concursos, exposições, curiosidades... sobre arte
escolhidos por MARIA PINTO
(Maria Regina Pinto Pereira)

http://maregina-arte.blogspot.com/

quarta-feira, 3 de abril de 2019

Já não pesa mais que o ar | curadoria Yago Toscano - Estúdio Dezenove - RJ




Nessa exposição na Galeria do Estudio Dezenove com curadoria
de Yago Toscano pretende-se refletir as relações construídas
e a produção de estranheza constante no habitar nas superfícies,
no entre e na pobreza de mundo extrema; como na vida de um
carrapato. É no momento em que é criada essa estranheza
amorfa do olhar, do que está entre o plano e a coisa, que são
refletidas, a partir das brechas e das fugas, questões políticas,
poéticas, materiais, sociais e estéticas, sobre habitar no mundo
possibilitando o esvaziamento de uma presença da linguagem,
sob a precariedade do olhar. 


Área de anexos

a imagem e a palavra - Mário de Andrade e Jorge Luís Borges - Memorial da América Latina - Biblioteca - SP


Pivô Research – Artus Grant

Pivô in partnership with Artus is delighted to announce the open call for Pivô Research – Artus Grant, a grant for a Peruvian artist aged between 25 – 40 years old to take part at Pivô’s residency programme in Brazil.
Applications will be open from 17 March to 15 May 2019.
Residency period goes from 27 August to 9 December 2019 (13 weeks).
Artists are asked to send a portfolio with resume and additional material (up to 25 pages and 10 MB) along with the application form.
Applications will only be accepted in English.
The selected artist will be informed on 14 June.
Pivô Research – Artus Grant provides
1. Roundtrip Airfare (economy class), in time and date to be determined in due course by Pivô;
2. Housing in a private room in a shared apartment located in a walking distance from Pivô, to be determined by Pivô at its sole discretion;
3. R$3.600,00 that will be managed by the selected artist to cover living expenses such as food, transportation and work material;
4. 25 sqm studio at Pivô;
5. Participation in the activities of the programme Pivô Research.
Please, check out the detailed open call in the document beside.
For other information, please write to editais@pivo.org.br

Arte Londrina 8 – Nunca Como Agora

O Arte Londrina pretende apresentar, incentivar e divulgar a recente produção de arte contemporânea brasileira, trazendo para a cidade artistas cujos trabalhos reflitam sobre os meios e mecanismos de produção de sentido e suas interconexões com os contextos histórico, social, político e econômico atuais. O edital, sendo uma iniciativa da Divisão de Artes Plásticas da Casa de Cultura da Universidade Estadual de Londrina, pretende reafirmar as discussões sobre arte como instância de apresentação de ideias e fomento de percepções críticas sobre a produção de conhecimento.
O Arte Londrina 8 - Nunca Como Agora, nesta edição, a curadoria será compartilhada entre Michelle Sommer (Rio de Janeiro – RJ) e Danillo Villa (DaP – PR).
Os curadores investigarão as predominâncias ou proximidades conceituais para constituir as exposições que acontecerão no espaço da Divisão de Artes Plásticas da Casa de Cultura da Universidade Estadual de Londrina em 2020.
O Arte Londrina está em sua oitava edição e teve Ricardo Rezende, Paulo Miyada, Emanuel Franco, Beatriz Lemos, Cauê Alves, Ricardo Basbaum, Felipe Scovino e Clarissa Diniz como parceiros em suas edições anteriores. Tem funcionado como espaço de discussão, exposição e partilha dos conteúdos de arte produzidos no país.
Podem inscrever-se, gratuitamente artistas brasileiros, naturalizados e estrangeiros, nas categorias: desenho, pintura, gravura, escultura, objeto, fotografia, instalação, vídeo, performance, proposições colaborativas, bem como suas derivações e entrecruzamentos.
CRONOGRAMA
– Inscrições: até 10 de junho/2019, via online
– Taxa de inscrição: não
– Premiação: sim. 
– Regulamento + Inscrição:
http://bit.ly/2U7wTQg

IV Concurso de Arte Impressa Goethe-Institut Porto Alegre

O IV Concurso de Arte Impressa Goethe-Institut Porto Alegre dá continuidade ao Concurso criado com foco na gravura contemporânea e visa incentivar, difundir e integrar as manifestações de artistas contemporâneos no âmbito da gravura e suas extensões, privilegiando a produção emergente.
Serão selecionadas quatro artistas para duas exposições (dois artistas em cada exposição) na galeria do Goethe-Institut Porto Alegre em 2019. Um dos quatro artistas selecionados para exposição também será contemplado com uma residência artística de quatro semanas em um atelier de gravura na Alemanha, a partir do segundo semestre de 2019.
Podem participar artistas residentes no Brasil, sendo possível apenas uma inscrição por artista. O Concurso privilegiará produções emergentes.
Os proponentes podem participar com obras em técnicas tradicionais e/ou experimentais de arte impressa (xilogravura, serigrafia, litografia, gravura em metal, fotopolímero, entre outras), livros de artista, cartazes, e demais formas de instalações gráficas de edições.
Os trabalhos inscritos devem ser inéditos, de autoria dos proponentes, não podendo ter sido expostos publicamente e os proponentes devem ter participado de pelo menos uma exposição, devidamente citada nos materiais solicitados na inscrição.
Não há uma inscrição diferenciada para concorrer à residência artística, sendo condição que o proponente tenha domínio avançado de inglês e/ou de alemão.
CRONOGRAMA
– Inscrições: até 15 de abril /2019, via email
– Taxa de inscrição: não
– Premiação: exposição no Goethe-Institut Porto Alegre e uma residência em atelier de gravura na Alemanha.
– Regulamento + Inscrição: http://bit.ly/2uBnXU3

