concursos, exposições, curiosidades... sobre arte
escolhidos por MARIA PINTO
(Maria Regina Pinto Pereira)

http://maregina-arte.blogspot.com/

terça-feira, 13 de março de 2018

PAULO FRIDMAN EXPÕE RETRATOS DE TRABALHADORES BRASILEIROS




O SESC Parque Dom Pedro II recebe exposição fotográfica “Lá e Cá”, que homenageia as brasileiras e brasileiros que diariamente, com o seu trabalho, fazem o país produzir em todas as áreas da economia.

            A exposição autoral do internacionalmente renomado fotógrafo Paulo Fridman, intitulada de “Lá e Cá”, ocupará a área externa do Sesc Parque Dom Pedro a partir de 17 de março, onde permanecerá aberta gratuitamente ao público até agosto. As fotografias, impressas em diferentes formatos e com expografia pensada para envolver o público e fazer refletir sobre os retratados e seu meio de ganhar a vida, são resultado de um trabalho de longos anos de Paulo Fridman que, no final de 2015, lançou o livro “Segredo do meu sucesso” (Abook Editora), onde já mostrava o rosto de um outro Brasil. Para essa exposição, Paulo Fridman acrescentou novos personagens, que foram clicados no centro de São Paulo, como forma de homenagear aqueles que diariamente constroem e alimentam a cidade.
            “Lá e Cá”, exposição que conta com a curadoria de Diógenes Moura, é o resultado de um ensaio fotográfico sobre os trabalhadores brasileiros, construído institivamente por Paulo Fridman ao longo dos últimos anos e que se objetivou e materializou entre 2014 e 2018. Todas as fotografias destacam o personagem como se de uma capa de revista se tratasse, dando destaque e relevância a cada um dos retratados, como forma de homenagear pessoas anônimas e seus trabalhos, tão essenciais em nosso cotidiano.
            A exposição irá conter imagens do reciclador na metrópole enlouquecida, o funileiro do bairro, a vendedora de pamonha e o roceiro de pele envelhecida, entre muitos outros trabalhadores, todos registrados pelo fotógrafo em diversas viagens realizadas pelo Brasil como interior de São Paulo, Brasília, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Amazonas, Rio de Janeiro, Pará, Bahia e Santa Catarina.

Paulo Fridman
Paulistano, nascido em 1955, tem suas fotos publicadas internacionalmente em mais de 500 capas como a “Time”, “The New York Times Magazine”, “Newsweek” e “Forbes”, entre outras dezenas de publicações, onde é um dos fotógrafos brasileiros mais publicados. Expôs em diversos locais do Brasil e do estrangeiro, como a Photographers Gallery, o MASP e a Pinacoteca de São Paulo, o Museu da Fotografia em Curitiba e a Exit Art, entre outras instituições. Suas fotografias fazem parte de acervos e coleções de diferentes museus e centros culturais: Instituto Itaú Cultural, Coleção Pirelli/MASP, Museu da Fotografia da Fundação Cultural de Curitiba, MAM – Museu de Arte Moderna de São Paulo e Library of Congress, dos Estados Unidos. Recebeu um Leão de Ouro em Cannes. Desenvolveu o projeto “Retratos Falantes”, pelo qual também foi premiado. E, já este ano, recebeu o convite para ser um dos cinco artistas brasileiros escolhidos para a “Chromatic Brazil”, uma exposição mundial de fotos realizada pela L’Oréal Paris.
Uma imagem contendo texto

Descrição gerada com muito alta confiança
























SERVIÇO:
Datas: de 17 de março a 1 de julho de 2018
Horários: de quarta a domingo e feriados, das 10 às 18h
Local: SESC Parque Dom Pedro II – área externa
Endereço: Praça São Vito, s/nº - Brás, São Paulo – SP

