concursos, exposições, curiosidades... sobre arte
escolhidos por MARIA PINTO
(Maria Regina Pinto Pereira)

http://maregina-arte.blogspot.com/

segunda-feira, 13 de maio de 2019

exposição ARTE NAÏF – Nenhum museu a menos - RJ

SÁB. 11 MAI . 11:00 – 21:00 . GRATUITO . ABERTO AO PÚBLICO

Abertura exposição ARTE NAÏF – Nenhum museu a menos

O Ministério da Cidadania e a EAV Parque Lage apresentam “Arte Naïf – Nenhum museu a menos”, uma exposição-manifesto que reúne um acervo com cerca de 300 obras do Museu Internacional de Arte Naïf do Brasil, em diálogo com mais 30 artistas de fora da coleção, marcando uma posição da Escola de Artes Visuais do Parque Lage em favor das instituições culturais brasileiras e sua liberdade de expressão.

Os artistas autodidatas trabalham geralmente a matriz popular da cultura brasileira com investidas plurais. Em 2019, faz sentido atualizar essa noção, aliando-se às pautas feministas, antirracistas e às narrativas decoloniais, que revisam as histórias ligadas à formação do país e denunciam o racismo estrutural, causa fundante da desigualdade social que assola o país. Resta o compromisso com o arrojo daqueles artistas que se formaram por uma prática livre. Tais medidas singularizam esta mostra inspirada na EAV Parque Lage, criada em 1975 para ser uma escola de vanguarda, atenta às questões brasileiras e antropológicas, sensíveis às demandas da sua comunidade e de seu tempo.

ABERTURA 
sáb. 11 maio 2019
11:00 - 19:00

PROGRAMAÇÃO MUSICAL
16:00 Studio 69
18:00 DJ MAM
19:00 Duo Aline Paes e Pedro Franco
20:00 DJ MAM

O evento de abertura irá ocorrer nas Cavalariças, Palacete e Jardins da EAV Parque Lage.

ARTE NAÏF - Nenhum museu a menos
11 maio - 7 julho 2019
Curadoria: Ulisses Carrilho
Cavalariças, entrada e subsolo do Palacete da EAV Parque Lage
Segunda a domingo e feriados . 11:00 - 17:00
Quinta (horário estendido) . 11:00 - 20:00

exposição DIREITO DO AVESSO | AVESSO DO DIREITO - Angeli e Laerte - SP

                                 
EXPOSIÇÃO DE MAIO NA PAULISTA, MAIOR EXPOSIÇÃO AO AR LIVRE DA AMÉRICA LATINA, CHEGA À SUA QUINTA EDIÇÃO TRATANDO DE DIREITOS
Grandiosa como a cidade de São Paulo, exposição de charges de Angeli e Laerte na Avenida Paulista é uma realização da UGT e traz reflexões sobre o dia e o mês dos trabalhadores

Um presente da UGT – União Geral dos Trabalhadores para São Paulo e seus cidadãos, através de seu presidente Ricardo Patah e o Secretário de Organização e Políticas Sindicais, Francisco Pereira de Sousa Filho, o Chiquinho, a Exposição de Maio na Paulista, que celebra o 1º de Maio, chega em 2019 à sua quinta edição com trabalhos de dois dos maiores ilustradores brasileiros, Angeli e Laerte:  DIREITO DO AVESSO | AVESSO DO DIREITO.
As charges saltam das páginas de publicações impressas e online para invadir a principal avenida brasileira, o maior centro empresarial do país, palco de importantes manifestações, com trabalhos que abordam os direitos humanos através de temas como eleições, saúde pública, igualdade de raças e gêneros, educação, desigualdade social, a questão do uso de agrotóxicos, assuntos cada vez mais presentes na pauta do País e ausentes no dia-a-dia da população.