terça-feira, 2 de abril de 2019

Exposição CorPoemas - Bavaresco


II Salão Mestre D'Armas - Arte Contemporânea

Estão abertas as inscrições para o II Salão Mestre D'Armas - Arte Contemporânea, mostra de artes visuais que traz a arte como fio condutor para a luta histórica da defesa do patrimônio cultural de Planaltina. Serão selecionados quinze artistas que irão expor seus trabalhos durante os meses de maio e julho no MHAP - Museu Histórico e Artístico de Planaltina, localizado em um casarão construído no século XIX e que é um dos locais de resistência cultural da cidade.
Em sua segunda edição, a Mostra propõe o intercâmbio entre a produção artística contemporânea e a tradição de Planaltina, ocupando espaços, dinamizando a economia local e chamando a atenção da sociedade quanto à necessidade de valorização e preservação do patrimônio material e imaterial do nosso país.
Poderão participar artistas residentes no Distrito Federal e em seu Entorno, em conformidade com a Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno (RIDE/DF).
Serão aceitas inscrições de propostas nas seguintes linguagens das Artes Visuais: desenho, gravura, pintura, escultura, objeto, fotografia, vídeo arte, vídeo instalação, performance (com registro), arte computacional e demais mídias contemporâneas.
Projetos de intervenção urbana (com registro), poderão ser realizados em áreas internas ou externas do MHAP – Museu Histórico e Artístico de Planaltina.
CRONOGRAMA
– Inscrições: até 23 de abril/2019, via Correios ou pessoalmente
– Taxa de inscrição: não
– Premiação: 1º lugar: R$ 10.000; 2º lugar: R$ 7.000; 3º lugar: R$ 6.000; entre 4º e 15º lugares: R$ 3.000.
– Regulamento + Inscrição: http://bit.ly/2HP33cD

quarta-feira, 20 de março de 2019

Expo 21 Dias na Islândia - Ana Catarina e Bruno Bezerra - RJ




Casa do bem™ recebe exposição de fotos sobre a Islândia
Organizada pelos fotógrafos Ana Catarina e Bruno Bezerra, Expo 21 conta a história da viagem deles pelo país europeu

A Casa do bem™ abre suas portas no Rio de Janeiro para os amantes da fotografia e os apaixonados por viagens. O local recebe na próxima terça-feira, 19, durante todo o dia, a Expo 21 dias na Islândia. Criada pela fotógrafa Ana Catarina e o fotógrafo Bruno Bezerra, a exposição retrata, em fotos, a viagem que eles fizeram pelo país europeu em 2018.
Durante o evento, Ana e Bezerra vão expor as 12 melhores imagens dessa aventura e conversarão com as pessoas sobre tudo o que encontraram na Islândia. Além disso, será servida muita tapioca, algo que virou uma marca registrada do passeio. Durante o tempo que passaram na Europa, eles receberam diversos questionamentos sobre a experiência nas redes sociais. As perguntas envolviam o planejamento, curiosidades, entre outros assuntos.
Os fotógrafos exploraram um lado pouco conhecido da Islândia, viajando por lugares escondidos e inabitados da região.
Espaço criado no bairro de Ipanema para as pessoas deixarem de lado a mesmice do dia a dia, a Casa do bem™ é um local para falar sobre nutrição, esporte, cultura e gastronomia. Um verdadeiro lugar para deixar a mesmice do dia a dia e integrar as pessoas, tudo isso com muito bem-estar e saúde. A programação é diversa, sempre em harmonia com os moradores da região. Lá já aconteceram edições do Brechó do bem™, aulas de yoga, shows musicais, feiras orgânicas, entre outros eventos.
do bem™
A do bem™ foi fundada em 2007, quando um grupo de jovens cansados da mesmice teve a ideia de fazer uma empresa de sucos saudáveis e bem humoradas. Os anos se passaram e, depois de muito trabalho e mangas arregaçadas, a do bem™ conquistou o Brasil. Eles continuam decididos em encontrar sempre a melhor maneira de entregar uma bebida prática, saudável e inovadora, simplificando a vida das pessoas.
Programação:
Expo 21 Dias na Islândia
Local: Casa do bem™ - Rua Nascimento Silva, 331
Data: Dia 19/3 (terça-feira)
Horário: a partir das 17h


fonte: Casa do bem™

curso de história da arte - O Tridimensional na Arte Brasileira Contemporânea - Pinacoteca de São Paulo