ARTISTA JORGE FONSECA APRESENTA “FIOTIM – O MUSEU EM MOVIMENTO” EM BELO HORIZONTE

ARTISTA JORGE FONSECA APRESENTA “FIOTIM – O MUSEU EM MOVIMENTO”
EM BELO HORIZONTE, A PARTIR DO DIA 23 DE MARÇO
PROJETO INSPIRADO NO INHOTIM É VENCEDOR DO PRIMEIRO LUGAR DO
“PRÊMIO FUNARTE – CONEXÃO CIRCULAÇÃO ARTES VISUAIS”
FIOTIM – O Museu em Movimento é uma Fábula-Instalação criada pelo artista mineiro Jorge Fonseca, que estará em exposição em Belo Horizonte, a partir do dia 23 de março, na Funarte.
Nela, um camelô visita um importante museu em Minas Gerais – o Inhotim – e, presenciando encantado uma verdadeira romaria, descobre ali uma oportunidade de mudar de vida. A partir de então, este ‘arteiro viajante’ se lança na missão de fazer miniaturas de tudo o que viu. Mesmo sem entender nada daquilo e dispor de poucos recursos, produz, à sua maneira, uma série de souvenirs – imitações dos objetos de adoração – visando ‘tirar proveito’ da fé, da devoção e da comoção que envolve aqueles romeiros contemporâneos, que adentram o paraíso pós-moderno, ávidos por progresso espiritual, sabedoria e conhecimento.
Esta é a saga de Jorge K., que faz as vezes de mestre de cerimônia do FIOTIM. O personagem possui uma biografia, personalidade própria e um visual altamente cativante. Realiza performances e é uma atração a mais neste envolvente universo criado por Fonseca.
Para a construção do projeto, ganhador do 1º lugar no Prêmio Funarte – Conexão Circulação Artes Visuais 2016, Jorge Fonseca se inspirou nos mascates e camelôs de outrora. Outra inspiração foram os “gabinetes de curiosidades”, pequenos circos sobre rodas que percorriam cidades do interior levando ao público uma exposição de raridades e novas descobertas.
Com o FIOTIM, Jorge Fonseca percorre o Brasil promovendo a democratização do acesso à arte e à cultura, parando em lugares improváveis e gerando acontecimentos inusitados, em um trailer que abriga a instalação, com ares de circo e parque de diversões, com direito a jardins, aves, paisagens, fontes e muito sonho. O projeto é perpassado por uma fina ironia que o artista vem destilando ao longo de sua intensa produção, mas é, acima de tudo, uma exaltação à arte.
Conceitualmente, FIOTIM representa a síntese de 22 anos de pesquisa de Jorge Fonseca. Um desdobramento do seu “fazer artístico” que extrapola os limites do ateliê e passa a ocupar os espaços públicos, estabelecendo um nível mais profundo de relação com as pessoas. Ao mesmo tempo, traz um questionamento acerca de uma série de conceitos que norteiam e determinam o sistema de arte na contemporaneidade.
Sua singularidade está no fato de atrair um público diverso, pessoas que nunca estiveram em uma exposição de arte ou em um museu e que, nem por isso, se intimidam diante das ações e dos objetos que lhes são apresentados. “O fato é que um número significativo de pessoas nunca entrou em um museu. Sequer já viu um de perto. E de repente chega o FIOTIM na cidade e cria a oportunidade para as pessoas se conectarem com a arte. E o que é melhor: de uma forma festiva e afetiva. Essa é uma das principais características conceituais do projeto como um todo, desacostumar as pessoas a ter um contato frio e 'sisudo' com a arte em exposições. Seja em praça pública ou em espaços institucionais, um dos atributos da arte deve ser possibilitar o prazer e a alegria. O FIOTIM tem essa capacidade de quebrar paradigmas”, conta Fonseca.
Em 2015, no Rio de Janeiro, o projeto participou do Festival de Esculturas Monumentais, da Feira de Arte Urbana - Art Rua e do Festival Interculturalidades, da UFF, em Niterói. Entre julho e setembro de 2016, percorreu milhares de quilômetros com a Caravana “No Coração do Brasil”, margeando o Rio São Francisco de sua nascente até a foz, do sertão de Minas Gerais ao litoral de Alagoas. O artista também foi indicado ao Prêmio Pipa 2017 e sagrou-se vencedor do Prêmio PIPA OnLine (categoria Voto Popular).