DIREITO DO AVESSO | AVESSO DO DIREITO traz um crítico retrato da situação brasileira atual na maior exposição ao ar livre da América Latina, e entre as maiores do planeta, que ocupa, de 13 a 31 de maio, um quilômetro da ciclovia da principal via da cidade, a Paulista, e deve ser vista por 5 milhões de pessoas diferentes. Desde a esquina da Rua Augusta, estendendo-se imponente até a Alameda Campinas, a mostra traz 30 charges de Angeli e Laerte, parceiros desde os anos 1980, quando Angeli lançou a revista "Chiclete com Banana", uma das mais importantes publicações de quadrinhos adultos do Brasil. A ilustração volta em 2019 após três edições apresentando fotografias, como em 2018, quando os curadores Monica Maia e Fernando Costa Netto, da DOC Galeria, inovaram ocupando a Paulista com obras de Carla Caffé e Guto Lacaz.
“Laerte e Angeli nos alegram com suas charges modernas e inovadoras. Ao mesmo tempo, nos fazem refletir sobre a sociedade em que vivemos, com seus problemas, como o desemprego, a desigualdade e as novas tecnologias”, diz o presidente da UGT, Ricardo Patah. “Laerte e Angeli nos fazem rir das nossas desgraças, dos problemas que nos atormentam, cada um com seu humor inquieto e criativo”, completa Chiquinho.
A primeira grande Exposição de Maio na Paulista, série criada pela Maná Produções, Comunicações e Eventos, aconteceu em 2015 e teve como tema os “30 Anos de Redemocratização do Brasil”; a segunda, em 2016, celebrou os “100 Anos do Samba”; a terceira, realizada em parceria com o PNUD - Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento e a OIT – Organização Internacional do Trabalho, representou os “17 Objetivos para Transformar o Mundo”;  quarta, em 2018, teve como tema “A Quarta Revolução Industrial” com ilustrações de Carla Caffé e Guto Lacaz. Estas edições foram visitadas por 20 milhões de pessoas entre 2015 e 2018 e aguarda-se um público de cerca de 5 milhões de visitantes únicos para 2018.
A edição de 2019 traz uma boa novidade: a itinerância. Pela primeira vez a exposição amplia seu alcance e ultrapassa os limites da Av. Paulista, chegando a bairros da cidade em mostras na Casa de Cultura do Butantã, na Casa de Cultura da Vila Guilherme, o Casarão, no Centro de Convívio de Cultura da Vila Mariana e na Galeria Prestes Maia, em datas a serem confirmadas.
 “A cultura quando atacada reage. E quando espalhada cresce. A Exposição de Maio na Paulista é uma resposta cosmopolita da Cidade de São Paulo”, afirma André Guimarães, realizador do evento. “Busco um humor ácido, que nos traga desconforto. Uma crítica dura como um soco no estômago. Seco e certeiro. E que nos leve a refletir sobre os rumos e o comportamento da sociedade em que vivemos”, diz Angeli. Laerte completa: “Sinto que, com o nosso trabalho, a gente conecta coisas muito modernas a coisas muito antigas; e que isso é algo que precisa ser feito.”
Direitos humanos de uma forma ampla são o tema central desta discussão que a União Geral dos Trabalhadores traz para a Avenida Paulista em Maio de 2018. Não é um evento que propriamente comemora o Dia do Trabalho, mas que coloca na pauta do 1º de Maio este assunto da maior importância e urgência para a sociedade.

Sobre Angeli
Arnaldo Angeli Filho nasceu em 31 de agosto de 1956, na cidade de São Paulo, e aos 14 anos publicou seu primeiro desenho na extinta revista Senhor. Em 1973, foi convidado a desenhar para o jornal Folha de S. Paulo, no qual criou a tira diária “Chiclete com Banana”, publicada na seção de quadrinhos, lançando personagens como Rê Bordosa, Bob Cuspe, Wood & Stock e os Skrotinhos, entre outros. Em 1985, “Chiclete com Banana" transformou-se em uma revista de quadrinhos independente de mesmo nome, com inquestionável influência no mercado editorial.
Angeli é autor de vários livros e participou de diversos festivais de comics na Europa. Teve seus trabalhos publicados pelas revistas Linus, de Milão; El Vibora, de Barcelona; Humor, de Buenos Aires, e no jornal Diário de Notícias, de Lisboa.
Por mais de 40 anos, trabalhou com exclusividade como chargista político para a Folha de S. Paulo e para o Universo OnLine (UOL). Desenvolveu alguns quadrinhos animados para a internet e para o Cartoon Network. Foi um dos 100 artistas mundiais homenageados pelo Google para ter alguns de seus trabalhos expostos nas interfaces do Google para a Internet. É um dos idealizadores e editores do projeto Baiacu.