quinta-feira, 7 de março de 2019

15 x 15 na Gravura – - Laboratório das Artes de Franca

“15 x 15 NA GRAVURA”, COM TRABALHOS DE TRINTA ARTISTAS É A NOVA MOSTRA DO LABORATÓRIO DAS ARTES

Será inaugurada no Laboratório das Artes, no próximo dia 09 de março (sábado), a partir das 20 horas a exposição 15x15 na Gravura, que reúne trinta obras de trinta artistas, com a curadoria de Atalie Rodrigues Alves. A mostra comemora os dez anos de atividades expositivas ininterruptas e gratuitas após a reabertura da sede do Lab, como espaço de qualidade das artes visuais e resistência cultural na cidade.
As gravuras, todas pertencentes ao acervo permanente do Lab, apresentam as mais diversas técnicas, como a xilogravura, gravura de topo, água tinta, água forte, ponta seca, buril, cologravura, relevo seco, serigrafia, pvcgravura, fotogravura e monotipia. É uma rara oportunidade poder ver em Franca as mais diversas técnicas desta arte milenar, com artistas do Brasil e da América Latina, com destaque para Angela Leite, Maria Bonomi, Renina Katz, Cláudio Tozzi e Evandro Jardim, todos residentes em São Paulo.
A lista completa de artistas participantes: Alzira Balestero, Angela Leite, Christina Parisi, Claudia Sperb, Iole Di Natale, Julieta Warman,  Lucie Schreiner, Lucimar Bello, Lygia Eluf, Maria Bonomi, Marilu Trevisani, Odilla Mestriner, Olimpia Couto, Renina Katz, Salete Mulin, Beto Nascimento, Célio Rosa, Cláudio Tozzi, Décio Soncini, Evandro Jardim, Flávio Bassani, Gilberto Salvador, Glauco Pinto Moraes, Luciano Ogura, Mauricio Piza, Nori Figueiredo, Paulo Menten, Samuel Casal, Savério Castelano e Tales Bedeshi.
A exposição permanecerá em cartaz até o dia 30 de abril.
Serviço
Exposição: 15 x 15 na Gravura – curadoria de Atalie Rodrigues Alves
Abertura: dia 9 de março, sábado, às 20h
Visitação: 9 de març a 30 de abril de 2019
Horário: segunda a sexta-feira, das 10 às 12h e das 14 às 17h
Local: Laboratório das Artes de Franca
Endereço: Rua Cuba, 1099 - Jardim Consolação, Franca (SP)
Entrada Franca
Informações: (16) 3722-5004
Visitas monitoradas ou em horários especiais devem ser previamente agendadas

exposição Arte e Mulher - Thammy Tales



Thammy Tales participa da exposição Arte e Mulher, na ArtLabGallery

A mostra é uma imersão pelo universo feminino, em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, na qual a artista apresenta série de fotografias, pinturas e colagens.A jovem artista visual Thammy Tales é uma das participantes da exposição coletiva Arte e Mulher, que inaugura no dia 14 de março na ArtLabGallery, em São Paulo. Thammy aposta no poder transformador do feminino e afirma: “A intenção é expressar a minha feminilidade e os meus valores; e, através da arte, fazer perceber que cada ser, objeto ou pensamento possui sua força complementar dentro de si, independente do sexo, como tudo no Universo.”

Thammy Tales apresenta em 30 trabalhos uma reflexão sobre a ancestralidade e o sagrado feminino. Eclética nas técnicas plásticas e visuais, Thammy mostra seu universo feminino através de impressões fotográficas com diversas intervenções, como glitter e cristais, e também em colagens, aquarelas, pinturas a óleo e assemblages.

A artista é engajada em causas sociais, como a igualdade de gêneros, a proteção à natureza e aos animais, as quais ela retrata em suas obras de arte inspiradas no amor e respeito ao próximo. Influenciada pela moda, a artista estudou em Florença e Milão e se destaca pela harmonia no uso das cores, e pela leveza expressiva e elegante de seus trabalhos. “As cores, os brilhos, os cristais, a tecnologia e o comportamento, fazem parte dos meus trabalhos que estão sempre refletindo sobre situações sociais e meus valores a respeito de certos comportamentos sociais”.

Sobre a artista
Thammy Tales passou uma temporada em Florença estudando sobre a arte local; fez o curso Design di Moda no Istituto Marangoni, em Milão; graduou-se em Negócios de Moda e fez pós-graduação em Gestão de Negócios na Saint Paul School of Business, em São Paulo, presente cinco vezes no ranking do Financial Times ExecutiveEducation – Open Courses.
Após tantas vivências, finalmente encontrou na arte a sua missão de vida. “Venho de uma família de muitos artistas, portanto a arte sempre foi muito natural pra mim.Logo,descobri que a minha missão é mostrar às pessoas a importânciaemse ter intimidade com a arte e permitir-se à criatividade”, afirma a artista.
Criadora de trabalhos únicos e especiais, ThammyTalesusa um mix de recursos que tocam sua alma e transparecem em seus trabalhos, como elementos da natureza, reflexos de luz, cores e brilhos. Por vezes, ela demonstra visceralidade em seus trabalhos, momento em que expressa revolta e inconformismo através da crítica às atitudes egoicas, que espalham-se pelo mundo.
Thammy Tales participou de exposições em espaços culturais e galerias em São Paulo. Ela é membro da Academia Latino-Americana de Arte – ALA dirigida pelo curador Fabio Porchat, e é um dos destaques do acervo da ArtLabGallery, que reúne o melhor da arte contemporânea.

Arte e Mulher
Vernissage: 14 de março
Exposição: 15 a 30 de março
Entrada livre
ArtLabGallery – Rua Dr. Melo Alves, 369 – Jardins – São Paulo

fonte: Tag&Line – Comunicação e Eventos

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

exposição Aqui, agora - Janaína Mello Landini

SAVE THE DATE - 9/MAR
JANAINA MELLO LANDINI | Aqui, agora.

Abertura: 09 de março de 2019
Curadoria: Taisa Palhares
Uma corda com 20 metros de comprimento, 30 centímetros de diâmetro e 120 kg de massa fica suspensa no salão principal da Zipper. Ambas as extremidades se desmembram gradualmente da trama principal até que suas espessuras mínimas se agarrem às paredes do espaço expositivo, sustentando a instalação. Em remissão aos eixos cartesianos, três linhas riscadas na parede da galeria inserem o trabalho no planos do espaço mapeado e terreno do controle. Assim a artista Janaina Mello Landini projeta sua terceira individual na Zipper, aberta a partir do dia 9 de março. Com curadoria de Taisa Palhares, a exposição “Aqui, agora.” apresenta site-specific e trabalhos em tela da série Ciclotrama.