FOTOS EM ALTA RESOLUÇÃO: http://bit.ly/fiotimfotos
Sobre a estrutura:
O FIOTIM é um ambiente multissensorial que envolve o espectador convidando-o a interagir com a obra. O trailer possui, em sua parte externa, um jardim artificial composto por gramado, plantas, flores e aves; além de lâmpadas e cataventos. Internamente, comporta até quatro pessoas por vez que podem visitar as 40 obras de arte - releituras feitas em miniatura das obras monumentais de Inhotim.
O “Parque Everland” é um espaço composto por vários ‘objetos estéticos relacionais’. Nele, os visitantes interagem e se divertem com as esculturas interativas. Algumas inspiradas em brinquedos já existentes, com nomes bem originais, como: a “Máquina de Abrir Sorrisos”, o “Realizejo”, o “Self-Game – o Seu Maior Adversário é Você”, o “Renascedouro”, a “Máquina de Fazer Arte” dentre outros.
O projeto ainda possui um programa que desenvolve ações educativas e fomenta o conhecimento nas cidades por onde passa: residências artísticas, oficinas de arte, palestras, intercâmbio com artistas locais, visitas guiadas para educadores e estudantes etc.
SERVIÇO:
FIOTIM – O Museu em Movimento
Abertura: 23 de março, às 19 horas
Performances de Jorge K.: 23 de março, às 19h30 
Visitação: de 24 de março a 06 de maio. De quarta a domingo das 14h às 22h.
Endereço: Funarte | Rua Januária, 68 - Centro
Sobre o artista:
Jorge Fonseca (1966) é mineiro de Conselheiro Lafaiete, ex-marceneiro e maquinista de trem. Artista auto­didata, foi premiado no 53° Salão Paranaense (1996), no Salão de Arte Contemporâ­nea de Campos (RJ, 1996) e no Salão Nacional de Arte de Goiás (2002). Em 2009, recebeu da Fundação Pollock-Krasner, de Nova York, uma “bolsa de estímulo à produção” - por mérito e conjunto da obra. Em 2016 conquistou o 1º lugar no Prêmio Funarte – Conexão Circulação Artes Visuais. Em 2017 foi indicado ao Prêmio PIPA e venceu o Prêmio PIPA OnLine – pela votação popular.  Atuou também como designer de moda e de móveis, arte-educador, diretor de criação e produção de grupos de artesãos, dirigente de organização não governamental, idealizador e coordenador de projetos sociais e professor convidado, por notório saber, do Departamento de Artes da Universidade Federal de Juiz de Fora. Vive e trabalha em Ouro Preto.
Quem é Jorge K
Jorge K é camelô e arteiro-viajante. Nasceu com os primeiros gritos da primavera. Ao vir ao mundo, não chorou. Simplesmente abriu os olhos e limitou-se a dizer: “EU VIM PRA INVENTAR A RODA!”. Isso já existe, menino – disse a mãe, sorridente. “NÃO DO MEU JEITO!” – retrucou ele, enquanto partia o cordão umbilical com os dentes e já descendo da cama. Ao sair, virou-se pra trás e profetizou: “NADA SE CRIA, TUDO SE PROCRIA!”. Nunca mais foi visto por ali. Reapareceu em Macondo aos 12 anos, ganhando a vida com um circo de pulgas. Saiu de lá tempos depois, no rastro de uma trupe de ciganos. Muitos anos mais tarde foi visto na Índia, vendendo raízes que curam o “mal de amor”. Foi marinheiro na Austrália, onde escapou ileso de um ataque dos terríveis tubarões-tigre. Perdeu o rosto na China, quando inventava os maravilhosos fogos cor-de-rosa. Fez 18 operações plásticas – o que lhe permite esconder a idade. Vagou pelo mundo por décadas, como camelô de quinquilharias. Sumiu de novo. Ressurgiu agora em Brumadinho, disposto a apresentar ao mundo as extraordinárias peripécias de artistas universais e suas incríveis maquinações contemporâneas, reunidas no maior espetáculo da face da terra: O inigualável FIOTIM - A Oitava Maravilha do Mundo Contemporâneo.

