade Santa Marcelina realizará a Exposição Meridianos com entrada gratuita. A mostra deseja impactar o público de maneira única, ela pertuba enquanto enternece, instiga e ao mesmo tempo intriga. A abertura acontece no dia 04 de junho, às 18h30, e ficará disponível até o dia 26/06, na Galeria Eugenie Villén, na unidade de Perdizes.

A exposição evidência a importância da expansão dos estudos sobre materialidade, os suportes para pintura, os conceitos e sua expansão em outras mídias físicas e digitais como, por exemplo, a digital art. E será composta por produções dos alunos do 4º semestre a disciplina de Pintura, do curso de Artes Visuais.

 

Crédito:

Curadoria: Maurício Adinolfi | professor de Pintura 

Identidade Visual: B. Martins e Victoria Andrade 

Montagem: Juscelito Soares e Thiago Grisanti 

Coordenação do curso: Mariane Abakerli

Organização: MKT Eventos

 

Serviço

Evento: Exposição Meridianos

Abertura: 04 de junho, das 18h30 às 20h

Data: De 05 a 26 de junho (Segundas-feiras e terças-feiras)

Horário: 08h às 22h

Unidade Perdizes: R. Dr. Emílio Ribas, 89 - Perdizes  

Sobre a Faculdade Santa Marcelina

A Faculdade Santa Marcelina é uma instituição mantida pela Associação Santa Marcelina – ASM, fundada em 1º de janeiro de 1915 como entidade filantrópica. Desde o início, os princípios de orientação, formação e educação da juventude foram os alicerces do trabalho das Irmãs Marcelinas. Em São Paulo, as unidades de ensino superior iniciaram seus trabalhos nos bairros de Perdizes, em 1929, e Itaquera, em 1999. Para os estudantes é oferecida toda a infraestrutura necessária para o desenvolvimento intelectual e social, formando profissionais em cursos de Graduação e Pós-Graduação (Lato Sensu). Na unidade Perdizes os cursos oferecidos são: Música, Licenciatura em Música, Artes Visuais,  e Moda. Já na unidade Itaquera são oferecidas graduações em Psicologia, Administração, Ciências Contábeis, Enfermagem, Fisioterapia, Medicina, Nutrição, Tecnologia em Radiologia e Tecnologia em Estética e Cosmética. Além disso, há também a opção de cursos na modalidade de ensino a distância, que incluem Administração, Gestão Comercial, Gestão Hospitalar e Gestão de Recursos Humanos.

quarta-feira, 22 de maio de 2024

EXPOSIÇÕES Hendu Porã’rã, escutar com o corpo Nhe'ẽ ry – onde os espíritos se banham Mymba’i – pedindo licença aos espíritos - Museu das Culturas Indígenas - SP

Hendu Porã’rã é apresenta a cosmologia do povo Guarani, um dos habitantes da Mata Atlântica.

Foto: acervo MCI


Exposições no Museu das Culturas Indígenas evidenciam a importância do bioma para o planeta

Público pode sentir a atmosfera da Mata Atlântica de terça a domingo, das 9h às 18h, e às quintas, das 9h às 20h. Ingressos podem ser adquiridos no site: https://museudasculturasindigenas.org.br/

São Paulo, maio de 2024 – As exposições em cartaz no Museu das Culturas Indígenas (MCI) convidam o público a conhecer e sentir a atmosfera da Mata Atlântica. São três instalações que apresentam o bioma a partir de elementos que estimulam os sentidos e sugerem uma vivência sensorial. O MCI é uma instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo, gerida pela ACAM Portinari (Associação Cultural de Apoio ao Museu Casa de Portinari), em parceria com o Instituto Maracá e o Conselho Indígena Aty Mirim.

A Mata Atlântica é o lar de 72% dos brasileiros, segundo dados reunidos pela Fundação SOS Mata Atlântica. O povo Guarani é uma das populações indígenas que mais estão presente no bioma e o seu modo de viver e sua cultura são apresentadas na exposição Hendu Porã’rã, escutar com o corpo.

O percurso da mostra convida o público a conhecer cantos, rezas e rituais milenares realizados nas comunidades e evidencia as perspectivas do povo Guarani sobre os alimentos, a dança, a luta, os sonhos, a compreensão do tempo e o sentido filosófico da língua nativa.