Sobre Laerte
Laerte é autora de quadrinhos, cartuns e charges. Nasceu em São Paulo, em 1951 - fez alguns cursos livres de pintura, desenho e teatro; entrou na USP, em Comunicações, pra fazer Música e depois Jornalismo - não se graduou.
Foi uma das criadoras da revista Balão (quadrinhos) e da empresa Oboré (assessoria de comunicação para sindicatos). Publicou seu trabalho n’O Pasquim, n’O Bicho, no Estado de São Paulo, na Folha de São Paulo, em várias revistas. Foi autora da revista Piratas do Tietê - também o nome da tira diária que produz.
Participou da redação de programas de tevê da Rede Globo: “TV Pirata”, “TV Colosso”, “Sai de Baixo”.
Apresentou o programa “Transando com Laerte”, no Canal Brasil. No cinema, participou do curta “Vestido de Laerte”, de Claudia Priscila e Pedro Marques; e do longa “Laerte-se”, de Lygia Barbosa e Eliane Brum.

Ficha Técnica
Realização: UGT – União Geral dos Trabalhadores
Presidente: Ricardo Patah
Secretário de Organização e Políticas Sindicais: Francisco Pereira de Sousa
Criação, planejamento e produção: André Guimarães - Maná Produções, Comunicação e Eventos
Curadoria: Mônica Maia e Fernando Costa Netto - DOC Galeria

Serviço:
Exposição de Maio na Paulista - DIREITO DO AVESSO | AVESSO DO DIREITO
Charges de Angeli e Laerte
Ciclovia da Av. Paulista, entre Rua Augusta e Al. Campinas
De 13 a 31 de maio

Exposição com 160 artistas estimula reflexão sobre o Nordeste e o "estar a nordeste"


 
        
                                       Tessi Sodokpa - Cotonou, de Marcio Vasconcelos
 
Exposição com 160 artistas estimula reflexão
sobre o Nordeste e o "estar a nordeste"
Com mais de 250 obras, grande exposição do Sesc 24 de Maio propõe
um mergulho em torno do imaginário que se tem da região Nordeste.
 
“A Nordeste de que?”, a provocação do artista cearense Yuri Firmeza foi o que motivou a exposição À Nordeste, que o Sesc 24 de Maio, em São Paulo, recebe entre 15 de maio e 25 de agosto. Com curadoria de Bitu CassundéClarissa Diniz e Marcelo Campos, À Nordeste reúne um conjunto de 275 trabalhos, de diversas linguagens e suportes, do barro aos memes, criações singulares de 160 artistas, quase todos nordestinos, mas não exclusivamente. Artistas de contextos e linguagens diversas, mas com um ponto em comum: uma produção pulsante, que problematiza os imaginários que se tem acerca do Nordeste. A crase em À Nordeste surge como elemento desafiador do estereótipo regionalista, pois evita o artigo definido — e, com ele, uma identidade unívoca — de “o Nordeste”.
 
“Com esse conjunto riquíssimo, diverso e heterogêneo de obras e artistas, não temos qualquer pretensão em apresentar ao público o que é o Nordeste hoje, mas, sim, o que é estar à Nordeste. Sob essa perspectiva, lançamos luz sobre jogos políticos e estéticos, marcados por contraposições em relações às hegemonias, centralidades e, inclusive, outras periferias”, afirma Clarissa Diniz. Os curadores revisitaram as nove capitais nordestinas e várias cidades do interior. “Iniciamos essas viagens e visitas a campo no segundo semestre do último ano, em pleno processo eleitoral. Neste período, o Nordeste vivenciou um momento um tanto quanto singular, revigorante, de contraposição a uma ideia de Brasil que acabou prevalecendo naquele contexto”, pontua Diniz. “Pudemos ver um Brasil em transformação, a partir de um Nordeste de muitas lutas, mobilizações e reivindicações em torno de suas questões”, completa Bitu Cassundé.
 
Para se ter uma ideia da diversidade de artistas que integram a exposição, nomes como Abraham Palatinik, Almandrade, Antônio Bandeira, Ayrson Heráclito, Bárbara Wagner e Benjamin de Burca, Bispo do Rosário, Cristiano Lenhardt, Gilberto Freyre, Glauber Rocha, Jean-Pierre Chabloz, Jonathas de Andrade, Juliana Notari, Leonilson, Marepe, Mestre Vitalino, Romero Britto, o coletivo Saquinho de Lixo, Pêdra Costa, Tadeu dos Bonecos, Véio, Zahy Guajajara e muitos outros. “Temos justapostos artistas renomados e criadores culturais que sequer estão inseridos no circuito que hoje entende-se como o circuito da arte contemporânea. Nãohierarquizamos aqui as diversas formas de produção de cultura, como outrora se fez entre ‘cultura erudita’ e ‘cultura de massa. Esse conjunto cumpre um desejo que é dizer o que é a região hoje e quais são as questões ali em voga”, afirma Marcelo Campos.
 
