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Exposição "POÉTICAS EM CRUZAMENTO" - coletiva do Grupo de Pesquisas e Projetos Gráficos: entre livros de artista, gravuras e memórias - Instituto de Artes UNICAMP:
Cleber Alexander, Del Pilar Sallum, Ana Paula Melo, Carmen Betiol, Danilo Perillo, Hélio de Lima, Flávia Fábio, Lívia Diniz, Luise Weiss, Ligia Minami, Luciane Kunde, Norma Mobilon, Vinicius Almeida, Rafaela Jemmene, Walkiria Pompermayer
Orientação: Profa. Dra. Luise Weiss
Curadoria: Norma Mobilon
ABERTURA: 15 de junho, às 13 horas.
Visitação: de 15 de junho a 06 de julho de 2024.
Quarta a sábado, das 13h às 17h.
GRAPHIAS - CASA DA GRAVURA
Rua Joaquim Távora, 1605. Vila Mariana - São Paulo.
Fone: (11) 94150-2555. @graphias@graphias.com.br
@graphiasgravura www.graphias.com.br
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São Paulo, xx de maio de 2024 – A Faculdade Santa Marcelina realizará a Exposição Meridianos com entrada gratuita. A mostra deseja impactar o público de maneira única, ela pertuba enquanto enternece, instiga e ao mesmo tempo intriga. A abertura acontece no dia 04 de junho, às 18h30, e ficará disponível até o dia 26/06, na Galeria Eugenie Villén, na unidade de Perdizes.
A exposição evidência a importância da expansão dos estudos sobre materialidade, os suportes para pintura, os conceitos e sua expansão em outras mídias físicas e digitais como, por exemplo, a digital art. E será composta por produções dos alunos do 4º semestre a disciplina de Pintura, do curso de Artes Visuais.
Crédito:
Curadoria: Maurício Adinolfi | professor de Pintura
Identidade Visual: B. Martins e Victoria Andrade
Montagem: Juscelito Soares e Thiago Grisanti
Coordenação do curso: Mariane Abakerli
Organização: MKT Eventos
Serviço
Evento: Exposição Meridianos
Abertura: 04 de junho, das 18h30 às 20h
Data: De 05 a 26 de junho (Segundas-feiras e terças-feiras)
Horário: 08h às 22h
Unidade Perdizes: R. Dr. Emílio Ribas, 89 - Perdizes
Sobre a Faculdade Santa Marcelina
A Faculdade Santa Marcelina é uma instituição mantida pela Associação Santa Marcelina – ASM, fundada em 1º de janeiro de 1915 como entidade filantrópica. Desde o início, os princípios de orientação, formação e educação da juventude foram os alicerces do trabalho das Irmãs Marcelinas. Em São Paulo, as unidades de ensino superior iniciaram seus trabalhos nos bairros de Perdizes, em 1929, e Itaquera, em 1999. Para os estudantes é oferecida toda a infraestrutura necessária para o desenvolvimento intelectual e social, formando profissionais em cursos de Graduação e Pós-Graduação (Lato Sensu). Na unidade Perdizes os cursos oferecidos são: Música, Licenciatura em Música, Artes Visuais, e Moda. Já na unidade Itaquera são oferecidas graduações em Psicologia, Administração, Ciências Contábeis, Enfermagem, Fisioterapia, Medicina, Nutrição, Tecnologia em Radiologia e Tecnologia em Estética e Cosmética. Além disso, há também a opção de cursos na modalidade de ensino a distância, que incluem Administração, Gestão Comercial, Gestão Hospitalar e Gestão de Recursos Humanos.
Hendu Porã’rã é apresenta a cosmologia do povo Guarani, um dos habitantes da Mata Atlântica.
Foto: acervo MCI
Público pode sentir a atmosfera da Mata Atlântica de terça a domingo, das 9h às 18h, e às quintas, das 9h às 20h. Ingressos podem ser adquiridos no site: https://
São Paulo, maio de 2024 – As exposições em cartaz no Museu das Culturas Indígenas (MCI) convidam o público a conhecer e sentir a atmosfera da Mata Atlântica. São três instalações que apresentam o bioma a partir de elementos que estimulam os sentidos e sugerem uma vivência sensorial. O MCI é uma instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo, gerida pela ACAM Portinari (Associação Cultural de Apoio ao Museu Casa de Portinari), em parceria com o Instituto Maracá e o Conselho Indígena Aty Mirim.