Ciclotrama é um neologismo da artista para designar a pesquisa que desenvolve desde 2010. A partir de um desenho espacial, ela experimenta tensão a física entre os fios e a distribuição das cargas recebidas para tocar em temas como interconectividade e interdependência. A passagem e a fixação do tempo é outro interesse de Janaina, que busca impregnar no trabalho as longas horas dedicadas aos atos de tramar e desmembrar, estabelecendo uma relação com a prática artesanal. “Conceitualmente, uma Ciclotrama é uma seção de um ciclo contínuo e binário, uma estrutura esquemática com característica hierárquica, composta de partes interdependentes. Como ato, é uma longa ação de dividir o todo e suas partes, até que sua unidade mínima fique aparente e sustente todo o sistema como um conjunto”, pontua a artista.

Sua produção transita entre diferentes escalas – do espaço público aos objetos. O andar superior da galeria ficou reservado aos trabalhos em tela da artista. Nestes, Janaina tomou como ponto de partida linhas imaginárias (paralelos e meridianos) de projeções cartográficas planisféricas, cilíndricas e cônicas. Desconsiderado os territórios que originalmente ocupavam as representações, a artista cria ocupações neste espaço imaginado com cordas que se prendem às telas e se desenrolam pelo espaço expositivo. “A Ciclotrama é um ato imprevisível e intuitivo. Como metáfora, ele representa o fluxo e acaba por determinar uma zona. A ideia nesta série de trabalhos é criar ilhas e regiões em uma relação entre a corda e o espaço cartográfico”, afirma a artista.

“Aqui, agora.” segue em cartaz até 6 de abril.

Sobre a artista 
Mineira radicada em São Paulo, Janaina Mello Landini (São Gotardo, MG, 1974) agrega seu conhecimento sobre a arquitetura, a física e a matemática e sua percepção sobre o tempo para desenvolver obras que transitam por diversas escalas. Sua pesquisa tem resultado nas séries "Ciclotramas", feitas com cordas que se desmembram em espessuras mínimas, e “Labirintos Rizomáticos”, obras em cetim que resultam na construção de perspectivas multifocais, anulando a construção tradicional. Principais exposições individuais: Aglomeração. Galerie Virginie Louvet, Paris (2018); Ciclotrama, Museu da República, Rio de Janeiro (2016); "Ciclotrama 27 (medusa)", Galeria Macca, Cagliari, 2015; "Ciclotramas", Galerie Virginie Louvet, Paris, 2015; "Ciclotrama 20 (onda)", Zipper Galeria, São Paulo, 2015; "Paisagens", Galeria Desvio. Belo Horizonte, 2011; "Ciclotrama", Espaço, Belo Horizonte, 2010. Principais exposições coletivas: “Sea of Desire”, Foundation Carmignac, Ilha de Porquerolles, França (2018); “Monumental”, Marina da Gloria, Rio de Janeiro (2018); "Double Je", Palais de Tokyo, Paris, 2016; "Vértice", Centro Cultural dos Correios, Brasília, 2015; The Fine Art Laboratory, Universidade de Arte de Musashino, Tokyo, 2015; "Art for Florence Design Week – 5.0 Edition", Florença, 2014. Coleções institucionais: Foundation Carmignac (França), The BIC Collection (França).

Sobre a curadora 
Taisa Palhares é professora de Estética no Departamento de Filosofia da Universidade Estadual de Campinas (IFCH/Unicamp). Possui graduação (1997), mestrado (2001) e doutorado em Filosofia (2011) pela Universidade de São Paulo (USP). Realiza estudos nas áreas de estética e artes visuais, com ênfase na pesquisa sobre a fundamentação da obra de arte desde a Modernidade. De 2003 a 2015, foi pesquisadora e curadora da Pinacoteca do Estado de São Paulo, sendo responsável pelo projeto de exposição retrospectiva "Mira Schendel" (2013/2014), em parceria com a Tate Modern. É autora do livro "Aura: a crise da arte em Walter Benjamin" (Fapesp/ ed. Barracuda, 2006). Desde 2000, atua como crítica de arte, e foi uma das idealizadoras e co-editoras da revista independente de arte e crítica "Número" (2003-2010).

Serviço
Aqui, agora.
Exposição individual de Janaina Mello Landini na Zipper Galeria
Curadoria: Taisa Palhares
Abertura: 9 de março de 2019, às 11h
Em cartaz até 06 de abril de 2019
R. Estados Unidos 1494, Jardim América – Tel. (11) 4306-4306
Segunda a sexta, 10h/19h; sábado, 11h/17h

Programa de Residência Artística “Obras em Construção” – Casa das Caldeiras



A Casa das Caldeiras - um dos primeiros espaços autônomos a lançar um programa de Residência Artística no Brasil - está com inscrições abertas para selecionar artistas e portadores de projetos interessados na dialética entre Arte e Patrimônio, que este importante local da cidade de São Paulo peculiarmente propicia.
Estão abertas as inscrições dos candidatos interessados em ingressar no Programa “Obras em Construção 2019” que será realizado de 9 de abril até 1 de novembro de 2019.
Podem se inscrever artistas, grupos, coletivos e pesquisadores portadores de projeto, vivendo e trabalhando no Brasil ou no exterior. A candidatura pode vir acompanhada de propostas de oficinas, workshops e palestras. Não ha limitação de idade; Os selecionados vivendo fora da cidade de São Paulo poderão contar com hospedagem, alimentação e transporte local, oferecidos pelo Programa.
O Programa consiste em viabilizar espaços de Residências Artísticas propondo acompanhamento logístico, administrativo e de estruturação do projeto, fomentando um contexto de troca de conhecimentos, métodos e impressões entre os artistas residentes.
O objetivo é dar condições para que os participantes possam desenvolver seus projetos e seu processo de criação, se relacionando com o patrimônio, com o território, com os demais residentes e experimentando ações com o público frequentador da Casa das Caldeiras. A interação das obras com a cidade e a relação afetiva com a memória coletiva.
CRONOGRAMA
– Inscrições: até 12 de março/2019, via Correios
– Taxa de inscrição: não
– Regulamento + Inscrição: http://bit.ly/2SXO7is
fonte: Editais e Afins 

