concursos, exposições, curiosidades... sobre arte
escolhidos por MARIA PINTO
(Maria Regina Pinto Pereira)

http://maregina-arte.blogspot.com/
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sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Chamada de Artigos - Revista CPC 14

Chamada de Artigos - Revista CPC 14

Comunicamos aos interessados que se encontra aberta, até o dia 26 de fevereiro de 2012, a chamada de artigos para a Revista CPC 14 (maio/out.2012).
Os textos devem ser enviados para o e-mail.
Para mais detalhes, acesse
importante: serão analisados apenas trabalhos inéditos e formatados de acordo com as normas que constam no link
Sobre a Revista CPC
A Revista CPC é um periódico do Centro de Preservação Cultural da Universidade de São Paulo. De caráter acadêmico e científico configura-se como um veículo de discussão e reflexão dedicado às questões afeitas ao patrimônio cultural em seus múltiplos aspectos. A revista é arbitrada, tem periodicidade semestral, é editada em formato eletrônico e está organizada em duas seções: uma seção de artigos, nos eixos de patrimônio cultural, coleções e acervos, e conservação e restauração; e uma seção de resenhas, notícias e depoimentos.
A Revista conta com uma Comissão Editorial e um Conselho Consultivo, composto por nomes de especialistas da área provenientes das universidades públicas estaduais paulistas e de universidades federais, dos órgãos oficiais de preservação do patrimônio cultural e de instituições nacionais e/ou internacionais que desenvolvam trabalhos em áreas afins, bem como com assessores/pareceristas ad hoc.

Fontes: Centro de Preservação Cultural USP - São Paulo SP / Vitruvius 

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

A MENINA E O SOL - de Constança Lucas e Julio Gonçalves Dias


A Menina e o Sol - livro de literatura infantil

CONVITE:

Coloque na sua agenda e vá 
ao lançamento do livro



A MENINA E O SOL

de Constança Lucas e Julio Gonçalves Dias

Dia 23 de novembro de 2011,
quarta-feira, às 19h30

Local: Livraria SARAIVA
Shopping Iguatemi
Av. Brigadeiro Faria Lima, 2.232 - Piso Faria Lima
Jardim Paulistano - São Paulo - SP

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

"Artista é tudo vagabundo e trabalha de graça"

http://blogs.estadao.com.br/tragico-e-comico/2011/07/17/artista-e-tudo-vagabundo-e-trabalha-de-graca/