Curso de Introdução à Aquarela - Lilian Arbex

casacontemporanea
Curso de Introdução à Aquarela, com Lilian Arbex
 
 
O curso tem como objetivo introduzir os alunos no mundo da aquarela, desde noções básicas até uma maneira divertida de expressar a criatividade e investigar novos territórios da arte.

Datas e horários: Terças-feiras, das 14h às 17h

Clique aqui e saiba mais!
 
 
Rua Capitão Macedo 370 - Vila Mariana – São Paulo - SP 
CEP: 04021-020 Telefone: (11) 2337 3015

FOTOGRAFIA APLICADA A ARTES, CONSERVAÇÃO E RESTAURO e ACERVOS MUSEOLÓGICOS



Edital Programa de Exposições CCSP 2018



Encontram-se abertas às inscrições para o Programa de Exposições CCSP 2018, objetivando a seleção de quatorze projetos artísticos, na forma de Exposições individuais/simultâneas.
Serão aceitas inscrições individuais e de grupos de artistas cuja produção tenha autoria coletiva, de artistas brasileiros ou estrangeiros residentes no Brasil.
Os artistas selecionados serão divididos em dois grupos que realizarão exposições individuais simultâneas no decorrer do ano de 2018, no piso expositivo do Centro Cultural São Paulo.
CRONOGRAMA
– Inscrições: até 15 de março/2018, via online
– Taxa de inscrição: não
– Premiação: R$ 11.000 para cada projeto.

– Regulamento + Inscrição: http://bit.ly/2tFkG8K

IX Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia


O Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia realizará em 2018 a sua 9ª edição. Trata-se de um projeto nacional que incentiva a cultura, a arte e a linguagem fotográfica em toda a sua diversidade.
Com o tema "Realidades da imagem, Histórias da Representação", o objetivo dessa edição é abrir espaço para propostas em fotografia, vídeo, instalações, projeções e trabalhos que misturam suportes. O projeto selecionará e premiará obras que proponham uma reflexão ampla sobre a prática social por meio da arte e o fazer artístico como expressão histórica.
O IX Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia tem o objetivo de contribuir para a ampliação do espaço da produção fotográfica nacional, consolidando o Pará como lugar de reflexão e criação das artes da imagem. Está aberto a todo o território nacional, aos artistas brasileiros ou estrangeiros residentes no país há mais de três anos.
CRONOGRAMA
– Inscrições: até 13 de março/2018, via Correios
– Taxa de inscrição: não
– Premiação: três prêmios no valor de R$ 10.000 cada.

– Edital + Fucha de Inscrição: http://bit.ly/2HsjCXQ

exposição DESCARTES - Myriam Glatt - SP

Myriam Glatt no Centro Cultural Correios de SP

"descartes”, primeira individual da artista carioca na capital paulista, mescla pintura e colagem em instalações produzidas com materiais recolhidos em entulhos; mostra abre no dia 22

O Centro Cultural Correios de São Paulo inaugura, no dia 22 de março de 2018, a exposição "descartes", primeira individual da artista Myriam Glatt na capital paulista. A mostra reúne um conjunto de trabalhos produzidos a partir de materiais recolhidos em entulhos – papelões, principalmente – que são apropriados pela artista e reutilizados como suporte das obras. A partir da pintura e da colagem, Myriam cria instalações visualmente potentes, concebidas especialmente para o espaço expositivo, que tocam em temas como ecologia, consumo, arquitetura e apropriação na arte contemporânea.

O papel, que figura como suporte estruturante da exposição, é também indissociável da atividade da instituição que abriga a mostra. Tanto é que “descartes”, após ter sido realizada no Centro Cultural Correios do Rio de Janeiro e de Niterói em 2017, é convidada pelos Correios a itinerar por outras três cidades no país: São Paulo, Brasília e Porto Alegre. A capital paulista é, portanto, o primeiro destino da movimentação da individual. Em cada uma das etapas, a artista apresentará trabalhos inéditos, criados a partir do mesmo conceito. “Os trabalhos são resultados de uma vontade de experimentar novos suportes, me libertando do tradicional chassi. A partir desta ação, a pintura vira instalação ou relevo, como gosto de chamar as obras em papelão”, afirma Myriam. Já nas pinturas sobre jornal, um descarte diário coletado pela artista ao longo de 4 anos, a opção pela pouca interferência permite que os espectadores leiam os textos publicados, marcando o diálogo entre suporte e pintura.