Ocupação.NÁMÍBIÀ é uma imersão estética que acontece no Sesc Pinheiros



Loïc Koutana

A coletividade de artistas negros realiza oficinas e debates empoderados pelo conceito “afrofuturismo”

A partir do dia 7 até 15 de março acontece no Sesc Pinheiros a Ocupação.NÁMÍBIÀ da coletividade negra e LGBTQI+. O projeto é uma imersão nos campos das artes visuais e tecnologias embasadas e empoderadas no “Afrofuturismo”.
Durante os 8 dias de ocupação do Espaço de Tecnologias e Artes (3° Andar) a coletividade realiza 7 oficinas e um bate-papo sobre “Transfuturismo”. Ao todo são 11 artistas participantes, mais duas pessoas convidadas para roda de conversa. Todas as atividades são gratuitas, com inscrição prévia no link:
A coletividade NÁMÍBÌA surge da cena noturna underground de São Paulo de música eletrônica, na proposta de visibilidade e afirmação da produção visual e eletrônica de pessoas negras e LGBTQI+, assim conecta e agrupa artistas de diferentes áreas e regiões.
A programação de oficinas traz atividades de confecção de acessórios, figurinos, máscaras, maquiagem e performance. As atividades durante os dias da semana começam às 18h, com duração de 4 horas, sábado e domingo o inicio é às 10h com duração de 8 horas.
Com a perspectiva de debater a vida da população Trans/Travesti inserindo a produção e as experiências vividas por pessoas negras e LGBTQI+, o bate-papo “Transfuturismo”, no dia 9, sábado, às 19h, na Sala de Oficinas (2° Andar, capacidade 150 lugares) possibilita ao público um espaço participativo para dialogo e entendimento dos assuntos de interesse social envolvendo visualidades, arte, música e política. Como convidadas para abrir o diálogo Aretha Sadick (Multiartista) e Maria Clara Araújo (Pedagoga afrotransfeminista). Mediação é de Léo Teófilo e Misael Franco da coletividade.

PROGRAMAÇÃO DE OFICINAS
Máscaras africanas e suas extensões para adultos
Com Mo Ventura e Felinto
Dia 7, quinta-feira, às 18h

Essa oficina se divide em momento prático de confecção de máscaras africanas com materiais lúdicos e recicláveis. Na parte teórica traz a história das máscaras e as diferenças nas diversas etnias.
Felinto é educador infantil e pesquisador de máscaras africanas e Mô Ventura é artista plástica e fez parte da residência.NÁMÍBIÀ.
Maquiagem e incômodo visuais
Com Carmen Laveau e Ludovyki
Dia 8, sexta-feira, às 18h

Maquiagens artísticas dissidentes que aproxima a pessoa de si mesma externalizar sensações, momentos e urgências contestando o senso de “beleza”.
Carmen é maquiadora e dissidente das artes do rosto, explora a maquiagem de forma artística e não convencional.
Designer de figurinos e instalação corporal
Com Euvira e Léo Teófilo
Dias 9 e 10, sábado e domingo, às 10h

Produção de figurino performática que tem como mote a estética e pensamento afrofuturista e as expressões culturais nordestinas.
Léo Teófilo é designer de produtos e artista da moda. Atua na NÁMÍBIÀ desde o início e cuida da produção executiva dos figurinos dos artistas da NÁMÍBIÀ.
Euvira é artista visual e produtor cultural, coordena a NÁMÍBIÀ e tem grande destaque na cena artística de São Paulo devido aos seus figurinos e apresentação que envolve arte, ancestralidade e tecnologia.

Como fazer uma tela de Silk Screen
Com Ame Apolinário
Dia 12, terça-feira, às 18h

Uma introdução às técnicas do Silk Screen.

Apolinário diretor criativo da marca Cem Freio, Aponlinário é destaque da nova geração da moda brasileira. Em seu trabalho, desenvolve o tema gênero, ou melhor, o agênero.
Direção de arte e processo criativo em coletivo
Com Misael Franco
Dia 13, quarta-feira-feira, às 18h

Misael é idealizador da coletividade.NÁMÍBIÀ e essa oficina tem como objetivo dividir as experiências do processo de construção da coletividade e suas ações artísticas e sociais.

Vídeo e Expressão corporal
Com Loïc Koutana
Dia 14, quinta-feira, às 18h

Exercícios de ritmo, sincronização e improvisação, entendendo e descobrindo suas essências corporais e rítmicas. Serão abordados princípios audiovisuais para filmagem e edição de vídeos, que serão produzidos a partir de experimentos corporais.
Loïc Koutana é performer da coletividade.NÁMÍBIÀ e dá aulas de expressão corporal.
Rosto, Ferro e ancestralidade 
Com Zack BileNegra
Dia 15, sexta-feira, às 18h

Processo criativo e técnicas com arame para confecção de coroas e acessórios, tendo as coroas e penteados africanos com referência.

Zack BiliNegra é artista plástica e utiliza ferro para confeccionar adornos, estruturas e esculturas.
        
BATE-PAPO
“Transfuturismo”
Com Aretha Sadick e Maria Clara Araújo. Mediação é de Léo Teófilo e Misael Franco da coletividade.
Local: Sala de Oficinas (2° Andar, capacidade 150 lugares)
Dia 9, sábado, às 19h

SESC PINHEIROS
Endereço: Rua Paes Leme, 195.
Bilheteria: Terça a sábado das 10h às 21h. Domingos e feriados das 10h às 18h.
Tel.: 11 3095.9400.