 http://blogs.estadao.com.br/tragico-e-comico/2011/07/24/entrevista-di-vasca/

Artista é tudo vagabundo e trabalha de graça

  • 17 de julho de 2011|
  • 6h00|
O que é arte, afinal? Quero falar de arte hoje, mas num universo bem amplo, do qual eu e um zilhão de arteiros freelancers fazem parte: cartum, caricatura, ilustração, artes plásticas, design gráfico, infografia, etc. Arte é um conceito tão abstrato que a maioria das pessoas acha que não faz sentido pagar por algo que elas não consideram um “serviço”. Desde que o mundo é mundo, 99% da humanidade acha que arte não é (ou não pode ser) profissão, só hobby. Logo, quem está desenhando, está só se divertindo — e quem insistir em “trabalhar” com arte, é porque é vagabundo. Assim sendo, eu sou um vagabundo. E se você desenha, você também é. Pouco importa se você trabalha que nem um camelo e pouco importa quantos cursos você fez ou quantos prêmios ganhou. No final das contas (com bastante trocadilho), essa é a maneira como somos vistos pelo mundo.
O curioso é que essa é mais uma unanimidade burra que o homem médio criou para, logo em seguida, cair numa contradição: não, ele não valoriza mesmo a arte — e tampouco está disposto a pagar por ela —, mas ele aprecia a arte. Deu para entender? Funciona assim: basta achar um cretino que faça uma arte de graça e convencê-lo a trabalhar em troca de “divulgação”. Artistas dos mais variados matizes recebem diariamente ofertas irrecusáveis como essa. É uma aventura edificante estudar as técnicas de abordagem dessa galera que quer (ou melhor, “precisa” — e “pra ontem”) de uma arte, mas “não tem verba”. Uns tentam forjar uma “parceria”, onde ambos supostamente estarão “investindo”. Tipo aquele “editor” de portal ou site que está “crescendo e ganhando cada vez mais leitores” e precisa de “gente talentosa para fornecer conteúdo” (alguns sofisticaram essa abordagem, sugerindo um “linkbuilding para ambas as partes”). Outros chegam se derramando em elogios, enaltecendo o seu traço, sua técnica, suas cores e… “aproveitando a oportunidade, preciso de um desenho… nada muito complicado, para não tomar seu tempo”. Se já é bom não tomar muito do meu tempo, melhor ainda se não tomar tempo nenhum, né? Mas tem também o visionário. Aquele cara que está montando uma banda de pagode-sertanejo-axé-universitário que vai “bombar” e precisa de um logo, um site e, se bobear, uma capa de disco. Isso sem falar da turminha do “me desenha”… De graça, claro — afinal, é sempre muito divertido passar o fim de semana trabalhando para os outros sem receber um tostão por isso.
No final, pouco importa a abordagem, já que a finalidade é sempre a mesma: “trabalhe de graça para mim — em troca eu vou te catapultar ao total estrelato”. A situação está sendo subvertida a tal ponto que, se o artista recusar a “oferta”, chega-se a uma estranhíssima inversão de papéis. De repente é como se o artista devesse agradecer aos céus por uma oportunidade como essa (quiçá ele até terá de pagar para poder publicar em um espaço tão ilustre que ninguém lê, nem compra e nem acessa). Enfim, desculpa aí qualquer coisa… Mas claro que uns aceitam trabalhar de graça. Outros aceitam fazer por qualquer “déiz real”. Todos unidos pelo amadorismo e pela má qualidade de seus trabalhos, atravessando o caminho de profissionais sérios do mercado. Então, se você é um profissional em busca de espaço, reconhecimento (e pagamento, claro), o que fazer no meio de toda essa pobreza? Se matar? Não ainda, pois surgiu um cara que vai nos guiar por essa estrada esburacada, sem sinalização e sem destino. Um cara que não fica impassível ou intimidado diante de um pedido de “um desenhinho”. Um cara que sempre sabe encontrar a resposta mais irônica e sarcástica (sem deixar de ser elegante) — enfim, a resposta ideal — aos que nos oferecem aquela irrecusável oportunidade de trabalhar por divulgação.
Luis Di Vasca é o libertador de todos os artistas e freelancers, constantemente marginalizados e vilipendiados pelo establishment. Sua cruzada contra a obtusidade e o torpor mental do homem médio é comovente e enche a classe artística de orgulho. Portanto, é meu dever retribuir esse “linkbuilding”. Acessem e aprendam com o nosso herói: http://divasca.blogspot.com/
Leia também:
Os 10 mandamentos para o jovem artista
Entrevista com Di Vasca

 