A exposição em São Paulo reúne quatro instalações inéditas – a maior delas com 15 metros de comprimento – que ocuparão os 590 m² do espaço expositivo e abrangem temas de dois universos. Ao trabalhar com materiais descartados, a mostra reflete sobre as relações entre consumo e natureza, trazendo à tona os processos que deram origem às obras: uma vez produzido a partir de recursos naturais, o papel foi industrializado e processado como mercadoria de consumo, que retornou ao espaço público, primeiro, em forma de lixo e, segundo, de arte. E, em relação à prática artística de Myriam Glatt, a exposição levanta a questão do suporte na arte contemporânea. A artista incorpora nos trabalhos as cores, formas, marcas, imperfeições e inscrições do suporte, que não é visto, aqui, como um mero pano de fundo sobre o qual a artista trabalha; ele próprio estrutura a prática artística de Myriam.

“O corpus da obra da artista é de difícil classificação e não se conforma em permanecer em escaninhos rijos. Pintura, tridimensional, colagem e desenho se coadunam para oferecer elementos variados de apreensão ao público que passa pela ruidosa zona central de São Paulo, onde o prédio dos Correios está encravado. Uma política do precário e uma imbricada relação com o cotidiano se descortinam sobre os trabalhos da artista”, analisa o curador Mario Gioia, que assina o texto crítico da exposição.
“descartes” abre para visitação do público no dia 23 de março e fica em cartaz até 30 de maio no Centro Cultural Correios de São Paulo.

Sobre a artista
Radicada no Rio de Janeiro, a artista Myriam Glatt se pauta pelo caráter interdisciplinar em sua produção visual. Arquitetura em formada pela Santa Úrsula(RJ) e pós-graduada em Arte\Filosofia PUC RJ (2014), estudou escultura no San Francisco Art Institute e no Santa Barbara City College, California, USA, e pintura e História da Arte em cursos livres no Parque Lage, RJ. Principais exposições Individuais: “descartes”, Centro Cultural Correios, Rio de Janeiro, 2017; “Tempo, da contenção à expansão”, Centro Cultural Justiça Federal, Rio de Janeiro, 2017; "Flor, da contenção à Expansão" - Espaço Cultural Correios, Niterói, 2016; “Coletivos, manchas e contornos”, Galeria Toulouse Arte Contemporânea (TAC), 2015.Principais exposições coletivas:“Fora da Ordem”, Parque das Ruinas, Rio de Janeiro, 2017; “Circuito Interno fevereiro”, Fabrica Bhering, 2017; "Acesso arte contemporânea - Qual é seu link?" - Centro Municipal de Artes Calouste Gulbenkian, 2016; "Soy mujer soy latina americana"- Espaço Cultural Cedim Heloneida Studart, 2015;“O Cortiço”, Ceperj, Curadoria Marcelo Campos, 2012.

Texto crítico: Mario Gioia
Mario Gioia (São Paulo, 1974). Curador independente, é graduado pela ECA-USP (Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo). Integrou o grupo de críticos do Paço das Artes desde 2011, instituição na qual fez o acompanhamento crítico de Luz Vermelha (2015), de Fabio Flaks, Black Market (2012), de Paulo Almeida, e A Riscar (2011), de Daniela Seixas. Foi crítico convidado de 2013 a 2015 do Programa de Exposições do CCSP (Centro Cultural São Paulo) e fez, na mesma instituição, parte do grupo de críticos do Programa de Fotografia 2012. Em 2015, no CCSP, fez a curadoria de “Ter lugar para ser”, coletiva com 12 artistas sobre as relações entre arquitetura e artes visuais. Já fez a curadoria de exposições em cidades como Brasília (Decifrações, Espaço Ecco, 2014), Porto Alegre (Ao Sul, Paisagens, Bolsa de Arte, 2013), Salvador (Fragmentos de um discurso pictórico, Roberto Alban Galeria, 2017) e Rio de Janeiro (Arcádia, CGaleria, 2016), entre outras. Em 2016, a sua curadoria para a mostra Topofilias, no Margs (Museu de Arte do Rio Grande do Sul), em Porto Alegre, foi contemplada com o 10º Prêmio Açorianos, categoria desenho. É colaborador de periódicos de artes como Select e foi repórter e redator de artes visuais e arquitetura da Folha de S.Paulo de 2005 a 2009. De 2011 a 2016, coordenou o projeto Zip'Up, na Zipper Galeria, destinado à exibição de novos artistas e projetos inéditos. Na feira ArtLima 2017 (Peru), assinou a curadoria da seção especial CAP Brasil, intitulada Sul-Sur, e fez o texto crítico de Territórios Forjados (Sketch Galería, 2016), em Bogotá (Colômbia).