Estacionamento com manobrista: Terça a sexta, das 7h às 21h30; Sábado, das 10h às 21h30; domingo e feriado, das 10h às 18h30. Taxas / veículos e motos: para atividades no Teatro Paulo Autran, preço único: R$ 12 (credencial plena do Sesc) e R$ 18 (não credenciados).
Transporte Público: Metrô Faria Lima – 500m / Estação Pinheiros – 800m

 
fonte: Assessoria de Imprensa Sesc Pinheiros
Fernanda Porta Nova / José Maurício Lima / Yuri Pedro
Contatos: (11) 3095.9423 / 9425

imprensa@pinheiros.sescsp.org.br

Sesc Pinheiros nas redes
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Fotógrafas Imigrantes no Brasil é tema de curso na Casa-Museu Ema Klabin



Foto: Gioconda Rizzo

A arte de fotógrafas como Gioconda Rizzo,  Hildegard Rosenthal, Alice Brill,  Maureen Bisilliat,  Cláudia Andujar,  Stefania Bril e Madalena Schwartz será destacada


A Casa-Museu Ema Klabin promove o Curso Fotógrafas Imigrantes no Brasil: seus olhares, seus horizontes. Serão cinco encontros ministrados pela historiadora Yara Schreiber Dines. As aulas acontecem às quartas-feiras, das 19h às 22h,  nos dias 20,27 de março e 3,10 e 17 de abril. Inscrições pelo site https://emaklabin.org.br/
O curso apresentará mulheres fotógrafas imigrantes, que foram referências no Brasil no início e em meados do século XX, dando um panorama da produção  dessas artistas, a partir do recorte de gênero.
De acordo com a palestrante, pretende-se expor a fértil agência de mulheres fotógrafas imigrantes no Brasil por meio de um percurso, no tempo e no espaço. O curso destaca cada um desses olhares de acordo com a sua  individualidade, ressaltando a diversidade da linguagem imagética e o amplo leque de recortes visuais destas artistas.
Sobre a palestrante:
Yara Schreiber Dines é historiadora e antropóloga com pós-doutorado em fotografia, na ECA/USP. Professora convidada da Unesp Araraquara, Pesquisadora Associada do Laboratório de Imagem e Som em Antropologia - LISA/USP e Pesquisadora Associada do Grupo de Arte & Fotografia.
Serviço:
Palestra - Fotógrafas Imigrantes no Brasil: seus olhares, seus horizontes
Data:  20,27 de março e 3,10 e 17 de abril. Quartas-feiras.
Horário:  19h às 22h
Inscrição: www.emaklabin.org.br
Vagas: 30
Investimento:  R$360,00
Local: Fundação Ema Klabin 
Endereço: Rua Portugal, 43, Jardim Europa - São Paulo.  Tel: 55 11 3897-3232
Sobre as aulas:
1º dia – Mulheres precursoras da fotografia na Inglaterra. Imigração e fotografia.
2º dia – Gioconda Rizzo, primeira fotógrafa com estúdio em São Paulo. Fotógrafas profissionais imigrantes nas primeiras décadas do século XX: Sophia Pretzel, Irene Lenthe, Mme Stein e outras.
3º  dia - Imigrantes pioneiras do fotojornalismo e da fotografia documental: Hildegard Rosenthal e Alice Brill.
4º dia - O advento dos anos 60: fotografia, literatura e poesia: Maureen Bisilliat e Cláudia Andujar.
5º  dia - Anos 70, 80: Referências inesquecíveis - Stefania Bril e Madalena Schwartz.
fonte:

Assessora de Imprensa: Cristina Aguilera
Mídia Brazil Comunicação Integrada
11 99539-8589
11 3721-1202

Ciclo de debates amplia olhares sobre exposição sensorial gratuita na capital paulista

 
Ciclo de debates amplia olhares sobre exposição sensorial gratuita na capital paulista
 
Com convidados multiprofissionais, a exposição sensorial TOQUE recebe ciclo de encontros Olhares Transversos - Programas Públicos e debate temas como arte, saúde, integração e pertencimento do espaço público
Com 255 obras táteis de autoria compartilhada, a mostra gratuita TOQUE, realizada na Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin (BBM) da USP, ganha a partir de 13 de março o ciclo de encontros Olhares Transversos - Programas Públicos com profissionais de diversas áreas. A curadoria e mediação dos encontros é da professora e artista visual Lilian Amaral.

Idealizada e produzida pelo artista visual Hélio Schonmann, TOQUE propõe uma relação que não se limita à visão. Fugindo do comum, sugere ao visitante tocar em toda a extensão dos autorretratos em relevo para criar uma relação mais íntima e lúdica com as peças. A instalação é composta por caixas de madeira vazadas empilhadas e justapostas, cada vão abriga um rosto, compondo um espaço que convida à imersão.

Os retratos  foram criados por pessoas com e sem formação artística, videntes e pessoas sem visão, pacientes psiquiátricos, entre outros. Embaralhando categorias, TOQUE traz à tona indagações sobre temas essenciais à vida no contexto contemporâneo: identidade, alteridade, diversidade, acessibilidade, inclusão, relação individual/coletivo e esfera pública.

Ampliar as discussões e diálogos em torno dos eixos temáticos propostos por TOQUE, é um dos objetivos propostos por OLHARES TRANSVERSOS - PROGRAMAS PÚBLICOS. “O ciclo de encontros reúne artistas, profissionais de saúde pública e saúde mental, ambientalistas, gestores e produtores culturais, educadores e pesquisadores atuantes em diversas instituições museológicas e de ensino superior, com o intuito de refletir sobre a dimensão dialogal entre campos poéticos e terapêuticos e suas interfaces nas políticas públicas”, explica Schonmann.