Para facilitar a navegação do público em meio à exposição, que pelo volume de artistas e obras assemelha-se a uma Bienal, os trabalhos foram divididos em oito núcleos distintos, que se ramificam e contaminam uns aos outros: Futuro, Insurgência, (De)colonialidade, Trabalho, Natureza, Cidade, Desejo e Linguagem. Neles, obras já existentes se articulam a 12 criações inéditas, especialmente comissionadas pelo Sesc 24 de Maio para esta exposição, dos seguintes artistas: Daniel Santiago (PE), Arhur Doomer (PI), Gê Vianna e Márcia Ribeiro (MA), Ton Bezerra (MA), Isabela Stampanoni (PE), Pêdra Costa (RN), Jota Mombaça (RN), Ayrson Heráclito e Iure Passos (BA), SaraElton Panamby e Nayra Albuquerque (MA), Marie Carangi (PE) e Alcione Alves (PE).
 
Sob estas oito chaves de leitura diversas, a exposição À Nordeste propõe um mergulho em questões e perspectivas não-hegemônicasem torno do imaginário que se tem dessa região. O Nordeste emerge então não como um lugar, mas como uma posição, uma situação em meio a um pensamento pautado por centralidades impositivas, colonialistas, extrativistas, que posicionam o centro-sul do País como caixa de ressonância e instância normativa para comportamentos estético-formais.
 
Algumas obras serão expostas em salas especiais, com visitação apenas para maiores de 18 anos. A exposição contará, também, com uma série de recursos acessíveis, como videolibras, audiodescrição, maquetes e reproduções táteis de alguns trabalhos.
 
Exposição À Nordeste
Curadoria: Bitu CassundéClarissa Diniz e Marcelo Campos
Abertura: 15 de maio de 2019, às 20h
Período expositivo: de 16 de maio a 25 de agosto
Local: Sesc 24 de Maio
Endereço: Rua 24 de Maio, 109, República, São Paulo
Horário de funcionamento:  de terça a sábado, das 9h às 21h, domingos e feriados, das 9h às 18h
Classificação indicativa: + 14 (algumas salas são +18)
Agendamento de grupos: agendamento@24demaio.sescsp.org.br

segunda-feira, 6 de maio de 2019

exposição atacamachaça - Marco Buti

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A partir de 0 hs de 6 de maio de 2019, considera-se inaugurada a exposição atacamachaça em marcobuti.com.br




Quando, em 1540, a primeira galeria de arte foi instalada em Antuérpia, a estampa multiplicada impressa no Ocidente já tinha pelo menos 150 anos, o primeiro livro tipográfico mais de 80, e redes de circulação legais e ilegais operavam de maneira bem organizada na Europa. A cidade era também o maior centro de distribuição de estampas. Séculos antes das preocupações com um maior acesso à arte pela sociedade em geral, o problema já estava resolvido.
Hoje, com maior razão, apresentar um trabalho artístico por meios múltiplos não pode ser considerado menos importante que a exibição de exemplares únicos em locais específicos. “atacamachaça” é um projeto em desenvolvimento, sem previsão de término, onde uma única matriz em metal vai sendo gravada, apagada, impressa, regravada, reimpressa. Sua apresentação se inicia na rede, sem negar a possibilidade de exposições em espaços fixos, mas ignorando onde e quando. Novas imagens irão se somando, sem preocupação excessiva com a qualidade das digitalizações, vistas em telas das mais diferentes características, fora de qualquer controle. A imprevisível qualidade de cada olhar é mais decisiva. Não há qualquer intenção de desvalorizar o contato com a obra de arte original, em local definitivo ou temporário - momento privilegiado. Mas não podemos esquecer que a imagem múltipla e móvel pode ser um original, sem remeter-se constantemente a uma ausência. Que o contato mais constante e o estudo das obras artísticas se dão muito mais através de reproduções que pelos originais. Que o primeiro contato com as artes visuais é quase sempre pela imagem multiplicada. Que a produção de originais é largamente influenciada pelas reproduções. Que não basta continuar aplicando um pensamento pré-industrial numa época pós-industrial, supondo que a obra única, esteja onde estiver, tem a potência de afetar “o público”, na verdade restrito pelas próprias condições: unicidade, lugar específico e imobilidade, sem falar nas diferenças sociais, ainda mais determinantes. Que a noção de espaço público entendido como lugar físico, começou a se tornar insuficiente com a multiplicação da imagem e do texto, há mais de seis séculos. Que o trabalho multiplicado é muito mais político. Que realmente amar a arte significa desejá-la próxima. Com a primeira galeria, abria-se para o artista a possibilidade de apresentar seu trabalho sem depender necessariamente de encomendas. Há algum tempo, nem todos, mas a maioria, podem exibir e receber qualquer coisa, a qualquer hora, em qualquer lugar. Talvez agora tenha chegado para o artista o momento de reaprender a ser Qualquer Um. O destino da imagem artística será perder-se no caos de imagens, aguardando um olhar que a reconheça?