Entrevista: Di Vasca


Na tragi-crônica da semana passada, você ficou conhecendo o Luis Di Vasca, que se tornou o herói libertador de toda uma classe artística que está de saco cheio de receber ofertas de trabalho em troca de divulgação. Não surpreende que ele tenha conquistado tanta popularidade em tão pouco tempo de vida no blog e no Twitter, a ponto de se tornar uma autoridade no assunto. Com suas respostas cortantes e seu peculiar sarcasmo, ele nos mostrou que é possível um mundo onde o artista é levado a sério e respeitado como profissional. E isso tem um preço bem barato (na verdade o custo é zero): basta recusar qualquer oferta para trabalhar de graça. Além de trazer um importante alerta para artistas em início de carreira, Di Vasca parece ter se tornado um novo balizador para a classe artística, que finalmente despertou para o fato, após um longo inverno. Seus posts são verdadeiros balaços na testa de clientes espertalhões e os obrigam a enxergar dois tristes fatos: 1) sim, você está explorando um artista morto de fome e 2) sim, você está extorquindo dele a única coisa que ele tem para vender.
Agora chegou o momento de conhecer um pouco mais de perto a faceta do homem. Em entrevista reveladora, Di Vasca aborda a repercussão de seu blog, fala da miséria atual do mercado de freelas, da falta de união da classe artística e deixa sua mensagem a arteiros e vagabundos de plantão…
1) Di Vasca, não é segredo que você troca os nomes dos e-mails em seus posts (para evitar dores de cabeça), mas muitas pessoas têm questionado a veracidade do conteúdo do blog, tamanho o surrealismo de seus posts. Para esclarecer: todos aqueles e-mails são reais, inventados ou são como filmes baseados em fatos verídicos?
É como sempre digo: nunca duvide do surrealismo que a realidade pode nos proporcionar. Sim, sempre tomo cuidado para colocar pseudônimos nas “vítimas”. Quanto aos desenhos, se a pessoa pagou pelo trabalho e realmente usou o desenho em questão, eu tomo o cuidado de fazer um novo ou então pegar outro qualquer nos meus arquivos (caso do post sobre caricaturas de casamento), caso contrário uso o mesmo desenho que enviei para a pessoa (que foi o caso do bicho-papão). Mesmo assim, algumas vítimas já tentaram me dar dor de cabeça com o argumento que estou “expondo-as ao ridículo”, que “vai procurar a justiça”, etc. Minha resposta é simples: “Se quer procurar a justiça, então eu posto seu nome real e não um pseudônimo, assim terá mais chances de ganhar, o que acha?”. Infelizmente, nenhuma concordou até agora.
2) No antológico post do gatinho, você refez a arte e entregou à cliente diversas vezes. No final, você acabou trabalhando mais do que se tivesse levado a cliente a sério. O que o motiva a perseguir os idiotas tão incansavelmente?
Existe essa ideia de que o artista somente o é por ser vagabundo ou preguiçoso. Quando percebo que alguém não está respeitando o meu trabalho, não tenho problema em trabalhar mais que o dobro do que eu trabalharia, somente pra deixar claro o meu ponto.
3) Depois de ter recebido tantas ofertas de trabalho em troca de divulgação, qual é a avaliação que você faz após de ter sido tão divulgado? Alguém importante chegou até você em consequência dessa massiva divulgação?
Caro Diogo, você sabe que qualquer pessoa que se aproxima de um ilustrador será alguém importante com uma possibilidade inacreditável de projetar seu nome às alturas (talvez além da via láctea). Porém, digo que, após o blog, tenho recebido pelo menos 98% menos pérolas, e os contatos de freelas sérios e realmente praticáveis aumentou bastante. Mas não, nunca existirá essa importante entidade que projetará seu nome. Isso é uma grande mentira que as pessoas ainda acreditam.
4) Você tem recebido muitos elogios pela coragem com que enfrenta a obtusidade da clientela em geral. Apesar de tudo, muitos artistas soltam aquele sorriso amarelo e continuam trabalhando de graça (ou por alguns trocados). Você acha que falta colhão para a classe artística de um modo geral?