Serviço
“descartes”
Exposição individual de Myriam Glatt no Centro Cultural Correios de São Paulo
Abertura: 22 de março de 2018
Visitação: 23 de março a 30 de maio de 2018
Segunda a sexta, 9h às 17h; entrada gratuita; classificação livre
Centro Cultural Correios
Avenida São João, s/nº, Vale do Anhangabaú, São Paulo, SP

Exposição Conversas Cruzadas - Estúdio Dezenove - RJ


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Cabelo inaugura exposição inédita no Rio

Cabelo inaugura exposição inédita no Rio
Com curadoria de Lisette Lagnado, mostra estreia na terça (20/3) no Espaço Cultural BNDES e explora elementos extraídos das culturas pop e afro-ameríndia

Nesta terça (20/3), o Espaço Cultural BNDES e Rosa Melo Produções Artísticas abrem ao público, no Rio de Janeiro, a nova exposição do artista visual, poeta e músico Cabelo, Luz com Trevas. A inauguração acontece a partir das 18h. A mostra reúne um conjunto significativo de trabalhos, com curadoria da crítica de arte Lisette Lagnado. Além da retrospectiva, obras inéditas do artista estarão no Espaço Cultural até 11/5.

Cabelo é conhecido por utilizar a música em muitos de seus trabalhos, seja improvisando ou com uma banda, transformando em raps poemas de Baudelaire ou Gerardo Mello Mourão. Destacam-se as trilhas sonoras que integram suas instalações, como Caixa Preta, com Paulo Vivacqua, em que mistura funks “proibidões” com as vozes de Glauber Rocha e Hélio Oiticica. Como compositor, tem músicas gravadas por artistas consagrados como Ney Matogrosso, Pedro Luis e a Parede, Cidade Negra e Monobloco, entre outros.

Luz com Trevas, faixa musical que dá nome à mostra, é um rap composto pelo artista, com produção de Kassin e Nave, e integra o discoCabelo Cobra Coral, já em fase de gravação. Na inauguração, Cabelo apresentará a música ao vivo como mestre de cerimônias, com a participação de dançarinos e músicos. Utilizando vestimentas e materiais diversos, todos os envolvidos serão convidados a ativar poeticamente o espaço expositivo, por meio do canto e da dança, incorporando elementos da cultura pop e afro-ameríndia.

Durante a inauguração será lançada publicação bilíngue e ilustrada, contendo um pequeno ensaio de Lisette Lagnado e um glossário dos termos recorrentes que vêm acompanhando o artista ao longo de duas décadas. A curadora, responsável pelo convite feito a Cabelo em 1996 para participar da antológica mostra “Antarctica Artes com a Folha” (Pavilhão Manoel da Nóbrega, Parque Ibirapuera), traça linhas de discussão com referências e homenagens a David Medalla, Hélio Oiticica, Rogério Sganzerla, Tarsila do Amaral e Tunga, entre outros.

A exposição Luz com Trevas fica aberta até o dia 11/5 e tem entrada franca.