A Mata Atlântica é o lar de 72% dos brasileiros, segundo dados reunidos pela Fundação SOS Mata Atlântica. O povo Guarani é uma das populações indígenas que mais estão presente no bioma e o seu modo de viver e sua cultura são apresentadas na exposição Hendu Porã’rã, escutar com o corpo.
O percurso da mostra convida o público a conhecer cantos, rezas e rituais milenares realizados nas comunidades e evidencia as perspectivas do povo Guarani sobre os alimentos, a dança, a luta, os sonhos, a compreensão do tempo e o sentido filosófico da língua nativa.
Hendu Porã’rã perpassa pelo sentir com o corpo e o escutar pelo diálogo, um chamado para quem deseja ouvir e caminhar dentro do território para conhecer os caminhos dos Guarani. “Essa experiência pretende mostrar ao público nossa forma de estar no mundo”, afirma Sandra Benites, que integra a curadoria da exposição ao lado de Márcio Vera Mirim, Sônia Ara Mirim e Tamikuã Txihi.
Conhecer para respeitar
A conscientização da proteção da Mata Atlântica e restauração das florestas são medidas fundamentais para preservação das espécies. São ações contínuas que trazem bons resultados, como a redução de 27% do desmatamento do bioma registrada pela Fundação SOS Mata Atlântica. É por meio da educação e do conhecer que a exposição Nhe'ẽ ry - onde os espíritos se banham mostra a importância do bioma para o planeta.
"Caverna dos Sonhos" convida o público a vivenciar o amanhecer e o anoitecer dentro da Mata.
Foto: acervo MCI
Sons, imagens, vegetação e vídeos transmitem para o público a atmosfera da Mata Atlântica. Há também dados fornecidos pela Fundação SOS Mata Atlântica sobre os povos que habitam o território, a flora e fauna, a legislação de proteção e outras informações relevantes a respeito do bioma e ações de preservação.
A expressão “Nhe'ẽ ry”, usada pelo povo Guarani para denominar a Mata Atlântica, também pode ser traduzida como “lugar onde os espíritos se banham”. Sonia Ara Mirim, curadora da exposição ao lado de Cris Takuá, Carlos Papá e Sandra Benites, explica: “cada elemento da mata tem seu espírito e seu modo de vida, então quando nós, indígenas, falamos dos ‘espíritos da mata’, estamos considerando toda a vida nela presente: floresta, animais, rios e nascentes. Onde há vida, há espíritos”.
Impacto humano sobre as espécies
Segundo dados do Ibama, dos 633 animais ameaçados de extinção no Brasil, 383 vivem na Mata Atlântica. O impacto humano sobre a existência das espécies é tema da exposição Mymba’i – pedindo licença aos espíritos. A partir de intervenção artística, concebida e conduzida por Tamikuã Txihi Pataxó, cinco artistas indígenas mesclam a destruição do bioma e os animais que mais sofrem com o desmatamento em diversas colagens que compõem o percurso da exposição.
O impacto humano nas espécies que vivem na Mata Atlântica. Foto: acervo MCI
Mymba’i é um convite para reflexão sobre os impactos das ações humanas na natureza: “usamos o fazer artístico como ato político coletivo, para contribuir na conscientização, educação, preservação e luta pela vida da Mata Atlântica (e demais biomas), bem como recuperação e fortalecimento de nossas memórias ancestrais”, afirma Tamikuã Txihi Pataxó.
EXPOSIÇÕES
Hendu Porã’rã, escutar com o corpo
Nhe'ẽ ry – onde os espíritos se banham
Mymba’i – pedindo licença aos espíritos
Endereço: Museu das Culturas Indígenas - Rua Dona Germaine Burchard, 451, Água Branca – São Paulo/SP
Funcionamento: de terça a domingo, das 9h às 18h, às quintas até às 20h
Ingressos disponíveis no site: www.museudasculturasindigenas.
Sobre o MCI
Localizado na capital paulista, o Museu das Culturas Indígenas (MCI) é uma instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo, gerida pela ACAM Portinari – Organização Social de Cultura, em parceria com o Instituto Maracá e o Conselho Aty Mirim.
Museu das Culturas Indígenas
Telefone: (11) 3873-1541
E-mail: contato@
Site: www.museudasculturasindigenas.
Redes sociais
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Ifonte:
AGÊNCIA GALO