Não incentivo pessoas a fazer o que eu faço, pois cada um tem sua forma de lidar com a parte boa e ruim do trabalho. A iniciativa do blog foi de alguma forma agregar profissionais da Arte em geral, e mostrar para eles minhas experiências, deixando claro que isso é uma constante e que este cenário somente mudará se nós mesmos começarmos a respeitar o nosso trabalho. E espero que as pessoas talentosas nunca mais caiam nas mãos de picaretas que prometem holofotes com suas obras espalhadas pelos pontos turísticos do planeta, e uma multidão de fãs enfurecidas e descontroladas disputando aos arranhões um pequeno pedacinho de sua atenção. Não acho que falta colhão, diria que falta união, para que este tipo de situação não mais se repita.
5) Uma outra vertente, muito parecida, é a dos “artistas déiz real”, que inflacionaram o mercado e se tornou um jabá que dificulta a vida de milhões de “artistas-divulgação” pelo Brasil. Do jeito que a coisa está caminhando, pode chegar o dia em que a divulgação custe dinheiro?
Já tenho uma pérola assim nos meus arquivos — e não é recente hein!, ela data de 2006. O rapaz entrou em contato comigo dizendo que tinha uma empresa que faria divulgação massiva do meu trabalho em troca de uma “simbólica contribuição”. Somente não postei no blog porque não houve uma sequência na conversa a ponto de ficar engraçado. Essa situação é tão preocupante quanto seria esperançoso o resultado de uma união dos profissionais da área. Se ninguém que seja realmente talentoso aceitar mais se submeter aos “fabricantes instantâneos de nome” ou no engraçadinho disposto a investir “déiz real”, a classe inteira se valoriza e todos ganhariam muito mais. E que fique claro ao mercado que, salvo por alguns motivos de inexperiência, quem cobra “déiz real” não é talentoso e nem profissional.
6) Quando um cliente que tem uma vaga consciência de que um trabalho deve ser pago lhe pergunta “o que dá pra fazer com cem reais?”, qual é a sua reação? Digamos que o trabalho é uma caricatura. Você acha que desenhar só a orelha é uma boa saída? Qual é de fato o magnetismo desses “cem reais” na cabeça de um cliente atormentado?
Pois é, meu caro Diogo. Como é impressionante a quantidade de gente que julga os cinquenta ou cem reais um valor justo e muito bem pago para um “desenhinho”. Algumas pessoas me perguntam sobre o valor justo, eu respondo que existe uma tabela, mas como qualquer negociação, cada um está livre pra praticar o seu preço. Eu unicamente chamo atenção ao fato de que estamos tratando de um processo artístico e criativo aqui, e que não podemos nos desvalorizar a esse ponto. Digo que dá pra fazer muita coisa com 100 reais, inclusive nesse post que você citou eu indiquei um festival de sushi sensacional. Teve uma outra vez que indiquei até uma trepanação.
7) Para encerrar, o que você tem a dizer aos infelizes que ainda querem pagar trabalho com divulgação? E o que você tem a dizer aos que de fato trabalham em troca de divulgação? E aos proto-artistas de “déiz real”?
Aos infelizes eu tenho a dizer que não percam tempo comigo e que usem todo esse poder de divulgação para encontrar pessoas desaparecidas. Aos artistas, se forem realmente talentosos e dedicados, digo que nunca mais se submetam a isso. E se for só um espertinho que acha que trabalhar com arte é fácil, que aprendeu Photoshop ou Illustrator em tutoriais da internet e que vende suas horríveis garatujas em troca de 10 reais, eu digo pra fazer uma cirurgia cerebral comigo. Aprendi a fazer essa cirurgia em tutoriais da internet e comprei as serras e os bisturis em um mercado de pulgas. Só vou cobrar 10 reais também.
* nota tragicômica: em troca dessa maravilhosa entrevista, prometi pagar ao Di Vasca com a enorme divulgação que esse blog lhe traria, mas ele não aceitou. Aí paguei déiz real e ficou tudo certo…