Hendu Porã’rã perpassa pelo sentir com o corpo e o escutar pelo diálogo, um chamado para quem deseja ouvir e caminhar dentro do território para conhecer os caminhos dos Guarani. “Essa experiência pretende mostrar ao público nossa forma de estar no mundo”, afirma Sandra Benites, que integra a curadoria da exposição ao lado de Márcio Vera Mirim, Sônia Ara Mirim e Tamikuã Txihi. 

Conhecer para respeitar

A conscientização da proteção da Mata Atlântica e restauração das florestas são medidas fundamentais para preservação das espécies. São ações contínuas que trazem bons resultados, como a redução de 27% do desmatamento do bioma registrada pela Fundação SOS Mata Atlântica. É por meio da educação e do conhecer que a exposição Nhe'ẽ ry - onde os espíritos se banham mostra a importância do bioma para o planeta.

"Caverna dos Sonhos" convida o público a vivenciar o amanhecer e o anoitecer dentro da Mata.

Foto: acervo MCI

Sons, imagens, vegetação e vídeos transmitem para o público a atmosfera da Mata Atlântica. Há também dados fornecidos pela Fundação SOS Mata Atlântica sobre os povos que habitam o território, a flora e fauna, a legislação de proteção e outras informações relevantes a respeito do bioma e ações de preservação.

A expressão “Nhe'ẽ ry”, usada pelo povo Guarani para denominar a Mata Atlântica, também pode ser traduzida como “lugar onde os espíritos se banham”. Sonia Ara Mirim, curadora da exposição ao lado de Cris Takuá, Carlos Papá e Sandra Benites, explica: “cada elemento da mata tem seu espírito e seu modo de vida, então quando nós, indígenas, falamos dos ‘espíritos da mata’, estamos considerando toda a vida nela presente: floresta, animais, rios e nascentes. Onde há vida, há espíritos”.  

Impacto humano sobre as espécies

Segundo dados do Ibama, dos 633 animais ameaçados de extinção no Brasil, 383 vivem na Mata Atlântica. O impacto humano sobre a existência das espécies é tema da exposição Mymba’i – pedindo licença aos espíritos. A partir de intervenção artística, concebida e conduzida por Tamikuã Txihi Pataxó, cinco artistas indígenas mesclam a destruição do bioma e os animais que mais sofrem com o desmatamento em diversas colagens que compõem o percurso da exposição.  

O impacto humano nas espécies que vivem na Mata Atlântica. Foto: acervo MCI

Mymba’i é um convite para reflexão sobre os impactos das ações humanas na natureza: “usamos o fazer artístico como ato político coletivo, para contribuir na conscientização, educação, preservação e luta pela vida da Mata Atlântica (e demais biomas), bem como recuperação e fortalecimento de nossas memórias ancestrais”, afirma Tamikuã Txihi Pataxó. 

 

EXPOSIÇÕES

Hendu Porã’rã, escutar com o corpo

Nhe'ẽ ry – onde os espíritos se banham

Mymba’i – pedindo licença aos espíritos

Endereço: Museu das Culturas Indígenas - Rua Dona Germaine Burchard, 451, Água Branca – São Paulo/SP      

Funcionamento: de terça a domingo, das 9h às 18h, às quintas até às 20h

Ingressos disponíveis no site: www.museudasculturasindigenas.org.br           

 

Sobre o MCI    

Localizado na capital paulista, o Museu das Culturas Indígenas (MCI) é uma instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo, gerida pela ACAM Portinari – Organização Social de Cultura, em parceria com o Instituto Maracá e o Conselho Aty Mirim.   

 

Museu das Culturas Indígenas  

Telefone: (11) 3873-1541     

E-mail: contato@museudasculturasindigenas.org.br          

Site: www.museudasculturasindigenas.org.br           

Redes sociais   

Instagram (@museudasculturasindigenas)           

Facebook (/museudasculturasindigenas)           

Twitter (@mcindigenas)     

YouTube (@museudasculturasindigenas)                     

 

Ifonte: 

AGÊNCIA GALO