      Marco Buti


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segunda-feira, 29 de abril de 2019

concurso fotográfico com o tema “A Cerveja por SP”

Mondial de la Bière SP faz parceria para concurso fotográfico com o Projeto São Paulo City
Concurso mostrará a cerveja no cotidiano da cidade

O Mondial de la Bière se juntou ao Projeto São Paulo City para lançar um concurso fotográfico com o tema “A Cerveja por SP”, que pretende mostrar a cerveja no cotidiano do paulista. A curadoria do Projeto é do São Paulo City, e as 10 fotos selecionadas farão parte de uma exposição durante a segunda edição do festival em São Paulo. “Queremos conectar a cerveja artesanal ao lifestyle paulistano, e fazer um barulho digital no pré evento. As melhores fotos serão expostas durante os quatro dias de festival”, explica Luana Cloper, diretora do Mondial de la Bière.

Sobre a dinâmica:
O perfil do Projeto São Paulo City no Instagram postará a promoção. Para participar o usuário deve postar uma foto mostrando a cerveja no cotidiano de São Paulo com a hashtag #CervejaporSP e marcar a página do Mondial de la Bière SPna foto até dia 5 de maio. A organização selecionará 10 fotos para participar de uma exposição durante o Mondial de la Bière SP.

Os usuários responsáveis pelas imagens escolhidas ganham passaporte para os quatro dias de evento, além de um cartão de consumo no valor de R$ 200,00. Um totem será posicionado no espaço reservado para a exposição, e os visitantes poderão votar na sua preferida durante os dias de evento. O grande vencedor será premiado com um kit completo Mondial de la Bière.

fonte: DOCUMENTA

sábado, 27 de abril de 2019

exposição PIN-CÈU - Funarte SP



EXPOSIÇÂO PIN•CÉU

A exposição PIN-CÉU, que acontecerá na FUNARTE-unidade São Paulo, a partir de
27 de abril, exibirá pinturas de dez artistas: Ana Francisca, Ana Gentil, Edu Silva,
Helena Carvalhosa, Luciana Saad, Luis Gasparian, Roberta Mestieri, Sergio Spalter,
Soraia Dias e Suzana Barboza, que buscam proporcionar ao público maior
aproximação tanto com suas obras como com questões primordiais da pintura e seu
lugar na contemporaneidade. Curadoria de Marcelo Salles.

Espaço Funarte
Al. Nothmann, 1.058
Entrada Gratuita

Abertura 27/04 das 13h às 18h

Visitação
terça a sexta das 10h às 18h
sábado e domingo das 14h às 21h

quinta-feira, 25 de abril de 2019

Exposição Elvino Pocai: Poeta das Artes Gráficas

 
 
Universidade de São Paulo
 
 
Poeta das Artes Gráficas, Elvino Pocai é tema de exposição inédita em São Paulo
 
A partir de 7 de maio, o trabalho do tipógrafo estará exposto na Biblioteca Brasiliana Mindlin
A Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin (BBM) da USP recebe de 7 de maio a 21 de agosto a exposição Elvino Pocai: Poeta das Artes Gráficas. "A memória de Pocai e de seus livros se misturam com a história gráfico-editorial brasileira", diz a pesquisadora Cristiane Tonon Silvestrin,  que divide a curadoria da mostra com o professor Plinio Martins Filho.

O público, além de conhecer a trajetória do tipógrafo, poderá ver um recorte de como se apresentava o mercado editorial da época. Assim, a mostra busca ampliar a visão dos visitantes ao colocá-los em perspectiva histórica com os meios de produção da arte tipográfica, método de impressão que sobreviveu por mais de quatrocentos anos.

"A maioria das obras são provenientes do acervo de unidades da USP, o que enriquece a exposição, pois será possível o contato com trabalhos de várias áreas do saber, além de aproximar o visitante do patrimônio da USP sob um recorte editorial", afirma Cristiane.

Uma das obras mais importantes da exposição, Há uma Gota de Sangue em Cada Poema, 1917, trata-se do livro de estreia de Mário de Andrade, que à época o assinou como Mário Sobral. São treze poemas ilustrados por gotas de sangue em um vermelho vivo.