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Revista Valise - chamada de trabalhos

Chamada de Trabalhos: Revista-Valise
A Revista-Valise é uma publicação semestral do PPGAV-UFRGS. Está recebendo trabalhos para a sua segunda edição nas seguintes seções: Artigos, Traduções, Resumos de Tese, Entrevistas, Notas de Leitura.
Inscrições até 25 de setembro de 2011
Revista Valise
revistavalise@gmail.com
http://seer.ufrgs.br/RevistaValise
Informações para o artista sobre o custo-benefício de editais
As informações abaixo, todas de caráter objetivo, copiadas do edital, servem para ajudar o artista iniciante a decidir sobre a sua participação no evento em questão. Leia sobre esta iniciativa do Canal no Salões&Prêmios
.
GANHO PARA INSCRITOS: nenhum
GANHO PARA SELECIONADOS:
- Publicação do artigo a revista
CUSTOS OPERACIONAIS:
- Os autores de trabalhos submetidos à Revista-Valise autorizam sua publicação em meio físico e eletrônico, unicamente para fins acadêmicos, podendo ser reproduzidos desde que citada a fonte. Os mesmos, atestam sua orignalidade, autoria e ineditismo.
Diretrizes para Autores
Os trabalhos enviados serão avaliados de acordo com a linha editorial da revista. Os autores deverão informar logo na primeira página, antes do título, a linha para a qual o trabalho está sendo submetido:
1. História, Teoria e Crítica de Arte
2. Poéticas
3. Arte: interlocuções e contaminações
a. Os autores dos trabalhos submetidos não poderão ser identificados no corpo do texto, em atendimento ao requisito de avaliação cega adotado. Notas e citações que possam remeter à identidade dos autores deverão ser excluídas do texto.
b. Os textos dos artigos deverão ser enviados em arquivos com extensão *.doc ou *.rtf, entre 15.000 (quinze mil) e 30.000 (trinta mil) caracteres com espaços, incluindo neste total as referências bibliográficas e notas explicativas. O tamanho do arquivo não deve exceder 4 Mb. Os artigos serão submetidos por meio do site da revista: http://seer.ufrgs.br/RevistaValise.
c. Os artigos devem obrigatoriamente conter título em português e em inglês.
d. Os artigos também devem ser acompanhados de um resumo em português e abstract em inglês, que sintetizem os propósitos, métodos e conclusões, com até 750 (setecentos e cinquenta) caracteres com espaços cada. Seguem-se aos resumos, de 3 (três) a 5 (cinco) palavras-chave em português, com sua respectiva tradução para o inglês.
e. O formato de página adotado é A4 (21,0 x 29,7 cm), com todas as margens 2,5 cm, corpo de texto 12pt, fonte arial, entrelinha 1,5, sem recuos e justificado.
f. As imagens integrantes do artigo devem ser incluídas no final do texto, acompanhadas de legenda explicativa (inserir imagens com qualidade de 72 dpi). Ainda, devem ser enviadas com qualidade de impressão (extensão .JPG, com 300 dpi para 15 cm de dimensão máxima), em arquivos anexos, com o mesmo título do texto e numeração correspondente a apresentação no mesmo.
g. As notas devem ser de natureza explicativa (não bibliográfica) e deverão ser incluídas no final do texto. As menções a autores no correr do texto devem subordinar-se à forma (autor, data, página). Excepcionalmente para esta revista, os sobrenomes dos autores citados não devem aparecer em caixa alta. Segundo as normas ABNT, as citações literais devem obrigatoriamente indicar a página da fonte.
h. As referências serão apresentadas ao final do texto, de acordo com as normas usuais da ABNT (NBR 6023).
i. Termos destacados pelo autor, termos estrangeiros, títulos de livros, revistas, obras (dentre outros), no corpo do texto, devem estar em itálico.
j. Os demais formatos de seção devem seguir as mesmas configurações dos artigos, à exceção do tamanho:
. entrevistas: até 20.000 caracteres, acompanhada de resumo e abstract de até 500 caracteres com espaços cada, seguidos de 3 (três) a 5 (cinco) palavras-chave;
. notas de leitura: até 15.000 caracteres com espaços, iniciada por referência completa da obra abordada seguida de 3 (três) a 5 (cinco) palavras-chave;
. traduções: até 10.000 caracteres com espaços, acompanhada de resumo e abstract de até 500 caracteres com espaços cada, seguidos de 3 (três) a 5 (cinco) palavras-chave; neste caso, é necessário o envio de autorização da publicação da tradição pelo autor ou pelo detentor dos direitos autorais do texto traduzido.
. resumos de tese: até 10.000 caracteres com espaços.
k. Os autores deverão preencher o perfil do autor no site da revista, apresentando um resumo do curriculum vitae, com até 500 (quinhentos) caracteres e endereço eletrônico para contato, na forma de texto corrido (não utilizar bullets e tópicos);
l. Os autores devem solicitar pelo e-mail revistavalise@gmail.com o meta-artigo auto-explicativo sobre a formatação exigida para a aceitação da submissão. Artigos fora de formato serão rejeitados;
m. Os trabalhos devem ser submetidos através deste site, sendo que não serão aceitas submissões por e-mail.