Como parte dos encontros serão realizadas visitas mediadas à exposição, com a presença do artista.

Programação

13.3 | Mesa 1 – Arte, memória, saúde coletiva e territórios: diálogos e desafios contemporâneos
Convidados | Professoras Elizabeth Araújo Lima,  Isabel Cristina Lopes, Andrea Amaral Biella, Fernanda Rodrigues Vieira. Mediação - Marcelo Chaves

20.3 | Mesa 2 – Integração, identidades e processos colaborativos: pesquisas e práticas
Convidados | Coletivo Imargem, professores Leon Kossovitch e Paulo de Tarso Oliva Barreto, Baixo Ribeiro

27.3 | Mesa 3 – Apropriação, pertencimento e transformação: lugares de mediações
Convidados | Mirian Celeste Martins, Claudia Cristina Pulchinelli, Assucena Tupiassu, Mirian Steinberg, Altina Felício

Texto | Elcio Silva - Foto | Roberta Alberti


Serviço

OLHARES TRANSVERSOS - PROGRAMAS PÚBLICOS
Ciclo de encontros sobre exposição TOQUE

Quando | De 13 a 27 de março, quartas-feiras, das 14 às 18 horas
​​​​​​​Onde | Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin - Sala Villa-Lobos
R. da Biblioteca, 21 - Cidade Universitária, São Paulo, SP
Quanto | Entrada gratuita
Capacidade: 100 lugares


Organizadores

Profa. Dra. Lilian Amaral
Artista visual pela FAAP (1986). Doutora e mestre pela ECA / USP e Universidade Complutense de Madrid (2000/2010). Pós-Doutora em arte, ciência e tecnologia pelo IA/UNESP; Pós-Doutora em Arte e Cultura Visual pelo PPG FAV/UFG e Universidade Barcelona/ES (2014). Curadora, docente e pesquisadora no campo da arte pública, memória e imaginário social. Coordenadora da linha de Pesquisa R.U.A. Realidade Urbana Aumentada / Arte e Media City – MediaLab UFG/IA UNESP. Dirige a Rede Internacional de Educação patrimonial contexto ibero-americano www.oepe.es

Hélio Schonmann
Artista visual e professor. Frequentou, nos anos 70 e 80, o Atelier de Livre Criação em Artes Plásticas do Museu Lasar Segall, em São Paulo, onde assumiu posteriormente o cargo de orientador (1979/83). Realizou mostras individuais e vem participando de mostras coletivas e trabalhos colaborativos de arte urbana no Brasil, Argentina, Alemanha, Itália, China, Cuba, México, EUA, Índia e França. Desde 2009 vem coordenando projetos de arte pública colaborativa e realizando curadoria de mostras coletivas itinerantes.

Convidados

13/03: Mesa 1 – Arte, memória, saúde coletiva e territórios: diálogos e desafios contemporâneos

Profa. Dra. Elizabeth Araújo Lima
Terapeuta ocupacional pela USP (1985); mestre e doutora em Psicologia Clínica pela PUC-SP (1997/2003); realizou pós-doutorado na University of the Arts, London (2009). Atualmente é professora do Curso de Terapia Ocupacional da USP e orientadora no Programa de Pós-graduação em Psicologia da UNESP e no Programa Interunidades em Estética e História da Arte da USP. Coordena o Laboratório de Estudos e Pesquisa Arte e Corpo em Terapia Ocupacional.

Profa. Mrs. Isabel Cristina Lopes (Cris Lopes)
Psicóloga Sanitarista. Idealizadora do Programa Centros de Convivência e Cooperativa, PMSP. Idealizadora e Coordenadora Geral do Projeto Intersetorial e Transdisciplinar Coral Cênico Cidadãos Cantantes. Pesquisadora do Instituto de Saúde |SESSP; Docente, Supervisora e Consultora para políticas públicas de interface entre saúde, cultura, educação, arte e direitos humanos.

Profa. Dranda. Andrea Amaral Biella
Doutoranda e mestra em Educação pela Faculdade de Educação da USP, com graduação em Artes Plásticas pela UNICAMP (bacharelado e licenciatura). Atualmente educadora no Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (MAC USP), é responsável desde 2007 pelo programa Viva Arte!: Bem-estar Social e Saúde no Museu, entre outras ações educativas voltadas a diferentes perfis de público.

Profa. Mranda. Fernanda Rodrigues Vieira
Terapeuta Ocupacional, com especialização em Arteterapia e Terapias Expressivas pela UNESP, Mestranda em Terapia Ocupacional pela UFSCAR São Carlos. Atua no serviço público, na área de saúde mental, no CAPS II de Salto de Pirapora, SP. Atualmente tem trabalhado na reabilitação psicossocial de adultos, com enfoque na inclusão social e uso de tecnologias de participação sociocultural.

Mediação - Marcelo Chaves
Possui bacharelado e licenciatura em História (2001), mestrado (2005) e doutorado (2009) em História Social, todos pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Tem experiência na área de História, com ênfase em História Institucional, em educação e pesquisa, atuando principalmente nos seguintes temas: Brasil - trabalho - intervenção do Estado nas relações de trabalho - industrialização - sindicalismo - São Paulo. Especializou-se em Organização de Arquivos pelo IEB/USP. Desde 2015 dirige o Centro de Difusão e Apoio à Pesquisa do Arquivo Público do Estado de São Paulo.