Esse recurso gráfico foi ideia de Elvino Pocai, segundo as palavras do próprio poeta no jornal Diário Nacional de 29 outubro de 1929: “E como o vício dos versos continuasse, um dia de 1917 resolvi publicar o meu primeiro livro. Fui à tipografia Pocai e às audácias tipográficas do meu amigo Paternostro eu devi todos os pingos de tinta vermelha que simbolizam gotas de sangue em cada poema”.

Sobre Elvino Pocai

Elvino Pocai produziu numa época em que não eram claras ainda as definições conceituais de designer, impressor ou artista gráfico, mas foi um mestre da tipografia que contribuiu para o desenvolvimento das artes gráficas brasileiras na primeira metade do século XX. Apesar de ter nascido na Itália, foi em São Paulo que aprendeu os ofícios de tipógrafo e editor.

Os editores que tinham mais esmero nas edições, com um melhor apuro gráfico, eram os que se destacavam no mercado. Eles não viam o livro apenas como um objeto de consumo, mas também como um objeto de fruição estética para o leitor. Normalmente tinham como referência visual toda a história do livro e das artes, levando em conta edições bem projetadas, ilustradas e acabadas, feitas por mestres gráficos. Nesse contexto e por seu maior desenvolvimento à época, o mercado editorial paulistano foi modelo para o restante do Brasil.

Pocai figurou entre esses hábeis artífices e exerceu um trabalho meticuloso nas obras que imprimia em sua gráfica. Ele mesmo cuidava e criava as vinhetas e as diagramações, ou convocava artistas como Antônio Paim Vieira (1895-1988) para criar para suas brochuras.

Em vida, Elvino Pocai foi muito reconhecido pelo mercado e também pela crítica. Na exposição é possível comprovar a recepção de Pocai no meio editorial, por exemplo, a partir de trechos destacados de periódicos da época. Esses trechos jornalísticos acompanham as obras nas mesas da mostra.

Tal era sua importância na época que o escritor, editor e crítico literário Edgard Cavalheiro (1911-1958) - considerado um dos mais importantes biógrafos de Monteiro Lobato pontuou, dias após a morte do tipógrafo, em sua coluna A Semana e os Livros, no jornal O Estado de S. Paulo:

Pocai era um impressor sui generis. Não se limitava a imprimir. Enfeitava as brochuras com vinhetas, capitulares, aberturas ou fechos de capítulos, com paciência de artista autêntico, de puro artesão. Não admitia o mínimo deslize gráfico. Qualquer manchinha que maculasse o papel, punha-o nervoso, desolado. Preferia inutilizar páginas e mais páginas já prontas, a expor uma mercadoria defeituosa. A marca "Pocai" devia significar, sempre, perfeição. A partir do momento em que recebia os originais, até o empacotamento dos volumes, tudo era acompanhado de muito perto por ele. Os autores podiam dormir sossegados. Pocai faria sempre o melhor. Adorava imprimir trabalhos históricos ou poesia, pois lhe ofereciam melhores oportunidades para decorá-los. (Edgard Cavalheiro, "Pocai: O Artista do Livro" Estado de S. Paulo. São Paulo, 22 dez. 1956. Suplemento Literário A Semana e os Livros).


Serviço
Exposição Elvino Pocai: Poeta das Artes Gráficas
Abertura | 07 de maio  – das 16:30 às 18:30h
Visitação| De 8 de maio a 21 de Agosto – das 8h30 às 18h30 (segunda a sexta-feira).
Onde | Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin (BBM) – Sala Multiuso
Rua da Biblioteca, 21, Cidade Universitária, Butantã, São Paulo – SP
O local possui acessibilidade para cadeirantes.
Quanto | Gratuito
Agendamento de Monitoria | educativo@bbm.usp.br

Exposição A Imagem e a Palavra - Mar Morto, Jorge Amado - Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin (BBM) – Sala BNDES

 
 
Universidade de São Paulo
 
o mar é livre, a andorinha também - Maria Pinto 
 
Exposição reúne obras inspiradas pelo primeiro livro de Jorge Amado

Com diferentes técnicas, artistas recontam as histórias da beira de um cais da Bahia presentes no livro Mar Morto
 
A Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin recebe a partir do dia 8 de maio a exposição "A Imagem e a Palavra - Mar Morto, Jorge Amado", com idealização e coordenação da artista plástica Altina Felício.
 