Condições para submissão
Como parte do processo de submissão, os autores são obrigados a verificar a conformidade da submissão em relação a todos os itens listados a seguir. As submissões que não estiverem de acordo com as normas serão devolvidas aos autores.
1. A contribuição é original e inédita, e não está sendo avaliada para publicação por outra revista; caso contrário, justificar em "Comentários ao Editor".
2. Os arquivos para submissão estão em formato *.doc ou *.rtf, com tamanho máximo de 4 Mb.
3. Todos os endereços de páginas na Internet (URLs), incluídas no texto (Ex.: http://www.ibict.br) estão ativos e prontos para clicar.
4. O texto está com espaçamento entrelinhas 1,5; usa fonte Arial tamanho 12; emprega itálico ao invés de sublinhar (exceto em endereços URL); com figuras e tabelas inseridas no texto, e não em seu final.
5. O texto segue os padrões de estilo e requisitos bibliográficos descritos em Diretrizes para Autores, na página Sobre a revista.
6. Em caso de submissão a uma seção com avaliação pelos pares (ex.: artigos), as instruções disponíveis em Assegurando a avaliação pelos pares cega foram seguidas.
7. Estar vinculado a Programa de Pós-graduação (nível: Mestrado e Doutorado) ou possuir título de Mestre ou Doutor nas áreas cercadas a esta publicação.

Declaração de Direito Autoral
Os autores de trabalhos submetidos à Revista-Valise autorizam sua publicação em meio físico e eletrônico, unicamente para fins acadêmicos, podendo ser reproduzidos desde que citada a fonte. Os mesmos, atestam sua orignalidade, autoria e ineditismo.

Política de Privacidade
Os nomes e endereços informados nesta revista serão usados exclusivamente para os serviços prestados por esta publicação, não sendo disponibilizados para outras finalidades ou a terceiros.
Posted by Cecília Bedê

fonte: Canal Contemporâneo

terça-feira, 31 de maio de 2011

fusão entre arte e ciência - Paloma Portela

exposição de ilustrações científicas
de 5 de junho a 3 de julho

Museu Florestal Octávio Vecchi
Rua do Horto 931 São Paulo

quarta-feira, 4 de maio de 2011

encontro da imagem com a palavra


Convido todos os amigos 
para a abertura da exposição

Encontro da Imagem com a Palavra

de 09 de maio a 10 de julho de 2011
Abertura 09 de maio às 19h
com fala do
Oscar d'Ambrosio,
Ebandro Carlos Jardim,
curadores e artistas participantes.

Biblioteca Latinoamericana Victor Civita
Fundação Memorial da América Latina
Av. Auro Soares de Moura Andrade, 664
Barra Funda, São Paulo, SP.
CEP 01156 001

Estação Barra Funda do Metrô
Entrada pelos portões 01 e 05,
estacionamento gratuito na abertura pelo portão 06.

Horário de funcionamento
de segunda a sexta das 9h às 18h
Sábados das 9h as 15h
Entrada Gratuita

Espero vocês lá na próxima segunda!
e depois para verem as obras... a mostra vai ficar bastante tempo!

quinta-feira, 31 de março de 2011

IMAGENS PELO JAPÃO - projeto Tsunami

 vejam os trabalhos nessa página

Em 11 de março de 2011, um terremoto de magnitude 9 atingiu o Japão.
Um dos quatro maiores terremotos da história.

Artistas da comunidade, apoiados por escritores e ilustradores de quadrinhos de todo o mundo se reuniram em torno de  Jean-David Morvan e Sylvain Runberg para o projeto Tsunami.

A idéia é recolher o máximo de desenhos de qualidade, a fim de realizar um leilão para a angariação de fundos a ser realizado em 30 de abril na Galeria Arludik, em Paris. Todo o dinheiro arrecadado irá para as vítimas do terremoto. O leilão será seguido por uma exposição e um livro que deve sair 08 de setembro, cujo lucro das vendas será oferecido a uma organização para as pessoas afetadas pelo desastre.