Sobre o artista

Em 1997, Cabelo foi um dos poucos artistas brasileiros a participar Documenta X (com curadoria de Catherine David), prestigiada exposição internacional organizada a cada cinco anos na cidade de Kassel (Alemanha). Entre outras coletivas, destacam-se a Bienal do Mercosul (Porto Alegre, 2009), a Bienal de São Paulo (2004) e “How Latitudes Become Forms: Art in a Global Age” (Walker Art Center, Minneapolis, EUA, 2003). A faixa “Luz com Trevas”,  entre outras, pode ser ouvidas no site do artista: http://www.cabelo.etc.br/disco/ 
SERVIÇO
Luz com Trevas - exposição do artista Cabelo
Inauguração: 20/3/18 (terça-feira) das 18h às 21h
Visitação (entrada franca): 21/3 a 11/5/18 (seg. a sex., exceto feriados, das 10h às 19h)
Classificação etária: livre
Onde: Espaço Cultural BNDES (av. Chile, 100, Centro, Rio de Janeiro. Próx. metrô Carioca)
Agendamentos educativos: educativoluzcomtrevas@gmail.com

sexta-feira, 9 de março de 2018

(Des)limite(s) livro(s) de artista(s), diálogos

casacontemporanea
 
 
São Paulo - SP / CEP: 04021-020 Telefone: (11) 2337 3015

Center for Contemporary Printmaking - Upcoming Workshops

Dedicated to the Art of the Print
  • Upcoming Workshops
Jo Yarrington
MARCH 24 - 25, 2018, 10am - 4pm
Saturday-Sunday, 2-day workshop
Class size 4-8, All Levels
$250 members, $300 non-members

Cyanotype is a photographic printing process that produces a cyan-blue print. Engineers used the process in the 20th century as a simple and low-cost process to produce "Blueprints". Jo will be demonstrating how to make Cyanotype photograms using two chemicals, ammonium iron(III) citrate and potassium ferricyanide. After applying the photo-sensitive emulsion on your choice of paper, artists will use glass or other objects to act as stencils which are placed on its surface to make the photogram. The coated paper and stencils will be exposed to UV light to create the print.

Jo Yarrington, Excursus Homage to the Square (Irwin), Cyanotype
Catherine Kernan, Tracking #5, Woodcut monoprint
Catherine Kernan
April 17 - 20, 2018, 10am - 4pm
Tuesday-Friday, 4-day workshop
Class size 4-8, All Levels
$475 members, $525 non-members


In this workshop participants will use relief monoprinting to explore the unique properties and possibilities of Akua Intaglio Inks. Using carved blocks, artists will explore a variety of ways to print yielding a range of results. The workshop will include the woodblocks necessary to print and will cover how to modify inks, offset images, use ghosts, and viscosity rolls, as well as cut blocks, sharpen tools and registration techniques, and chine collé. Opportunities for "controlled accidents" and "calculated spontaneity" are encouraged to answer the questions of what, and how, and why, as well as who you are as an artist. Emphasis will be put on identifying and enhancing the synergy between each participant's engagements with printmaking.
Marina Ancona
April 23 - 26, 2018, 10am - 4pm
Monday-Thursday, 4-day workshop
Class size 4-8, Intermediate Levels
$425 members, $475 non-members


This workshop introduces artists to the basic fundamentals and concepts of monotype printing in an environment that practices newly developed ideas and methodologies. Participants will learn how to develop an image, how to transfer the image to paper, and how to print with emphasis on the development of each class member's aesthetic concerns as well as exercises in color and color relationships. The workshop will begin with group demos covering basic oil-based monotype, moving onto more advanced chine-colle' and Xerox lithography processes. During this workshop artists will also be working with multiple plates, second pulls (ghosts), stencils, wet and dry paper, and a variety of mixed approaches ending  with a group critique.
Marina Ancona, Butterfly, Monotype 
Nomi Silverman, Descent 1, Monotype
Nomi Silverman
April 29, 2018, 10am - 4pm          
Sunday, 1-day workshop
Class size 4-8, All Levels
$150 members, $175 non-members


Join in CCP's Spring Figure Session where participants will be using the same processes as Degas by studying and printing from a nude model. Nomi Silverman, artist and printmaker, will assist participants in creating beautiful monotypes from life. Explore the versatile nature of monotype by printing and reworking ghost impressions to achieve depth of color and composition. Oil and water-based printing are welcome.
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Center for Contemporary Printmaking, Mathews Park, 299 West Avenue, Norwalk, CT 06850