Não é a primeira vez que a BBM recebe o encontro entre a imagem e a palavra. Após uma experiência bem sucedida do mesmo projeto baseada no clássico Macunaíma, de Mário de Andrade, a escolha do romance para a nova mostra foi espontânea. A coordenadora do projeto explica: "Para a Biblioteca Brasiliana Mindlin, pensei em um escritor brasileiro, bem conhecido. Como gosto muito de Jorge Amado, lembrei do primeiro livro dele. Depois de bastante pesquisa e de reler o livro, não tive dúvida de minha escolha”.
 
 Altina convidou diversos artistas para desenvolverem obras após a leitura do livro. Eles transformaram a palavra do reconhecido escritor em gravuras, aquarelas, pinturas, cerâmicas, fotografias, desenhos, técnicas mistas e instalações. “A exposição é feita com artistas convidados, alguns conhecidos e outros por indicação. Gosto de dar oportunidade para aqueles que ainda não participaram dos meus projetos. O que eles têm em comum é o ofício de um artista visual: trabalho e conhecimento”, explica.
 
Mar Morto 
 
Em 1936, aos 24 anos, Jorge Amado publica Mar Morto, um livro poético que descreve a vida dos marinheiros no cais de Salvador.  Ele apresenta ao leitor as desventuras e amores da luta diária de trabalhadores pela sobrevivência. Com descrições ricas sobre a cor, as cerimônias religiosas de matriz africana, assim como músicas e outras manifestações culturais, o livro é um marco para a valorização dos costumes e das tradições que formam o povo brasileiro.

A leitura, que acabou se mostrando envolvente, instigante e provocativa para os artistas visuais convidados para o projeto, é também contemporânea ao relatar os naufrágios de um povo que busca uma vida melhor, como tem acontecido nas atuais ondas migratórias.

Também em um paralelo com a atualidade, Altina convida o público a pensar o título da obra. " Ele escolheu como título para seu romance o nome "Mar Morto", é claro que em outro contexto, mas para mim este nome traz as imagens contemporâneas de animais marinhos mortos e a quantidade do lixo de uma sociedade humana que não pensa na natureza como ser vivo e no quanto dependemos dela para nossa sobrevivência".

Serviço

Exposição A Imagem e a Palavra - Mar Morto, Jorge Amado

Abertura: 8 de maio – das 16h às 20h, com apresentação do conjunto musical Mosaico
Visitação | De 8 de maio a 31 de maio – das 8h30 às 18h30 (segunda a sexta-feira).
Onde | Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin (BBM) – Sala BNDES
Rua da Biblioteca, 21, Cidade Universitária, Butantã, São Paulo – SP
O local possui acessibilidade para cadeirantes.
Quanto | Gratuito
Agendamento de Monitoria | educativo@bbm.usp.br

Convocatória para exposição coletiva internacional de gravuras em agosto de 2019 MUSEU FLORESTAL, UMA INSPIRAÇÃO - MUSEU FLORESTAL OCTÁVIO VECCHI


 Convocatória para exposição coletiva  internacional de gravuras  em agosto de 2019 
MUSEU FLORESTAL, UMA INSPIRAÇÃO 