Divulgue à vontade !
tradução livre: MRPPereira



On March 11, 2011, a magnitude 9 earthquake hit Japan.
One of the four largest earthquakes in history. 
Artists from the community, joined by comic book writers and illustrators from all around the world rallied around us, Jean-David Morvan and Sylvain Runberg to form the Tsunami initiative.
We want to collect a maximum of quality drawings in order to hold a fund-raising auction on April 30th at Galerie Arludik in Paris. All the money we’ll raise will go to the earthquake’s victims. The auction will be followed by an exhibition and a book due out September 8, whose benefits will be offered to an organisation for people affected by the disaster.
Feel free to spread the word!
Translation : Reuno
El proyecto Tsunami naciò de un movimiento comùn y simultaneo, en las redes sociales y en las comunidades, bajo la iniciativa de Jean-David Morvan, Sylvain Runberg, Aurélie Neyret, Kness & Made asi que toda la comunidad CFSL.net (http://CFSL.net). Agradecemos especialmente a Rémi Maynègre, primero en ilustrar el tema y que trabaja activamente hoy en dia para ayudar a las victimas a recibir ayuda o a evacuar las zonas de desastre.
La idea principal es de poner en pràctica un conocimiento en comùn para poder ayudar de forma eficaz a las victimas de la catàstrofe mediante tres medios principales:
-Un remate, organizado gracias a la colaboraciòn de la galerìa Arludik (http://www.arludik.com/) en Paris, de dibujos originales realizados para la ocasiòn y cuyos beneficios seràn otorgados a una asociaciòn de apoyo a las victimas de la catàstrofe.
-La creaciòn de un compendio colectivo cuyos beneficios seràn igualmente otorgados a Give2Asia (http://www.give2asia.org/) – Apariciòn prevista septiembre 2011.
La realizaciòn de una exposiciòn itinerante para difundir nuestra acciòn. 
Traduction : Santiago Montiel

sexta-feira, 4 de março de 2011

SANTA Art Magazine - Seleção de Trabalhos


A SANTA Art Magazine está recebendo portifólios até o dia 8 de abril de 2011. Serão aceitos portifólios de artistas de todas as mídias, de qualquer lugar do Brasil e do exterior. Só serão avaliados portifólios que seguirem as normas de envio presentes no site.

Comissão de seleção: Corpo editorial e conselho consultivo da revista SANTA Art Magazine
Ana Luisa Leite, Duda Carvalho, Fred Hortêncio, Julia Vaz, Jully Fernandes, Marcos Prado, Mauricio Pontual, Moacir dos Anjos, Nelson Ricardo Martins, Pedro Karp Vasquez, Sergio Mauricio Manon, Waldick Jatobá, Walter Carvalho, Yael Steiner

Inscrições até 8 de abril de 2011
SANTA Art Magazine
Rua Jardim Botânico 719 / Lj. 23, Jardim Botânico, Rio de Janeiro - RJ
21-3734-4063
www.santaartmagazine.com.br

Informações para o artista sobre o custo-benefício de editais
As informações abaixo, todas de caráter objetivo, copiadas do edital, servem para ajudar o artista iniciante a decidir sobre a sua participação no evento em questão. Leia sobre esta iniciativa do Canal no Salões&Prêmios.



CONTRAPARTIDAS PARA SELECIONADOS:
- Publicação do trabalho selecionado na revista SANTA Art Magazine

CUSTOS OPERACIONAIS:
- A revista reserva-se o direito de não submeter previamente o material diagramado à avaliação dos colaboradores selecionados e a não devolver nenhum material recebido seja via digital ou por meios analógicos.