20/03: Mesa 2 – Integração, identidades e processos colaborativos: pesquisas e práticas

Coletivo Imargem
O Projeto Imargem é uma intervenção multidisciplinar que, reunindo arte, meio ambiente e convivência. Pretende enfrentar o isolamento das comunidades que vivem às margens da Represa Billings, região do Grajaú, São Paulo. Entende-se, no Imargem, a arte como instrumento de expressão e interlocução; a convivência como mecanismo de explicitação de interesses, de construção de consensos e de enfrentamento dos preconceitos e o meio ambiente como o resultado da relação conflituosa entre a ocupação humana desordenada e paisagens da cidade.

Prof. Dr. Leon Kossovitch  
Engenheiro civil, bacharel, mestre e doutor em filosofia. Professor no Departamento de Filosofia, da FFLCH-USP. Tem experiência na área de Filosofia, com ênfase em Estética, atuando principalmente nos seguintes temas: pintura, artes plásticas, arte, estética e filosofia.

Prof. Dr. Paulo de Tarso Oliva Barreto
Professor, desenhista, gravador, curador. Mestre e Doutor em Artes pela ECA-USP, Arquiteto pela  FAU-USP. É professor no Centro Universitário SENAC - São Paulo. Realizou inúmeras exposições individuais em instituições tais como:  Museu Brasileiro de Escultura, São Paulo, SP; Museu do Trabalho - Porto Alegre, RS; Galeria Graphias - São Paulo – SP; Centro Universitário Maria Antônia  - USP; Museu da Gravura Cidade de Curitiba, PR.

Baixo Ribeiro
Empreendedor cultural e fundador da Choque Cultural, projeto que conecta novos públicos às artes urbanas contemporâneas. Incentivador da arte pública, produziu muitas exposições em associação com museus e outras instituições, como MASP, Memorial da América Latina, Museu AfroBrasil, Pinacoteca do Estado, SESC, SESI e Universidade de São Paulo. Desenvolve projetos interdisciplinares nas áreas da educação,  urbanismo e arte, om o propósito da construção coletiva de territórios culturais.

27/03: Mesa 3 – Apropriação, pertencimento e transformação: lugares de mediações

Mirian Celeste Martins
Docente do Curso de Pós-graduação em Educação, Arte e História da Cultura e do Curso de Pedagogia na Universidade Presbiteriana Mackenzie onde coordena os Grupos de Pesquisa: Arte na Pedagogia/GPAP) e Mediação cultural: contaminações e provocações estéticas/GPeMC. Foi professora do Instituto de Artes/Unesp. Tem formação em Artes Visuais com doutorado pela Faculdade de Educação/USP (1999) e mestrado pela Escola de Comunicações e Artes - ECA/USP (1992).

Claudia Cristina Pulchinelli
Terapeuta Ocupacional , especializada em Saúde Mental e Arte e Prática profissional voltada ao Cuidado e Gestão da Saúde, atravessados e atados pela Arte e Cultura. Gerente do CECCO Parque do Ibirapuera da PMSP – SMS.

Assucena Tupiassu
Formada em Biologia pela Faculdade Mackenzie, especializada em Controle Ambiental e Saúde Pública pela USP. Ministrou aulas de Jardinagem no Parque Ibirapuera, em São Paulo. É autora de um dos livros mais conceituados para jardinagem, “Da planta ao Jardim – Um guia fundamental para amadores e profissionais”, participou de programas de televisão como o Arquitetura Verde + Globosat e criou o blog Jardins no Cinema.

Mirian Steinberg
Artista, educadora, musicoterapeuta e terapeuta corporal, mestranda no Instituto de Artes da UNESP. Docente de Artes no Instituto Federal de Campos do Jordão. Organiza o Núcleo de Novas Metodologias de Pesquisa em Artes no IA/ UNESP e é Membro do Grupo de Pesquisa CAT - Ciência Arte e Tecnologia no IA/UNESP. Produção artística em vídeo, instalação sonora, poesia sonora e performance vocal.

Altina Felício
Aquarelista, gravadora e  professora, desenvolve seu trabalho educativo no Parque da Água Branca e no Centro de  Convivência e Cooperativa (CECCO) Eduardo Leite Bacuri, ambos em São Paulo, SP. Vem coordenando e produzindo projetos artísticos coletivos em diversas cidades paulistas. Já realizou exposições individuais em instituições tais como: Centro Cultural de São Paulo, SP; Galeria Gravura Brasileira, São Paulo, SP; Graphias Casa da Gravura - São Paulo, SP
fonte : procin@usp.br
A Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária (PRCEU) é o órgão que desenvolve as políticas culturais e de extensão da Universidade de São Paulo, funcionando como um canal aberto de diálogo da USP com a sociedade. A PRCEU tem ampla atuação, trabalhando na gestão de programas de fomento às iniciativas acadêmicas em cultura e extensão e no apoio às ações da comunidade universitária junto à sociedade. Fazem parte dessa estrutura: Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin, TUSP – Teatro da USP, Cinusp Paulo Emílio – Cinema da USP, OSUSP – Orquestra Sinfônica da USP, CoralUSP – Coral da USP, Centro Universitário Maria Antonia, CienTec - Parque de Ciência e Tecnologia da USP, Centro de Preservação Cultural - Casa de D. Yayá e Engenho São Jorge dos Erasmos. Promove, ainda, ações próprias no âmbito da cultura e da extensão universitária, como os programas “Nascente”, “USP e as Profissões” e “Giro Cultural USP”. Já no relacionamento com a comunidade, são desenvolvidos os programas "USP Aberta à Terceira Idade", "USP Diversidade", "USP Legal", "Incubadora USP de Cooperativas Populares" e "USP Aproxima-Ação".