MUSEU FLORESTAL OCTÁVIO VECCHI


http://clubedegravadores.com.br/

“Museu Florestal, uma Inspiração” tem como objetivo rever o Museu Florestal Octávio Vecchi, seu acervo científico e artístico, suas coleções de madeiras, marchetaria, fotografias e obras gráficas. Artistas gravadores deverão se inspirar em elementos do museu, tais como os murais que representam árvores da Serra da Cantareira, desenhados pelo próprio Vecchi e pintados por Antonio Paim; as aquarelas do artista Alfredo Norfini; o Tríptico de Helios Seelinger (1929), que interpreta três episódios da história de São Paulo; as pranchas científicas entalhadas por Antonio Oppido; além dos elementos arquitetônicos e decorativos observados no piso superior, como os vitrais da Casa Conrado, assoalho, forro e pórticos, etc. Incluindo uma coleção única de matrizes e peças decorativas da Escola de Xilografia do Horto e a Escola de Charão “Ryoichi Nakayama”.
Os artistas que aceitarem a convocatória doarão ao Clube de Gravadores uma obra com tiragem de 5 cópias. As 5 (cinco) estampas enviadas formarão 5 (cinco) álbuns de gravuras acondicionados em caixas que, sob responsabilidade da coordenação do Clube de Gravadores, terão os seguintes destinos:  
• Dois álbuns serão entregues ao Museu Florestal Octávio Vecchi, uma ficará exposta e fará parte de seu acervo e a outra será reservada aos Amigos do Museu. As gravuras poderão ser reproduzidas como cartões postais para serem colocados à venda, fornecendo recursos financeiros para a manutenção da instituição.
• Um álbum ficará para o Clube de Gravadores.
• Um álbum será doado à Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro.
• Um álbum será doado a uma Instituição Pública, museu ou biblioteca do Estado de São Paulo.
Serão aceitas as técnicas de xilogravura, gravura em metal, fotogravura, gumprint, litografia, serigrafia e monotipias. Não serão aceitas fotografias, xerox, imagens digitalizadas, ou qualquer outra técnica que não faça parte de um ateliê de Gravura.
Uma gravura com tiragem de 5 cópias deve ser impressa em papel com gramatura 200 g/m2 a 250 g/m2no formato 15 cm x 21 cm. A área impressa pode ser igual ou menor que a dimensão do papel.
As 5 cópias deverão ser postadas em um único envelope, para o Clube de Gravadores Caixa postal 13.876   -       CEP 01216-970  –  São Paulo, SP, Brasil, até o dia 20 de junho de 2019. No envelope de envio dos trabalhos o artistas deve indicar "SEM VALOR COMERCIAL" evitando assim cobrança de taxa por parte dos correios e junto com a obra enviar fixa técnica (nome do artista, nome da obra e técnica).
Uma vez que não contamos com patrocínio, será importante a colaboração de cada participante para viabilizar os custos de montagem da exposição. Para tanto, solicitamos que cada artista contribua com uma taxa de participação, com valor mínimo de R$30,00 (trinta) reais, através do Paypal clicando aqui neste link para fazer a contribuição. Agradecemos a todos que puderem apoiar o projeto com uma verba que exceda esse valor.
Quando recebermos a comprovação por e-mail da taxa de contribuição a inscrição estará concluída e seu nome constará na lista dos participantes da exposição. Será preciso preencher o formulário de participação disponibilizado aqui no site. Aguardaremos o envio das gravuras e entraremos em contato para confirmar o recebimento das mesmas. 
Artistas e obras que desrespeitarem as regras de participação da convocatória não farão parte da exposição. As obras ficarão em poder do Clube de Gravadores, que terão a liberdade de decisão sobre seu destino e a taxa de participação não será devolvida.
A convocatória para a exposição e doação das gravuras está aberta a todos os integrantes do Clube de Gravadores de qualquer nacionalidade que queira participar da mostra. Todos que fizerem parte da exposição estão automaticamente aceitando os termos de participação e os termos de cessão de direitos autorais descritos logo abaixo.
TERMO DE CESSÃO
Cessionária - Clube de Gravadores, representados por Maura de Andrade e Sebá Neto.
O (A) artista CEDENTE ao enviar seu trabalho está fazendo uma DOAÇÃO deste e autoriza automaticamente desde já a CESSIONÁRIA a promover, a seu critério, a divulgação e exposição da OBRA ao público em geral na forma, local e pelo tempo que desejar a título oneroso ou gratuito, reconhecendo não ser-lhe devida qualquer quantia a qualquer título.
A CESSIONÁRIA poderá, a seu critério, exibir o original da OBRA em exposições nacionais ou internacionais, divulgar a OBRA em quaisquer mídias, sejam elas impressas ou on-line, inclusive revistas, jornais e outros periódicos, exibir e permitir a terceiros a exibição de versões digitalizadas da OBRA em quaisquer veículos na internet, tais como sites, blogs, comunidades virtuais e outras ferramentas de comunicação, e reproduzi-la em catálogos impressos ou digitais, folders e flyers, dentre outros materiais promocionais e de divulgação, bem como fixá-la em quaisquer outros meios ou suportes existentes, inclusive em vídeos de qualquer espécie.
A CESSIONÁRIA obriga-se a manter a integridade da OBRA, utilizando-a sem nenhuma espécie de alteração. Compromete-se com todo o material produzido entregue a ela e que não serão colocados à venda e sim mantidos nas instituições públicas de pesquisa e estudo, que foram doadas, tornando estas as  CESSIONÁRIAS da obra.
A presente cessão é total e definitiva e se faz em caráter irrevogável e irretratável.
As partes, de comum acordo e nos termos do Regulamento de Participação deste projeto, têm entre si justo e contratado e firmam a presente cessão de direitos autorais no ato de enviar e receber os trabalhos seguindo os termos descritos acima.