- As imagens selecionadas para publicação devem ser encaminhadas por e-mail, em arquivos TIF, com 300 dpi e 36 cm de altura.
- As imagens devem ser acompanhadas de listagem de legendas, conforme o seguinte padrão: Título em negrito, ano, técnica, medidas em centímetros – Coleção (se for o caso).
- Devem seguir, em arquivo de Microsoft Word, uma breve nota biográfica sobre o artista relacionando principais exposições, publicações, prêmios etc.
- Os textos devem ser enviados por e-mail em arquivo de Microsoft Word com margens laterais de 3 cm, fonte Times New Roman, corpo 12, espaço 1,5 e entrelinha entre parágrafos.
NORMAS PARA ENVIO DE COLABORAÇÕES
A revista reserva-se o direito de não submeter previamente o material diagramado à avaliação dos colaboradores selecionados e a não devolver nenhum material recebido seja via digital ou por meios analógicos.
IMAGENS
As imagens selecionadas para publicação devem ser encaminhadas por e-mail, em arquivos TIF, com 300 dpi e 36 cm de altura.
As imagens devem ser acompanhadas de listagem de legendas, conforme o seguinte padrão: Título em negrito, ano, técnica, medidas em centímetros – Coleção (se for o caso).
Devem seguir, em arquivo de Microsoft Word, uma breve nota biográfica sobre o artista relacionando principais exposições, publicações, prêmios etc. Ex:
Exemplo: Marepe (Marcos Reis Peixoto) nasceu em 1970 na cidade de Santo Antônio de Jesus, Bahia. Cursou Artes Plásticas na Universidade Federal da Bahia, onde também lecionou. Em 1990 fez sua primeira exposição individual, Espelho no escuro, em Cruz das Almas (Bahia). A partir de 1995 expõe individualmente em galerias (Luisa Strina, São Paulo; Anton Kern, Nova Iorque; Tate Modern, Londres) e instituições como o Centro Pompidou (Paris). Em 1996, integrou a Documenta de Kassel. Tem participado também de diversas bienais (São Paulo, Sidney, Veneza, Istambul) e de exposições coletivas (como o Panorama da arte brasileira, Museu de Arte Moderna de São Paulo, 2007).
TEXTOS
O texto deve obedecer à seguinte seqüência: Título (caixa alta), nome do autor (caixa alta e baixa), corpo do texto, breve nota biográfica sobre o autor. (semelhante a do artista)
Os textos devem ser enviados por e-mail em arquivo de Microsoft Word com margens laterais de 3 cm, fonte Times New Roman, corpo 12, espaço 1,5 e entrelinha entre parágrafos.
São aceitos artigos (até 5.500 caracteres com espaço) e entrevistas (até 18.000 caracteres com espaço) em língua portuguesa; inéditos ou publicados anteriormente apenas em materiais como catálogos de exposição – nesse caso, os dados da publicação original (instituição, cidade, editora, ano) devem ser informados em nota.
O texto deve obedecer à seguinte seqüência: Título (caixa alta), nome do autor (caixa alta e baixa), corpo do texto, breve nota biográfica sobre o autor.
Expressões em destaque, palavras estrangeiras e títulos de obras devem vir em itálico. Citações devem vir entre aspas, seguidas, entre parênteses, da referência bibliográfica completa (Nome e sobrenome do autor. Título do artigo. Título do livro em itálico. Cidade: Editora, ano. Página).
Notas devem ser reduzidas ao mínimo, numeradas e colocadas no pé de página.
DIREITOS AUTORAIS (imagens e texto)
Na mensagem em que forem enviadas as imagens finais deve constar o seguinte texto:
“Eu, NOME COMPLETO/NOME ARTÍSTICO/DOCUMENTO DE IDENTIDADE, autorizo a publicação do trabalho NOME DO TRABALHO ( nome do autor, descriminação das imagens ou textos) na revista SANTA ART MAGAZINE sem ônus algum para a revista. Para publicações posteriores do material em outros veículos, permanecem reservados os direitos do autor, sem qualquer ingerência da revista. DATA E LOCAL.”
Regulamento : http://www.santaartmagazine.com.br/colaborar.html
Fonte: Canal Contemporâneo

terça-feira, 23 de novembro de 2010

criação de personagem - Revista Zupi


Seu personagem na Revista Zupi
» Concursos | News / por Zupi

Você gosta de dar vida a seres estranhos e criaturas diferentes? Que tal, então, ter seus trabalhos divulgados nas páginas da revista Zupi de fevereiro? Nada mal, não?

A edição especial, voltada apenas para a criação de personagens, irá mostrar o que de mais interessante vem sendo feito nessa área. E você pode aparecer nela, ao lado de grandes artistas de diferentes cantos do mundo.

Serão selecionadas cinco peças, no total. A sua pode estar entre elas.

Para participar da competição, cadastre-se na seção Fama e poste seus trabalhos na área de Concursos até o dia 20 de dezembro 2010.
Serão aceitas artes de qualquer tipo: ilustração, fotografia, pintura, graffiti, colagem… não limite sua imaginação, inove!

Vale lembrar que serão avaliados apenas os trabalhos que estiverem no espaço do Fama, e que tiverem como tema principal personagens.

E mais: nesse concurso não haverá seleção de trabalhos através de votação popular. Cabe à equipe da Zupi escolher os que irão fazer parte da revista.

Boa sorte!